Mostrando postagens com marcador Gestão.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gestão.. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Como se planejar para abrir um negócio

Antes de abrir as portas de seu negócio, o empreendedor deve se planejar para ter mais chances de sucesso. Abaixo, cinco dicas vitais para não errar na jornada empreendedora.

Analise seu patrimônio financeiro
Some o valor que tem guardado com o que será ganho do fundo de garantia, do seguro-desemprego e de férias vencidas. Faça uma revisão rigorosa de gastos e adapte-se a um novo padrão de vida. O ideal é ter uma reserva para investir no negócio e, ao mesmo tempo, bancar despesas pessoais por pelo menos 12 meses sem salário.

Faça bom uso do seu networking
Deixe o orgulho de lado e não tenha medo de pedir ajuda a amigos e pessoas do seu raio de influência. Tente encontrar um mentor: alguém reconhecido no mercado, com experiência na sua área de atuação, que possa dar conselhos e abrir as portas usando sua rede de relacionamentos.

Estude gestão e finanças
Gerenciar uma empresa sozinho depende de conhecimentos em diversas dimensões — financeira, de marketing, de processos e de vendas. Identifique as áreas em que você tem menos aptidão e procure cursos rápidos sobre elas. Há uma variada oferta de material online (muitos deles gratuitos) de instituições como Endeavor, Sebrae e Coursera.

Elabore um plano de negócios
Pesquise quem é seu público-alvo ideal, quem são seus concorrentes e, o mais importante, qual será a sua proposta única de valor. A internet está aí para isso. Coloque no papel também algumas projeções financeiras. O material servirá como guia para os primeiros meses. Não é para ser um trabalho demorado — alguns sistemas, como o Business Model Canvas, facilitam esse trabalho. Caso não consiga fazer isso sozinho, procure instituições como o Sebrae.

Coloque um protótipo para funcionar

Cuidado para não levar meses planejando um produto completo e só no final descobrir que os clientes não gostaram. Construa um Produto Mínimo Viável (MVP), versão simplificada do que pretende lançar. Ofereça de graça a um grupo de clientes em potencial, em troca de feedbacks. O custo da evolução por etapas é menor do que o de uma pesquisa de mercado longa e tradicional.


Extraído de Revista PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/12/como-se-planejar-para-abrir-um-negocio.html


Acesse www.talentus4escritoriovirtual.com.br e conheça o mais moderno e econômico escritório compartilhado do mercado!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

7 dicas para inovar em seu negócio

Além da concorrência tradicional que está cada vez mais acirrada com a oferta de produtos e serviços em todos os mercados e setores, é preciso se preparar para sermos competitivos em uma era em que jovens empreendedores com DNA de inovação e startups enxutas estão mudando completamente a forma de como fazemos negócios e consumimos produtos e serviços. Confira três dicas dadas pelo consultor em inovação corporativa Marcio Kogut para quem quer inovar em seu negócio.
1. Comece inovando na gestão de TI da sua empresa
Exatamente! Não existe iniciar um processo de inovação na sua empresa se o CTO (Chief Technology Officer) não estiver tecnologicamente atualizado, acompanhando as transformações digitais e focado em buscar inovação. Durante mais de 15 anos prestando consultoria a diversas empresas, escutei desculpas sem fundamentos ditas por alguns profissionais para os executivos que acabavam criando uma sensação de pânico e medo abortando qualquer tipo de mudança, melhoria ou possível inovação. A maioria dos CEOs não tem conhecimento profundo em tecnologias e por isso é obrigada acreditar na palavra do diretor de TI. Um dos exemplos que posso citar é a questão da computação em nuvem (cloud computing)
2. Reveja toda sua tecnologia interna
Eu tenho absoluta certeza que 90% da tecnologia da maioria das empresas estão completamente ultrapassadas e custando infinitamente mais caras do que as tecnologias mais modernas de hoje. Desde links de internet, servidores de e-mails, equipamentos, softwares de gestão e de produtividade. Todos os equipamentos, softwares e a inteligência que você precisa para o seu negócio já existem melhores e mais baratos do que você usa atualmente através de SaaS (software as a service).
3. Busque inovação fora ou crie uma equipe com autonomia
Para conseguir avançar com um processo de inovação dentro da sua empresa é necessário criar um time novo, pequeno (1 a 4 pessoas) com autonomia e sem vínculos de amizades internas. Conecte esse time a uma empresa de inovação corporativa para mapear as dores, definir estratégias e objetivos além de condicioná-los a pensar e agir com a mentalidade de empreendedores e startups.
4. Promova encontros com empreendedores e seus startups
Os empreendedores e startups têm vontade e, principalmente, a disponibilidade para entregar uma solução rápida e resolver um problema de forma simples apenas com a expectativa de que, se conseguirem, a empresa poderá ser um cliente anjo.
5. Planeje menos, execute mais
Criar processos de inovação em empresas levam tempo e, muitas vezes, fracassam pela burocracia e cultura de certa forma engessada. Independente de planejamento, não será nada fácil e rápido criar uma cultura de inovação para mudar completamente a realidade do seu negócio, por isso, não perca tempo e dinheiro planejando demais e inicie de forma simples e rápida.
6. Pense grande e comece pequeno
Os inovadores bem-sucedidos "pensam grande" considerando a gama completa de futuros possíveis. Eles facilitam a inovação ao ousar buscar "pensamentos assassinos" para novos produtos e serviços que podem reescrever as regras e o negócio de uma companhia. Em contraste, os inovadores fracassados tendem a "pensar pequeno". Eles assumem a postura de que a mudança radical não será necessária e que nada irá afetar o modelo do seu negócio no futuro.
7. Não tenha medo de mudar completamente seu negócio
Uma prova de que esse tipo de decisão pode ser necessária e terá que ser encarada com coragem é a história da Kodak. Em 1975 um grupo de engenheiros da empresa desenvolveu a primeira câmera digital do mundo que pesava quase 5 quilos e fazia fotos apenas em preto e branco. As previsões estimavam que a câmera digital poderia se tornar viável num horizonte de 20 anos, mas os executivos preferiram manter a estrutura e negócio atual de vender filmes do que romper com a realidade e olhar para o futuro. Como se sabe, alguns anos depois a concorrência fez o negócio ruir.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/7-dicas-para-inovar-em-seu-negocio/121853/


Acesse www.talentus4escritoriovirtual.com.br e conheça o mais moderno e econômico escritório compartilhado do mercado!

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Conheça formas de se capacitar para abrir um negócio

Os empreendedores nascem prontos para empreender ou podem se desenvolver? É evidente que a experiência ganha com o passar dos anos nos ajuda a moldar nossa forma de agir e de gerenciar nossos negócios.

Teoricamente não precisamos de um diploma ou de certificação para montarmos um negócio. Basta querer empreender. Alguns empreendedores inclusive não acreditam em capacitação e às vezes têm até preconceitos.

Mark Zuckerberg, Bill Gates, Steve Jobs, Silvio Santos e Samuel Klein são exemplos de empresários muito bem sucedidos que conseguiram vencer sem ter um diploma de faculdade. Estes são os famosos bem sucedidos, mas inúmeros outros sem estudo tentaram, não conseguiram sucesso e quebraram.

Dados do Sebrae indicam que 23% das micro e pequenas empresas fundadas fecham em até dois anos. Já o IBGE afirma que até 60% das empresas fundadas há 5 anos pararam suas operações. Os principais motivos para a quebra são a falta de capacitação, experiência, clientes e capital de giro.

Ninguém tem todas as competências já desenvolvidas, nem mesmo adquiriu todo o conhecimento necessário para empreender. Não basta ter ideia, intuição, dinheiro, garra, paixão, experiência ou boa vontade. É necessário técnica. Mas por que capacitar-se para abrir seu negócio? Quais os benefícios?

Capacitação é essencial para o empreendedor pois o ajuda a cortar caminhos no desenvolvimento da empresa, melhorando suas percepções, ajudando a prevenir riscos e principalmente no desenvolvimento de uma metodologia de gestão organizada e não apenas intuitiva.

Há outros fatores positivos como a aceleração do desenvolvimento da empresa, melhorando o entendimento do negócio e ajudando na disseminação das melhores práticas de gestão. Além disto, a inserção do empreendedor num ambiente de estudos o estimula à troca de informações, aumentando seu networking e inclusive gerando negócios.

Diversas opções

O empreendedor não precisa necessariamente passar por um programa formal de estudos, apesar de que um curso bem organizado possa trazer grandes benefícios. Porém, hoje há inúmeras formas de capacitação disponíveis para nos ajudar a empreender.

Atualmente a disponibilidade de informações para capacitação na internet é enorme. O problema é que há muitas informações e cursos de baixa qualidade. Como a internet é um canal aberto, todos podem dar suas opiniões e de alguma forma vender ou dar dicas. Contudo, muitos não têm expertise nem credibilidade para isso.

Sendo assim, apesar da abundância de possibilidades, procure capacitar-se com cursos, informações, textos e vídeos de pessoas ou escolas que têm notoriedade, seja esta, acadêmica ou prática. Leia e ouça os experts, pessoas bem sucedidas e preparadas e que são referência em suas áreas.

Nem sempre cursos ou informações grátis são bons. Geralmente são insuficientes, porém não quer dizer que tudo que é grátis é desprezível. Há diversos cursos e vídeos no Youtube, Coursera, Veduca e EdX que são de ótima qualidade e podem ajudar muito os empreendedores. Aproveite para assistir vídeos no TED com depoimentos de empresários, além de ouvir áudios pragmáticos no Podcast.

Uma boa dica para buscar capacitação empresarial é no site da Endeavor. Há diversas informações, vídeos e cursos de ótimo nível desenvolvidos por profissionais, professores e empreendedores realmente bem sucedidos.

Antes de começar o processo de capacitação, procure entender o que precisa estudar. Não gaste tempo nem dinheiro simplesmente para carimbar seu currículo com um curso, somente porque a instituição tem uma marca importante.

Seja pragmático e busque o que realmente precisa. Empreendedor de alta performance não tem tempo a perder, assim, tenha foco e estude o que precisa para agir. Tente adequar sua demanda para desenvolvimento com a disponibilidade de tempo e dinheiro que tem para investir.

Há inúmeros cursos disponíveis no mercado para capacitação, desde os mais simples que podemos fazer à distância como os do Sebrae, até os mais completos como os cursos de MBA para empreendedores das grandes escolas de negócios do mundo. Uma boa dica de um curso de curta duração de alto nível para empreendedores é o Business Dynamics do Insper.

Capacitação deve ser um processo contínuo de desenvolvimento. Exige paciência, disciplina e dedicação. Às vezes, o empreendedor acha que não precisa pois não tem atenção ou foco. Diz que não gosta de estudar porque nunca se dedicou, mas depois que começa acaba gostando, pois certamente obteve resultado. É como começar a correr. Vai doer, cansar, mas de repente está correndo 10 quilômetros por dia e se entusiasma a correr uma maratona. Basta começar, não desistir e buscar orientação.

Não há como garantir que educação ou capacitação mudarão os rumos da sua empresa, mas certamente melhorarão sua forma de pensar, planejar, agir e administrar. Invista sempre no seu desenvolvimento, o retorno é rápido e de alta rentabilidade.



Ricardo Mollo é empreendedor, professor de finanças do Insper e PhD candidate na University of London.


Extraído de Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/conheca-formas-de-se-capacitar-para-abrir-um-negocio/

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Três peças-chave para um negócio familiar de sucesso


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mais de 90% das empresas constituídas no Brasil são familiares. Mas, muitas delas não estão preparadas para sucessão, um problema revelado através de números. De cada 100 empresas familiares abertas e ativas, apenas 30 sobrevivem à primeira sucessão e cinco chegam à terceira geração. Como evitar o fracasso? A coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini, revela que existem três peças fundamentais no processo de sucessão familiar:

1 - Sucedido: provavelmente, essa é a pessoa que construiu um patrimônio superando muitas dificuldades, com muito suor e esforço. Dirige a empresa ao seu modo e com as condições que tem. Em alguns casos, sem estudo e sem preparação técnica, aplicando aquilo que aprendeu de forma mais orgânica. Ou, ainda, com o pai. Então é essencial que o sucedido consiga confiar em seu sucessor, entenda a importância de profissionalizar o negócio e tenha um plano para o depois. Ou seja, o que irá fazer quando “passar o bastão”. Também é importante que ele se sinta parte do processo como um todo e esteja ciente que ninguém fará igual e que “diferente” não quer dizer ruim. E esse resultado pode até ser melhor!

2 - Sucessor: muitas vezes, é um filho único. Em outros casos, o mais velho de alguns irmãos. E, ainda em outros, o filho que terá de disputar com outros que nem são da família. É importante que essa pessoa tenha experiências além das fronteiras do patrimônio familiar e que tenha competências técnicas que sustentem sua gestão. O sucessor precisa honrar e respeitar o passado, levando adiante o que há de bom. É fundamental que entenda a importância de se preparar para transmitir confiança ao sucedido, traçando um plano de desenvolvimento contínuo para si, para sua equipe e para o patrimônio. Tem que se sentir desafiado e, ao mesmo tempo seguro e preparado o suficiente para o desafio. Uma dica importante é ter objetivos pessoais e profissionais alinhados com a empresa que irá assumir.

3 – Empresa: é o maior patrimônio. E o que quer que seja feito, deve ser para garantir o melhor para a empresa, e não para alguém. Muitas vezes, é a fonte de renda e sobrevivência de inúmeras famílias. Carrega consigo a história da família que a fundou, das pessoas que nela trabalharam e trabalham, e do mercado que movimenta e participa. É essencial que se tenha um líder/gestor suficientemente preparado, incluindo uma equipe competente e alinhada estrategicamente. Um plano estratégico de gestão, administrativo e financeiro que seja claro, conciso e seguro. Preserve o que funciona e se encaixa em novos contextos e tendências. Tenha espaço para inovação, expansão e dispositivos adaptados a novos contextos de mercado e tecnologia e torne a missão, visão e valores devidamente conhecidos e vividos por cada colaborador.
Muito mais do que os imprescindíveis e essenciais aspectos jurídicos, administrativos e financeiros, o processo de sucessão é um conjunto de técnicas e comportamentos necessários para a perenidade de um negócio. Essa tríade – sucessor, sucedido e empresa – precisa estar em perfeita sintonia. Afinal, um depende do outro. E para os três é essencial um plano estratégico concreto, aplicável e que dê resultados. Afinal, são as pessoas que movem as organizações.




Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/tres-pecas-chave-para-um-negocio-familiar-de-sucesso/118838/

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Matriz de Gestão de Risco: analise os pontos críticos do seu produto ou serviço

Saiba o que é, como funciona e quando aplicar a Matriz de Gestão de Riscos, uma ferramenta que pode economizar tempo e recursos.

Quantas empresas você conhece que, mesmo tendo criado um negócio que resolve problemas interessantes, não atende a uma necessidade do cliente? Muitos empreendedores gastam fortunas com desenvolvedores, mesmo sem entender bem a tecnologia, lançam o produto no mercado sem estabelecer alguma parceria para viabilizá-lo, e esperam colher bons resultados em pouco tempo. Como já sabemos, na maioria dos casos, isso não acontece.

Os empreendedores acabam alocando tempo e dinheiro de maneira inadequada ao lançarem um novo produto ou serviço. Muitos nem ao menos fazem uma análise dos riscos que existem no processo de desenvolvimento de um produto e quais seriam as melhores ações para mitigá-los e aumentar as chances de sucesso. Essa análise prévia ajuda o empreendedor a gastar menos dinheiro e aproveitar melhor o seu tempo!

Pensando nisso, foi criada a Matriz de Gestão de risco, uma ferramenta que, quando bem aplicada, pode auxiliar a mapear e diluir os riscos no lançamento de um novo produto ou serviço, melhorando significativamente a gestão de seus projetos, aumentando a velocidade da entrada do produto no mercado, além de possíveis reduções de despesas em inovações. A ferramenta também é útil para investidores, porque acaba sendo uma outra maneira de analisar novas empresas.

Como usar

A Matriz de Gestão de Risco pode ser aplicada em inúmeras situações e para qualquer tipo de empresa, desde a pequena, que nem saiu do papel ainda, até o grande negócio. Basicamente, a ferramenta analisa 3 pontos de risco: usuário, mercado e técnico. Para cada um desses pontos, você responderá duas perguntas, atribuindo uma nota que vai de 1 a 5, de acordo com o quanto concorda com as afirmações que estarão dispostas no quadro.

Depois de finalizar as 3 etapas, a ferramenta calcula automaticamente quanto do seu capital está em risco no lançamento desse produto ou serviço. Com essa primeira análise, você já conseguirá visualizar alguns pontos que podem ser melhorados ou mais bem estudados, mas eles ainda são apenas uma amostra dos fatores que impactam um projeto.

Por isso, para ajudá-lo a ter uma visão mais aprofundada, na segunda aba da planilha você encontrará a Matriz de Gestão de Risco, com outros pontos que influenciam na concepção, desenvolvimento e lançamento de um novo produto ou serviço. Nessa mesma aba você terá acesso a um vídeo que explica a importância de cada parte da Matriz e as suas implicações dentro de um projeto. Além disso, você também terá acesso a estudos feitos com empresas reais que aplicaram a ferramenta em seu negócio.



Quer saber mais? CLIQUE AQUI e baixe a ferramenta!



Matéria extraída do site Endeavor Brasil: https://endeavor.org.br/matriz-de-gestao-de-risco-inovar-nao-precisa-ser-sinonimo-de-correr-risco/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Cinco dicas para você aplicar em seu negócio em 2017

Começamos 2017 ainda com a ressaca da crise econômica do ano que demorou, mas finalmente passou. O cenário de juros elevados e o alto índice de desemprego resultaram numa queda de 6,6% da atividade do comércio no Brasil, o pior resultado desde os anos 2000, segundo o Serasa Experian. O biênio 2015/2016 foi o pior da história do país, superando 1930/1931, reflexo da famosa crise de 29. Mas, é hora de virar a página.
A expectativa dos economistas é que este ano será melhor que 2016, mas a atividade econômica deverá se recuperar pra valer a partir do segundo semestre. Isso porque a inflação deve perder ainda mais força ao longo do ano e o tão desejado corte da taxa de juros pelo Banco Central deve continuar, favorecendo a retomada dos investimentos. Há uma grande expectativa de juros de um dígito até o final do ano.
Sendo assim, deixo alguns conselhos de gestão para serem aplicados em sua empresa em 2017:
1) Fique atento ao caixa: use o primeiro trimestre, que ainda promete ser economicamente fraco, para se atentar ao caixa. Foque na liquidez da empresa para que ela tenha real poder de investimento quando a economia começar a dar sinais mais significativos da sua recuperação.
2) Repense processos: o início do ano ainda sem muita movimentação é uma excelente oportunidade para a revisão dos processos. Estude o que precisa ser melhorado, o que precisa ser implantado e até mesmo o que tem de ser eliminado. Torne rotina as boas práticas adotadas em tempos de crise, que trouxeram redução de custos e/ou aumento da produtividade.
3) Aprimore sua equipe: ainda pensando nos primeiros meses do ano, avalie o seu quadro de funcionários e veja como pode melhorar o desempenho de cada um. Tenha certeza de que estará cercado por profissionais competentes e comprometidos quando a retomada da economia chegar.
4) Tire alguns projetos da gaveta: a partir do segundo semestre é hora de tirar as boas ideias da gaveta e apostar nelas. O mercado, em especial o varejo, precisa de constante inovação para atrair e fidelizar clientes. Não economize na criatividade.
5) Na dúvida, procure ajuda: não tenha medo e muito menos vergonha de buscar orientação de algum especialista ou alguém que tenha mais experiência em negócios. A troca de ideia é necessária e extremamente saudável no empreendedorismo. Instituições como o Sebrae e a ABF (Associação Brasileira de Franchising) oferecem cursos bastante interessantes.
O novo ano que começa certamente trará resultados muito positivos para quem souber se organizar e aproveitar as oportunidades deixadas pelas empresas menos preparadas e que vão demorar mais tempo para perceber que o pior já passou.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-dicas-para-voce-aplicar-em-seu-negocio-em-2017/116771/

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

7 passos para finalmente abrir um negócio em 2017

O ano de 2017 traz novos ventos econômicos. Com isso, muita gente que até imaginava virar empreendedora, mas tinha receio de enfrentar anos de recessão, resolveu tomar coragem e adicionar o negócio próprio na lista de promessas.
“Há um consenso dos economistas de que a economia vai fazer um movimento contrário neste novo ano: a descida do crescimento se tornará uma subida, ainda que seja algo lento e gradual. É uma época que vai ser diferente, porque as expectativas também são diferentes”, analisa Gilbeto Braga, professor de finanças do Ibmec/RJ.
Com isso, alguns setores podem começar a crescer neste semestre e, principalmente, no próximo. “É uma boa época para procurar negócios e pesquisar o segmento certo, o lugar certo e o momento de abertura certo”, completa Luis Henrique Stockler, da consultoria ba}STOCKLER.
Além disso, Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, prevê que algumas medidas podem ser aprovadas neste ano para melhorar o ambiente empreendedor.
A principal delas é a redução do tempo de abertura de empresas que se encaixam no programa Simples Nacional: esse período passaria de 102 para 5 dias. “Em Brasília, já conseguimos estabelecer um padrão de países desenvolvidos, que é um prazo de 2 dias para a abertura de negócios. Agora, o próximo alvo é a cidade de São Paulo.”
Ficou animado com as perspectivas de 2017 e quer, finalmente, abrir seu primeiro negócio próprio? Confira, a seguir, alguns passos essenciais para isso:

1. Pesquise bem o que você irá fazer
O primeiro passo de um negócio é, claro, ter uma ideia. Porém, apenas uma ideia não forma um negócio de sucesso: é preciso verificar se ela condiz com a realidade.
Por isso, um dos primeiros passos para empreender é realizar uma boa pesquisa de mercado. “Pesquise quem é seu público-alvo ideal, quem são seus concorrentes e, principalmente, qual será a sua proposta única de valor, o seu diferencial”, aconselha Stockler.

2. Elabore um plano de negócios e faça o teste
Agora que você já pesquisou as condições do seu futuro mercado de atuação, é preciso estruturar sua empresa de forma mais detalhada.
Como? Fazendo um bom plano de negócio, colocando aspectos como atividade principal, proposta de valor, público-alvo, parcerias estratégicas, fontes de receita e estrutura de custos.
Sobre dimensionar o capital necessário, um aviso: sempre se prepare para talvez gastar mais do que você estima. “Não dá para pensar em tudo que pode acontecer com uma empresa: imprevistos ocorrem. Por isso, se seu capital estimado for de 100 mil reais, guarde 150 mil reais, por exemplo.”
Se você não sabe como estruturar um plano de negócios, há diversas metodologias que facilitam o trabalho. Uma das mais conhecidas é o Business Canvas Model, por exemplo. Também há sites e instituições que ajudam nesse planejamento, como o Sebrae.
“O plano de negócios é importante porque diminui a margem de erro no início na operação. Mesmo que você precise de um profissional para isso, é um investimento que se paga no futuro”, completa Braga, do Ibmec.
Vale lembrar que o plano de negócios também inclui a construção de um Mínimo Produto Viável (MVP): uma versão simplificada do que você irá oferecer, que deve ser testada entre seus clientes potenciais. Se a resposta deles for positiva, é hora de realmente investir o capital projetado.

3. Avalie pontos comerciais
Um dos poucos lados bons em uma crise econômica é que quem abrir um negócio encontra melhores condições de negociação com seus fornecedores, diante da falta de demanda. É o caso, por exemplo, dos pontos comerciais para aluguel.
Por isso, se seu negócio precisa de uma sede física para operar, é uma boa hora para pesquisar. “Há muitos imóveis comerciais com descontos ou com multas anteriores perdoadas, e isso significa uma redução significativa no seu investimento inicial”, ressalta Braga, do Ibmec.

4. Procure estudar mais sobre gestão e mentalidade empreendedora
Outro passo muito importante para abrir sua própria empresa é abandonar a mentalidade de funcionário: ou seja, pensar apenas no seu setor de atuação.
Ao estudar conceitos de gestão, que costumam ser mais amplos e abranger diversos setores, você começará a pensar mais como um empreendedor – unindo sua habilidade inovadora a uma visão estratégica da empresa. “Sem essa mentalidade, o negócio não vira. É como dirigir: quem não sabe acelerar direito, capota na primeira curva”, ressalta Afif, do Sebrae.
Assim como no plano de negócios, é possível aprender mais sobre administração empresarial por meio de materiais gratuitos e online.

5. Arranje um mentor
Caso você seja um empreendedor de primeira viagem, tudo isso pode parecer uma tarefa muito complicada.
Por isso, pode ser uma boa ideia arranjar um consultor ou mentor de negócios – seja de maneira formal ou simplesmente pedindo conselhos a quem já passou por essa experiência.
“É sempre bom o iniciante ter um consultor sênior: alguém que tem uma visão que esse empreendedor de primeira viagem, por falta de experiência, não tem”, defende Afif.
Esse mentor poderá ajudá-lo tanto na etapa de concepção do plano de negócios quanto no futuro, quando sua empresa passar por problemas mais específicos – além de contribuir para a formação do seu networking no mundo empreendedor.

6. Faça um calendário de atividades
Você já tem uma ideia, um bom plano de negócios, um teste com seu público-alvo, um ponto comercial e até um mentor para ajudá-lo com suas futuras dúvidas. Agora, é hora de realmente partir para a ação: crie um calendário de atividades e faça sua empresa acontecer.
Para não perder os detalhes de cada uma das tarefas e se enrolar no planejamento, Stockler recomenda usar uma metodologia chamada “5WH2”. Derivada do inglês, a sigla elenca sete perguntar que você deve responder sobre cada atividade que fizer: o quê (“what”), por quê (“why”), quando (“when”), onde (“where”), quem (“who”), como (“how”) e quanto (“how much”).

7. Estabeleça uma presença digital
Uma dessas atividades, diz Braga, é a elaboração de uma presença digital – mesmo se sua empresa ainda nem abriu as portas.
“É uma tarefa de custo baixo, mas que agrega muito valor à empresa. Você já ganha um ponto de diferenciação em relação aos seus concorrentes se tiver uma boa presença e os consumidores conseguirem saber mais sobre seu negócio”, ressalta o docente do Ibmec. “Além de divulgar seu produto ou serviço, sua marca também começa a ser lembrada pelas pessoas, incluindo seu público-alvo.”



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/7-passos-para-finalmente-abrir-um-negocio-em-2017/

quarta-feira, 15 de junho de 2016

5 dicas para elaborar um planejamento financeiro eficiente

Ao passo que tem uma das maiores taxas empreendedoras do mundo, o Brasil também amarga altíssimos índices de mortalidade empresarial. Por que isso acontece? Os fatores são muitos e variam de acordo com a região, a área do negócio, a experiência dos empreendedores e os motivos que os levaram a empreender. Mas um ponto é comum a praticamente todos os empreendimentos que quebram: planejamento financeiro ruim ou inexistente.
Planejar bem as finanças do seu negócio é crucial, principalmente nas micro e pequenas organizações, que dispõem de menos capital e, por isso, estão mais suscetíveis aos efeitos de instabilidades.
Abaixo, organizamos cinco dicas que vão ajudar você a elaborar um planejamento financeiro eficiente. Confira:
Estimar e separar custos fixos de variáveis
Organize suas despesas de forma que seja possível mensurar com clareza tudo que sai e prever da maneira mais precisa possível os gastos futuros. Para isso, é fundamental que custos fixos sejam destacados dos variáveis.

Pro-labore é despesa

Em muitas empresas pequenas, não há uma especificação do que é o pro-labore e, em alguns casos, sequer a identificação desse tipo de retirada nas planilhas. É preciso entender desde cedo que nem tudo que “sobra” depois de pagar todas as contas vai diretamente para a conta do empreendedor. O ideal é prever um valor fixo para o pro-labore, que nada mais é do que o “salário” do empresário, e nunca retirar mais do que ele a cada mês.

Reservar para investimentos e emergências

Além de cobrir os custos operacionais e retirar seu pro-labore, o empreendedor precisa prever em seu orçamento algumas reservas estratégicas. São elas: verba para investimentos futuros e fundo de reserva para emergências. Trabalhar sempre com o orçamento no limite é um risco alto. Qualquer momento desfavorável pode complicar muito a situação da empresa.

Indicadores financeiros

Quase ninguém em PMEs dá atenção a isso, mas levar em consideração índices como o de inflação e da taxa de juros pode fazer grande diferença em seu planejamento financeiro. Algumas despesas podem ficar maiores ou menores dentro de alguns meses e prever isso pode ajudar seu negócio a escolher o melhor caminho a ser percorrido até lá.

Software

Organizar o fluxo de caixa é um dos primeiros desafios enfrentados pelos empreendedores de pequenos negócios, que muitas vezes precisam utilizar programas complexos e confusos. Em outros casos, eles sequer utilizam softwares e mantêm uma gestão sofrível de suas finanças.


Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/5-dicas-para-elaborar-um-planejamento-financeiro-eficiente/110279/

quarta-feira, 11 de maio de 2016

7 passos para começar seu négocio

Dar os primeiros passos para tirar uma ideia do papel pode ser uma missão menos complicada do que parece. Pelo menos para o empreendedor e investidor americano John Rampton, fundador da Adogy. Em artigo recente para o site da revista Inc, ele listou sete passos para quem quer começar imediatamente um negócio.

1. Não faça apenas brainstorm. Escreva suas ideias
O mais indicado em um brainstorm é basear-se em informações sobre o público-alvo e que tipo de produtos ou serviços poderia fazer sentido para melhorar a vida das pessoas, especialmente onde você vive. Antes de uma sessão de brainstorm, uma sugestão é indicar aos participantes para escrever suas ideias e depois promover uma discussão entre todos. Essa técnica encoraja a criatividade e dá a todos a oportunidade de compartilhar seus pensamentos sem a influência dos outros.

2. Conheça e analise a sua indústria
Depois de chegar a uma ideia de negócio com potencial, será o momento de definir exatamente quem será o cliente do produto ou serviço da empresa. É também a fase de mapear os concorrentes e qual será o investimento necessário para começar. Conversar com pessoas que já atuam no mesmo setor, ler livros especializados, revistas e acessar sites de negócios são atitudes recomendadas.

3. Faça seu plano de negócios
Um plano de negócios é um documento que normalmente faz uma projeção da empresa para os próximos três a cinco anos e norteia o caminho para chegar aos resultados. O plano deve ter:
- Sumário executivo: com o perfil da empresa e os objetivos a conquistar;
- Descrição da empresa: com um texto sobre o que ela faz e seus diferenciais;
- Análise de mercado: com a pesquisa sobre o setor, o mercado e os concorrentes;
- Organização e gestão: com a estrutura do negócio;
- Serviço ou linha de produto: que explica o que a empresa vende e quais são os benefícios para o cliente;
- Marketing e vendas: com as estratégias para as duas áreas;
- Investimento necessário: com um detalhamento financeiro do que é preciso para lançar a empresa;
- Projeções financeiras: para quem está buscando investimento, é o espaço de detalhar os números e demonstrar quando o negócio será lucrativo.
O Sebrae tem um manual de como fazer um plano de negócios.

4. Tenha tudo em ordem
Fazer o plano de negócios pode tomar alguns dias – ou até semanas –, dependendo da complexidade do documento. Mas é possível determinar as bases do negócio em apenas algumas horas. Não é preciso gastar horas discutindo o nome. É possível mudar isso depois. O mais importante é descobrir onde a empresa será sediada e quais são as necessidades para isso. Saber quais são os pré-requisitos para o funcionamento e se é preciso obter licenças antes também é fundamental logo no início.

5. Faça tudo legalmente
Começar certo, com a classificação ideal para o negócio e dentro da lei, é importante para dar o primeiro passo com convicção. No Brasil, é possível começar a empresa como microempreendedor individual (MEI), empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli), microempresa, empresa de pequeno porte etc. Cada uma tem suas características próprias e é importante consultar um contador para definir a melhor opção.

6. É possível recorrer ao capital dos outros
A menos que os fundadores já tenham uma reserva de capital para abrir a empresa, provavelmente será necessário buscar recursos. Tradicionalmente, os negócios recorrem aos amigos e à família, a investidores-anjo, fundos de venture capital e bancos. Mas pensar em outras opções, como microcrédito, empréstimos de programas estatais com taxas de juros menores, crowdfunding e aportes de aceleradoras podem ser alternativas para tirar a ideia do papel e começar a fase de consolidação do negócio.

7. Ganhe tração
Construir uma base dos primeiros clientes antes mesmo do negócio estar funcionando pode parecer uma loucura, mas é uma boa forma de ganhar tração quase imediatamente. É possível criar um buzz em torno do lançamento do produto ou serviço alcançando influenciadores e a mídia, lançando uma campanha de vídeos e se preparando para oferecer a melhor experiência aos clientes.


Matéria extraída do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/04/7-passos-para-comecar-seu-negocio-hoje.html

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

5 dicas para PMEs planejarem o orçamento em 2015

De acordo com a consultoria Nibo, um aspecto importante para o sucesso é aderir aos softwares de gestão


Para não iniciar o ano no vermelho e garantir o bom desempenho financeiro de pequenas e médias empresas, a consultoria Nibo, especializada no desenvolvimento de plataformas de gestão financeira às PMEs e integração contábil para contadores, listou cinco dicas para ajudar no planejamento orçamentário de 2015. Segundo os especialistas da consultoria, o desafio maior das empresas é avaliar as contas.
Confira abaixo a lista com dicas para uma administração saudável em 2015, segundo o Nibo: