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terça-feira, 21 de novembro de 2017

7 dicas para inovar em seu negócio

Além da concorrência tradicional que está cada vez mais acirrada com a oferta de produtos e serviços em todos os mercados e setores, é preciso se preparar para sermos competitivos em uma era em que jovens empreendedores com DNA de inovação e startups enxutas estão mudando completamente a forma de como fazemos negócios e consumimos produtos e serviços. Confira três dicas dadas pelo consultor em inovação corporativa Marcio Kogut para quem quer inovar em seu negócio.
1. Comece inovando na gestão de TI da sua empresa
Exatamente! Não existe iniciar um processo de inovação na sua empresa se o CTO (Chief Technology Officer) não estiver tecnologicamente atualizado, acompanhando as transformações digitais e focado em buscar inovação. Durante mais de 15 anos prestando consultoria a diversas empresas, escutei desculpas sem fundamentos ditas por alguns profissionais para os executivos que acabavam criando uma sensação de pânico e medo abortando qualquer tipo de mudança, melhoria ou possível inovação. A maioria dos CEOs não tem conhecimento profundo em tecnologias e por isso é obrigada acreditar na palavra do diretor de TI. Um dos exemplos que posso citar é a questão da computação em nuvem (cloud computing)
2. Reveja toda sua tecnologia interna
Eu tenho absoluta certeza que 90% da tecnologia da maioria das empresas estão completamente ultrapassadas e custando infinitamente mais caras do que as tecnologias mais modernas de hoje. Desde links de internet, servidores de e-mails, equipamentos, softwares de gestão e de produtividade. Todos os equipamentos, softwares e a inteligência que você precisa para o seu negócio já existem melhores e mais baratos do que você usa atualmente através de SaaS (software as a service).
3. Busque inovação fora ou crie uma equipe com autonomia
Para conseguir avançar com um processo de inovação dentro da sua empresa é necessário criar um time novo, pequeno (1 a 4 pessoas) com autonomia e sem vínculos de amizades internas. Conecte esse time a uma empresa de inovação corporativa para mapear as dores, definir estratégias e objetivos além de condicioná-los a pensar e agir com a mentalidade de empreendedores e startups.
4. Promova encontros com empreendedores e seus startups
Os empreendedores e startups têm vontade e, principalmente, a disponibilidade para entregar uma solução rápida e resolver um problema de forma simples apenas com a expectativa de que, se conseguirem, a empresa poderá ser um cliente anjo.
5. Planeje menos, execute mais
Criar processos de inovação em empresas levam tempo e, muitas vezes, fracassam pela burocracia e cultura de certa forma engessada. Independente de planejamento, não será nada fácil e rápido criar uma cultura de inovação para mudar completamente a realidade do seu negócio, por isso, não perca tempo e dinheiro planejando demais e inicie de forma simples e rápida.
6. Pense grande e comece pequeno
Os inovadores bem-sucedidos "pensam grande" considerando a gama completa de futuros possíveis. Eles facilitam a inovação ao ousar buscar "pensamentos assassinos" para novos produtos e serviços que podem reescrever as regras e o negócio de uma companhia. Em contraste, os inovadores fracassados tendem a "pensar pequeno". Eles assumem a postura de que a mudança radical não será necessária e que nada irá afetar o modelo do seu negócio no futuro.
7. Não tenha medo de mudar completamente seu negócio
Uma prova de que esse tipo de decisão pode ser necessária e terá que ser encarada com coragem é a história da Kodak. Em 1975 um grupo de engenheiros da empresa desenvolveu a primeira câmera digital do mundo que pesava quase 5 quilos e fazia fotos apenas em preto e branco. As previsões estimavam que a câmera digital poderia se tornar viável num horizonte de 20 anos, mas os executivos preferiram manter a estrutura e negócio atual de vender filmes do que romper com a realidade e olhar para o futuro. Como se sabe, alguns anos depois a concorrência fez o negócio ruir.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/7-dicas-para-inovar-em-seu-negocio/121853/


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terça-feira, 15 de agosto de 2017

4 dicas para transformar o feedback dos seus clientes em receita

De acordo com um estudo recente da BrightLocal, 88% dos consumidores confiam em recomendações e análises de usuários on-line no mesmo nível de uma opinião pessoal. O feedback dos clientes possui um grande poder não apenas na interação com a empresa, mas também como uma forma de gerar renda. Afinal, é a partir dos comentários positivos e negativos sobre seu empreendimento que podemos ter insights e direcionamentos para aprimorar os processos de atendimento e atuação no mercado que, consequentemente, se converterão em novas receitas.

Por isso, é mais importante do que nunca os negócios estarem prontos para coletar essas informações sobre seus produtos e serviços aproveitando todos os canais de interação. Pensando nisso, a OnYou, empresa especializadas em auditoria da experiência do cliente do país, listou quatro dicas para trabalhar esses dados de forma rápida e eficiente a fim de transformar o seu empreendimento hoje mesmo:

Como solicitar as informações de seus clientes?

É preciso ir além da opinião da experiência do cliente com o produto ou serviço. Esse feedback é fundamental no pós-venda, assim como todos os pontos de contato do consumidor com a marca, para saber o que se passa na cabeça das pessoas que compram o que a sua organização tem a oferecer. O crescimento da receita por meio dessas informações envolve também testar hipóteses sobre quais públicos ou variações do mesmo perfil de personas podem ser atraídas pelo seu negócio.

Busque a clareza em primeiro lugar
Um questionário de satisfação de clientes pode ser implementado de acordo com os objetivos de sua empresa. É preciso fazer perguntas específicas, de forma clara, mas é igualmente importante não tornar o feedback em um transtorno ao usuário. Fazer com que seus próprios funcionários sejam atenciosos em perguntar especificamente sobre processos de seu negócio é uma saída, por exemplo: "Como estava o prato?"; "Você foi bem atendido?"; "Tem algo mais que você gostaria?".
Monitoramento e acompanhamento dos feedbacks
Canais de comunicação já controlados pela companhia, como atendimento presencial, serviço ao consumidor e on-line podem ser explorados como uma plataforma confiável para feedback. Mas é preciso que haja um indicador que apresente de forma objetiva qual é o impacto dos comentários no valor do cliente (Customer Equity) e se o investimento feito pela organização no marketing e no atendimento são sustentáveis em relação à sua receita.
Fazendo os comentários trabalharem a seu favor
O retorno dos consumidores sobre seu empreendimento deve acontecer de maneira ágil e entregar a solução mais adequada à cada situação. Ao responder uma reclamação, é importante lembrar de que o atendimento deve ser realizado de forma satisfatória independentemente do perfil do usuário. É essencial filtrar as respostas mais relevantes para o futuro da empresa e obter a opinião não apenas de uma base de clientes fidelizada, como também daqueles que já realizaram.

Extraído do Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-dicas-para-transformar-o-feedback-dos-seus-clientes-em-receita/120669/

quarta-feira, 17 de maio de 2017

3 dicas de Marketing de Philip Kotler para Pequenos Negócios

Ter uma boa estratégia de marketing é um dos pilares de atuação mais importantes dentro de uma empresa, seja ela um pequeno negócio ou startup ou uma grande multinacional.
O americano Philip Kotler, 85, considerado um dos mais relevantes gurus do marketing no mundo, em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, falou sobre as perguntas que um empreendedor deve saber responder para desenvolver um bom plano de marketing.
Qual a necessidade do cliente que você pretende atender? Por que o cliente deve acreditar que o seu produto atende essa necessidade melhor que a concorrência? Você já definiu quais tipos específicos de pessoas podem ter mais interesse em sua oferta? Os clientes verão um valor em seu produto maior que o preço que você cobra por ele? Você sabe qual tipo de mídia você deve usar para alcançar o público de forma eficiente e eficaz?

Para ajudar a responder essas perguntas, Kotler ofereceu três dicas para ajudar o empreendedor a construir uma boa estratégia de marketing.

1. Segmentação de marketing
“O marketing de antigamente focava nas massas. Era muito caro fazer um comercial de 30 segundos para a TV. Você precisa fazer uma segmentação de marketing e identificar o público que teria o maior interesse em sua oferta”, diz Kotler.
A ideia é que, antes de começar um negócio, o empreendedor saiba em quem ele deve investir em termos de marketing. Não importa o alcance de uma ação se ela alcançar as pessoas erradas. O trabalho deve ser direcionado para onde tem a maior chance de dar retorno.

2. Colete dados
“O novo modelo de marketing envolve construir uma base de dados com informações confiáveis de perfil do seu público. Isso vai permitir que você escolha as ferramentas de marketing correta nas redes sociais”, afirma Kotler.
Não adianta você apenas achar que conhece o seu cliente. O empreendedor deve se munir de dados que ofereçam uma base para a escolha desse público-alvo. Diversas ferramentas podem auxiliar diferentes negócios a conhecer mais detalhadamente a sua clientela e ajudar na definição de planos de ação.

3. Construa uma “jornada até a compra final”
Todas essas informações devem ser utilizadas para construir um caminho para o cliente. “Cada passo do cliente deve ser um ‘momento da verdade’ e deve encorajá-lo a dar o passo seguinte. Durante essa jornada, a empresa deve fornecer conteúdo que interesse o cliente. Esse conteúdo deve ser diferente de uma mensagem de vendas. Seria como um amigo dizendo para outro sobre algo interessante para ler”, diz o professor da Universidade Northwestern, de Chicago (EUA).

A estratégia deve consistir em levar o cliente pela mão por um caminho de conteúdos que, no final, o estimulem a comprar o seu produto ou serviço. Essa tática passa pelos perfis em redes sociais, o site da empresa, o tipo de informação que ela transmite por essas mídias e como ela pode interessar o público-alvo.


Extraído do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2017/05/3-dicas-de-marketing-de-philip-kotler-para-pequenos-negocios.html

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

5 atitudes que deixam um cliente apaixonado pela empresa

Hoje em dia, com a quantidade de empresas existentes e com a facilidade que temos para achá-las, é muito difícil – perto do impossível – encontrar empresas que ofereçam um serviço único. Para os empreendedores, em tempos de crise econômica, a concorrência tem que estar mais em mente do que nunca.
Por isso, entregar o serviço ou o produto e ser educado com o cliente já não são mais suficientes. Para que a empresa seja indispensável e o cliente não pense em ir embora, é preciso outro ingrediente na fórmula: o envolvimento.
“As empresas não podem perder as oportunidades de se envolver com o cliente e mantê-lo satisfeito. Qualquer oportunidade desperdiçada é uma brecha para que ele busque o concorrente”, diz o especialista em venda Enio Klein. “Portanto, saber o que o cliente quer, oferecer o melhor a ele e proporcionar um relacionamento contínuo são as regras básicas para manter a fidelidade”, completa.
Quer ter clientes sempre fiéis? Então veja a seguir cinco dicas essenciais para mantê-los apaixonados por sua empresa. E não se esqueça: além de te colocar no topo da lista na hora de comprar, um cliente apaixonado também é um ótimo divulgador do seu negócio – e melhor: sem cobrar nada por isso. 
1. Envolva o seu cliente
A partir do momento em que você não apenas quer que o cliente fique satisfeito com seus serviços, mas também que ele se encante com eles, é necessária uma abordagem um pouco mais envolvente do que a usual. 
Isso porque, se o cliente observar apenas o que será entregue, seja o produto ou o serviço, o diferencial entre a sua empresa e as concorrentes pode não chamar muita atenção. É preciso entregar um pouco a mais do que o cliente já espera receber. 
“É basicamente como acontece em qualquer relacionamento pessoal: a atração inicia a aproximação, mas é a convivência que sustenta ou não um relacionamento”, explica o professor Marcos Machado, da Business School São Paulo (BSP). “O que atrai clientes potenciais é a atratividade da promessa da empresa em relação às concorrentes. A promessa tem que ser superior às já existentes”, ele completa.
2. Dê credibilidade para a reclamação do seu cliente
Parece óbvio que, para se manterem fiéis, seus clientes precisam ver que estão conseguindo aquilo que querem quando procuram a sua empresa. Mas, no dia a dia, essa parte pode acabar ficando um pouco esquecida, o que é fatal. Se um cliente se frustra, você não está perdendo apenas ele, mas todos os clientes em potencial que o ouvirão falar mal da sua empresa.
“As reclamações do cliente sempre têm que ser resolvidas, ele tendo razão ou não. No caso de ele não ter razão, é preciso mostrar o motivo. Mas, quando ele tem razão, é preciso solucionar o problema o quanto antes”, afirma o especialista em vendas Enio Klein.
Além de ter seu problema resolvido, o cliente também precisa sentir que aquela reclamação pode ajudar a empresa a arrumar problemas futuros, que as constatações que ele fez foram levadas a sério.
“A empresa precisa aceitar quando ela recebe uma reclamação. Às vezes a reclamação é muito rica e pode ajudar a empresa a melhorar o produto ou o serviço. E isso vai atrair mais gente, porque os clientes vão perceber que aquela é uma empresa que realmente ouve”, aconselha Maria Inês Duolce, coordenadora da Proteste Associação de Consumidores.
3. Seja ágil e eficaz nas mídias sociais
Quando a reclamação ou a dúvida é feita on-line, é esperado que ela seja atendida com a rapidez que pede a internet. Nas mídias sociais, as respostas geralmente são esperadas para ontem. 
“Hoje, um dos melhores meios de interação e engajamento com o cliente são as redes sociais. Mas é preciso estar presente e dar retorno rápido pelas redes. É isso o que o cliente espera” afirma Klein.
Além disso, é necessário manter os canais de comunicação sempre funcionando. Afinal, a facilidade de se conseguir informações e falar com a empresa é um atrativo bastante forte na hora de escolher com quem comprar. 
“A facilidade em conseguir informações é o atrativo principal. Isso é extremamente importante. O cliente precisa sentir o conforto, a confiança do outro lado. Estamos naquela era em que o consumidor é bombardeado com muito marketing, então ele acaba tendo confiança quando tem contato direto”, reforça Maria Inês.
4. Tenha um canal aberto de comunicação
Além das mídias sociais, o cliente precisa saber que pode entrar em contato com a empresa sempre que precisar e que não vai passar por enrolações quando fizer isso. Ser atendido quando precisar passa a mensagem de que o cliente está sempre sendo respeitado.
“Nem toda reclamação é justa, mas muitas são e a maioria é contornável. A reclamação pode até ser uma oportunidade de surpreender o cliente. Entretanto, na ausência de um canal de contato, ela será incontornável”, explica Marcos Machado, da BSP. 
Mas, se o seu objetivo é aproximar a empresa e o cliente cada vez mais, só ter o canal disponível pode não ser suficiente. É necessário também ficar atento para ver se o que você está oferecendo é bom o bastante para o cliente.
“É preciso sempre medir se o cliente está se sentindo satisfeito com as informações que ele está recebendo, com os canais que ele tem disponível. Se necessário, abrir cada vez mais canais”, completa Maria Inês, da Proteste.
5. Prepare a sua equipe
O contato principal que o cliente vai ter com a sua empresa é no momento da compra. Nesse processo, a figura dos vendedores é fundamental, porque é por eles que se forma uma boa parte da imagem da empresa.
“É necessário sempre uma equipe preparada, treinada, que consiga dominar o portfólio. Uma equipe que saiba atender à necessidade do cliente, que saiba fazer as perguntas certas e propor soluções mais adequadas”, alerta Carlos Cruz, do Instituto Brasileiro de Vendas.
Cruz também chama a atenção para os “clientes promotores”, que são aqueles que vão indicar a sua empresa e atrair novos clientes, caso eles tenham uma experiência positiva.
“A empresa tem que atuar em múltiplos canais, para criar múltiplos impactos. Não adianta só vender, não pode pensar só em curto prazo. O pós-venda é quase que uma próxima pré-venda, tanto no caso de fidelizar o cliente quanto também para esse cliente se tornar um promotor da sua empresa”, completa.

Matéria extraída do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-atitudes-que-deixam-um-cliente-apaixonado-pela-empresa

quarta-feira, 13 de julho de 2016

7 dicas básicas de marketing para empresas novatas

Tão importante quanto o produto ou serviço que a sua empresa colocará no mercado ou o preço e as pessoas que estão no alvo das vendas é a divulgação, por meio do marketing. Nessa hora, é fundamental um check list, para definir as principais estratégias, os canais que serão ativados e também as mensagens trabalhadas.
Confira, a seguir, as dicas de marketing que selecionamos para alavancar a sua empresa que está chegando ao mercado!
1) Invista no enxoval básico do marketing: site + redes sociais + cartão de visitas + assinatura de e-mail. Com esse quarteto fantástico a sua marca estará nos principais pontos de contato dos clientes.
2) Fortaleça a sua identidade visual e o posicionamento: não adianta apresentar a marca de forma diferente o tempo todo. Faça as aplicações de maneira que reforcem a sua identidade visual e o posicionamento (como a sua empresa faz a diferença e transforma a vida das pessoas).
3) Construa autoridade: procure distribuir informações que comprovem a sua especialização na área. Você pode divulgar, por exemplo, estudos de casos de sucesso, em que a sua empresa fez toda a diferença e trouxe resultados muito positivos aos clientes. Essa divulgação pode ser no site, nas redes sociais, em campanhas de e-mail marketing, informativos e até na imprensa.
4) Resolva os problemas dos seus clientes: nas suas ações de marketing, não pense primeiro em promover a sua empresa. O mais importante é conhecer bem o perfil do seu cliente e saber que problemas ele tem e que você pode resolver da melhor maneira. Construa as suas mensagens e iniciativas com esse foco, para ganhar a atenção e a confiança da audiência.
5) Entregue conteúdos de valor. Use o seu marketing para construir relacionamento, dando algo de valor aos clientes, de forma despretensiosa, sem cobrar algo em troca e sem vender o tempo todo. Você pode postar, por exemplo, vídeos simples dando dicas para usar melhor o produto ou para manter a vida útil dele, fazer um check list que ajude a prevenir problemas, contar novas formas de uso que o mercado estrangeiro já está testando, adiantar tendências e pesquisas e até falar de curiosidades da fabricação, por exemplo.
6) Dê prioridade às mídias digitais. Independentemente do tipo de produto ou serviço que sua empresa forneça, use e abuse da internet e das redes sociais para ampliar os resultados do marketing e das vendas. É no mundo online que estão os seus clientes. E é nesse universo que você poderá distribuir as suas ofertas em escala.
7) Fidelize colaboradores, vendedores e clientes. Eles são a razão de ser de todas as empresas e os embaixadores das marcas.

Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-dicas-basicas-de-marketing-para-empresas-novatas

quarta-feira, 11 de maio de 2016

7 passos para começar seu négocio

Dar os primeiros passos para tirar uma ideia do papel pode ser uma missão menos complicada do que parece. Pelo menos para o empreendedor e investidor americano John Rampton, fundador da Adogy. Em artigo recente para o site da revista Inc, ele listou sete passos para quem quer começar imediatamente um negócio.

1. Não faça apenas brainstorm. Escreva suas ideias
O mais indicado em um brainstorm é basear-se em informações sobre o público-alvo e que tipo de produtos ou serviços poderia fazer sentido para melhorar a vida das pessoas, especialmente onde você vive. Antes de uma sessão de brainstorm, uma sugestão é indicar aos participantes para escrever suas ideias e depois promover uma discussão entre todos. Essa técnica encoraja a criatividade e dá a todos a oportunidade de compartilhar seus pensamentos sem a influência dos outros.

2. Conheça e analise a sua indústria
Depois de chegar a uma ideia de negócio com potencial, será o momento de definir exatamente quem será o cliente do produto ou serviço da empresa. É também a fase de mapear os concorrentes e qual será o investimento necessário para começar. Conversar com pessoas que já atuam no mesmo setor, ler livros especializados, revistas e acessar sites de negócios são atitudes recomendadas.

3. Faça seu plano de negócios
Um plano de negócios é um documento que normalmente faz uma projeção da empresa para os próximos três a cinco anos e norteia o caminho para chegar aos resultados. O plano deve ter:
- Sumário executivo: com o perfil da empresa e os objetivos a conquistar;
- Descrição da empresa: com um texto sobre o que ela faz e seus diferenciais;
- Análise de mercado: com a pesquisa sobre o setor, o mercado e os concorrentes;
- Organização e gestão: com a estrutura do negócio;
- Serviço ou linha de produto: que explica o que a empresa vende e quais são os benefícios para o cliente;
- Marketing e vendas: com as estratégias para as duas áreas;
- Investimento necessário: com um detalhamento financeiro do que é preciso para lançar a empresa;
- Projeções financeiras: para quem está buscando investimento, é o espaço de detalhar os números e demonstrar quando o negócio será lucrativo.
O Sebrae tem um manual de como fazer um plano de negócios.

4. Tenha tudo em ordem
Fazer o plano de negócios pode tomar alguns dias – ou até semanas –, dependendo da complexidade do documento. Mas é possível determinar as bases do negócio em apenas algumas horas. Não é preciso gastar horas discutindo o nome. É possível mudar isso depois. O mais importante é descobrir onde a empresa será sediada e quais são as necessidades para isso. Saber quais são os pré-requisitos para o funcionamento e se é preciso obter licenças antes também é fundamental logo no início.

5. Faça tudo legalmente
Começar certo, com a classificação ideal para o negócio e dentro da lei, é importante para dar o primeiro passo com convicção. No Brasil, é possível começar a empresa como microempreendedor individual (MEI), empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli), microempresa, empresa de pequeno porte etc. Cada uma tem suas características próprias e é importante consultar um contador para definir a melhor opção.

6. É possível recorrer ao capital dos outros
A menos que os fundadores já tenham uma reserva de capital para abrir a empresa, provavelmente será necessário buscar recursos. Tradicionalmente, os negócios recorrem aos amigos e à família, a investidores-anjo, fundos de venture capital e bancos. Mas pensar em outras opções, como microcrédito, empréstimos de programas estatais com taxas de juros menores, crowdfunding e aportes de aceleradoras podem ser alternativas para tirar a ideia do papel e começar a fase de consolidação do negócio.

7. Ganhe tração
Construir uma base dos primeiros clientes antes mesmo do negócio estar funcionando pode parecer uma loucura, mas é uma boa forma de ganhar tração quase imediatamente. É possível criar um buzz em torno do lançamento do produto ou serviço alcançando influenciadores e a mídia, lançando uma campanha de vídeos e se preparando para oferecer a melhor experiência aos clientes.


Matéria extraída do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/04/7-passos-para-comecar-seu-negocio-hoje.html

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

UM TOQUE FEMININO: Mulheres em ação para aprimorar os micro e pequenos negócios

Um grande portal, batizado de Empresa Simples, está sendo desenvolvido e deverá ser anunciado até o fim do mês

Um grupo de empresárias, denominado Mulheres do Brasil, apresentou em São Paulo, na sexta-feira(13/09/2014), ao ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, o projeto de um portal que reunirá informações para melhorar a capacitação dos empreendedores brasileiros.

Um grande portal, batizado de Empresa Simples, está sendo desenvolvido e deverá ser anunciado até o fim do mês. Várias ferramentas desse portal facilitarão a vida do empreendedor, como os processos de abertura e encerramento de empresas. Haverá uma área para busca de crédito, participação em licitações e até de oferta e procura de bens e serviços prestados pelas empresas.

As empreendedoras disseram ao ministro que o despreparo para gerir o próprio negócio é um dos motivos para o insucesso do empresário. “Os empreendedores só buscam ajuda quando estão com problemas”, disse a diretora da Bold, Gabriela Hunnicutt, integrante do grupo.