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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Michael Gibbs ensina 10 dicas perfeitas para fechar um bom negócio

Preparar-se para uma reunião de negócios não é tarefa simples para ambas as partes. A forma de se expressar, o jeito de agir e outras formas que podem deixar o momento mais fluído e natural são adquiridas com experiência – e claro, com dicas de quem entende bem dessas situações.


Em uma palestra em São Paulo, durante o evento Master Class, da HSM, o norte-americano Michael Gibbs – especialista em negociação, consultor de empresas como Google e Apple e também CEO um projeto de negociações de empresas do Vale do Silício -- contou suas estratégias na hora de fechar acordos. Confira as principais sugestões de Gibbs que você pode praticar e usar para suas próximas reuniões de negócios:



1 - Esteja preparado tanto para o sucesso quanto para o fracasso

Estar preparado para o fracasso não significa aceitá-lo. Essa sugestão de Gibbs, na verdade, quer dizer que você deve manter a expectativa de que sua ideia irá ser aceita e de que tudo irá encaminhar como você planejou, mas, mesmo assim, você deve estar pronto para executar outras tentativas caso não funcione de primeira. Por isso, tenha um plano B, um C e até o D, se for necessário.


2 - Colete informações

O que você sabe em relação à pessoa com quem deseja selar um acordo? Gibbs chama essa estratégia de ‘princípio da afinidade’. Ou seja, antes de chegar até a reunião, tente conhecer a vida do outro e encontrar conexões que talvez vocês tenham em comum. Aprenda sobre seu parceiro. Às vezes, ele estudou na mesma faculdade que você, seus filhos vão à mesma escola ou vocês já viajaram para o mesmo local. Mas tome cuidado para não parecer que você pesquisou toda a vida da outra pessoa. Isso pode ser esquisito.


3 - Quebre o gelo

Todo mundo gosta de se sentir importante, e isso não é diferente para a pessoa com quem você quer fechar um negócio. Gibbs aconselha que é necessário afirmar, durante a reunião, o quão satisfeito você está de estar ali e como está interessado em ouvir o que o outro tem a dizer. As reuniões de negócio criam uma boa oportunidade para contar a sua história – sobre quem você é, o que faz, o que ama fazer – e deixar o outro contar a história dele. “Mostre que se importa com seu futuro parceiro. Isso cria um vínculo entre você e a outra pessoa, ainda que seja temporário”, diz o consultor.


4 - “Não entendi, você poderia explicar, por favor’?

Outra situação que faz com que as pessoas se sintam importantes é quando elas são colocadas na posição de especialistas. Você não precisa se esforçar para parecer ser a pessoa mais inteligente da sala, pelo contrário, deixe o outro explicar certos pontos também.


5 - Deixe o ego de lado

Adote um discurso que mostre seus defeitos ao invés de falar apenas de seus pontos positivos. Gibbs explica que há quatro motivos para adotar uma postura de impotência realçando suas próprias falhas: liderar com franqueza desconcerta seus interlocutores; liderar com limitações faz você parecer inteligente; realçar seus próprios pontos fracos torna você mais confiável, honesto e modesto e; ser franco faz com que seus interlocutores construam uma opinião mais favorável sobre seus argumentos e aquilo que você defende.


6 - Esqueça o que você quer: pense no que o outro precisa

“Esteja pronto para dar ao outro algo de valor para receber algo em troca”. É claro que durante um acordo cada parte quer maximizar seu ganho, mas é mais importante criar uma estratégia em que todos garantam algum benefício. Para que todos saiam ganhando, cada um deve ceder algum valor ou objetivo pessoal. “A melhor solução para todos é aceitar a opção menos desejada. É melhor cada um perder um pouco ao invés de maximizar nossos ganhos individuais”, afirma Gibbs.


7 - Seja claro

É fundamental que você seja explícito ao informar quais são seus objetivos. Conte à outra parte quais são seus próximos passos e os detalhes das suas ideias. Não deixe espaço para complicações ou mal entendidos.


8 - Analise a outra parte

Preste atenção em o que seu interlocutor precisa e tente lhe oferecer o que ele está pedindo.


9 -  Estude

A melhor forma de saber se sua ideia é aplicável e útil é testá-la. Antes de chegar ao seu cliente para negociar, estude de seu método de fato soluciona o problema que você propõe resolver. Tenha exemplos para apresentar no momento da reunião.


10 - Tenha paciência

A negociação não é um evento, mas um processo. Ela irá acontecer conforme o passar do tempo e após muitas discussões.


Extraído de Revista PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/08/michael-gibbs-ensina-10-dicas-perfeitas-para-fechar-um-bom-negocio.html



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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

5 dicas essenciais para definir o público-alvo do seu negócio

Como definir o público-alvo dos meus produtos?

O trinômio produto ou serviço, vendas e cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Vendemos alguma coisa a alguém. Para que isso aconteça, este alguém precisa se interessar pelo que você tem a vender. Seu público-alvo é o conjunto de pessoas com maiores chances de interesse pelo que você tem a oferecer.

O seu público-alvo possui uma série de características relevantes o suficiente para que indiquem a maior ou menor chance de que potenciais clientes que pertençam a esse grupo queiram comprar o seu produto ou serviço. As características de seu público-alvo são de duas naturezas principais: Demográficas e comportamentais.

Enquanto a primeira indica, por exemplo, quem são, onde moram, idade, estado civil, se têm filhos, com o que trabalham, quanto ganham; a segunda descreve como vivem e o que fazem estas pessoas, por exemplo, o que compram, quanto gastam, entre outras características.

Dependendo do tipo de negócio ou do produto que você vende, algumas características podem ser mais relevantes ou não para indicar determinados comportamentos que impactam ou não na compra ou no interesse de seu público-alvo pela sua oferta.

No fim do dia, o que você precisa buscar é o comportamento de compra de seu público-alvo e quais os fatores – características – que o leva ou poderiam levá-lo ao seu negócio, ao seu produto ou ao seu serviço. O desafio é a captação destas informações e o uso com inteligência.

As redes sociais despejam segundo a segundo toneladas de informações sobre o comportamento do cliente, seus hábitos, como se deslocam e para onde, o quanto gastam e com o quê. A boa notícia é que a maior parte das redes sociais oferecem ferramentas interessantes para você se aproveitar desta informação – big data –  sem gastar muito dinheiro. Algumas voltadas para pessoas (B2C – business to consumer) outras para empresas (B2B – business to business).

Fala-se muito da inteligência artificial e do seu uso para, a partir das informações adquiridas, inferir ações a tomar. É uma questão de tempo para que este tipo de ferramenta se torne acessível. E você certamente não precisará esperar muito para que esteja em suas mãos.

Algumas sugestões simples poderão ajudá-lo neste trabalho, mesmo enquanto os benefícios da tecnologia ainda não estão todos disponíveis:

1. Busque informações: conhecer o mercado onde você vai atuar ou onde atua é importantíssimo. Reúna o máximo de informações sobre a demografia. Mas foque-se naquilo que tem relação com a sua estratégia, produto ou serviço. Não perca tempo com informações de menor relevância;

2. Segmente seu mercado: procure criar subgrupos dentro de seu mercado que possam ter comportamentos de compra semelhantes e trabalhe de acordo com estes segmentos. Com foco e ofertas assertivas suas chances de sucesso aumentam;

3. Crie ofertas assertivas: monte suas ofertas para que atendam aos requerimentos dos segmentos que identificou. Você pode até pensar em algumas necessidades ainda não identificadas pelo seu público, mas cuidado, procure atendê-lo no que ele precisa antes de inovar na oferta;

4.  Cuidado com o seu gosto pessoal: o que é bom para você não necessariamente é bom para o seu cliente. Não trabalhe suas ofertas baseado no que você acha, mas sim de acordo com o que você aprendeu dos segmentos e comportamentos de seus possíveis clientes, a menos é claro, que esteja trabalhando com segmentos cujos perfis sejam iguais ao seu.

5. Comunique, comunique, comunique: identifique os canais de comunicação mais adequados com os segmentos identificados e procure falar com eles utilizando a linguagem e a forma particular de cada um deles. O uso correto da abordagem e da linguagem vai tornar sua comunicação mais assertiva e despertar mais vontade do seu público de conhecê-lo melhor.


A definição do público-alvo não lhe garante o sucesso, mas certamente a falta vai levar você ao fracasso. Dê total atenção a esse passo.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/5-dicas-essenciais-para-definir-o-publico-alvo-do-seu-negocio/

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Como saber se minha ideia de negócio realmente vai ter sucesso?

Não é possível saber se a sua ideia de negócio será um sucesso, mas é possível ter uma ideia…

É natural que muitas pessoas que pensam em abrir um negócio almejem ter sucesso com a sua empreitada. Também é comum que boa parte delas resuma sucesso ao retorno financeiro esperado.

Por outro lado, muitos empreendedores, mesmo tendo sucesso financeiro, frustram-se quando descobrem que isso não é medido puramente pelo dinheiro que gera.

“As empresas precisam ter lucro como objetivo, do contrário, elas morrem. Mas se uma empresa é orientada apenas para ter lucro, também morrerá, porque não terá mais nenhum motivo para existir…” – costumava dizer Henry Ford.

Por isso, antes de pensar se sua ideia de negócio vai ser um sucesso, é preciso entender, verdadeiramente, qual é a sua definição de sucesso nos negócios.

A pesquisadora Betina Silvestri entrevistou centenas de empresários e empreendedores para entender como definiam sucesso e o resultado foi a sua tese de doutorado que explica que o sucesso pode ter, pelo menos, 67 definições, incluindo, sim, o sucesso financeiro, mas também aspectos associados à realização pessoal, impactos positivos na sociedade, aprendizagem contínua, reconhecimento público, estabilidade e segurança, entre outras combinações.

Depois de encontrar a sua definição verdadeira e sincera de sucesso nos negócios, é preciso pensar em quatro aspectos básicos:

1 — Sua ideia representa, de fato, uma grande oportunidade de negócios?

O primeiro aspecto diz respeito à inovação ou diferenciação da sua ideia em relação ao que já existe e é percebido pelo seu público-alvo.

Em geral, empreendedores de primeira viagem sofrem do Complexo de Narciso e sempre acreditam que possuem a melhor e mais inovadora ideia de negócio do mundo, mas quem determina isso são as pessoas que compõem o seu mercado.

Para entender se sua ideia é diferenciada ou inovadora, é preciso tangibilizá-la de alguma forma, seja por meio de protótipos, flyers, infográficos ou qualquer outro recurso que o potencial cliente consiga visualizar ou mesmo experimentar o negócio que pretende criar. E, daí, concluir que o que pretende criar é inovador ou, pelo menos, diferenciado.

2 — O mercado que você pretende atingir possui um tamanho adequado?

O segundo aspecto está associado ao tamanho de mercado adequado, o que tem impacto direto na rentabilidade da empresa.

Para entender o tamanho de mercado é preciso ter uma compreensão de dois conceitos sábio para qualquer empreendedor: Miopia de Marketing e Jobs to be done. Você deve entender que não está no mercado do produto em si, mas no do seu benefício. Assim, se perceber que um dos principais concorrentes da CacauShow é O Boticário, entendeu o que é Miopia de Marketing.

Já o conceito Jobs to be done defende que o cliente não compra apenas o benefício, mas compra algumas tarefas específicas (jobs) que aquele produto ou serviço entrega.


Dessa forma, um dos jobs que o cliente compra da CacauShow é uma opção de presente que surpreenda o presenteado. Se você entender que está no mercado do benefício e de jobs específicos, pode ter uma melhor compreensão do real tamanho e demanda de mercado.



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/saiba-se-sua-ideia-de-negocio-realmente-vai-ter-sucesso-ou-nao/

quarta-feira, 17 de maio de 2017

3 dicas de Marketing de Philip Kotler para Pequenos Negócios

Ter uma boa estratégia de marketing é um dos pilares de atuação mais importantes dentro de uma empresa, seja ela um pequeno negócio ou startup ou uma grande multinacional.
O americano Philip Kotler, 85, considerado um dos mais relevantes gurus do marketing no mundo, em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, falou sobre as perguntas que um empreendedor deve saber responder para desenvolver um bom plano de marketing.
Qual a necessidade do cliente que você pretende atender? Por que o cliente deve acreditar que o seu produto atende essa necessidade melhor que a concorrência? Você já definiu quais tipos específicos de pessoas podem ter mais interesse em sua oferta? Os clientes verão um valor em seu produto maior que o preço que você cobra por ele? Você sabe qual tipo de mídia você deve usar para alcançar o público de forma eficiente e eficaz?

Para ajudar a responder essas perguntas, Kotler ofereceu três dicas para ajudar o empreendedor a construir uma boa estratégia de marketing.

1. Segmentação de marketing
“O marketing de antigamente focava nas massas. Era muito caro fazer um comercial de 30 segundos para a TV. Você precisa fazer uma segmentação de marketing e identificar o público que teria o maior interesse em sua oferta”, diz Kotler.
A ideia é que, antes de começar um negócio, o empreendedor saiba em quem ele deve investir em termos de marketing. Não importa o alcance de uma ação se ela alcançar as pessoas erradas. O trabalho deve ser direcionado para onde tem a maior chance de dar retorno.

