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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Três peças-chave para um negócio familiar de sucesso


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mais de 90% das empresas constituídas no Brasil são familiares. Mas, muitas delas não estão preparadas para sucessão, um problema revelado através de números. De cada 100 empresas familiares abertas e ativas, apenas 30 sobrevivem à primeira sucessão e cinco chegam à terceira geração. Como evitar o fracasso? A coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini, revela que existem três peças fundamentais no processo de sucessão familiar:

1 - Sucedido: provavelmente, essa é a pessoa que construiu um patrimônio superando muitas dificuldades, com muito suor e esforço. Dirige a empresa ao seu modo e com as condições que tem. Em alguns casos, sem estudo e sem preparação técnica, aplicando aquilo que aprendeu de forma mais orgânica. Ou, ainda, com o pai. Então é essencial que o sucedido consiga confiar em seu sucessor, entenda a importância de profissionalizar o negócio e tenha um plano para o depois. Ou seja, o que irá fazer quando “passar o bastão”. Também é importante que ele se sinta parte do processo como um todo e esteja ciente que ninguém fará igual e que “diferente” não quer dizer ruim. E esse resultado pode até ser melhor!

2 - Sucessor: muitas vezes, é um filho único. Em outros casos, o mais velho de alguns irmãos. E, ainda em outros, o filho que terá de disputar com outros que nem são da família. É importante que essa pessoa tenha experiências além das fronteiras do patrimônio familiar e que tenha competências técnicas que sustentem sua gestão. O sucessor precisa honrar e respeitar o passado, levando adiante o que há de bom. É fundamental que entenda a importância de se preparar para transmitir confiança ao sucedido, traçando um plano de desenvolvimento contínuo para si, para sua equipe e para o patrimônio. Tem que se sentir desafiado e, ao mesmo tempo seguro e preparado o suficiente para o desafio. Uma dica importante é ter objetivos pessoais e profissionais alinhados com a empresa que irá assumir.

3 – Empresa: é o maior patrimônio. E o que quer que seja feito, deve ser para garantir o melhor para a empresa, e não para alguém. Muitas vezes, é a fonte de renda e sobrevivência de inúmeras famílias. Carrega consigo a história da família que a fundou, das pessoas que nela trabalharam e trabalham, e do mercado que movimenta e participa. É essencial que se tenha um líder/gestor suficientemente preparado, incluindo uma equipe competente e alinhada estrategicamente. Um plano estratégico de gestão, administrativo e financeiro que seja claro, conciso e seguro. Preserve o que funciona e se encaixa em novos contextos e tendências. Tenha espaço para inovação, expansão e dispositivos adaptados a novos contextos de mercado e tecnologia e torne a missão, visão e valores devidamente conhecidos e vividos por cada colaborador.
Muito mais do que os imprescindíveis e essenciais aspectos jurídicos, administrativos e financeiros, o processo de sucessão é um conjunto de técnicas e comportamentos necessários para a perenidade de um negócio. Essa tríade – sucessor, sucedido e empresa – precisa estar em perfeita sintonia. Afinal, um depende do outro. E para os três é essencial um plano estratégico concreto, aplicável e que dê resultados. Afinal, são as pessoas que movem as organizações.




Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/tres-pecas-chave-para-um-negocio-familiar-de-sucesso/118838/

quarta-feira, 23 de março de 2016

Planejamento estratégico: como começar e implementar?

Toda empresa que deseja crescer no mercado e aumentar sua rentabilidade tem por obrigação estabelecer um planejamento estratégico da sua atuação. Mas por onde o empresário deve começar? Como funciona tudo isso? Essas são questões que, aparentemente, parecem difíceis de serem respondidas, mas não são.
Fazer um planejamento estratégico, além de fundamental, é uma atividade relativamente simples, que exige conhecimento sobre o empreendimento, uma grande dose de dedicação e um sistema de avaliação.

Começando um planejamento estratégico
A base de um planejamento estratégico é a definição da cultura organizacional de sua empresa (missão, visão e valores). Com base nesses pontos, pode-se estabelecer metas que, por sua vez, devem ser as mais específicas possível. Determine exatamente o que ou onde se quer chegar, em quanto tempo e qual a grandeza escalar dessa meta.
Por exemplo: quero aumentar minhas vendas (o que) em 15% (grandeza escalar) no ano de 2016 (quanto tempo). Mas seja sempre realista. Não coloque metas exageradas ou muito fáceis de serem atingidas.

Estude a sua empresa e o mercado
Após estabelecer uma meta, é preciso definir a maneira como isso deve ocorrer. Nesse ponto, o empresário precisa estudar sua empresa, avaliando a eficiência de seus processos e identificando as suas forças e fraquezas, listando-as para a construção de um futuro diagnóstico geral do processo.
Encerrada essa etapa, chegou a hora de olhar para o mercado e procurar por oportunidades que favoreçam a sua empresa, como necessidades não declaradas dos consumidores ou falhas que a concorrência comete e que podem beneficiar seu negócio. Deve-se também olhar para o mercado e analisar as possíveis ameaças, como as altas taxas de importação ou legislações que exigem uma adequação ou investimento maior.
Pegue todos esses dados e avalie a real situação da sua empresa, observando o cenário interno (forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças).

Busque inspiração nos concorrentes
Buscar inspiração não é copiar. Para desenvolver as melhores práticas, é muito comum fazer benchmarking, que consiste em selecionar alguns pontos críticos (geralmente as fraquezas identificadas internamente) e comparar com os mesmos pontos dos seus principais concorrentes, identificando a maneira como eles atuam sobre aquela questão e adaptando essa prática à sua empresa. Essa é uma atitude legal e utilizada com frequência no mundo dos negócios.
Defina métricas para avaliação de resultados
Antes de começar a desenvolver o seu planejamento estratégico, pense em como avaliar a evolução do processo depois. Pegando o exemplo do aumento de vendas em 15% citado anteriormente, podemos definir que um dos métodos de avaliação será a comparação dos resultados obtidos no mês com o mesmo mês do ano anterior, podendo ainda estabelecer comparativos trimestrais e semestrais.

O processo de avaliação não pode ser feito apenas ao final da aplicação de um planejamento estratégico. Essas mensurações devem acontecer ao longo de toda a ação para que, se necessário, estratégias sejam revistas ou metas sejam modificadas. Esse tipo de planejamento só é estratégico, pois se adapta à realidade do momento, ou seja, tem fluidez. Um planejamento engessado perde a sua força muito fácil, pois não leva em conta a dinâmica de mercado.


Matéria retirada do Blog Sage: http://blog.sage.com.br/planejamento-estrategico-como-comecar-e-implementar/

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Como abrir bons negócios

Olá, pessoal. Meu nome é Jader Souza e este texto é para você que deseja abrir um negócio próprio. Nas próximas linhas, nós vamos dar dicas valiosas para você que sonha empreender um negócio.

A primeira grande dica para você que quer ter uma empresa, para você que almeja ter um negócio próprio é: faça aquilo que gosta. A palavra “vocação” vem do latim vocare que quer dizer “chamado”. Portanto, o primeiro ingrediente de alguém que quer ter sucesso naquilo que faz, naquilo que empreende, é exatamente ter a vocação. É ser inclinado, é ter a vontade de fazer algo. Você, certamente, não vai ter sucesso no seu negócio se você não amar, se você não estiver apaixonado verdadeiramente pelo que vai fazer ou pelo que está fazendo. A primeira dica, então, em síntese, para você que quer ter êxito no seu negócio é:
ame aquilo que você faz.
Isso é tão importante que eu já conheci várias pessoas extremamente capacitadas que fracassaram em seus negócios, exatamente, porque elas estavam buscando o dinheiro. Elas estavam buscando, primeiramente, o vil metal. Não tenha esse mesmo erro. Não cometa esse mesmo erro que essas pessoas cometeram. A primeira coisa é: goste do que faz.
Consequentemente, o dinheiro vai vir. A questão financeira vai vir com muito sucesso, com muita abundância.

A segunda grande dica que eu sempre dou nas minhas palestras e nos meus cursos é: analise o que é que o mercado está precisando. De nada adianta você abrir um negócio onde tem muita gente que já está atuando no mercado. Fazendo assim, você não vai ter sucesso porque vai remar num oceano vermelho, num oceano de muita concorrência.
Mesmo que você abra um negócio em que várias pessoas já estejam trabalhando, já estejam atuando nesse mercado, procure uma abordagem diferente. Por exemplo, eu tenho uma amiga que a mãe e a família sempre se dedicaram a salão de beleza. No entanto, a gente sabe que em cada esquina existe um salão de beleza. O que foi que ela fez? Qual foi a grande sacada dela? A grande sacada foi abrir um salão de beleza direcionado ao público infantil. Então, ela hoje possui um salão de beleza super rentável, mas direcionado ao público infantil. Então, a segunda grande dica é: procure aquilo que o mercado ainda não está saturado. Essa é a segunda grande dica pra você que quer ter sucesso no seu negócio.

A terceira grande dica deste texto é: tire a sua ideia da cabeça e coloque no papel. É sempre interessante um homem ou uma mulher, um empreendedor com grandes ideias. Mas é importante que você possa tirar a sua ideia da cabeça e colocar no papel. É relevante que você possa materializar sua ideia, colocando-a no papel. E o que é colocar no papel? É nada mais, nada menos que construir um plano de negócio. É no momento em que você visualiza a sua ideia (aquela ideia que você pensa que vai “arrebentar a boca do balão”) e a coloca no papel, é neste momento que você vai enxergar a sua ideia na sua amplitude. É nesse momento que você vai enxergar as forças da sua ideia, as fraquezas da sua ideia; as ameaças da sua ideia e as oportunidades da sua ideia.

Então, colocar a ideia no papel é criar aquilo que nós chamamos de plano de negócio. É também chamado de planejamento estratégico. Não existe diferença marcante entre plano de negócio e planejamento estratégico.
Normalmente, o plano de negócio é utilizado para aquelas empresas que estão sendo fundadas, que estão sendo criadas. O planejamento estratégico, por sua vez, é utilizado para aquelas empresas que já existem no mercado. Mas independente do nome que você queira atribuir:

plano de negócios ou planejamento estratégico – o importante é que você possa colocar esse plano de negócio no papel; tirar da sua cabeça, escrever e colocar no papel.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

6 Ferramentas para fazer seu Planejamento Estratégico

Um bom ano começa com um bom planejamento estratégico. Veja por que estas ferramentas podem te ajudar neste processo.

Planejar o dia, planejar a semana, planejar o mês, planejar o ano… O método muda e as ferramentas mudam, mas o objetivo é sempre o mesmo: focar a energia e a atenção para que nossa ação nos leve na direção que desejamos, e não na direção a que as distrações nos conduzem. Essa é a função do Planejamento Estratégico.
Mas atingir metas é só o final de um processo! Antes é preciso definir como medi-las, alocar recursos e traçar caminhos para transformar ideias em resultados, e finalmente chegar lá. Pensando nisto, reunimos 6 ferramentas gratuitas e fundamentais para colocar seu Planejamento Estratégico de pé:
 1. Missão, Visão e Valores
O trio Missão-Visão-Valores é um recurso poderoso para que empreendedores consigam planejar negócios diferenciados, atrair colaboradores engajados e se orgulhar de seu trabalho. Esta definição é o ponto de partida do planejamento dos novos negócios e deve ser constantemente validado ao longo da existência da empresa.
    • Indicada para organizações que queiram definir a direção estratégica da empresa: da integração das operações à estratégia da companhia e da motivação da equipe.
    • É útil porque permite que o empreendedor reflita sobre o papel do seu negócio na sociedade e sobre o futuro da empresa
2. Análise 360° de oportunidades de negócio
Sua cabeça está fervilhante de boas ideias e você não sabe ao certo como transformá-las em negócios lucrativos? A Ferramenta de Análise 360° pode ajudá-lo a verificar se sua ideia é viável ou não. Além disto, ela te faz refletir se o benefício oferecido é claro para o cliente, se o tamanho de mercado é adequado e se ela tem potencial de lucratividade e rentabilidade.
    • Indicado para empreendedores que queiram avaliar, dentre um pacote de ideias, qual delas representa a melhor oportunidade de negócio.
    • É útil porque guia o empreendedor em suas reflexões pessoais e análises dos aspectos internos e externos de um negócio.
3. Análise SWOT
É chegada a época de fazer o Planejamento Estratégico e você precisa elaborar um diagnóstico de sua empresa? Com a Ferramenta da Matriz SWOT você vai aprofundar o conhecimento a respeito da sua organização e ter uma análise do contexto externo em que seu negócio está inserido.
    • Indicada para organizações de todos os portes
    • É útil porque proporciona uma análise dos pontos fortes (strenghts) e fracos (weaknesses), e as oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) de um negócio. Em seguida, o empreendedor pode organizar um plano de ação para reduzir os riscos e aumentar as chances de sucesso da empresa.
4. As 5 Forças de Porter
Você conhece bem os concorrentes do seu negócio? Sabe exatamente o que faz melhor do que eles e em que pontos eles se destacam? Com a Ferramenta 5 Forças de Porter você faz uma reflexão sobre a rivalidade entre seus concorrentes, produtos e serviços substitutos, poder de barganha dos fornecedores e clientes e como dificultar a entrada de novos players.
    • Indicada para organizações de todos os tamanhos, que queiram analisar o ambiente competitivo em que a organização está inserida e para determinar o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes.
    • É útil porque o empreendedor passa a ter uma visão mais abrangente da concorrência e de como pode tirar proveito disso.
5.  Matriz BCG
Você sabe quais dos seus produtos ou serviços oferecidos são os mais rentáveis? A Matriz BCG serve para o empreendedor fazer uma análise periódica para melhorar sua oferta de produtos ou serviços existentes e avaliar os que geram mais caixa e exigem menos esforço para a manutenção.
    • Indicada para empresas estabelecidas que já tenham uma carteira de produtos ou serviços oferecidos
    • É útil porque é um método eficaz de se analisar o ciclo de vida de um produto, desempenhar a gestão de marcas, montar planos estratégicos, ou até mesmo uma estratégia de vendas.
6. Definição de metas para pequenas e médias empresas
A definição de metas da empresa é um clássico desse período. É fundamental defini-las antes de botar a mão na massa, para garantir que os esforços de crescimento estejam alinhados à estratégia da empresa. Estabelecer metas não significa implementar uma gestão estratégica com disciplina militar, mas requer firmeza para colher os frutos.
    • É indicado para empresas de médio e pequeno porte.
    • É útil porque a ferramenta torna mais claros os conceitos de objetivo, indicador e meta, que são complementares, mas diferentes. Traduz em linguagem simples a complexidade das ferramentas consagradas de gestão estratégica.