Mostrando postagens com marcador clientes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador clientes. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Como se planejar para abrir um negócio

Antes de abrir as portas de seu negócio, o empreendedor deve se planejar para ter mais chances de sucesso. Abaixo, cinco dicas vitais para não errar na jornada empreendedora.

Analise seu patrimônio financeiro
Some o valor que tem guardado com o que será ganho do fundo de garantia, do seguro-desemprego e de férias vencidas. Faça uma revisão rigorosa de gastos e adapte-se a um novo padrão de vida. O ideal é ter uma reserva para investir no negócio e, ao mesmo tempo, bancar despesas pessoais por pelo menos 12 meses sem salário.

Faça bom uso do seu networking
Deixe o orgulho de lado e não tenha medo de pedir ajuda a amigos e pessoas do seu raio de influência. Tente encontrar um mentor: alguém reconhecido no mercado, com experiência na sua área de atuação, que possa dar conselhos e abrir as portas usando sua rede de relacionamentos.

Estude gestão e finanças
Gerenciar uma empresa sozinho depende de conhecimentos em diversas dimensões — financeira, de marketing, de processos e de vendas. Identifique as áreas em que você tem menos aptidão e procure cursos rápidos sobre elas. Há uma variada oferta de material online (muitos deles gratuitos) de instituições como Endeavor, Sebrae e Coursera.

Elabore um plano de negócios
Pesquise quem é seu público-alvo ideal, quem são seus concorrentes e, o mais importante, qual será a sua proposta única de valor. A internet está aí para isso. Coloque no papel também algumas projeções financeiras. O material servirá como guia para os primeiros meses. Não é para ser um trabalho demorado — alguns sistemas, como o Business Model Canvas, facilitam esse trabalho. Caso não consiga fazer isso sozinho, procure instituições como o Sebrae.

Coloque um protótipo para funcionar

Cuidado para não levar meses planejando um produto completo e só no final descobrir que os clientes não gostaram. Construa um Produto Mínimo Viável (MVP), versão simplificada do que pretende lançar. Ofereça de graça a um grupo de clientes em potencial, em troca de feedbacks. O custo da evolução por etapas é menor do que o de uma pesquisa de mercado longa e tradicional.


Extraído de Revista PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/12/como-se-planejar-para-abrir-um-negocio.html


Acesse www.talentus4escritoriovirtual.com.br e conheça o mais moderno e econômico escritório compartilhado do mercado!

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

7 passos para seu negócio ter seguidores no Instagram (e vendas)

O Instagram não é mais apenas uma rede social para postar fotos produzidas ou relatar seu dia a dia por meio dos stories.
Além de ter 45 milhões de brasileiros ativos por mês, a plataforma conta com 15 milhões de perfis de empresas, que viram no Instagram um bom canal para divulgar seu negócio e gerar vendas. Por isso, a rede está investindo na educação de empreendedores quanto aos recursos da rede social.
Durante o Instamarket, evento organizado pela própria rede para promover o uso da rede social por pequenas e médias empresas, houve uma série de workshops (lotados) com as principais dicas para seu empreendimento usar o Instagram da forma mais eficiente.
Yasmin Medeiros, do time de marketing do Instagram, deu alguns conselhos que vão desde como montar um perfil realmente profissional até como usar o stories para conseguir mais seguidores (e vendas).
“O diferencial do Instagram é ser uma plataforma democrática. As empresas pequenas e médias competem no mesmo espaço que as grandes”, afirma. “O jeito de vender e comprar mudou.”
A plataforma consegue atingir todo o funil de vendas de um empreendimento, segundo a especialista do Instagram. “Você consegue fazer a divulgação, a geração da demanda, a aquisição do seu público, a compra e, por fim, a fidelização do seu cliente.” Saiba mais: Por que o funil de vendas é importante para o seu negócio

Ficou interessado? Confira, a seguir, o passo a passo para seu negócio bombar no Instagram:

1 — Crie uma página profissional para sua empresa

Criar um perfil profissional no Instagram é o primeiro passo para que sua empresa obtenha sucesso na rede social: usando um perfil pessoal para divulgar seus produtos, você perde a chance de aproveitar diversos recursos que a plataforma tem a oferecer aos empreendimentos.
“Essa é uma migração que a gente recomenda muito para quem tem um negócio e quer fazer ele dar certo”, afirma Medeiros. Por meio da mudança, é possível ver dados mais aprofundados e realizar anúncios segmentados na rede social, por exemplo.
Tal migração pode ser feita no próprio aplicativo do Instagram, mas é preciso já ter uma página de empresa no Facebook (veja o passo a passo aqui).

2 — Meça interações dos seus clientes

Pelo Instagram, é possível medir todas as interações que envolvem a página do seu negócio. Isso é feito pela plataforma Instagram for Business, que apresenta diversas métricas e insights aos empreendedores.
É possível ver, por exemplo, a idade e o gênero dos seus seguidores. Medeiros dá um exemplo prático da importância de tais dados: suponha que você tenha uma loja de produtos infantis e seu público-alvo são pessoas na faixa dos 30 anos de idade que têm ou pensam em ter filhos. Se você perceber pelas métricas que está atingindo um público de 13 a 15 anos de idade, por exemplo, significa que você precisa ajustar sua atuação na rede social.
Da mesma forma, um dado como região dos seus seguidores também é fundamental. Se sua loja de doces atende apenas a cidade de Recife, enquanto a maioria dos seguidores está em São Paulo, também será necessário rever sua estratégia de mídia.

3 — Otimize seu conteúdo para atingir os objetivos

Suas postagens devem ser pensadas de acordo com seu público-alvo e com as metas de cada nova foto. Mesmo assim, algumas dicas valem para qualquer empreendedor que queira oferecer um bom conteúdo pelo Instagram.
A primeira regra, elenca Medeiros, é prezar pela simplicidade. Tente não deixar a imagem poluída, valorizando o seu negócio e não os filtros da plataforma: o foco deve estar no produto, então guie o olhar do seu usuário para ele. Seja criativo e abuse de recursos que o Instagram disponibiliza, como boomerang, hyperlapse e layout.
Também é possível trabalhar a imagem com outros elementos discretos e harmoniosos – por exemplo, um abajur ou um criado-mudo. Por fim, seja coerente: no perfil do seu negócio, não intercale posts de produtos com posts sobre política. Mantenha uma paleta de cores e um modelo de texto similares ao longo das postagens.

4 — Entregue uma experiência visual encantadora

O Instagram é, no fim das contas, uma plataforma visual. Por isso, investir na conquista do seu cliente pelos olhos é uma regra fundamental para fazer sua empresa bombar na rede social.
Segundo Medeiros, o Instagram sempre tenta oferecer novos recursos visuais, do feed de posts estáticos aos stories e vídeos. Por isso, diversifique os formatos de acordo com as qualidades da sua empresa.
Para uma loja de sapatos que tem várias cores de um mesmo modelo, por exemplo, é possível agrupar todas as imagens no mesmo post – um modelo chamado de “carrossel”. Assim, você estimula o engajamento do seu usuário, que irá passar o dedo para ver as outras cores, sem poluir o feed da rede social.

5 — Use e abuse dos stories

Na mesma linha de diversificação, uma outra dica é incorporar os stories – espécie de “histórias” visuais efêmeras no Instagram – à estratégia de comunicação do seu negócio.
De acordo com a própria rede social, no último mês um terço dos stories mais visualizados foram de empresas, contrariando a noção de que os usuários não veem publicidade no Instagram. Ao todo, metade das empresas presentes na rede social já fazem stories.
Os empreendedores podem usar os stories de cinco maneiras, elenca Medeiros. A primeira forma é anunciar estoques limitados, promoções e vendas sazonais; a segunda é lançar concursos e solicitar respostas dos seus usuários; depois, criar conteúdos explicativos ou tutoriais do seu produto; a quarta forma é publicar prévias de novas coleções e atrair a curiosidade de novos usuários; e, por fim, postar bastidores e detalhes exclusivos do processo produtivo e incentivar a humanização da sua empresa.

6 — Faça anúncios na rede social

Muitos empreendedores desistem de fazer anúncios porque não querem gastar muito com marketing. Porém, fazer uso da chance de anunciar no Instagram pode ser a diferença entre ter um razoável e um excelente resultado. E não é preciso investir rios de dinheiro para tal.
Medeiros ressalta que o grande diferencial de anunciar pela rede social é que você só investe quanto realmente pode gastar. “Imagine se eu tivesse que colocar um anúncio em uma revista. Sairia muito mais caro”, exemplifica.
O Instagram já conta com dois milhões de anunciantes ativos, segundo dados da rede referentes ao mês de setembro de 2017. O Brasil é um dos países que mais contribuiu para o número, composto principalmente de pequenas e médias empresas.
Se você já mudou o perfil da sua empresa para uma página profissional e já analisou as métricas relativas a ela, é hora de fazer bom proveito das informações conquistadas. Nos anúncios, é possível segmentar as publicidades por gênero, idade e região atendida, por exemplo.
Depois, é possível posicionar seu anúncio (onde ele irá aparecer no feed dos seus usuários atingidos) e escolher a data e tempo de exposição. Além de, é claro, seu orçamento.
Para saber em detalhes o passo a passo para anunciar na plataforma, visite a página de anúncios do Facebook e do Instagram.

7 — Sempre se aprimore por meio de novos cursos


Por fim, toda empresa que quer bombar no Instagram precisa atualizar-se quanto às mudanças na plataforma. Por isso, Facebook e o Instagram disponibilizam um portal de cursos. Os conteúdos são gratuitos e muitos cursos disponibilizam certificados.




Extraído de Exame.com: https://exame.abril.com.br/pme/7-passos-para-seu-negocio-ter-seguidores-no-instagram-e-vendas/


Acesse www.talentus4escritoriovirtual.com.br e conheça o mais moderno e econômico escritório compartilhado do mercado!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

4 dicas para transformar o feedback dos seus clientes em receita

De acordo com um estudo recente da BrightLocal, 88% dos consumidores confiam em recomendações e análises de usuários on-line no mesmo nível de uma opinião pessoal. O feedback dos clientes possui um grande poder não apenas na interação com a empresa, mas também como uma forma de gerar renda. Afinal, é a partir dos comentários positivos e negativos sobre seu empreendimento que podemos ter insights e direcionamentos para aprimorar os processos de atendimento e atuação no mercado que, consequentemente, se converterão em novas receitas.

Por isso, é mais importante do que nunca os negócios estarem prontos para coletar essas informações sobre seus produtos e serviços aproveitando todos os canais de interação. Pensando nisso, a OnYou, empresa especializadas em auditoria da experiência do cliente do país, listou quatro dicas para trabalhar esses dados de forma rápida e eficiente a fim de transformar o seu empreendimento hoje mesmo:

Como solicitar as informações de seus clientes?

É preciso ir além da opinião da experiência do cliente com o produto ou serviço. Esse feedback é fundamental no pós-venda, assim como todos os pontos de contato do consumidor com a marca, para saber o que se passa na cabeça das pessoas que compram o que a sua organização tem a oferecer. O crescimento da receita por meio dessas informações envolve também testar hipóteses sobre quais públicos ou variações do mesmo perfil de personas podem ser atraídas pelo seu negócio.

Busque a clareza em primeiro lugar
Um questionário de satisfação de clientes pode ser implementado de acordo com os objetivos de sua empresa. É preciso fazer perguntas específicas, de forma clara, mas é igualmente importante não tornar o feedback em um transtorno ao usuário. Fazer com que seus próprios funcionários sejam atenciosos em perguntar especificamente sobre processos de seu negócio é uma saída, por exemplo: "Como estava o prato?"; "Você foi bem atendido?"; "Tem algo mais que você gostaria?".
Monitoramento e acompanhamento dos feedbacks
Canais de comunicação já controlados pela companhia, como atendimento presencial, serviço ao consumidor e on-line podem ser explorados como uma plataforma confiável para feedback. Mas é preciso que haja um indicador que apresente de forma objetiva qual é o impacto dos comentários no valor do cliente (Customer Equity) e se o investimento feito pela organização no marketing e no atendimento são sustentáveis em relação à sua receita.
Fazendo os comentários trabalharem a seu favor
O retorno dos consumidores sobre seu empreendimento deve acontecer de maneira ágil e entregar a solução mais adequada à cada situação. Ao responder uma reclamação, é importante lembrar de que o atendimento deve ser realizado de forma satisfatória independentemente do perfil do usuário. É essencial filtrar as respostas mais relevantes para o futuro da empresa e obter a opinião não apenas de uma base de clientes fidelizada, como também daqueles que já realizaram.

Extraído do Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-dicas-para-transformar-o-feedback-dos-seus-clientes-em-receita/120669/

quarta-feira, 24 de maio de 2017

9 passos para finalmente fazer um plano para seu futuro negócio

Fazer um modelo de negócios é o primeiro passo para quem quer abrir sua própria empresa. O mais utilizado atualmente é o criado pelo suíço Alex Osterwalder, publicado no livro “Business Model Generation”, em 2008.
O objetivo da ferramenta é descrever tudo o que é relevante para um negócio em nove áreas dentro de um quadro, chamado de Canvas. A ideia é que o empreendedor possa ter uma visão holística do negócio para testar sua viabilidade.
“O modelo de negócios é parte integrante do plano de negócios, esse sim bem mais detalhado. Ele ajuda o empreendedor a organizar suas ideias”, diz David Kallás, professor de estratégia do Insper.
“As pessoas ficam muito focadas na questão da inovação, em ter uma ideia brilhante que ninguém jamais teve. Esse não deve ser o foco. Às vezes, a solução de um problema é algo simples. Você pode abrir uma padaria, que não tem nada de inovador, mas o negócio pode ser um sucesso porque simplesmente não tem outra padaria naquela região”, explica o professor.
Segundo Caroline Caracas, coach de empreendedorismo e negócios e sócia-diretora da Marketing Minds e do Programa Empreenda-se, o modelo de negócios não elimina a necessidade de a empresa ter um plano de negócios em um segundo momento, mas ajuda a ver se o empreendedor está indo no caminho certo.
“O mais importante do modelo de negócios é a flexibilidade. Ele pode ser alterado a qualquer momento. Nele, a pessoa não precisa fazer contas. É uma mera exposição de qual é a sua proposta principal, qual é o seu público, como você vai oferecer o serviço, de qual forma virá sua receita e com o que você terá gastos, tudo posto em uma planilha de forma clara”, afirma.