2. Colete dados
“O novo modelo de marketing envolve construir uma base de dados com informações confiáveis de perfil do seu público. Isso vai permitir que você escolha as ferramentas de marketing correta nas redes sociais”, afirma Kotler.
Não adianta você apenas achar que conhece o seu cliente. O empreendedor deve se munir de dados que ofereçam uma base para a escolha desse público-alvo. Diversas ferramentas podem auxiliar diferentes negócios a conhecer mais detalhadamente a sua clientela e ajudar na definição de planos de ação.

3. Construa uma “jornada até a compra final”
Todas essas informações devem ser utilizadas para construir um caminho para o cliente. “Cada passo do cliente deve ser um ‘momento da verdade’ e deve encorajá-lo a dar o passo seguinte. Durante essa jornada, a empresa deve fornecer conteúdo que interesse o cliente. Esse conteúdo deve ser diferente de uma mensagem de vendas. Seria como um amigo dizendo para outro sobre algo interessante para ler”, diz o professor da Universidade Northwestern, de Chicago (EUA).

A estratégia deve consistir em levar o cliente pela mão por um caminho de conteúdos que, no final, o estimulem a comprar o seu produto ou serviço. Essa tática passa pelos perfis em redes sociais, o site da empresa, o tipo de informação que ela transmite por essas mídias e como ela pode interessar o público-alvo.


Extraído do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2017/05/3-dicas-de-marketing-de-philip-kotler-para-pequenos-negocios.html

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

5 atitudes que deixam um cliente apaixonado pela empresa

Hoje em dia, com a quantidade de empresas existentes e com a facilidade que temos para achá-las, é muito difícil – perto do impossível – encontrar empresas que ofereçam um serviço único. Para os empreendedores, em tempos de crise econômica, a concorrência tem que estar mais em mente do que nunca.
Por isso, entregar o serviço ou o produto e ser educado com o cliente já não são mais suficientes. Para que a empresa seja indispensável e o cliente não pense em ir embora, é preciso outro ingrediente na fórmula: o envolvimento.
“As empresas não podem perder as oportunidades de se envolver com o cliente e mantê-lo satisfeito. Qualquer oportunidade desperdiçada é uma brecha para que ele busque o concorrente”, diz o especialista em venda Enio Klein. “Portanto, saber o que o cliente quer, oferecer o melhor a ele e proporcionar um relacionamento contínuo são as regras básicas para manter a fidelidade”, completa.
Quer ter clientes sempre fiéis? Então veja a seguir cinco dicas essenciais para mantê-los apaixonados por sua empresa. E não se esqueça: além de te colocar no topo da lista na hora de comprar, um cliente apaixonado também é um ótimo divulgador do seu negócio – e melhor: sem cobrar nada por isso. 
1. Envolva o seu cliente
A partir do momento em que você não apenas quer que o cliente fique satisfeito com seus serviços, mas também que ele se encante com eles, é necessária uma abordagem um pouco mais envolvente do que a usual. 
Isso porque, se o cliente observar apenas o que será entregue, seja o produto ou o serviço, o diferencial entre a sua empresa e as concorrentes pode não chamar muita atenção. É preciso entregar um pouco a mais do que o cliente já espera receber. 
“É basicamente como acontece em qualquer relacionamento pessoal: a atração inicia a aproximação, mas é a convivência que sustenta ou não um relacionamento”, explica o professor Marcos Machado, da Business School São Paulo (BSP). “O que atrai clientes potenciais é a atratividade da promessa da empresa em relação às concorrentes. A promessa tem que ser superior às já existentes”, ele completa.
2. Dê credibilidade para a reclamação do seu cliente
Parece óbvio que, para se manterem fiéis, seus clientes precisam ver que estão conseguindo aquilo que querem quando procuram a sua empresa. Mas, no dia a dia, essa parte pode acabar ficando um pouco esquecida, o que é fatal. Se um cliente se frustra, você não está perdendo apenas ele, mas todos os clientes em potencial que o ouvirão falar mal da sua empresa.
“As reclamações do cliente sempre têm que ser resolvidas, ele tendo razão ou não. No caso de ele não ter razão, é preciso mostrar o motivo. Mas, quando ele tem razão, é preciso solucionar o problema o quanto antes”, afirma o especialista em vendas Enio Klein.
Além de ter seu problema resolvido, o cliente também precisa sentir que aquela reclamação pode ajudar a empresa a arrumar problemas futuros, que as constatações que ele fez foram levadas a sério.
“A empresa precisa aceitar quando ela recebe uma reclamação. Às vezes a reclamação é muito rica e pode ajudar a empresa a melhorar o produto ou o serviço. E isso vai atrair mais gente, porque os clientes vão perceber que aquela é uma empresa que realmente ouve”, aconselha Maria Inês Duolce, coordenadora da Proteste Associação de Consumidores.
3. Seja ágil e eficaz nas mídias sociais
Quando a reclamação ou a dúvida é feita on-line, é esperado que ela seja atendida com a rapidez que pede a internet. Nas mídias sociais, as respostas geralmente são esperadas para ontem. 
“Hoje, um dos melhores meios de interação e engajamento com o cliente são as redes sociais. Mas é preciso estar presente e dar retorno rápido pelas redes. É isso o que o cliente espera” afirma Klein.
Além disso, é necessário manter os canais de comunicação sempre funcionando. Afinal, a facilidade de se conseguir informações e falar com a empresa é um atrativo bastante forte na hora de escolher com quem comprar. 
“A facilidade em conseguir informações é o atrativo principal. Isso é extremamente importante. O cliente precisa sentir o conforto, a confiança do outro lado. Estamos naquela era em que o consumidor é bombardeado com muito marketing, então ele acaba tendo confiança quando tem contato direto”, reforça Maria Inês.
4. Tenha um canal aberto de comunicação
Além das mídias sociais, o cliente precisa saber que pode entrar em contato com a empresa sempre que precisar e que não vai passar por enrolações quando fizer isso. Ser atendido quando precisar passa a mensagem de que o cliente está sempre sendo respeitado.
“Nem toda reclamação é justa, mas muitas são e a maioria é contornável. A reclamação pode até ser uma oportunidade de surpreender o cliente. Entretanto, na ausência de um canal de contato, ela será incontornável”, explica Marcos Machado, da BSP. 
Mas, se o seu objetivo é aproximar a empresa e o cliente cada vez mais, só ter o canal disponível pode não ser suficiente. É necessário também ficar atento para ver se o que você está oferecendo é bom o bastante para o cliente.
“É preciso sempre medir se o cliente está se sentindo satisfeito com as informações que ele está recebendo, com os canais que ele tem disponível. Se necessário, abrir cada vez mais canais”, completa Maria Inês, da Proteste.
5. Prepare a sua equipe
O contato principal que o cliente vai ter com a sua empresa é no momento da compra. Nesse processo, a figura dos vendedores é fundamental, porque é por eles que se forma uma boa parte da imagem da empresa.
“É necessário sempre uma equipe preparada, treinada, que consiga dominar o portfólio. Uma equipe que saiba atender à necessidade do cliente, que saiba fazer as perguntas certas e propor soluções mais adequadas”, alerta Carlos Cruz, do Instituto Brasileiro de Vendas.
Cruz também chama a atenção para os “clientes promotores”, que são aqueles que vão indicar a sua empresa e atrair novos clientes, caso eles tenham uma experiência positiva.
“A empresa tem que atuar em múltiplos canais, para criar múltiplos impactos. Não adianta só vender, não pode pensar só em curto prazo. O pós-venda é quase que uma próxima pré-venda, tanto no caso de fidelizar o cliente quanto também para esse cliente se tornar um promotor da sua empresa”, completa.

Matéria extraída do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-atitudes-que-deixam-um-cliente-apaixonado-pela-empresa

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Entrevista Sobre Honorários Advocatícios com Dra. Beatriz Machinick

Com o crescimento do mercado da Advocacia e o aumento da concorrência é fundamental que a banca saiba como precificar os seus honorários, pois o objetivo principal não é somente atrair clientes mas sim garantir rentabilidade financeira nos contratos pois, é o lucro que sustentará o negócio, e esta é uma análise fundamental que a banca precisa fazer antes de aceitar um novo cliente. A precificação, além de contribuir para a prevenção ao risco financeiro em novos contratos, posiciona a banca com um diferencial no mercado tendo em vista que o cliente saberá que o escritório possui uma estrutura sólida e de confiança desde a formação de preços nos honorários e os critério que são usados para chegar a este valor.
Espero que você possa aproveitar esta entrevista, curtir, compartilhar e indicar este vídeo para seus amigos.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Cinco lições de empreendedorismo de Bruce Dickinson

O vocalista da banda Iron Maiden, Bruce Dickinson, abriu os magistrais da Campus Party nesta terça-feira (28). Dickinson, que também é piloto de avião, dono da Cardiff Aviation, empresa de manutenção de aeronaves, e empreendedor na escola de formação Real World Aviation, deu dicas sobre empreendedorismo para os campuseiros e também contou algumas de suas experiências pessoais.
O Canaltech esteve presente na palestra e separou algumas das dicas que Bruce deu. Confira: