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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

5 dicas essenciais para definir o público-alvo do seu negócio

Como definir o público-alvo dos meus produtos?

O trinômio produto ou serviço, vendas e cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Vendemos alguma coisa a alguém. Para que isso aconteça, este alguém precisa se interessar pelo que você tem a vender. Seu público-alvo é o conjunto de pessoas com maiores chances de interesse pelo que você tem a oferecer.

O seu público-alvo possui uma série de características relevantes o suficiente para que indiquem a maior ou menor chance de que potenciais clientes que pertençam a esse grupo queiram comprar o seu produto ou serviço. As características de seu público-alvo são de duas naturezas principais: Demográficas e comportamentais.

Enquanto a primeira indica, por exemplo, quem são, onde moram, idade, estado civil, se têm filhos, com o que trabalham, quanto ganham; a segunda descreve como vivem e o que fazem estas pessoas, por exemplo, o que compram, quanto gastam, entre outras características.

Dependendo do tipo de negócio ou do produto que você vende, algumas características podem ser mais relevantes ou não para indicar determinados comportamentos que impactam ou não na compra ou no interesse de seu público-alvo pela sua oferta.

No fim do dia, o que você precisa buscar é o comportamento de compra de seu público-alvo e quais os fatores – características – que o leva ou poderiam levá-lo ao seu negócio, ao seu produto ou ao seu serviço. O desafio é a captação destas informações e o uso com inteligência.

As redes sociais despejam segundo a segundo toneladas de informações sobre o comportamento do cliente, seus hábitos, como se deslocam e para onde, o quanto gastam e com o quê. A boa notícia é que a maior parte das redes sociais oferecem ferramentas interessantes para você se aproveitar desta informação – big data –  sem gastar muito dinheiro. Algumas voltadas para pessoas (B2C – business to consumer) outras para empresas (B2B – business to business).

Fala-se muito da inteligência artificial e do seu uso para, a partir das informações adquiridas, inferir ações a tomar. É uma questão de tempo para que este tipo de ferramenta se torne acessível. E você certamente não precisará esperar muito para que esteja em suas mãos.

Algumas sugestões simples poderão ajudá-lo neste trabalho, mesmo enquanto os benefícios da tecnologia ainda não estão todos disponíveis:

1. Busque informações: conhecer o mercado onde você vai atuar ou onde atua é importantíssimo. Reúna o máximo de informações sobre a demografia. Mas foque-se naquilo que tem relação com a sua estratégia, produto ou serviço. Não perca tempo com informações de menor relevância;

2. Segmente seu mercado: procure criar subgrupos dentro de seu mercado que possam ter comportamentos de compra semelhantes e trabalhe de acordo com estes segmentos. Com foco e ofertas assertivas suas chances de sucesso aumentam;

3. Crie ofertas assertivas: monte suas ofertas para que atendam aos requerimentos dos segmentos que identificou. Você pode até pensar em algumas necessidades ainda não identificadas pelo seu público, mas cuidado, procure atendê-lo no que ele precisa antes de inovar na oferta;

4.  Cuidado com o seu gosto pessoal: o que é bom para você não necessariamente é bom para o seu cliente. Não trabalhe suas ofertas baseado no que você acha, mas sim de acordo com o que você aprendeu dos segmentos e comportamentos de seus possíveis clientes, a menos é claro, que esteja trabalhando com segmentos cujos perfis sejam iguais ao seu.

5. Comunique, comunique, comunique: identifique os canais de comunicação mais adequados com os segmentos identificados e procure falar com eles utilizando a linguagem e a forma particular de cada um deles. O uso correto da abordagem e da linguagem vai tornar sua comunicação mais assertiva e despertar mais vontade do seu público de conhecê-lo melhor.


A definição do público-alvo não lhe garante o sucesso, mas certamente a falta vai levar você ao fracasso. Dê total atenção a esse passo.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/5-dicas-essenciais-para-definir-o-publico-alvo-do-seu-negocio/

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Como saber se minha ideia de negócio realmente vai ter sucesso?

Não é possível saber se a sua ideia de negócio será um sucesso, mas é possível ter uma ideia…

É natural que muitas pessoas que pensam em abrir um negócio almejem ter sucesso com a sua empreitada. Também é comum que boa parte delas resuma sucesso ao retorno financeiro esperado.

Por outro lado, muitos empreendedores, mesmo tendo sucesso financeiro, frustram-se quando descobrem que isso não é medido puramente pelo dinheiro que gera.

“As empresas precisam ter lucro como objetivo, do contrário, elas morrem. Mas se uma empresa é orientada apenas para ter lucro, também morrerá, porque não terá mais nenhum motivo para existir…” – costumava dizer Henry Ford.

Por isso, antes de pensar se sua ideia de negócio vai ser um sucesso, é preciso entender, verdadeiramente, qual é a sua definição de sucesso nos negócios.

A pesquisadora Betina Silvestri entrevistou centenas de empresários e empreendedores para entender como definiam sucesso e o resultado foi a sua tese de doutorado que explica que o sucesso pode ter, pelo menos, 67 definições, incluindo, sim, o sucesso financeiro, mas também aspectos associados à realização pessoal, impactos positivos na sociedade, aprendizagem contínua, reconhecimento público, estabilidade e segurança, entre outras combinações.

Depois de encontrar a sua definição verdadeira e sincera de sucesso nos negócios, é preciso pensar em quatro aspectos básicos:

1 — Sua ideia representa, de fato, uma grande oportunidade de negócios?

O primeiro aspecto diz respeito à inovação ou diferenciação da sua ideia em relação ao que já existe e é percebido pelo seu público-alvo.

Em geral, empreendedores de primeira viagem sofrem do Complexo de Narciso e sempre acreditam que possuem a melhor e mais inovadora ideia de negócio do mundo, mas quem determina isso são as pessoas que compõem o seu mercado.

Para entender se sua ideia é diferenciada ou inovadora, é preciso tangibilizá-la de alguma forma, seja por meio de protótipos, flyers, infográficos ou qualquer outro recurso que o potencial cliente consiga visualizar ou mesmo experimentar o negócio que pretende criar. E, daí, concluir que o que pretende criar é inovador ou, pelo menos, diferenciado.

2 — O mercado que você pretende atingir possui um tamanho adequado?

O segundo aspecto está associado ao tamanho de mercado adequado, o que tem impacto direto na rentabilidade da empresa.

Para entender o tamanho de mercado é preciso ter uma compreensão de dois conceitos sábio para qualquer empreendedor: Miopia de Marketing e Jobs to be done. Você deve entender que não está no mercado do produto em si, mas no do seu benefício. Assim, se perceber que um dos principais concorrentes da CacauShow é O Boticário, entendeu o que é Miopia de Marketing.

Já o conceito Jobs to be done defende que o cliente não compra apenas o benefício, mas compra algumas tarefas específicas (jobs) que aquele produto ou serviço entrega.


Dessa forma, um dos jobs que o cliente compra da CacauShow é uma opção de presente que surpreenda o presenteado. Se você entender que está no mercado do benefício e de jobs específicos, pode ter uma melhor compreensão do real tamanho e demanda de mercado.



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/saiba-se-sua-ideia-de-negocio-realmente-vai-ter-sucesso-ou-nao/

quarta-feira, 3 de maio de 2017

5 segredos de empresas que fazem sucesso nas redes sociais

Você já deve ter passado por posts de marcas como Giraffas, Nubank e Pontofrio. Essas empresas parecem estar em todos os lugares da internet, por conta de sua boa presença nas redes sociais.
Os segredos para conseguir aparecer tanto quanto elas são mais simples do que se costuma imaginar: podem ser feitos por qualquer negócio, incluindo o seu.
“É super importante para qualquer empreendedor, independente do porte, aproveitar as redes sociais. Ele tem a chance de aparecer em pé de igualdade com empresas maiores – e, assim, vende mais”, explica Monica Lobenschuss, fundadora da Social Lounge.
As pessoas buscam, o tempo todo, soluções para seus problemas em buscadores, como o Google, e em redes sociais. Quando veem que sua empresa pode ajudar, elas verificam se você tem uma boa presença digital, como um perfil no Facebook ou no Instagram. E confiam mais em quem possui uma visão multicanais, explica a especialista em marketing digital Ana Tex.
“Vale apostar nessa presença diversa, desde que cada rede faça sentido para seu negócio. Para negócios de gastronomia, por exemplo, estar em um site como o TripAdvisor e em um app como o iFood é importante.”
Falando em adaptação, um alerta antes de sair copiando as táticas das marcas mais conhecidas: a melhor estratégia varia muito com seu público-alvo e seu mercado de atuação.
“Conheça seus consumidores e só então crie táticas que falem exatamente com esse público. O primeiro passo é sempre uma análise profunda do seu público”, diz Nils Kauwertz, CEO e fundador da Wunder, que oferece cursos online de marketing digital.
Mas, afinal, quais são esses segredos das marcas que se tornaram famosas nas redes? Confira algumas táticas dessas empresas que você pode pensar em aplicar, hoje mesmo, no seu empreendimento:


