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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

10 lições de empreendedorismo de Steve Jobs

Em qualquer lista dos maiores empreendedores de todos os tempos, lá estará Steven Paul Jobs. Para o mundo: Steve Jobs. E para as pessoas mais próximas, simplesmente Steve. Assim como qualquer grande físico ou arquiteto precisa estudar os maiores físicos ou arquitetos da história, empreendedores poderiam adotar a mesma linha. O próprio Jobs fazia isso. Era fascinado por Thomas Edison, da GE, Henry Ford, da Ford, e Edwin Land, da Polaroid, por exemplo. Com Edison, aprendeu o papel da inovação para o desenvolvimento de uma empresa; com Ford, sobre como levar inovações para as massas; e, com Land, sobre como ficar atento para que a inovação não seja a causa mortis da empresa.
Mesmo os que conhecem muito pouco sobre Jobs ficam impressionados com a sua capacidade de se expressar por meio de frases de impacto. A seguir, reuni dez lições que qualquer empreendedor pode utilizar no seu dia a dia e no seu negócio.
1. “Todas as coisas que estão ao seu redor e que você chama de vida foram criadas por pessoas que não eram mais espertas que você.” Não entenda mal. No contexto em que foi dita, essa frase quer dizer que qualquer pessoa pode criar algo, já que sempre haverá pessoas que não sabem que podem ou não querem fazer aquilo. A imensa maioria dos empreendedores não eram prêmios Nobel do mundo, dos seus países, sequer da sua turma. Mas foram lá e fizeram.
2. “Alô... É o Bill Hewlett da Hewlett-Packard?” Sim. “Estou montando um frequencímetro para um trabalho escolar e precisava de algumas peças...” Jobs tinha 12 anos quando ligou para Bill Hewlett, cofundador da HP e um dos empresários mais importantes dos Estados Unidos naquele momento. Ele não só conseguiu as peças como arrumou um estágio de férias e se tornou amigo de Bill e seu sócio Dave Packard. Peça e receberá!
3. “Quando tinha 17 anos, li uma frase que dizia algo como: ‘Se viver cada dia como se fosse o último, um dia estará certo’. Isso me impressionou muito e, nos últimos 33 anos, me olho no espelho todas as manhãs e me pergunto: se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de ter feito o que farei hoje? Se a resposta é 'não' por muitos dias seguidos, eu sei que preciso mudar algo.”Se existe algo que me irrita são pessoas que reclamam do seu trabalho pois não se orgulham do que fazem. O que foi dito por Jobs deveria estar impresso no espelho do nosso banheiro para ser lido todas as manhãs.
4. “Um grande marceneiro não vai utilizar madeira vagabunda para o fundo de um armário, mesmo que ninguém veja.” Um grande produto, serviço, empresa ou mesmo pessoa está nos detalhes. Não dá para ser excelente na aparência e sofrível nos detalhes. Cedo ou tarde, ficará claro que aquilo é ruim ou, pior, é medíocre. E tudo o que é medíocre é esquecível e, consequentemente, é invisível. Se for fazer, faça muito bem-feito.
5. “Os botões do Mac OS são tão bem-feitos que você vai querer lambê-los.” Se você tem um equipamento Apple, sabe o que Jobs queria dizer com essa frase. Mais do que bonito, tudo é belo e harmônico. E a beleza não está apenas na aparência, mas em como o produto é percebido. As primeiras caixas do iPod deveriam dar a mesma sensação de estar abrindo uma caixa de joias, daí um pequeno vácuo que se forma para induzir que a caixa seja aberta em câmera lenta. O excelente também deve ser belo!
6. “Criatividade é só conectar coisas. Quando se pergunta a pessoas criativas como fizeram aquilo, elas se sentem um pouco culpadas, pois não fizeram aquilo, só vislumbraram algo novo a partir da combinação de experiências que já tinham vivenciado.” Essa frase resume a genialidade reconhecida em Steve Jobs.
7. “Picasso tinha um ditado que afirmava que artistas bons copiam, e grandes artistas roubam. E nós nunca sentimos vergonha de roubar grandes ideias. Tudo se resume a tentar se expor às melhores coisas que os seres humanos fizeram e, depois, tentar trazer essas coisas para o que você está fazendo.” Se a frase anterior resume, essa explica de onde vinha a genialidade de Jobs.
8. “Seu tempo é limitado, assim, não o perca tentando viver a vida de outra pessoa. Não seja ludibriado por crenças daquilo que é viver de acordo com o que outras pessoas pensam. Não permita que o barulho das opiniões alheias cale a sua voz. E o mais importante, tenha a coragem de seguir o seu coração e a sua intuição.” Uma lição para todos os que querem ser o próximo Steve Jobs. Não precisamos de um novo Steve Jobs.
9. “Continue com fome. Continue ingênuo.” Talvez seja a lição mais difícil de ser aplicada pelos empreendedores. Continue querendo aprender coisas novas, mas aberto às novidades. Achar que já sabemos tudo não é ingenuidade, é ignorância.
10. “Ser o homem mais rico do cemitério não é importante para mim. Ir para a cama todas as noites dizendo que fizemos algo extraordinário... isso é o que importa para mim.” Foi a última lição de Jobs e a que o colocou na lista dos maiores empreendedores de todos os tempos.

Marcelo Nakagawa é professor de empreendedorismo do Insper, membro do conselho da Artemísia Negócios Sociais e da Anjos do Brasil, mentor da Endeavor e autor de diversos livros de empreendedorismo e inovação.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Marcelo-Nakagawa/noticia/2013/07/10-licoes-de-empreendedorismo-de-steve-jobs.html

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Cinco dicas fundamentais que você precisa saber ao empreender

Empreender, de uma forma ou de outra, está na alma dos brasileiros. E é no momento de maior dificuldade que esse espírito aflora. De acordo com um levantamento realizado pela Serasa Experian, de 955 mil novos negócios instalados no país entre janeiro e maio deste ano, 79% são formado por microempreendedores individuais, conhecido também como MEIs. De acordo com especialistas, isso acontece em razão do ainda frágil mercado de trabalho.

Mas a tarefa de iniciar o próprio negócio nem sempre é algo fácil e pode apresentar diversas dificuldades que precisam ser superadas. "O empreendedor precisa superar barreiras diariamente. Algumas das barreiras muitas vezes são tão grandes que chegam a parecer intransponíveis", avalia Luan Gabellini, empreendedor e sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em plataforma de gestão para o comércio eletrônico.

Para superar essa corrida de obstáculos, listamos abaixo algumas dicas de especialistas do que, de acordo com eles, é preciso saber ao empreender. Veja:

Gerencie bem os recursos

Dinheiro é tudo. Todo empreendedor já ouviu essa frase. E por mais óbvio que seja, é uma verdade que está presente mais do que nunca na vida de quem decide criar um negócio. "É preciso estar atento no controle financeiro, cortar quaisquer gorduras e domar o que estiver drenando o dinheiro", afirma José Alves Braga Neto, empreendedor e sócio-fundador da Nerd2.me, plataforma especializada em suporte técnico em informática. "Às vezes, pelas dificuldades do mercado ou mesmo da economia como um todo, é difícil conseguir aumentar a capacidade de entrada de dinheiro novo", aconselha.

Conduza bem o seu time

Em toda empreitada, um grande desafio sempre foi montar e conduzir o time, mesmo que reduzido, para o objetivo traçado. Por isso tenha em mente que é preciso ter pessoas que estejam bem alinhadas com o objetivo do negócio, afirma Walter Sabini Junior, empreendedor com mais de 20 anos de experiência e sócio-fundador da FX Retail Analytics. "Conseguir engajar o time para que tenham fé na liderança e a sigam é fundamental para que qualquer projeto saia do papel e se torne uma empresa", afirma.

Mude a mentalidade para a de "dono"

O desafio de sair de uma mentalidade de empregado para o de dono do negócio é muito comum entre novos empreendedores. É preciso superar essa dificuldade e entender que a partir do momento que você cria um negócio, a responsabilidade é completamente outra, avalia Gabriela Freitas, sócia-fundadora da Proxymedia, especializada em marketing digital de performance. “Não há faculdade, curso ou experiência corporativa que te ensine como empreender. Só a experiência de passar por isso te mostra os desafios diários que você vai enfrentar", conta ela.

Saiba como fidelizar seus clientes

O público que consome o produto ou serviço do seu negócio é parte fundamental do sucesso da empreitada. Por isso é importante saber como fazer para que ele seja fiel à sua empresa, conta Célio Antunes, empreendedor com mais de 30 anos de história e fundador do Grupo Educacional Impacta. "O maior desafio é conquistar e fidelizar clientes. É necessário se reinventar e inovar todo dia, porque senão sua empresa perece. Você precisa se antecipar aos desejos do cliente", conta ele.

Acredite na ideia do seu negócio

Constituir um negócio exige mais do que uma boa ideia, capacitação e análises de mercado. É preciso, acima de tudo, convicção que a empreitada é de fato um bom negócio e que pode dar frutos para o que ele se propõe. "Alguns aprendizados fundamentais na trajetória de um empreendedor são acreditar em si mesmo e direcionar suas ações de acordo com a sua intuição", aconselha Leonardo Santos, cofundador e CEO da Semantix, startup especializada em soluções de Big Data. "É indispensável nunca deixar de buscar conhecimento e estudar constantemente", complementa.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/cinco-dicas-fundamentais-que-voce-precisa-saber-ao-empreender/121343/

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

5 dicas essenciais para definir o público-alvo do seu negócio

Como definir o público-alvo dos meus produtos?

O trinômio produto ou serviço, vendas e cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Vendemos alguma coisa a alguém. Para que isso aconteça, este alguém precisa se interessar pelo que você tem a vender. Seu público-alvo é o conjunto de pessoas com maiores chances de interesse pelo que você tem a oferecer.

O seu público-alvo possui uma série de características relevantes o suficiente para que indiquem a maior ou menor chance de que potenciais clientes que pertençam a esse grupo queiram comprar o seu produto ou serviço. As características de seu público-alvo são de duas naturezas principais: Demográficas e comportamentais.

Enquanto a primeira indica, por exemplo, quem são, onde moram, idade, estado civil, se têm filhos, com o que trabalham, quanto ganham; a segunda descreve como vivem e o que fazem estas pessoas, por exemplo, o que compram, quanto gastam, entre outras características.

Dependendo do tipo de negócio ou do produto que você vende, algumas características podem ser mais relevantes ou não para indicar determinados comportamentos que impactam ou não na compra ou no interesse de seu público-alvo pela sua oferta.

No fim do dia, o que você precisa buscar é o comportamento de compra de seu público-alvo e quais os fatores – características – que o leva ou poderiam levá-lo ao seu negócio, ao seu produto ou ao seu serviço. O desafio é a captação destas informações e o uso com inteligência.

As redes sociais despejam segundo a segundo toneladas de informações sobre o comportamento do cliente, seus hábitos, como se deslocam e para onde, o quanto gastam e com o quê. A boa notícia é que a maior parte das redes sociais oferecem ferramentas interessantes para você se aproveitar desta informação – big data –  sem gastar muito dinheiro. Algumas voltadas para pessoas (B2C – business to consumer) outras para empresas (B2B – business to business).

Fala-se muito da inteligência artificial e do seu uso para, a partir das informações adquiridas, inferir ações a tomar. É uma questão de tempo para que este tipo de ferramenta se torne acessível. E você certamente não precisará esperar muito para que esteja em suas mãos.

Algumas sugestões simples poderão ajudá-lo neste trabalho, mesmo enquanto os benefícios da tecnologia ainda não estão todos disponíveis:

1. Busque informações: conhecer o mercado onde você vai atuar ou onde atua é importantíssimo. Reúna o máximo de informações sobre a demografia. Mas foque-se naquilo que tem relação com a sua estratégia, produto ou serviço. Não perca tempo com informações de menor relevância;

2. Segmente seu mercado: procure criar subgrupos dentro de seu mercado que possam ter comportamentos de compra semelhantes e trabalhe de acordo com estes segmentos. Com foco e ofertas assertivas suas chances de sucesso aumentam;

3. Crie ofertas assertivas: monte suas ofertas para que atendam aos requerimentos dos segmentos que identificou. Você pode até pensar em algumas necessidades ainda não identificadas pelo seu público, mas cuidado, procure atendê-lo no que ele precisa antes de inovar na oferta;

4.  Cuidado com o seu gosto pessoal: o que é bom para você não necessariamente é bom para o seu cliente. Não trabalhe suas ofertas baseado no que você acha, mas sim de acordo com o que você aprendeu dos segmentos e comportamentos de seus possíveis clientes, a menos é claro, que esteja trabalhando com segmentos cujos perfis sejam iguais ao seu.

5. Comunique, comunique, comunique: identifique os canais de comunicação mais adequados com os segmentos identificados e procure falar com eles utilizando a linguagem e a forma particular de cada um deles. O uso correto da abordagem e da linguagem vai tornar sua comunicação mais assertiva e despertar mais vontade do seu público de conhecê-lo melhor.


A definição do público-alvo não lhe garante o sucesso, mas certamente a falta vai levar você ao fracasso. Dê total atenção a esse passo.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/5-dicas-essenciais-para-definir-o-publico-alvo-do-seu-negocio/

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Matriz de Gestão de Risco: analise os pontos críticos do seu produto ou serviço

Saiba o que é, como funciona e quando aplicar a Matriz de Gestão de Riscos, uma ferramenta que pode economizar tempo e recursos.

Quantas empresas você conhece que, mesmo tendo criado um negócio que resolve problemas interessantes, não atende a uma necessidade do cliente? Muitos empreendedores gastam fortunas com desenvolvedores, mesmo sem entender bem a tecnologia, lançam o produto no mercado sem estabelecer alguma parceria para viabilizá-lo, e esperam colher bons resultados em pouco tempo. Como já sabemos, na maioria dos casos, isso não acontece.

Os empreendedores acabam alocando tempo e dinheiro de maneira inadequada ao lançarem um novo produto ou serviço. Muitos nem ao menos fazem uma análise dos riscos que existem no processo de desenvolvimento de um produto e quais seriam as melhores ações para mitigá-los e aumentar as chances de sucesso. Essa análise prévia ajuda o empreendedor a gastar menos dinheiro e aproveitar melhor o seu tempo!

Pensando nisso, foi criada a Matriz de Gestão de risco, uma ferramenta que, quando bem aplicada, pode auxiliar a mapear e diluir os riscos no lançamento de um novo produto ou serviço, melhorando significativamente a gestão de seus projetos, aumentando a velocidade da entrada do produto no mercado, além de possíveis reduções de despesas em inovações. A ferramenta também é útil para investidores, porque acaba sendo uma outra maneira de analisar novas empresas.

Como usar

A Matriz de Gestão de Risco pode ser aplicada em inúmeras situações e para qualquer tipo de empresa, desde a pequena, que nem saiu do papel ainda, até o grande negócio. Basicamente, a ferramenta analisa 3 pontos de risco: usuário, mercado e técnico. Para cada um desses pontos, você responderá duas perguntas, atribuindo uma nota que vai de 1 a 5, de acordo com o quanto concorda com as afirmações que estarão dispostas no quadro.

Depois de finalizar as 3 etapas, a ferramenta calcula automaticamente quanto do seu capital está em risco no lançamento desse produto ou serviço. Com essa primeira análise, você já conseguirá visualizar alguns pontos que podem ser melhorados ou mais bem estudados, mas eles ainda são apenas uma amostra dos fatores que impactam um projeto.

Por isso, para ajudá-lo a ter uma visão mais aprofundada, na segunda aba da planilha você encontrará a Matriz de Gestão de Risco, com outros pontos que influenciam na concepção, desenvolvimento e lançamento de um novo produto ou serviço. Nessa mesma aba você terá acesso a um vídeo que explica a importância de cada parte da Matriz e as suas implicações dentro de um projeto. Além disso, você também terá acesso a estudos feitos com empresas reais que aplicaram a ferramenta em seu negócio.



Quer saber mais? CLIQUE AQUI e baixe a ferramenta!



Matéria extraída do site Endeavor Brasil: https://endeavor.org.br/matriz-de-gestao-de-risco-inovar-nao-precisa-ser-sinonimo-de-correr-risco/

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

7 dicas para colocar o blog da sua empresa no ar hoje mesmo

Em tempos de internet, redes sociais, Google e vendas online, ter um blog é essencial para todas as empresas, de qualquer segmento. Isso mesmo, para todos os negócios!

O blog é uma poderosa ferramenta de relacionamento com o público-alvo da sua marca e também para ajudar a melhorar a posição orgânica da sua empresa nos mecanismos de busca da internet, sem pagar anúncios.

Confira as principais dicas que preparamos para você colocar no ar o blog da sua empresa hoje mesmo e para alimentá-lo de forma fácil:

1)     Agregue o blog ao site da sua empresa ou aposte numa ferramenta gratuita para isso, como o WordPress, por exemplo.

2)     Defina a periodicidade das postagens, para se comprometer e criar cultura com o seu público. Uma boa dica é publicar um texto novo a cada quinzena ou semanalmente, por exemplo.

3)     Faça uma planejamento prévio dos temas. É importante entregar conteúdo e valor aos seus clientes. Então, aposte em assuntos que respondam às principais dúvidas deles, que tragam dicas, que antecipem tendências e que contem casos de sucesso.

4)     Não caia na armadilha de só preparar conteúdos que promovam o seu produto, serviço ou marca. A ideia aqui é prestar serviço com informações relevantes e de interesse do seu público-alvo. Então, fale do seu segmento, mas não fique vendendo o tempo todo.

5)     Entre as fontes para buscar informações para esses textos podem estar as áreas de vendas e de relacionamento com o cliente da sua empresa, pois elas  ajudarão a identificar as principais dúvidas do cliente, que você responderá no texto.

Há blogs de sucesso no mercado com textos construídos a partir das perguntas mais frequentes dos clientes. Outra dica é ver o que a concorrência no Brasil e no exterior está publicando, para se inspirar.

6)     Para turbinar ainda mais os resultados do seu blog, tente incluir no texto, se fizer sentido, as palavras mais procuradas no Google, pois isso ajuda na conversão e melhora o rankeamento nesse mecanismo de busca. É só escrever a palavra no espaço de buscas e ver quantas vezes o termo é procurado. Além disso, seu título deve ter entre 10 e 70 caracteres.

7)     Você também pode divulgar os temas nas suas redes sociais e no boletim online da sua empresa, com link para que a pessoa possa ler o conteúdo completo no blog, trazendo mais audiência para o site do seu negócio.

Comece hoje mesmo a colocar o seu blog em prática e confira os resultados! Aproveite para acompanhar os temas com mais audiência para ajustar o seu planejamento a cada mês e conseguir mais conversão e ainda mais sucesso!



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/7-dicas-para-colocar-o-blog-da-sua-empresa-no-ar-hoje-mesmo/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A excelência no atendimento como vantagem competitiva

Uma pesquisa feita pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios revelou que 61% dos clientes afirmam que ser bem atendido é um fator mais relevante do que o preço.
De fato, isto se comprova em nosso cotidiano. Quantas vezes entramos numa loja dispostos a comprar e pelo mal atendimento decidimos por não comprar? E o contrário também ocorre, pois às vezes entramos apenas para olhar, mas graças a um atendimento encantador, decidimos levar algum produto ou serviço que foi tão bem exposto pelo atendente vendedor.
Parece simples, mas isto dá verdadeiramente um ótimo resultado e pude comprovar frente às câmeras. Fui convidado para participar de um programa de TV para analisar o atendimento de algumas lojas no centro de São Paulo. Me lembro de 2 cenas que foram ao ar sobre este tema. Estava ao lado do repórter quando ele perguntou a um ambulante sobre as vendas e ele, sentado na cadeira, disse que estava muito ruim, que os clientes tinham sumido. Quando ele disse isso, um cliente se aproximou e o repórter, então, sugeriu que o ambulante fosse lá atender, mas ele respondeu: “Atendo sentado daqui mesmo”. E, de forma passiva, com a mão segurando o rosto, indagou ao cliente: “Está precisando de alguma coisa?”. A resposta do cliente foi: “Não, só estou dando uma olhadinha”. E foi embora.
E veja que curioso, demos alguns passos e, na mesma calçada, há poucos metros deste primeiro, fomos surpreendidos pelo segundo ambulante que já nos recebeu em pé olhando nos olhos, com um largo sorriso no rosto dizendo: “Que bom que vocês vieram”. O repórter repetiu a pergunta feita anteriormente, sobre como estavam as vendas. O segundo ambulante respondeu: “Melhor impossível, as vendas estão ótimas, melhor ano da minha banca”.
Aí vem o mais espetacular. O repórter olhou para a banca do primeiro ambulante, comparou com a do segundo e perguntou: “Mas se o senhor está na mesma calçada, vende basicamente os mesmos produtos no mesmo preço que o seu vizinho, como pode estar indo tão bem e o rapaz da banca do lado estar tão desanimado?”. Ele respondeu: “Os clientes querem carinho, atenção. Recebo todas as pessoas com alegria e otimismo”. E emendou com chave de ouro: “Eu tenho como missão de vida, independentemente do cliente comprar algo ou não, deixá-lo ir embora melhor do que quando ele chegou até mim”.
Este caso foi mais um onde ficou claro que o atendimento foi o diferencial decisivo do segundo, um empreendedor de verdade, perante o primeiro. Isso evidencia claramente a importância de treinarmos continuamente a equipe e identificarmos qual colaborador atende com excelência e, a partir daí, não medir esforços para reter este profissional de alta performance.
Vale lembrar, ainda, que um colaborador que atende bem e outro funcionário que atende mal geram o mesmo custo contábil na folha de pagamento da empresa no final do mês. Desta forma, é fundamental identificar também quem não pratica um atendimento de qualidade e jogar abertamente com ele sobre a necessidade da melhoria, treinar e dar as oportunidades antes de dispensá-lo. Mas é preciso deixar claro que o mercado está cada vez mais competitivo e que não há espaço para amadores ou funcionários descontentes que destratam consumidores ou potenciais compradores.
Quer aumentar as vendas, conquistar novos consumidores e fidelizar seus clientes? Torne a excelência no atendimento uma grande vantagem competitiva da sua organização!

Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-excelencia-no-atendimento-como-vantagem-competitiva/114062/