Veja abaixo quais são os nove passos que você deve seguir para montar o seu modelo de negócios perfeito.

1 — Proposta de Valor
A primeira coisa a fazer é pensar na proposta de valor, ou seja, o que você está oferecendo e como aquilo se destaca da concorrência. O diferencial é o que mais agrega valor ao seu negócio.
“Eu sempre cito o exemplo de uma empreendedora que calçava 33/34 e tinha dificuldade de encontrar sapatos lindos de festa com essa numeração. Então, ela decidiu criar um e-commerce para esse nicho. É um diferencial, uma proposta de valor”, explica Caroline.

2 — Segmento de clientes
Em seguida, é hora de pensar em quem são os seus clientes. Olhando para o exemplo citado por Caroline acima, os clientes seriam pessoas que calçam 33/34 e têm dificuldade de encontrar sapatos de festas com essa numeração.
Neste campo, é possível explicitar se o seu público tem um perfil específico, se costuma ter um comportamento comum ou até mesmo onde essas pessoas estão localizadas.

3 — Canais de distribuição
Definido o público, a próxima etapa envolve pensar na forma em que a empresa vai entrar em contato com o segmento de clientes escolhido. Geralmente isso envolve ações de marketing ou de logística.
“Isso vai variar de acordo com o perfil dos clientes. No caso da empreendedora dos calçados 33/34, ela definiu que o canal seria o e-commerce. Claro, faz todo sentido uma vez que o público é restrito, é nichado. Logo, a melhor solução é oferecer uma plataforma de grande abrangência como a internet”, diz Caroline.
Em outros casos, porém, pode ser mais vantajoso oferecer um serviço presencial, uma loja física, por exemplo (como em uma pizzaria ou restaurante, dependendo da proposta de valor dos negócios).

4 — Relacionamento com clientes
O passo seguinte é entender qual será ou quais serão os tipos de relação que a empresa vai estabelecer com os clientes para conquistá-los e mantê-los.
A ideia aqui é pensar nas estratégias que serão utilizadas para a aquisição do cliente, a retenção do cliente e para impulsionar as vendas.
Um exemplo é quando uma empresa oferece a possibilidade de você testar um produto por um determinado período de maneira gratuita.

5 — Atividades principais
“O que a gente chama de atividade chave é algo inerente ao modelo de negócios. Sem aquilo, a empresa não gera receita”, diz Caroline.
Basicamente são as ações essenciais que devem ser realizadas para a empresa funcionar corretamente.
No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, entre as atividades principais dela está a disponibilização de uma plataforma de venda pela internet.

6 — Recursos principais
Neste campo você precisa colocar os principais ativos e recursos intelectuais, físicos ou humanos que a empresa vai precisar para funcionar.
“Se uma das atividades principais de uma empresa é marketing digital, ela terá de ter o recurso humano de alguém com experiência em marketing digital para gerir essa área, por exemplo”, diz Caroline.

7 — Parcerias
Em seguida, é hora de pensar nas parcerias, ou seja, em quais empresas ou organizações poderão dar apoio ou facilitar o funcionamento da empresa.
“Me lembro do caso de um empreendedor que tinha os Correios como um parceiro de sua empresa, pois os produtos vendidos seriam entregues através desse canal. Ao fazer o modelo de negócios, ele percebeu que não poderia ficar refém dos Correios, pois se eles entrassem em greve, o negócio iria falir”, explica a coach.  “Foi quando ele pensou em um plano B, C, D…”

8 — Fontes de Receita
O passo seguinte já entra na reta final do modelo de negócios. Com a total visão de qual o seu diferencial, qual o seu público e como você vai entregar o serviço/produto, chegou a hora de pensar em como o processo todo vai gerar receitas.
No caso da Netflix, por exemplo, entra nessa área a questão das assinaturas. No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, seriam as vendas pela internet.

9 — Estrutura de custos
O campo final que deve ser preenchido em um modelo de negócios é a estrutura de custos. Nela, será preciso descrever os custos totais da empresa decorrentes da operação do modelo de negócio em questão.

“É importante lembrar que é uma descrição, e não uma planilha numérica”, afirma a coach de empreendedorismo. Ou seja, se a pessoa tem um e-commerce, na estrutura de custos deve constar os gastos com entrega de produtos.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/9-passos-para-fazer-um-modelo-de-negocios/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Cinco dicas para você aplicar em seu negócio em 2017

Começamos 2017 ainda com a ressaca da crise econômica do ano que demorou, mas finalmente passou. O cenário de juros elevados e o alto índice de desemprego resultaram numa queda de 6,6% da atividade do comércio no Brasil, o pior resultado desde os anos 2000, segundo o Serasa Experian. O biênio 2015/2016 foi o pior da história do país, superando 1930/1931, reflexo da famosa crise de 29. Mas, é hora de virar a página.
A expectativa dos economistas é que este ano será melhor que 2016, mas a atividade econômica deverá se recuperar pra valer a partir do segundo semestre. Isso porque a inflação deve perder ainda mais força ao longo do ano e o tão desejado corte da taxa de juros pelo Banco Central deve continuar, favorecendo a retomada dos investimentos. Há uma grande expectativa de juros de um dígito até o final do ano.
Sendo assim, deixo alguns conselhos de gestão para serem aplicados em sua empresa em 2017:
1) Fique atento ao caixa: use o primeiro trimestre, que ainda promete ser economicamente fraco, para se atentar ao caixa. Foque na liquidez da empresa para que ela tenha real poder de investimento quando a economia começar a dar sinais mais significativos da sua recuperação.
2) Repense processos: o início do ano ainda sem muita movimentação é uma excelente oportunidade para a revisão dos processos. Estude o que precisa ser melhorado, o que precisa ser implantado e até mesmo o que tem de ser eliminado. Torne rotina as boas práticas adotadas em tempos de crise, que trouxeram redução de custos e/ou aumento da produtividade.
3) Aprimore sua equipe: ainda pensando nos primeiros meses do ano, avalie o seu quadro de funcionários e veja como pode melhorar o desempenho de cada um. Tenha certeza de que estará cercado por profissionais competentes e comprometidos quando a retomada da economia chegar.
4) Tire alguns projetos da gaveta: a partir do segundo semestre é hora de tirar as boas ideias da gaveta e apostar nelas. O mercado, em especial o varejo, precisa de constante inovação para atrair e fidelizar clientes. Não economize na criatividade.
5) Na dúvida, procure ajuda: não tenha medo e muito menos vergonha de buscar orientação de algum especialista ou alguém que tenha mais experiência em negócios. A troca de ideia é necessária e extremamente saudável no empreendedorismo. Instituições como o Sebrae e a ABF (Associação Brasileira de Franchising) oferecem cursos bastante interessantes.
O novo ano que começa certamente trará resultados muito positivos para quem souber se organizar e aproveitar as oportunidades deixadas pelas empresas menos preparadas e que vão demorar mais tempo para perceber que o pior já passou.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-dicas-para-voce-aplicar-em-seu-negocio-em-2017/116771/

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

7 dicas para colocar o blog da sua empresa no ar hoje mesmo

Em tempos de internet, redes sociais, Google e vendas online, ter um blog é essencial para todas as empresas, de qualquer segmento. Isso mesmo, para todos os negócios!

O blog é uma poderosa ferramenta de relacionamento com o público-alvo da sua marca e também para ajudar a melhorar a posição orgânica da sua empresa nos mecanismos de busca da internet, sem pagar anúncios.

Confira as principais dicas que preparamos para você colocar no ar o blog da sua empresa hoje mesmo e para alimentá-lo de forma fácil:

1)     Agregue o blog ao site da sua empresa ou aposte numa ferramenta gratuita para isso, como o WordPress, por exemplo.

2)     Defina a periodicidade das postagens, para se comprometer e criar cultura com o seu público. Uma boa dica é publicar um texto novo a cada quinzena ou semanalmente, por exemplo.

3)     Faça uma planejamento prévio dos temas. É importante entregar conteúdo e valor aos seus clientes. Então, aposte em assuntos que respondam às principais dúvidas deles, que tragam dicas, que antecipem tendências e que contem casos de sucesso.

4)     Não caia na armadilha de só preparar conteúdos que promovam o seu produto, serviço ou marca. A ideia aqui é prestar serviço com informações relevantes e de interesse do seu público-alvo. Então, fale do seu segmento, mas não fique vendendo o tempo todo.

5)     Entre as fontes para buscar informações para esses textos podem estar as áreas de vendas e de relacionamento com o cliente da sua empresa, pois elas  ajudarão a identificar as principais dúvidas do cliente, que você responderá no texto.

Há blogs de sucesso no mercado com textos construídos a partir das perguntas mais frequentes dos clientes. Outra dica é ver o que a concorrência no Brasil e no exterior está publicando, para se inspirar.

6)     Para turbinar ainda mais os resultados do seu blog, tente incluir no texto, se fizer sentido, as palavras mais procuradas no Google, pois isso ajuda na conversão e melhora o rankeamento nesse mecanismo de busca. É só escrever a palavra no espaço de buscas e ver quantas vezes o termo é procurado. Além disso, seu título deve ter entre 10 e 70 caracteres.

7)     Você também pode divulgar os temas nas suas redes sociais e no boletim online da sua empresa, com link para que a pessoa possa ler o conteúdo completo no blog, trazendo mais audiência para o site do seu negócio.

Comece hoje mesmo a colocar o seu blog em prática e confira os resultados! Aproveite para acompanhar os temas com mais audiência para ajustar o seu planejamento a cada mês e conseguir mais conversão e ainda mais sucesso!



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/7-dicas-para-colocar-o-blog-da-sua-empresa-no-ar-hoje-mesmo/

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Por que o empreendedor precisa se transformar enquanto a empresa cresce

Para fazer a empresa prosperar, o empreendedor precisa saber para onde quer ir e o que precisa mudar — nele e no negócio — para chegar lá.

Se você é empreendedor, já deve ter ouvido muitas vezes que sonhar grande dá o mesmo trabalho do que sonhar pequeno. É verdade. Tudo começa com a visão do empreendedor. Mas como transformar o sonho em realidade? Como construir uma empresa que mantenha um ritmo de crescimento e inovação por muitos anos? Muitas vezes, a aflição dos empreendedores está justamente nos momentos em que eles sentem a necessidade de levar a empresa a um novo patamar.

Há um imenso esforço para começar um negócio e deixá-lo redondo, mas, aos poucos, surge a necessidade de desbravar novos mercados, inovar nos produtos ou conquistar clientes maiores. O empreendedor começa a pensar se está pronto para dar um passo maior. Preciso de ajuda para crescer? Quais recursos preciso mobilizar? Qual será o meu papel nessa transição? Minhas funções na empresa precisam mudar? Certamente, ele precisará de fôlego para fazer sua empresa subir mais alguns degraus. Mas com um bom plano e uma dose de ousadia, dá para chegar lá.

Reconheça em qual fase você está
Segundo Cassio Casseb, ex-presidente do Banco do Brasil e hoje consultor e conselheiro de empresas, a primeira coisa que o empreendedor precisa saber é em qual degrau do desenvolvimento sua empresa está. Algumas pessoas confundem o que realmente têm nas mãos, enxergando na verdade o que gostariam de ter.

Primeiro, o empreendedor tem uma ideia. Depois, ele monta um negócio. Aí, há um terceiro momento em que ele tem uma empresa. É quando ele cria estruturas, monta processos. Finalmente, pode virar uma empresa aberta. Em cada uma dessas fases, as demandas são diferentes — e elas precisam estar bem resolvidas para que o empreendedor alcance o nível seguinte.

Um livro chamado Growing Pains divide as companhias em quatro estágios. Algumas companhias que dão muito certo nos primeiros estágios acabam sucumbindo ao não enfrentar corretamente os desafios do estágio seguinte. Por exemplo, inicialmente, para ser bem-sucedida a empresa precisa definir qual demanda do mercado quer resolver, desenvolver um produto ou um serviço útil e estar organizada para funcionar no dia a dia. No segundo estágio, ela precisa se preparar para adquirir recursos e desenvolver sistemas mais complexos.
A Apple, que nasceu em uma garagem para se tornar uma das empresas mais valiosas do mundo, conseguiu superar a dor de crescimento em cada estágio.

Um empreendedor para cada momento
Além dos desafios que mudam para a empresa como um todo, muda a rotina do empreendedor. A pessoa que monta uma startup, inicialmente, faz de tudo um pouco: é a equipe de TI, vendas, RH e financeiro ao mesmo tempo. Um outro livro, Grow to Greatness, fala sobre a evolução do empreendedor. Conforme sua empresa muda de patamar, ele precisa aprender a delegar, a confiar, a motivar e a ouvir.

Quem começa como executor passa a ser gestor, depois líder e, finalmente, mentor. O especialista se torna um generalista, depois um estrategista e, finalmente, condutor da cultura. O empreendedor precisa estar atento para desapegar de algumas funções e assumir novos papeis conforme o tempo passa e as necessidades do negócio mudam.

O papel do advisor
Um conselheiro pode ser interessante para acompanhar o empreendedor em uma fase de crescimento porque, como uma pessoa experiente, já viveu situações parecidas. Ele ajuda a enxergar o que é causa e o que é consequência e ajuda a buscar os melhores caminhos. Além disso, pode abrir portas para novos clientes e novos mercados. O empreendedor só não pode esperar que ele dê palpite sobre tudo, afinal deve ser chamado por entender de uma área ou de uma situação específica. Para encontrar um conselheiro, acione sua rede de contatos ou, se você já tem uma pessoa em mente, vá atrás dela. É importante que o empreendedor e o advisor tenham afinidade para construir uma relação interessante.

Crescimento não se faz só com dinheiro
Quando o empreendedor quer dar um novo salto, é muito comum que ele comece a pensar em como captar dinheiro para crescer. Ele logo pensa nos fundos de private equity com quem possa negociar. A questão é que dinheiro não é a solução para tudo. Pode ser que o fator escasso na empresa seja outro.

Casseb afirma que teve contato com muitos empreendedores que, para crescer, planejam redefinir seu público-alvo, alterar seu produto, mudar o canal de distribuição ou melhorar a qualidade dos funcionários. “Nem todas essas iniciativas exigem um alto investimento financeiro. Se o fator escasso da sua empresa é mercado, por exemplo, provavelmente você precisa mexer no seu produto ou questionar seu canal de vendas”, diz.

É POSSÍVEL USAR OS RECURSOS JÁ EXISTENTES E DIRECIONÁ-LOS PARA UMA NOVA ESTRATÉGIA.

Ele usa como exemplo a situação vivida pelo Brasil nas décadas de 1980 e 1990. O país tentava mostrar aos investidores estrangeiros que não era pior do que o México ou a Argentina. Era difícil e todo mundo dizia que faltava dinheiro no país. Mas o que faltava não era dinheiro: era um projeto ou um bom operador. Todas as vezes em que o Brasil teve um projeto bom com um bom operador, o dinheiro apareceu.

O mapa da mina
Quando o empreendedor começa a visualizar uma mudança de degrau, ele precisa traçar um plano de ação muito claro. Assim, fica mais fácil visualizar quais são realmente os fatores escassos. Uma vez que as tarefas tangíveis para atingir o objetivo estiverem estabelecidas e quando elas puderem ser mensuradas, é preciso delegar donos e datas para cada uma delas. Mudanças de patamar são momentos saudáveis e podem ser prazerosos. O empreendedor precisa encarar de forma positiva, mas ao mesmo tempo entender todos os detalhes antes de tomar qualquer decisão.

Existe momento certo?
Não existe uma receita de bolo para saber qual é o momento certo para pensar no crescimento da empresa. Casseb usa a metáfora de um incêndio. Quando o fogo se espalha, o certo é apontar a mangueira para a base do fogo e não para a fumaça ou para as labaredas. Mas se a sua calça estiver pegando fogo, é melhor apontar a mangueira temporariamente para o esse foco isolado. Crescimento de empresa é mais ou menos isso. Quando o empreendedor está trabalhando para sobreviver, não há muito como pensar nos grandes planos. Há momentos em que a prioridade é sobreviver, mas há momentos em que ele precisa se permitir olhar para onde está indo.

O que acontece é que muitas empresas param na primeira etapa. Se aparecer um problema em alguma área da sua empresa, depois de apagar o incêndio, verifique se há alguma mudança importante a ser feita para evitar que aconteça de novo. Quando os problemas param de se repetir, o empreendedor ganha fôlego para pensar estrategicamente em seu próximo passo. Empreender é como uma corrida de obstáculos.

SE VOCÊ EMPILHAR TODOS OS DESAFIOS A MONTANHA FICA INTRANSPONÍVEL, MAS SE VOCÊ PRIORIZAR, VIRA UMA CORRIDA COM BARREIRAS.

Ousadia X Cautela
“Em minha experiência profissional, vi mais empresas quebrando quando iam bem do que quando iam mal”, afirma Casseb. Isso porque, na empolgação, elas acabam dando um passo maior que a perna. Ou, como queria Bart Simpson, saltam o Grand Canyon de skate. A ambição e a confiança são ótimas qualidades dos empreendedores. Mas se exagerarem, podem perder o foco. É preciso entender qual passo é possível dar. As pessoas conservadoras demais podem não crescer, e as audaciosas demais podem quebrar. No meio desses extremos, há várias possibilidades.

Casseb atendeu certa vez um empresário que queria um diagnóstico. Sua empresa era melhor que as concorrentes e ninguém prestava o serviço tão bem quanto ela. Já tinham se passado 20 anos e o negócio continuava pequeno. Depois de dois dias na empresa, revelou sua conclusão: faltava coragem. O dono da empresa tinha medo de ficar sem trabalho e acabava cobrando menos do que poderia para os clientes, o que lhe dava uma margem baixíssima. Quando vinha uma segunda proposta, ele ficava com receio de não prestar o serviço corretamente para mais de um cliente ao mesmo tempo. A recomendação foi que ele confiasse mais em si mesmo e nas pessoas que havia treinado. Sua mentalidade mudou e ele começou a ousar mais. No primeiro ano, a empresa cresceu 40% e a margem cresceu 80%.

Mude ou morra
Nem sempre o que levou a empresa a um patamar é o mesmo serviço ou produto que vai levá-la ao próximo. Quanto espaço seu produto tem para crescer? O que dá para aproveitar do seu conhecimento em outros projetos? O empreendedor deve sempre buscar enxergar sua área de atuação como um todo. Imagine-se pegando um helicóptero e olhando o mercado de cima. Onde estão as grandes tendências? No mundo de hoje, se a empresa perder a ambição, morre. Se você quer uma empresa perene, tem que estar fora de zona de conforto o tempo todo, olhando para o futuro sempre.

Na década de 1980, a maior fábrica de régua de cálculo do mundo chamava Aristo. A régua de cálculo era usada para fazer contas complexas, extremamente útil na engenharia. A Aristo gastava dinheiro em pesquisas para sofisticar a régua de cálculo. Acontece que definiu errado. Ela não tinha que estar olhando para a régua de cálculo, e sim para o cálculo. Quando inventaram as calculadoras mais sofisticadas, a empresa quebrou em três anos.

Pessoa física X pessoa jurídica
Claro que o que vale para a empresa nem sempre vale para a pessoa física. A escala de valores do ser humano muda e nem sempre o empreendedor está mais disposto a arriscar tanto, a se expor e a fazer grandes mudanças. Os propósitos na vida do empreendedor podem, em algum momento, não estar mais alinhados com a dedicação que a empresa exige dele.


A BUSCA DA ORGANIZAÇÃO É PELO CRESCIMENTO E AUMENTO DO LUCRO, MAS NEM SEMPRE ESSE OBJETIVO TEM A VER COM O DO DONO: AO CONTRÁRIO DOS NEGÓCIOS, ELE PODE SER MENOS FELIZ SENDO MAIS RICO. É PRECISO SER SINCERO CONSIGO MESMO SOBRE A REAL DISPOSIÇÃO PARA TOCAR E NUTRIR UM NEGÓCIO.


Extraído do site Endeavor: https://endeavor.org.br/como-crescer-junto-empresa/

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

3 estratégias práticas para falarem bem do seu negócio

Aquele velho ditado “falem mal, mas falem de mim”, definitivamente, não é mais válido nos dias atuais, em que reputação é tudo e ajuda muito a vender e a ampliar os negócios. Mas como fazer as pessoas conhecerem a sua empresa e ainda falarem bem?
Este tema precisa estar na pauta permanente de todas as companhias. Uma prova disso é que toda grande empresa investe muito na construção da sua reputação, no seu posicionamento e no relacionamento com todos os stakeholders, ou seja, com os seu público de interesse: clientes, colaboradores, possíveis clientes, fornecedores, parceiros, formadores de opinião e também com a comunidade.
Essa construção de imagem positiva é permanente e não acontece do dia para a noite, mas preparamos três passos simples para que você possa estruturar o seu plano de ação hoje mesmo:
1- Cotidiano: No seu dia a dia, em todos os momentos, seja verdadeiro, honesto, positivo e transparente! Ninguém vai falar bem do seu negócio se ouvir reclamações de clientes ou funcionários nas redes sociais. E, acredite, se houver motivo, eles falarão tudo nesses canais.
2- Plano de ação: Liste os seus principais públicos e crie um plano rápido de ações semanais. Talvez possa começar com clientes, funcionários e com a comunidade.
3- Avaliação: Periodicamente, avalie os resultados, ouça a conversa das pessoas, agradeça, responda cordialmente e aprenda com esses retornos.
Como sabemos que o seu cotidiano é bem agitado e que não sobra muito tempo, para facilitar, reunimos as três principais ações para começar um relacionamento positivo com os seus públicos e levá-los a falar bem do seu negócio:
1- Para os colaboradores: se não der para falar pessoalmente, você pode ter um grupo fechado no Facebook, por exemplo, para elogiar as atitudes positivas, contar novidades antes de lançá-las, mandar mensagens de motivação e até compartilhar curiosidades da história da empresa. Hoje também há redes sociais corporativas, com ferramentas específicas para essas interações!
2- Para os clientes: invista em técnicas de encantamento e no bom atendimento, inclusive nas redes sociais. Vale a pena monitorar o que estão falando da sua marca e entrar nessa conversa. Se alguém está com uma imagem negativa sobre a sua marca, descubra o que ocorreu e tente reverter o caso. Muitas vezes uma mensagem gentil, um telefonema e até um convite para conhecer a empresa ao vivo podem mudar a percepção.
Outra ideia é prestigiar quem está falando bem, com ações de valorização. Convide os seus clientes para curtir a página e participar de promoções. Você pode fazer ações rápidas e com investimento mínimo nas redes sociais, para ampliar o seu relacionamento com as pessoas e levá-las a falar bem do seu negócio.
3- Comunidade digital: dê algo de valor para esse público, por meio das redes sociais. É uma das estratégias mais fortes para que falem bem da sua marca e também para atrair mais pessoas para a sua página. Pode ser um vídeo ou e-book ensinando a usar melhor o seu produto ou serviço, para aumentar a vida útil e evitar a manutenção, por exemplo.
Pense no seu negócio e nos problemas que ele resolve e tente levar essas soluções e dicas, gratuitamente, para o maior número possível de pessoas. Talvez você já tenha ouvido falar sobre marketing de conteúdo ou no inbound marketing, que estão muito comentados no meio digital atualmente. O fundamento dessa estratégia é exatamente dar conteúdo de valor às pessoas, para ampliar a base de interessados, criar conexão e relacionamento com essas pessoas, gerar confiança e comentários positivos, além, claro, de atrair mais vendas.
E não se esqueça que ter uma página bem cuidada, com posts todos os dias, nas principais redes sociais, é vital para qualquer negócio.
O importante é começar agora, de onde você está! Não espere o amanhã. Desafie-se a fazer três ações por semana com esse objetivo, para os seus públicos, por mais simples que sejam.
O importante é fazer, não parar, e não esquecer de responder aos comentários das pessoas. Aproveite para medir o que funciona melhor e investir mais nesse caminho.

Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/3-estrategias-praticas-para-falarem-bem-do-seu-negocio

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

7 passos para seguir depois de fazer um Plano de Negócios

Montar um bom plano de negócios é o primeiro passo para qualquer empreendedor. Com todas as ideias no documento, é hora de ver os planos saírem do papel. Mas, por onde começar?

De acordo com David Kállas, professor de estratégia do Insper, o plano de negócios bem elaborado é crucial para dar início à jornada no mundo do empreendedorismo. "É por meio dele que o empreendedor poderá captar investidores, sócios e parceiros. O plano é uma ferramenta de atração."

A elaboração do plano de negócios pode também trazer segurança para o futuro empreendedor. "É como se fosse a planta de uma casa. Além dela, há outros muitos detalhes a serem pensados em uma construção, mas com a planta eles são desenvolvidos com mais tranquilidade", afirma Vitor dos Santos, analista de negócios do Sebrae.

Apesar da grande importância do plano inicial, as próximas etapas de um negócio demandam tanta atenção quanto a elaboração do modelo.

Confira dicas para seguir um caminho organizado até firmar sua empresa.

1. Faça um plano de ações
Enumere as etapas de execução da forma que achar melhor. É possível até fazer um checklist convencional. Isso ajudará o empreendedor a não perder o controle. "O plano de ações evita que algo seja esquecido e ajuda a mensurar as etapas" afirma dos Santos.

2. Estabeleça um período de prototipagem
Fazer testes vai ajudar o futuro empreendedor a avaliar se há espaço para a sua ideia no mercado. Segundo Santos, o trabalho vem antes de qualquer empresa. Vale apostar em testes de produtos e com clientes para descobrir a forma como o público quer consumir.

3. Converse sobre suas ideias
Ouvir e trocar experiências com pessoas que já estiveram onde você está ajudará a colocar as ideias em prática. Na visão de David Kállas, nada é tão eficiente quanto conversar com alguém que entenda do assunto. "As pessoas precisam abandonar esse medo de dividir suas ideias. Se você não se sente seguro para falar sobre elas, é melhor revê-las."

4. Procure um contador ou advogado
Esses profissionais auxiliarão com as questões de contrato e no processo de abertura formal da empresa. A obtenção de um CNPJ é passo essencial para colocar um negócio em vigor. Santos afirma que não há um momento exato para que a formalização judicial seja feita. "Essa etapa pode vir no início ou no final do processo, depende do porte do negócio."

5. Pense na infraestrutura e no quadro de funcionários
Dedique um tempo para estudar o espaço físico de seu negócio, seja em um home office, um centro de co-working ou um escritório. O processo de seleção de funcionários também é um fator importante. "Selecionar colaboradores é uma das coisas mais importantes que um gestor faz. É importante trabalhar com pessoas engajadas no novo negócio para fazê-lo funcionar."

6. Vá atrás de clientes
Atrair a clientela é o grande desafio de todo negócio que está começando. O empreendedor precisa estar disposto a circular por aí. Isso fortalece outros aspectos importantes do negócio como o relacionamento com as pessoas e o networking.

7. Se necessário, faça ajustes

O empreendedor deve saber que sempre há surpresas. Em alguns casos, será necessário olhar novamente para o planejamento e fazer pequenos ajustes e adequações. Eventuais alterações no plano de negócios não devem ser motivo de medo ou desistência.


Matéria extraída do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/08/7-passos-para-seguir-depois-de-fazer-um-plano-de-negocios.html

quarta-feira, 13 de julho de 2016

7 dicas básicas de marketing para empresas novatas

Tão importante quanto o produto ou serviço que a sua empresa colocará no mercado ou o preço e as pessoas que estão no alvo das vendas é a divulgação, por meio do marketing. Nessa hora, é fundamental um check list, para definir as principais estratégias, os canais que serão ativados e também as mensagens trabalhadas.
Confira, a seguir, as dicas de marketing que selecionamos para alavancar a sua empresa que está chegando ao mercado!
1) Invista no enxoval básico do marketing: site + redes sociais + cartão de visitas + assinatura de e-mail. Com esse quarteto fantástico a sua marca estará nos principais pontos de contato dos clientes.
2) Fortaleça a sua identidade visual e o posicionamento: não adianta apresentar a marca de forma diferente o tempo todo. Faça as aplicações de maneira que reforcem a sua identidade visual e o posicionamento (como a sua empresa faz a diferença e transforma a vida das pessoas).
3) Construa autoridade: procure distribuir informações que comprovem a sua especialização na área. Você pode divulgar, por exemplo, estudos de casos de sucesso, em que a sua empresa fez toda a diferença e trouxe resultados muito positivos aos clientes. Essa divulgação pode ser no site, nas redes sociais, em campanhas de e-mail marketing, informativos e até na imprensa.
4) Resolva os problemas dos seus clientes: nas suas ações de marketing, não pense primeiro em promover a sua empresa. O mais importante é conhecer bem o perfil do seu cliente e saber que problemas ele tem e que você pode resolver da melhor maneira. Construa as suas mensagens e iniciativas com esse foco, para ganhar a atenção e a confiança da audiência.
5) Entregue conteúdos de valor. Use o seu marketing para construir relacionamento, dando algo de valor aos clientes, de forma despretensiosa, sem cobrar algo em troca e sem vender o tempo todo. Você pode postar, por exemplo, vídeos simples dando dicas para usar melhor o produto ou para manter a vida útil dele, fazer um check list que ajude a prevenir problemas, contar novas formas de uso que o mercado estrangeiro já está testando, adiantar tendências e pesquisas e até falar de curiosidades da fabricação, por exemplo.
6) Dê prioridade às mídias digitais. Independentemente do tipo de produto ou serviço que sua empresa forneça, use e abuse da internet e das redes sociais para ampliar os resultados do marketing e das vendas. É no mundo online que estão os seus clientes. E é nesse universo que você poderá distribuir as suas ofertas em escala.
7) Fidelize colaboradores, vendedores e clientes. Eles são a razão de ser de todas as empresas e os embaixadores das marcas.

Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-dicas-basicas-de-marketing-para-empresas-novatas

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Cinco segredos para captar clientes com eficiência

No início da operação, algumas empresas ainda possuem um pouco de dificuldade para captar clientes e fidelizá-los. Para ter sucesso nesse processo é importante mostrar todo o seu talento de uma forma sistemática e ordenada. Esse é um desafio que aflige muitos diretores comerciais, gerentes de vendas e outros profissionais que atuam com prospecção, mas com sabedoria e conhecimento é possível estabelecer grandes laços.
Na verdade, não podemos generalizar, existem profissionais com os mais diversos perfis, mas podemos dizer que muitos diretores ou empresários acabam dedicando-se mais à criação da imagem da empresa para o mercado, do que à captação de novos clientes. Porém, essa habilidade de captar novos clientes é tão importante quanto a construção da imagem de sua empresa. E você não precisa ter a chamada “veia comercial” naturalmente.
 Ou seja, aplicando algumas dicas diariamente, essa habilidade pode ser conquistada por profissionais de todas as formações.
 1. Cultive seus relacionamentos comerciais
Essa é uma dica inicial, no entanto, extremamente importante! Construir relacionamentos comerciais é fundamental e precisa ser feito desde o início do seu negócio. E claro, além dos clientes, é importante também fidelizar seu relacionamento com fornecedores, concorrentes, parceiros. O essencial é estar sempre em evidência, participar de convenções e eventos de sua área.
 2. Crie um espaço aconchegante
Em outras palavras, o espaço da sua empresa tem que ser organizado, aconchegante, atraente e amigável, dentro das suas possibilidades. Não há como captar clientes sem ter um local em que ele se sinta bem, com um bom atendimento e com uma recepção agradável.
 3. Invista nas redes sociais
Independente do segmento e área de atuação da sua empresa, seu negócio pode se beneficiar muito das redes sociais, seja o Facebook, Twitter, Instagram ou com o perfil mais corporativo no LinkedIn. Caso não tenha tempo para escrever grandes conteúdos, abuse de fotos e imagens, campanhas e promoções. Essa interação é importante tanto para o seu futuro cliente como também para o seu público. A exposição nas redes sociais, quando bem feita, pode trazer resultados positivos e melhorar a visão que a sua empresa possui no mercado, facilitando na hora de captar novos leads.
 Há uma técnica usada por profissionais de marketing, chamada de social proof (prova social), que ajuda na divulgação de sua marca. A ideia é muito usada em negócios locais, restaurantes ou casas noturnas que deixam formar filas na frente, mesmo com o interior vazio: as pessoas costumam pensar que, se o local está cheio, formando fila, significa que é muito requisitado e famoso. Use isso ao seu favor, mostrando que sua página é muito visitada.
 4. Um olho na rede social e outro no marketing de conteúdo
As redes sociais podem ser grandes aliadas para a imagem da sua empresa, mas o marketing de conteúdo é algo que vai muito além disso. Trata-se de uma técnica em que se usa materiais de interesse de seu público, atraindo-os para seu site com textos relevantes e úteis. Você pode oferecer esses materiais, como e-books, artigos, apresentações, vídeos e outros materiais, em troca do e-mail e nome das pessoas, começando a montar uma lista de leads. Mas cuidado: evite enviar o tão odiado “spam” à essas pessoas. Na página com o formulário, pergunte a eles se desejam receber suas novidades com aquelas caixas de seleção antes dos botões para baixar os materiais.
 5. Faça grandes parceiros
Fornecedores de materiais e de serviços podem indicar clientes para você e vice-versa! Conhece um amigo que tem uma empresa no mesmo ramo que a sua? Porque não unem forças para um dar apoio ao outro, quando um cliente precisar de um serviço ou produto que seu parceiro não possa oferecer? Criar laços fortes, principalmente com fornecedores, pode garantir muitas indicações e grandes negócios para sua marca.
 Enfim, não importa a área em que sua empresa atua, ou quantos concorrentes você tem, a verdade é que há de se ganhar muito mais com parcerias amigáveis do que em se preocupar em ser melhor que a concorrência. Além disso, o que vai te fazer diferente de outra empresa é a forma com que você executa o seu trabalho, a transparência com que você tem com um novo parceiro, cliente ou fornecedor e como você oferece o seu tempo.

Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-segredos-para-captar-clientes-com-eficiencia/111630/

quarta-feira, 25 de maio de 2016

5 conselhos para quem quer transformar uma ideia em negócio

Escrevemos este artigo para você que está pensando em empreender, tem uma ideia, mas ainda não tem um plano de negócios, e acha que talvez seja cedo para ter. Esta primeira fase é uma oportunidade para testar sua ideia e torná-la mais inovadora. Um tempo inicial investido no design de seu futuro negócio, que pode ter impacto positivo no desenvolvimento, ou até dar uma direção completamente diferente da imaginada inicialmente.
Mas, o que dá para fazer nesta fase? De forma bem simples e resumida, você deve entender melhor seus futuros clientes e parceiros, e verificar se seus produtos ou serviços atraem e despertam desejo como você imaginava que deveriam.
Seguem algumas dicas:
1 - Busque compreender melhor o ecossistema onde seu futuro negócio estará inserido, mapeie as diversas partes interessadas, ou stakeholders. Eles podem ser potenciais clientes no futuro, fornecedores, formadores de opinião, pesquisadores, investidores e até familiares e amigos. Selecione alguns para um bate papo, ou até uma entrevista mais estruturada.
2 - Mergulhe no mundo de seus potenciais usuários ou clientes, para obter conhecimentos de primeira mão, sobre as necessidades mais prementes para o desenvolvimento dos seus produtos ou serviços.
3 - Leia e estude o mercado. O que já tem disponível? Sua solução é inovadora e vai oferecer algo diferente do que as pessoas já conhecem e utilizam? Pergunte bastante e ouça todas as respostas, elas podem te ajudar a melhorar ou até mesmo repensar a sua ideia.
4 - Você seria seu próprio cliente? Sua visão crítica sobre a sua própria ideia também é importante. Considere os seus valores e princípios, não desista perante o primeiro ‘não’ que ouvir, e não desanime diante das críticas. Use tudo a seu favor, e continue desenvolvendo a ideia.
5 - Prototipe cedo. Há vários métodos de prototipagem que podem ser bastante úteis em fases bem iniciais do negócio. Novas ideias precisam de muita prototipagem e trabalho antes que estejam prontas para o lançamento, portanto nada melhor que começar cedo. Nesta etapa, aproveite os erros para melhorar, coletar mais informações e novas percepções, para testar com futuros usuários, ajustando e amadurecendo ainda mais a sua ideia.
Este trabalho inicial pode ser fonte de motivação para levar a sua idéia adiante. Com diversos stakeholders colaborando com seu negócio desde cedo, é muito mais provável que eles estarão motivados com a sua efetiva implementação. E o plano de negócios? Bem, quando chegar a hora de fazê-lo, você estará mais consciente e irá prepará-lo de forma muito mais eficiente!

Matéria extraída do site Exame: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-conselhos-para-quem-quer-transformar-uma-ideia-em-negocio

quarta-feira, 13 de abril de 2016

4 passos para conquistar seus primeiros clientes

Conquistar clientes é um dos principais desafios de uma empresa iniciante. Afinal, não basta ter um bom produto ou serviço, é preciso que as pessoas conheçam as opções que você oferece e se sintam motivadas a comprá-las para atestar sua qualidade.
Usar sua rede de contatos, apostar em marketing digital, criar a melhor experiência e saber como valorizar seus diferenciais estão entre os passos essenciais para fortalecer sua marca, conquistar os primeiros clientes e fazer seu negócio decolar. Confira como fazer:

Use sua rede de contatos
Sua rede de contatos pode ser uma aliada valiosa na hora de conquistar clientes. Comece divulgando seu negócio para quem você conhece. Ressalte os diferenciais do seu produto e mostre tudo aquilo que você tem para o mercado. A partir desse primeiro contato com sua network direta, é possível que você conheça outras pessoas que possam estar interessadas em seu produto ou serviço.
Uma tática interessante é pedir para seus contatos apresentarem de três a cinco consumidores em potencial. Se um deles se reverter em cliente já será um bom começo.

Use o marketing digital a seu favor
A maioria dos empreendedores sabe que precisa promover seu negócio para conquistar os primeiros clientes. No entanto, esbarram em um obstáculo: verba reduzida. Se esse for o seu caso, em vez de investir em campanhas de marketing tradicionais, use o poder do digital a seu favor. Crie um perfil em redes sociais, como Facebook, Twitter e LinkedIn, e interaja com potenciais clientes por esses canais. Crie também um site que mostre tudo o que sua empresa tem a oferecer.
O marketing digital é bom, bonito e barato, no entanto, para ser eficaz, é importante investir na criação de um conteúdo de qualidade, que seja realmente relevante para seu público-alvo.

Crie a melhor experiência para seus clientes
Em um mercado cada vez mais competitivo, ter um bom produto ou serviço não basta. É preciso se certificar de que seu negócio oferece a melhor experiência que seus clientes podem ter. Assim, eles não só voltam a comprar com você como indicam sua empresa para sua rede de contatos. Para isso, aposte em um atendimento ágil e eficaz não só na hora da venda, como também no pós-venda.
Ofereça diversas formas de pagamento e estude conveniências que você pode oferecer para tornar a experiência de compra ainda mais agradável e prazerosa para o cliente.

Valorize seus diferenciais
O que seu produto ou serviço tem de diferente? O que sua empresa oferece que a torna melhor do que a concorrência? Para saber as respostas para essas perguntas, é importante estudar seus produtos e serviços a fundo, conhecer cada especificação e detalhe sobre eles. Assim, você estará apto a responder qualquer pergunta dos clientes e saberá exatamente que atributos valorizar na hora da venda — e também da divulgação da sua empresa.


Com essas estratégias efetivas e simples, conquistar seus primeiros clientes será uma questão de tempo. Coloque em prática já!


Matéria retirada do Blog Sage: http://blog.sage.com.br/4-passos-para-conquistar-seus-primeiros-clientes/