1 – Atender um a um, de forma humanizada

Um dos segredos para se dar bem nas redes sociais – e, de forma geral, no marketing digital – é promover um atendimento humanizado. “As pessoas não querem respostas padronizadas e robóticas de uma organização, e sim querem falar com uma pessoa”, explica Kauwertz.
Um exemplo de sucesso, segundo o especialista, é o Nubank. “É uma startup que entrou em um mercado com a concorrência de grandes bancos, e eles conseguiram alcançar a popularidade com seu público-alvo, que são os jovens. A estratégia de atendimento online foi um sucesso e já há 4 milhões de pessoas na fila para conseguir um cartão deles.”
Além de responder comentários e solicitações de maneira coloquial, com emoticons, gifs e memes, o Nubank também ficou conhecido por suas ações pontuais. Lobenschuss, da Social Lounge, lembra o caso em que a startup atendeu uma cliente que alegou que seu cachorro havia comido o cartão de crédito. Em troca, o Nubank enviou uma carta escrita à mão, um novo cartão e um presente para o cão – e a ação foi divulgada Facebook afora.
“É um exemplo de comunicação um a um em grande escala, que nós pregamos como um fundamento do marketing digital. É uma reprodução daquele hábito de o empreendedor conversar com o cliente no balcão da loja, perguntando como anda a família, essas coisas.”
A especialista Ana Tex, porém, faz um alerta para possíveis armadilhas dentro dessa estratégia. Por exemplo, ser informal a ponto de incomodar seu público-alvo. “Não crie um grupo com várias pessoas desconhecidas só para mandar propaganda da sua empresa, por exemplo. Essa falha em atendimento queima a imagem da sua marca.“

2 – Ficar de olho em possíveis virais (e surfar na onda deles)

Para conseguir mais fãs e visibilidade, também é uma boa tática aproveitar assuntos que estejam em alta nas redes e participar dessa conversa – por exemplo, fazendo um post inesperado.
“A Giraffas fez isso. Em 2015, eles aproveitaram uma tentativa de paz entre o Burger King e o McDonald’s e entraram no meio da conversa. Em um dia, a publicação deles alcançou 44 mil curtidas e 5 mil comentários”, exemplifica Kauwertz, da Wunder. Outro exemplo, bem mais recente, foi a resposta à propaganda do Bob’s que envolvia a personalidade Preta Gil.
“Eles falam de temas que já são relevantes e valorizados pelas pessoas, e com isso conseguem audiência e promovem a marca, com melhor posicionamento e menor investimento”, completa Lobenschuss, da Social Lounge.

3 – Educar, entreter e inspirar com seu conteúdo

Na hora de produzir os posts, lembre-se: seu conteúdo deve ter como objetivo mover seu público-alvo de alguma forma. Ana Tex ressalta três pilares: educação, entretenimento e inspiração. “As empresas de sucesso possuem esses três aspectos em seus posts”, explica.
Se você tem uma loja de móveis, por exemplo, pode incluir conteúdos sobre como decorar bem sua casa e postar fotos de cômodos inspiradores.
E qual marca é um exemplo nisso? “A Magazine Luiza, por exemplo, trabalha bem o quesito inspiração: a presença da própria Luiza Trajano nas redes sociais inspira muitas empreendedoras, indo além da simples presença da marca na internet”, explica.

4 – Ter um equilíbrio entre conteúdo e autopromoção

Mesmo com esse foco em posts com conteúdo agregado, seu negócio ainda é um negócio: uma hora, você terá de falar dos seus produtos ou serviços. Então, como alcançar o equilíbrio?
Kauwertz, da Wunder, diz que a fórmula mais usada é 80% de posts de valor agregado para o público-alvo e 20% de posts de autopromoção do empreendimento.
“Um exemplo que fez isso bem no Brasil é o Pontofrio, no Facebook e principalmente no Twitter. Eles misturam muito bem promoções da loja com assuntos do momento”, explica. “O resultado? Em 2012, por exemplo, eles realizaram 20 milhões de reais em vendas através dos seus perfis em redes sociais.”

5 – Conectar-se com os influenciados da sua área de atuação

Por fim, um outro segredo de marcas que fazem sucesso nas redes é firmar relacionamento com influenciadores digitais: pessoas comuns que geram conteúdo na internet e se tornam conhecidas em uma comunidade específica.
“Há marcas que sabem usar a força desses influenciadores e, com isso, alcançam o sucesso. Há vários casos de consumidores que veem um produto sendo usado por um influenciador digital e querem comprá-lo – mas a marca não possui presença nas redes e não se prontifica a atendê-los. Muitos empreendimentos ainda não enxergaram esse potencial”, diz Ana Tex.
A especialista cita como exemplo a marca de produtos de beleza capilar Pantene: no Instagram, o negócio se associou tanto a celebridades específicas da internet quanto mais gerais, como a atriz Marina Ruy Barbosa, para divulgar seus produtos.


Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/5-segredos-de-empresas-que-fazem-sucesso-nas-redes-sociais/

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

7 passos para finalmente abrir um negócio em 2017

O ano de 2017 traz novos ventos econômicos. Com isso, muita gente que até imaginava virar empreendedora, mas tinha receio de enfrentar anos de recessão, resolveu tomar coragem e adicionar o negócio próprio na lista de promessas.
“Há um consenso dos economistas de que a economia vai fazer um movimento contrário neste novo ano: a descida do crescimento se tornará uma subida, ainda que seja algo lento e gradual. É uma época que vai ser diferente, porque as expectativas também são diferentes”, analisa Gilbeto Braga, professor de finanças do Ibmec/RJ.
Com isso, alguns setores podem começar a crescer neste semestre e, principalmente, no próximo. “É uma boa época para procurar negócios e pesquisar o segmento certo, o lugar certo e o momento de abertura certo”, completa Luis Henrique Stockler, da consultoria ba}STOCKLER.
Além disso, Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, prevê que algumas medidas podem ser aprovadas neste ano para melhorar o ambiente empreendedor.
A principal delas é a redução do tempo de abertura de empresas que se encaixam no programa Simples Nacional: esse período passaria de 102 para 5 dias. “Em Brasília, já conseguimos estabelecer um padrão de países desenvolvidos, que é um prazo de 2 dias para a abertura de negócios. Agora, o próximo alvo é a cidade de São Paulo.”
Ficou animado com as perspectivas de 2017 e quer, finalmente, abrir seu primeiro negócio próprio? Confira, a seguir, alguns passos essenciais para isso:

1. Pesquise bem o que você irá fazer
O primeiro passo de um negócio é, claro, ter uma ideia. Porém, apenas uma ideia não forma um negócio de sucesso: é preciso verificar se ela condiz com a realidade.
Por isso, um dos primeiros passos para empreender é realizar uma boa pesquisa de mercado. “Pesquise quem é seu público-alvo ideal, quem são seus concorrentes e, principalmente, qual será a sua proposta única de valor, o seu diferencial”, aconselha Stockler.

2. Elabore um plano de negócios e faça o teste
Agora que você já pesquisou as condições do seu futuro mercado de atuação, é preciso estruturar sua empresa de forma mais detalhada.
Como? Fazendo um bom plano de negócio, colocando aspectos como atividade principal, proposta de valor, público-alvo, parcerias estratégicas, fontes de receita e estrutura de custos.
Sobre dimensionar o capital necessário, um aviso: sempre se prepare para talvez gastar mais do que você estima. “Não dá para pensar em tudo que pode acontecer com uma empresa: imprevistos ocorrem. Por isso, se seu capital estimado for de 100 mil reais, guarde 150 mil reais, por exemplo.”
Se você não sabe como estruturar um plano de negócios, há diversas metodologias que facilitam o trabalho. Uma das mais conhecidas é o Business Canvas Model, por exemplo. Também há sites e instituições que ajudam nesse planejamento, como o Sebrae.
“O plano de negócios é importante porque diminui a margem de erro no início na operação. Mesmo que você precise de um profissional para isso, é um investimento que se paga no futuro”, completa Braga, do Ibmec.
Vale lembrar que o plano de negócios também inclui a construção de um Mínimo Produto Viável (MVP): uma versão simplificada do que você irá oferecer, que deve ser testada entre seus clientes potenciais. Se a resposta deles for positiva, é hora de realmente investir o capital projetado.

3. Avalie pontos comerciais
Um dos poucos lados bons em uma crise econômica é que quem abrir um negócio encontra melhores condições de negociação com seus fornecedores, diante da falta de demanda. É o caso, por exemplo, dos pontos comerciais para aluguel.
Por isso, se seu negócio precisa de uma sede física para operar, é uma boa hora para pesquisar. “Há muitos imóveis comerciais com descontos ou com multas anteriores perdoadas, e isso significa uma redução significativa no seu investimento inicial”, ressalta Braga, do Ibmec.

4. Procure estudar mais sobre gestão e mentalidade empreendedora
Outro passo muito importante para abrir sua própria empresa é abandonar a mentalidade de funcionário: ou seja, pensar apenas no seu setor de atuação.
Ao estudar conceitos de gestão, que costumam ser mais amplos e abranger diversos setores, você começará a pensar mais como um empreendedor – unindo sua habilidade inovadora a uma visão estratégica da empresa. “Sem essa mentalidade, o negócio não vira. É como dirigir: quem não sabe acelerar direito, capota na primeira curva”, ressalta Afif, do Sebrae.
Assim como no plano de negócios, é possível aprender mais sobre administração empresarial por meio de materiais gratuitos e online.

5. Arranje um mentor
Caso você seja um empreendedor de primeira viagem, tudo isso pode parecer uma tarefa muito complicada.
Por isso, pode ser uma boa ideia arranjar um consultor ou mentor de negócios – seja de maneira formal ou simplesmente pedindo conselhos a quem já passou por essa experiência.
“É sempre bom o iniciante ter um consultor sênior: alguém que tem uma visão que esse empreendedor de primeira viagem, por falta de experiência, não tem”, defende Afif.
Esse mentor poderá ajudá-lo tanto na etapa de concepção do plano de negócios quanto no futuro, quando sua empresa passar por problemas mais específicos – além de contribuir para a formação do seu networking no mundo empreendedor.

6. Faça um calendário de atividades
Você já tem uma ideia, um bom plano de negócios, um teste com seu público-alvo, um ponto comercial e até um mentor para ajudá-lo com suas futuras dúvidas. Agora, é hora de realmente partir para a ação: crie um calendário de atividades e faça sua empresa acontecer.
Para não perder os detalhes de cada uma das tarefas e se enrolar no planejamento, Stockler recomenda usar uma metodologia chamada “5WH2”. Derivada do inglês, a sigla elenca sete perguntar que você deve responder sobre cada atividade que fizer: o quê (“what”), por quê (“why”), quando (“when”), onde (“where”), quem (“who”), como (“how”) e quanto (“how much”).

7. Estabeleça uma presença digital
Uma dessas atividades, diz Braga, é a elaboração de uma presença digital – mesmo se sua empresa ainda nem abriu as portas.
“É uma tarefa de custo baixo, mas que agrega muito valor à empresa. Você já ganha um ponto de diferenciação em relação aos seus concorrentes se tiver uma boa presença e os consumidores conseguirem saber mais sobre seu negócio”, ressalta o docente do Ibmec. “Além de divulgar seu produto ou serviço, sua marca também começa a ser lembrada pelas pessoas, incluindo seu público-alvo.”



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/7-passos-para-finalmente-abrir-um-negocio-em-2017/

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

7 dicas para colocar o blog da sua empresa no ar hoje mesmo

Em tempos de internet, redes sociais, Google e vendas online, ter um blog é essencial para todas as empresas, de qualquer segmento. Isso mesmo, para todos os negócios!

O blog é uma poderosa ferramenta de relacionamento com o público-alvo da sua marca e também para ajudar a melhorar a posição orgânica da sua empresa nos mecanismos de busca da internet, sem pagar anúncios.

Confira as principais dicas que preparamos para você colocar no ar o blog da sua empresa hoje mesmo e para alimentá-lo de forma fácil:

1)     Agregue o blog ao site da sua empresa ou aposte numa ferramenta gratuita para isso, como o WordPress, por exemplo.

2)     Defina a periodicidade das postagens, para se comprometer e criar cultura com o seu público. Uma boa dica é publicar um texto novo a cada quinzena ou semanalmente, por exemplo.

3)     Faça uma planejamento prévio dos temas. É importante entregar conteúdo e valor aos seus clientes. Então, aposte em assuntos que respondam às principais dúvidas deles, que tragam dicas, que antecipem tendências e que contem casos de sucesso.

4)     Não caia na armadilha de só preparar conteúdos que promovam o seu produto, serviço ou marca. A ideia aqui é prestar serviço com informações relevantes e de interesse do seu público-alvo. Então, fale do seu segmento, mas não fique vendendo o tempo todo.

5)     Entre as fontes para buscar informações para esses textos podem estar as áreas de vendas e de relacionamento com o cliente da sua empresa, pois elas  ajudarão a identificar as principais dúvidas do cliente, que você responderá no texto.

Há blogs de sucesso no mercado com textos construídos a partir das perguntas mais frequentes dos clientes. Outra dica é ver o que a concorrência no Brasil e no exterior está publicando, para se inspirar.

6)     Para turbinar ainda mais os resultados do seu blog, tente incluir no texto, se fizer sentido, as palavras mais procuradas no Google, pois isso ajuda na conversão e melhora o rankeamento nesse mecanismo de busca. É só escrever a palavra no espaço de buscas e ver quantas vezes o termo é procurado. Além disso, seu título deve ter entre 10 e 70 caracteres.

7)     Você também pode divulgar os temas nas suas redes sociais e no boletim online da sua empresa, com link para que a pessoa possa ler o conteúdo completo no blog, trazendo mais audiência para o site do seu negócio.

Comece hoje mesmo a colocar o seu blog em prática e confira os resultados! Aproveite para acompanhar os temas com mais audiência para ajustar o seu planejamento a cada mês e conseguir mais conversão e ainda mais sucesso!



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/7-dicas-para-colocar-o-blog-da-sua-empresa-no-ar-hoje-mesmo/

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

8 pontos fundamentais para quem vai abrir uma empresa



Quer ter um negócio próprio? Abrir uma empresa é uma decisão de grande responsabilidade, sendo necessários diversos processos, que necessitam de atenção, principalmente, nos detalhes mais técnicos. Alguns pontos de destaque são elaboração do contrato social, a escolha do tipo de tributação da empresa, a escolha do imóvel e obtenção de alvará.
Veja alguns pontos que o diretor executivo da Confirp Contabilidade, Richard Domingos, selecionou para ser levado em conta antes de abrir uma empresa:

Planejamento do negócio - O grande problema na maioria das empresas abertas é que isso ocorre impulsivamente, e em função disso não há um plano de negócio estabelecido, público alvo e estrutura necessária, assim, antes de qualquer coisa é necessário sentar e ver o que se pretende e como se objetiva atingir.
Muitas vezes após essa primeira análise se percebe a necessidade de uma capacitação e hoje se encontra um grande número de cursos de capacitação para empreendedores, muito desses gratuitos. Também é importante pesquisar como está o mercado em que pretende atuar, para ver em qual nicho de público se encaixará.

Cálculo de custos para começar a funcionar - É preciso que se tenha em mente que para colocar uma empresa para funcionar haverá custos que vão além dos que já se conhece no dia a dia de uma empresa com infraestrutura e pessoal. Dentre esses os principais são as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, dentre outras que variam de acordo com a localidade e o ramo de atuação.
Para facilitar esse processo existem profissionais especializado em resolver a burocracia.

Elaboração do contrato social - Para toda empresa funcionar é imprescindível que se elabora um contrato social, é nesse documento que estão relacionados os pontos práticos do funcionamento da empresa. Pontos primordiais que devem englobar são informações como nome, endereço e atividade, capital social (valor ou bens investidos), qual a relação entre os sócios e como se dá a divisão dos lucros.
Importante frisar que quaisquer alterações contratuais, faz com que se tenha que refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As sociedades limitadas só podem alteradas se 75% do capital estiver de acordo. Geralmente o registro de um contrato social pode ser agilizado procurando o sindicato da categoria da empresa, sendo que o mesmo pode possuir um posto avançado da junta comercial. Com isso, todo esse processo pode ser finalizado em até 24 horas.

Opção pelo regime tributário que a empresa seguirá - Hoje são basicamente três os regimes de tributação existentes, Simples, Presumido ou Real. A opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará deve ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros.
Outro ponto é que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento. Apesar de muitos pensarem que melhor tipo de tributação é o Simples, existem até mesmo casos que esse tipo de tributação não é o mais interessante, mesmo que a companhia se enquadre em todas as especificações.

Definição da estrutura física - Além de definir o local onde será o empreendimento é necessário também que se adquira toda uma estrutura para o funcionamento da empresa, e isso dependerá de cada ramo de atuação, podendo ir desde maquinário até material de escritório.
Sobre o local em que será é importante que se observe também se esse se adéqua ao público que pretende atingir e, principalmente, diretrizes estabelecidas pelo município referente ao local.

Obtenção de registros e licenças - hoje a burocracia é tanta para empresas que grande maioria não possuem todos os registros e licenças necessários para o funcionamento, no que se configura em um risco jurídicos para essas, dentre os registro necessários estão o habite-se do imóvel (autorização da prefeitura para que ele possa ser habitado) e as regras de ocupação de solo (cada cidade define regras específicas em leis de zoneamento), alvará de funcionamento, pagamento de taxas de funcionamento, dentre outras licenças necessárias dependendo da atividade da empresa.
Veja todos os documentos necessários e em quais órgão buscar:
  • Junta Comercial: registros dos atos sociais (contrato social, atas de reuniões, deliberações etc.).
  • Receita Federal: para obtenção de registro do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).
  • Prefeitura: para obtenção do Alvará de Funcionamento e nota fiscal, caso a empresa seja contribuinte do ISS (Imposto Sobre Serviços).
  • Secretaria Estadual da Fazenda: para obtenção de inscrição Estadual.

Contratação de uma contabilidade - Toda empresa necessita de uma contabilidade para funcionar. Essa que será responsável por estar gerando as informações imprescindíveis para a empresa esteja em dia com os órgãos públicos.
Também são responsáveis pelo cálculo de impostos e tributos que a empresa deverá pagar, bem como análise da situação contábil da empresa e geração de informações imprescindíveis para a gestão empresarial

Processo de contratação de profissionais - Sua empresa terá necessidade de funcionários? Se sim é necessário abrir processos seletivos para contratação, hoje esse ponto é um dos mais problemáticos para as empresas em função de um crescente apagão de mão de obra que passa o país. Após a contratação é necessário elaborar o contrato de trabalho, definir salários benefícios ver qual o melhor regime de trabalho e regularizar o mesmo junto ao INSS.

Extraído e adaptado do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/8-pontos-fundamentais-para-quem-vai-abrir-uma-empresa/114388/

quarta-feira, 1 de junho de 2016

4 passos para fazer um plano de marketing para sua empresa


O marketing é mais que um braço do departamento de vendas – é uma ferramenta estratégica utilizada para direcionar as ações de promoção, dar visibilidade e fortalecer a marca, melhorando os resultados do negócio.

Um plano de marketing nada mais é que um documento onde será estruturado o planejamento de todas essas ações – que devem estar pautadas em informações sobre o perfil do cliente e dos concorrentes, momento do mercado de atuação, orçamento, metas e objetivos – que podem ser o aumento das vendas, ampliação de carteira e fidelização de clientes, aumento do conhecimento da marca, lançamento de um novo produto, etc.

Confira o passo a passo de como fazer um plano de marketing para o seu negócio.

Planejamento

O primeiro passo é definir os objetivos e as metas que se deseja alcançar. Essa definição deve estar alinhada com o momento do mercado do produto e/ou serviço que será promovido. Nessa hora é importante fazer uma análise honesta do segmento, listar os pontos fortes e fracos do seu negócio, e definir o real montante disponível para investimento. Não adianta criar metas no escuro ou muito ousadas, baseadas apenas no otimismo. Além da frustração, ficará impossível avaliar com clareza quais ações funcionaram e trouxeram melhores resultados.

Também não é recomendado prever um recurso que é incerto, que pode ou não estar disponível – isso pode comprometer a sustentabilidade das ações. O planejamento sempre poderá ser revisto e, se houver mais dinheiro, é possível incorporá-lo sem prejudicar a saúde financeira do plano inicial.

Definição do público e conhecimento dos clientes

É preciso saber para quem se vai falar quando se envia uma mensagem. Conhecer seus clientes, saber suas preferências, hábitos de consumo e estilo de vida é imprescindível para construir uma mensagem assertiva e atraente. Não se esqueça que as demandas dos seus clientes podem mudar de tempos em tempos, por isso é preciso sempre rever se seu serviço e/ou produto está realmente atendendo às expectativas do seu público – isso permite corrigir rotas e incorporar ações que de fato atendam às necessidades do seu cliente.

Uma boa forma de conhecê-lo é criando personas – um cliente fictício que vai ajudá-lo a identificar com mais clareza as demandas do comprador e restringir a noção de público-alvo para algo mais segmentado. Você vai utilizar as informações de que dispõe sobre seu público para criar essa figura, que terá um nome, idade, objetivos de carreira, demandas e hábitos de compra bem definidos, representando o seu cliente padrão.

Conhecimento e análise da concorrência
Saiba quem são os outros players do seu segmento. Faça a eles as mesmas perguntas que você faz ao seu negócio – quais são seus diferenciais, pontos fortes e fracos, colocação no mercado, estratégias para chegar ao cliente? Observe e aprenda com os erros deles e conheça seus acertos. Essas informações vão ajudá-lo a buscar formas de tornar sua empresa mais competitiva.

Definição de cronograma
Coloque prazos para a execução das ações. Todo o seu planejamento deverá estar amarrado com uma visão clara do que vem primeiro e o que será feito em seguida. O cronograma é ferramenta indispensável, inclusive, para a mensuração de resultados – ele permite documentar quando a ação foi feita, por quanto tempo, quantas pessoas foram atingidas, quanto foi gasto – informações valiosas para avaliar os retornos e se os recursos foram aplicados de forma eficiente.

Esses são os principais pontos que você precisa saber para fazer um plano de marketing.



Matéria extraída do Blog Sage: http://blog.sage.com.br/aprenda-como-fazer-um-plano-de-marketing-para-seu-negocio/

quarta-feira, 11 de maio de 2016

7 passos para começar seu négocio

Dar os primeiros passos para tirar uma ideia do papel pode ser uma missão menos complicada do que parece. Pelo menos para o empreendedor e investidor americano John Rampton, fundador da Adogy. Em artigo recente para o site da revista Inc, ele listou sete passos para quem quer começar imediatamente um negócio.

1. Não faça apenas brainstorm. Escreva suas ideias
O mais indicado em um brainstorm é basear-se em informações sobre o público-alvo e que tipo de produtos ou serviços poderia fazer sentido para melhorar a vida das pessoas, especialmente onde você vive. Antes de uma sessão de brainstorm, uma sugestão é indicar aos participantes para escrever suas ideias e depois promover uma discussão entre todos. Essa técnica encoraja a criatividade e dá a todos a oportunidade de compartilhar seus pensamentos sem a influência dos outros.

2. Conheça e analise a sua indústria
Depois de chegar a uma ideia de negócio com potencial, será o momento de definir exatamente quem será o cliente do produto ou serviço da empresa. É também a fase de mapear os concorrentes e qual será o investimento necessário para começar. Conversar com pessoas que já atuam no mesmo setor, ler livros especializados, revistas e acessar sites de negócios são atitudes recomendadas.

3. Faça seu plano de negócios
Um plano de negócios é um documento que normalmente faz uma projeção da empresa para os próximos três a cinco anos e norteia o caminho para chegar aos resultados. O plano deve ter:
- Sumário executivo: com o perfil da empresa e os objetivos a conquistar;
- Descrição da empresa: com um texto sobre o que ela faz e seus diferenciais;
- Análise de mercado: com a pesquisa sobre o setor, o mercado e os concorrentes;
- Organização e gestão: com a estrutura do negócio;
- Serviço ou linha de produto: que explica o que a empresa vende e quais são os benefícios para o cliente;
- Marketing e vendas: com as estratégias para as duas áreas;
- Investimento necessário: com um detalhamento financeiro do que é preciso para lançar a empresa;
- Projeções financeiras: para quem está buscando investimento, é o espaço de detalhar os números e demonstrar quando o negócio será lucrativo.
O Sebrae tem um manual de como fazer um plano de negócios.

4. Tenha tudo em ordem
Fazer o plano de negócios pode tomar alguns dias – ou até semanas –, dependendo da complexidade do documento. Mas é possível determinar as bases do negócio em apenas algumas horas. Não é preciso gastar horas discutindo o nome. É possível mudar isso depois. O mais importante é descobrir onde a empresa será sediada e quais são as necessidades para isso. Saber quais são os pré-requisitos para o funcionamento e se é preciso obter licenças antes também é fundamental logo no início.

5. Faça tudo legalmente
Começar certo, com a classificação ideal para o negócio e dentro da lei, é importante para dar o primeiro passo com convicção. No Brasil, é possível começar a empresa como microempreendedor individual (MEI), empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli), microempresa, empresa de pequeno porte etc. Cada uma tem suas características próprias e é importante consultar um contador para definir a melhor opção.

6. É possível recorrer ao capital dos outros
A menos que os fundadores já tenham uma reserva de capital para abrir a empresa, provavelmente será necessário buscar recursos. Tradicionalmente, os negócios recorrem aos amigos e à família, a investidores-anjo, fundos de venture capital e bancos. Mas pensar em outras opções, como microcrédito, empréstimos de programas estatais com taxas de juros menores, crowdfunding e aportes de aceleradoras podem ser alternativas para tirar a ideia do papel e começar a fase de consolidação do negócio.

7. Ganhe tração
Construir uma base dos primeiros clientes antes mesmo do negócio estar funcionando pode parecer uma loucura, mas é uma boa forma de ganhar tração quase imediatamente. É possível criar um buzz em torno do lançamento do produto ou serviço alcançando influenciadores e a mídia, lançando uma campanha de vídeos e se preparando para oferecer a melhor experiência aos clientes.


Matéria extraída do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/04/7-passos-para-comecar-seu-negocio-hoje.html