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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

10 lições de empreendedorismo de Steve Jobs

Em qualquer lista dos maiores empreendedores de todos os tempos, lá estará Steven Paul Jobs. Para o mundo: Steve Jobs. E para as pessoas mais próximas, simplesmente Steve. Assim como qualquer grande físico ou arquiteto precisa estudar os maiores físicos ou arquitetos da história, empreendedores poderiam adotar a mesma linha. O próprio Jobs fazia isso. Era fascinado por Thomas Edison, da GE, Henry Ford, da Ford, e Edwin Land, da Polaroid, por exemplo. Com Edison, aprendeu o papel da inovação para o desenvolvimento de uma empresa; com Ford, sobre como levar inovações para as massas; e, com Land, sobre como ficar atento para que a inovação não seja a causa mortis da empresa.
Mesmo os que conhecem muito pouco sobre Jobs ficam impressionados com a sua capacidade de se expressar por meio de frases de impacto. A seguir, reuni dez lições que qualquer empreendedor pode utilizar no seu dia a dia e no seu negócio.
1. “Todas as coisas que estão ao seu redor e que você chama de vida foram criadas por pessoas que não eram mais espertas que você.” Não entenda mal. No contexto em que foi dita, essa frase quer dizer que qualquer pessoa pode criar algo, já que sempre haverá pessoas que não sabem que podem ou não querem fazer aquilo. A imensa maioria dos empreendedores não eram prêmios Nobel do mundo, dos seus países, sequer da sua turma. Mas foram lá e fizeram.
2. “Alô... É o Bill Hewlett da Hewlett-Packard?” Sim. “Estou montando um frequencímetro para um trabalho escolar e precisava de algumas peças...” Jobs tinha 12 anos quando ligou para Bill Hewlett, cofundador da HP e um dos empresários mais importantes dos Estados Unidos naquele momento. Ele não só conseguiu as peças como arrumou um estágio de férias e se tornou amigo de Bill e seu sócio Dave Packard. Peça e receberá!
3. “Quando tinha 17 anos, li uma frase que dizia algo como: ‘Se viver cada dia como se fosse o último, um dia estará certo’. Isso me impressionou muito e, nos últimos 33 anos, me olho no espelho todas as manhãs e me pergunto: se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de ter feito o que farei hoje? Se a resposta é 'não' por muitos dias seguidos, eu sei que preciso mudar algo.”Se existe algo que me irrita são pessoas que reclamam do seu trabalho pois não se orgulham do que fazem. O que foi dito por Jobs deveria estar impresso no espelho do nosso banheiro para ser lido todas as manhãs.
4. “Um grande marceneiro não vai utilizar madeira vagabunda para o fundo de um armário, mesmo que ninguém veja.” Um grande produto, serviço, empresa ou mesmo pessoa está nos detalhes. Não dá para ser excelente na aparência e sofrível nos detalhes. Cedo ou tarde, ficará claro que aquilo é ruim ou, pior, é medíocre. E tudo o que é medíocre é esquecível e, consequentemente, é invisível. Se for fazer, faça muito bem-feito.
5. “Os botões do Mac OS são tão bem-feitos que você vai querer lambê-los.” Se você tem um equipamento Apple, sabe o que Jobs queria dizer com essa frase. Mais do que bonito, tudo é belo e harmônico. E a beleza não está apenas na aparência, mas em como o produto é percebido. As primeiras caixas do iPod deveriam dar a mesma sensação de estar abrindo uma caixa de joias, daí um pequeno vácuo que se forma para induzir que a caixa seja aberta em câmera lenta. O excelente também deve ser belo!
6. “Criatividade é só conectar coisas. Quando se pergunta a pessoas criativas como fizeram aquilo, elas se sentem um pouco culpadas, pois não fizeram aquilo, só vislumbraram algo novo a partir da combinação de experiências que já tinham vivenciado.” Essa frase resume a genialidade reconhecida em Steve Jobs.
7. “Picasso tinha um ditado que afirmava que artistas bons copiam, e grandes artistas roubam. E nós nunca sentimos vergonha de roubar grandes ideias. Tudo se resume a tentar se expor às melhores coisas que os seres humanos fizeram e, depois, tentar trazer essas coisas para o que você está fazendo.” Se a frase anterior resume, essa explica de onde vinha a genialidade de Jobs.
8. “Seu tempo é limitado, assim, não o perca tentando viver a vida de outra pessoa. Não seja ludibriado por crenças daquilo que é viver de acordo com o que outras pessoas pensam. Não permita que o barulho das opiniões alheias cale a sua voz. E o mais importante, tenha a coragem de seguir o seu coração e a sua intuição.” Uma lição para todos os que querem ser o próximo Steve Jobs. Não precisamos de um novo Steve Jobs.
9. “Continue com fome. Continue ingênuo.” Talvez seja a lição mais difícil de ser aplicada pelos empreendedores. Continue querendo aprender coisas novas, mas aberto às novidades. Achar que já sabemos tudo não é ingenuidade, é ignorância.
10. “Ser o homem mais rico do cemitério não é importante para mim. Ir para a cama todas as noites dizendo que fizemos algo extraordinário... isso é o que importa para mim.” Foi a última lição de Jobs e a que o colocou na lista dos maiores empreendedores de todos os tempos.

Marcelo Nakagawa é professor de empreendedorismo do Insper, membro do conselho da Artemísia Negócios Sociais e da Anjos do Brasil, mentor da Endeavor e autor de diversos livros de empreendedorismo e inovação.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Marcelo-Nakagawa/noticia/2013/07/10-licoes-de-empreendedorismo-de-steve-jobs.html

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Cinco dicas fundamentais que você precisa saber ao empreender

Empreender, de uma forma ou de outra, está na alma dos brasileiros. E é no momento de maior dificuldade que esse espírito aflora. De acordo com um levantamento realizado pela Serasa Experian, de 955 mil novos negócios instalados no país entre janeiro e maio deste ano, 79% são formado por microempreendedores individuais, conhecido também como MEIs. De acordo com especialistas, isso acontece em razão do ainda frágil mercado de trabalho.

Mas a tarefa de iniciar o próprio negócio nem sempre é algo fácil e pode apresentar diversas dificuldades que precisam ser superadas. "O empreendedor precisa superar barreiras diariamente. Algumas das barreiras muitas vezes são tão grandes que chegam a parecer intransponíveis", avalia Luan Gabellini, empreendedor e sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em plataforma de gestão para o comércio eletrônico.

Para superar essa corrida de obstáculos, listamos abaixo algumas dicas de especialistas do que, de acordo com eles, é preciso saber ao empreender. Veja:

Gerencie bem os recursos

Dinheiro é tudo. Todo empreendedor já ouviu essa frase. E por mais óbvio que seja, é uma verdade que está presente mais do que nunca na vida de quem decide criar um negócio. "É preciso estar atento no controle financeiro, cortar quaisquer gorduras e domar o que estiver drenando o dinheiro", afirma José Alves Braga Neto, empreendedor e sócio-fundador da Nerd2.me, plataforma especializada em suporte técnico em informática. "Às vezes, pelas dificuldades do mercado ou mesmo da economia como um todo, é difícil conseguir aumentar a capacidade de entrada de dinheiro novo", aconselha.

Conduza bem o seu time

Em toda empreitada, um grande desafio sempre foi montar e conduzir o time, mesmo que reduzido, para o objetivo traçado. Por isso tenha em mente que é preciso ter pessoas que estejam bem alinhadas com o objetivo do negócio, afirma Walter Sabini Junior, empreendedor com mais de 20 anos de experiência e sócio-fundador da FX Retail Analytics. "Conseguir engajar o time para que tenham fé na liderança e a sigam é fundamental para que qualquer projeto saia do papel e se torne uma empresa", afirma.

Mude a mentalidade para a de "dono"

O desafio de sair de uma mentalidade de empregado para o de dono do negócio é muito comum entre novos empreendedores. É preciso superar essa dificuldade e entender que a partir do momento que você cria um negócio, a responsabilidade é completamente outra, avalia Gabriela Freitas, sócia-fundadora da Proxymedia, especializada em marketing digital de performance. “Não há faculdade, curso ou experiência corporativa que te ensine como empreender. Só a experiência de passar por isso te mostra os desafios diários que você vai enfrentar", conta ela.

Saiba como fidelizar seus clientes

O público que consome o produto ou serviço do seu negócio é parte fundamental do sucesso da empreitada. Por isso é importante saber como fazer para que ele seja fiel à sua empresa, conta Célio Antunes, empreendedor com mais de 30 anos de história e fundador do Grupo Educacional Impacta. "O maior desafio é conquistar e fidelizar clientes. É necessário se reinventar e inovar todo dia, porque senão sua empresa perece. Você precisa se antecipar aos desejos do cliente", conta ele.

Acredite na ideia do seu negócio

Constituir um negócio exige mais do que uma boa ideia, capacitação e análises de mercado. É preciso, acima de tudo, convicção que a empreitada é de fato um bom negócio e que pode dar frutos para o que ele se propõe. "Alguns aprendizados fundamentais na trajetória de um empreendedor são acreditar em si mesmo e direcionar suas ações de acordo com a sua intuição", aconselha Leonardo Santos, cofundador e CEO da Semantix, startup especializada em soluções de Big Data. "É indispensável nunca deixar de buscar conhecimento e estudar constantemente", complementa.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/cinco-dicas-fundamentais-que-voce-precisa-saber-ao-empreender/121343/

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quinta-feira, 1 de junho de 2017

9 maneiras de conseguir dinheiro para o seu negócio

Dinheiro é essencial para quem quer abrir seu próprio negócio. De nada adianta ter uma ideia brilhante se não houver o capital mínimo necessário para tornar a operação uma realidade.
“Quando você se torna um empreendedor, é como se tivesse decidido fazer o Caminho de Santiago de Compostela. O pé vai doer no meio do caminho, vai fazer bolha, você não vai chegar rápido no seu destino e possivelmente vai precisar de ajuda”, compara Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper.
Na maioria das vezes, os empreendedores não têm todo o dinheiro que precisam para tirar uma ideia do papel. Por isso, é muito importante fazer um planejamento antes de colocar a mão na massa. Só assim você vai saber quanto realmente o negócio vai demandar.
“É claro que o capital próprio para quem está começando parece ser a opção mais ‘barata’, mas é preciso considerar vários fatores. Ele pode vir acompanhado de ‘expertise’, de conhecimento sobre um mercado que você acabou de entrar e ainda está perdido”, diz Virginia Prestes, professora de finanças da Faculdade de Administração da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).
EXAME.com conversou com especialistas e listou abaixo nove opções para quem está pensando em abrir o próprio negócio, mas não tem todo o dinheiro necessário para tirar os planos do papel.

Friends, family and fools
Apesar da nomenclatura em inglês, o modelo de financiamento “3Fs” é bastante conhecido e adotado por novos empreendedores no Brasil e no mundo. É o clássico pedir dinheiro emprestado para parentes ou amigos.
“Aquele tio rico que você mantém um bom relacionamento, o incentivo que os pais querem te dar para conseguir andar com as próprias pernas ou até mesmo aquele velho amigo que não se importaria de te ajudar a tocar seu projeto pessoal”, diz Sérgio Luis Seloti Jr, professor de Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Mesmo sendo uma alternativa relativamente acessível para algumas pessoas, Prestes, da FAAP, faz um alerta: “tudo precisa ser bem combinado e formalizado. Mesmo sendo uma pessoa de confiança, misturar negócios com parentes e amigos nem sempre funciona.”

Crowdfunding
O crowdfunding é um financiamento coletivo, geralmente feito através da internet e bancado por pessoas físicas que se interessam pelo projeto e gostariam de vê-lo funcionando. Como não há limite de participantes, as contribuições começam em um valor bastante acessível, o que aumenta o potencial de participação e sucesso da campanha.
“Quando as pessoas apoiam um crowdfunding, elas normalmente recebem algo em troca. É uma forma de a empresa originada com a campanha agradecer pelo apoio financeiro que foi dado. Pode ser em forma de produtos ou serviços”, explica Seloti Jr, do Mackenzie.

Equity crowdfunding
Já o equity crowdfunding é bem parecido com o crowdfunding comum, a diferença é que, em vez de receber um produto ou serviço como recompensa pelo “apoio financeiro”, os participantes recebem uma parcela da futura companhia como recompensa. Ou seja, é como se eles estivessem comprando uma parte da empresa.
“A vantagem é que você não só vai ver o projeto sair do papel como você também será dono de uma pequena parte dele. Outra vantagem é que o seu prejuízo fica restrito ao aporte inicial”, diz Seloti Jr.

Empréstimo bancário
Esta é a opção mais clássica e talvez a primeira que vem à cabeça de muitos novos empreendedores. Mas não se engane: ela geralmente é a mais cara.
Bancos de fomento como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e bancos públicos como o Banco do Brasil, além de instituições privadas como o Santander, Itaú e Bradesco, costumam ter linhas destinadas a pequenas e médias empresas recém-nascidas.
“Os juros cobrados pelos bancos para as pequenas e médias empresas costumam ser muito altos, já que elas não conseguem oferecer garantias muito altas para as instituições financeiras em troca do dinheiro”, explica Prestes, da FAAP.

Incubadora
Se a sua ideia de negócio for uma startup, mas ela ainda está prematura e precisa ser lapidada antes de receber um aporte financeiro, é possível fazer isso dentro de uma incubadora. As incubadoras são ligadas a instituições de ensino e universidades que apoiam os empreendedores novatos.
“As incubadoras vão oferecer a estrutura e conhecimento mínimos necessários para os primeiros passos da nova empresa. Isso representa uma ajuda importante para quem está começando a entrar no mundo do empreendedorismo e ainda não está habituado a ele”, diz Prestes.

Aceleradora
As aceleradoras são uma espécie de evolução das incubadoras. Elas escolhem startups com grande potencial de crescimento e oferecem apoio financeiro, estrutura, consultoria e treinamento em troca de uma participação no capital da nova empresa. Há no Brasil uma série de aceleradoras, como a Oxigênio, da Porto Seguro.
“Ser escolhido por uma aceleradora muda a vida de qualquer startup, sem dúvida. O problema é que o processo de seleção é muito concorrido. Geralmente, são muitas empresas para poucas vagas e o novo empreendedor não pode ficar limitado a isso”, afirma Prestes, da FAAP.

Investidor-anjo
Se você não pretende misturar negócios e família ou acha muito arriscado partir para o crowdfunding, uma alternativa é encontrar um ou mais investidores-anjo. Eles são pessoas físicas que usam seu capital para investir em novas empresas que tenham alto potencial de crescimento, como as startups.
“Algumas organizações como a Anjos do Brasil são especializadas em conectar empreendedores com investidores-anjo. Vale a pena o novo empresário se informar sobre os eventos voltados para este tipo de público se ele estiver procurando alguém que acredite no produto dele e esteja interessado em emprestar seu capital para o projeto”, diz Rocha, do Insper.
Prestes, da FAAP, lembra que muitos investidores-anjo ao emprestarem dinheiro para as novas empresas deixam em aberto a possibilidade de transformar essa dívida em uma futura participação no negócio. “A remuneração do empréstimo acaba ficando em segundo plano”, afirma. Então, quem não está a fim de ter sócios em algum momento deve prestar bastante atenção nesta cláusula na hora de assinar o contrato.
O lado bom é que muitos desses investidores já emprestaram seus recursos para outras empresas ou são sócios de várias delas, o que pode agregar know-how ao novo projeto, aumentando suas chances de prosperar.

Capital semente
A lógica do capital semente é a mesma do investidor-anjo. A diferença é que o investidor-anjo é uma pessoa física, enquanto o capital semente vem de uma pessoa jurídica, através de um fundo de investimento, por exemplo.
“Neste caso, as empresas que o capital semente foca estão ainda em estágio inicial, mas em um segundo degrau. Elas já possuem uma estrutura, clientes, produtos definidos etc. Não são mais uma idéia ou plano no papel. Só que ainda dependem de recursos de terceiros para se estabelecerem no mercado”, diz Seloti Jr, do Mackenzie.

Venture capital
Diferente dos investidores-anjo e do capital semente, o venture capital é um modelo de financiamento para PMEs (pequenas e médias empresas) que já deixaram a fase inicial para trás, mas ainda necessitam de recursos para conseguir atingir seu potencial máximo.

“São fundos de venture capital que estão no portfólio de diversas gestoras. Tanto os fundos procuram as empresas, quanto as próprias companhias que estão precisando de financiamento podem procurar esses fundos”, afirma Prestes, da FAAP.


Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/9-maneiras-de-conseguir-dinheiro-para-o-seu-negocio/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Cinco dicas para você aplicar em seu negócio em 2017

Começamos 2017 ainda com a ressaca da crise econômica do ano que demorou, mas finalmente passou. O cenário de juros elevados e o alto índice de desemprego resultaram numa queda de 6,6% da atividade do comércio no Brasil, o pior resultado desde os anos 2000, segundo o Serasa Experian. O biênio 2015/2016 foi o pior da história do país, superando 1930/1931, reflexo da famosa crise de 29. Mas, é hora de virar a página.
A expectativa dos economistas é que este ano será melhor que 2016, mas a atividade econômica deverá se recuperar pra valer a partir do segundo semestre. Isso porque a inflação deve perder ainda mais força ao longo do ano e o tão desejado corte da taxa de juros pelo Banco Central deve continuar, favorecendo a retomada dos investimentos. Há uma grande expectativa de juros de um dígito até o final do ano.
Sendo assim, deixo alguns conselhos de gestão para serem aplicados em sua empresa em 2017:
1) Fique atento ao caixa: use o primeiro trimestre, que ainda promete ser economicamente fraco, para se atentar ao caixa. Foque na liquidez da empresa para que ela tenha real poder de investimento quando a economia começar a dar sinais mais significativos da sua recuperação.
2) Repense processos: o início do ano ainda sem muita movimentação é uma excelente oportunidade para a revisão dos processos. Estude o que precisa ser melhorado, o que precisa ser implantado e até mesmo o que tem de ser eliminado. Torne rotina as boas práticas adotadas em tempos de crise, que trouxeram redução de custos e/ou aumento da produtividade.
3) Aprimore sua equipe: ainda pensando nos primeiros meses do ano, avalie o seu quadro de funcionários e veja como pode melhorar o desempenho de cada um. Tenha certeza de que estará cercado por profissionais competentes e comprometidos quando a retomada da economia chegar.
4) Tire alguns projetos da gaveta: a partir do segundo semestre é hora de tirar as boas ideias da gaveta e apostar nelas. O mercado, em especial o varejo, precisa de constante inovação para atrair e fidelizar clientes. Não economize na criatividade.
5) Na dúvida, procure ajuda: não tenha medo e muito menos vergonha de buscar orientação de algum especialista ou alguém que tenha mais experiência em negócios. A troca de ideia é necessária e extremamente saudável no empreendedorismo. Instituições como o Sebrae e a ABF (Associação Brasileira de Franchising) oferecem cursos bastante interessantes.
O novo ano que começa certamente trará resultados muito positivos para quem souber se organizar e aproveitar as oportunidades deixadas pelas empresas menos preparadas e que vão demorar mais tempo para perceber que o pior já passou.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-dicas-para-voce-aplicar-em-seu-negocio-em-2017/116771/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Dicas para empreender em 2017

O novo ano está chegando e com ele a expectativa de uma economia estabilizada e um ambiente favorável para empreender. Pensando nisso, reunimos dicas de negócios, de sete empreendedores de diversos setores para o ano que está por vir.
1. Entenda o seu mercado
A crise fez com que os brasileiros consumissem de forma mais consciente, especialmente os itens não essenciais. Consequentemente, o consumidor ficou mais atentos às promoções como forma de manter os hábitos de lazer e entretenimento, apesar do cenário macroeconômico adverso. Acredito que a crise econômica e política do Brasil durará ainda um tempo, mas o mercado de tecnologia tem caminhado de forma descolada da economia, mostrando importantes taxas de crescimento mesmo durante a crise. Todas as vezes que as crises surgem, há também oportunidades de negócio. Com a alta do dólar, a importação se torna uma opção mais cara, então há mais oportunidade para negócios nacionais. Mas, antes de tudo, entenda o seu mercado, diz Alex Tabor, CEO do Peixe Urbano.
2. Aproveite o “despertar” do mercado para empreender
De acordo com Tomas O’Farrell, co-fundador da Workana, plataforma de trabalho freelance que possui atuação em toda a América Latina, 2016 foi bastante impactado pelo cenário de crise, principalmente na área de investimentos, já que muitas empresas ficaram mais cautelosas e decidiram esperar as movimentações do mercado para voltarem a investir em novos negócios. Porém, segundo o executivo, o mercado já está começando a “despertar-se” da crise e ser mais ativo, o que vai impulsionar o crescimento de novas iniciativas e investimentos. Dessa forma, segundo O’Farrell, esse é um bom momento tirar sua ideia do papel.
3. Invista em soluções que, de fato, mudem a vida das pessoas
Rafael Heringer, co-fundador do Jurídico Certo, aponta que momentos de crise sempre são uma grande oportunidade para que empreendedores foquem em mercados carentes e em soluções que possam resolver problemas relevantes. O executivo ainda aponta que, em 2017, o mercado irá se comportar completamente diferente do ano de 2016, principalmente com o crescimento do índice de confiança. “Isso indica que vamos ter mais pessoas comprando e consumindo, além de mais empresas investindo, o que é um ótimo momento para quem busca empreender”, comenta Heringer.
4. Invista a longo prazo
O Zarpo, agência de viagens online focado na experiência de compra do usuário, continuará focado em desenvolver sua proposta no mercado, oferecendo uma seleção de viagens de grande qualidade com os menores preços disponíveis, assim como um atendimento especializado. “O mercado continua tendo muitas oportunidades de inovar para quem está bem estruturado e tem algum diferencial dos outros players’’, confirma Alexis Manach, co-CEO e co-fundador da startup. Para o empreendedor, a chave do sucesso está no investimento em um time forte e consolidado, além das vantagens competitivas de longo prazo. Ao investir em longo prazo, mesmo durante a crise, a empresa se tornará ainda mais forte quando o mercado voltar a melhorar.
5. Marketing é sinônimo de ROI
Para Anna Lebedeva, PR Manager Global de SEMrush, a crise influenciou o marketing digital em termos de ROI (retorno sobre o investimento) sobre o marketing em geral. “As empresas querem ter certeza de que o dinheiro que gastam com marketing traz alguns resultados mensuráveis que podem legitimar o valor gasto. É por isso que a demanda por ferramentas que podem medir todo o tipo de sucesso on-line está aumentando significativamente. Acredito que há muitas coisas relativamente novas recebendo mais atenção: 1) o streaming de vídeo ao vivo irá deslanchar conforme os usuários de mídia social exigirem mais conteúdo em tempo real. 2) Realidade Aumentada e Virtual vão mudar a forma como os marketeiros podem se envolver com os clientes e conduzir experiências para além do que é possível hoje. 3) As empresas precisarão descobrir o que um cliente quer exatamente e entregar a comunicação da maneira mais adequada para cada indivíduo numa abordagem pessoal”, conclui Anna.
6. Menos é mais
Na opinião do especialista em finanças e fundador do Kitado - plataforma gratuita e online de negociação de dívidas -, Paulo de Tarso, a crise econômica gerou incertezas e impactou negativamente em quase todos os mercados, o que refletiu na redução de investimentos e redução de custos por parte do empresariado. Por isso, na visão do especialista, é importante apostar em negócios que resolvam problemas reais, certificando que existe um público-alvo relevante e que os custos sejam adequados para as receitas esperadas. “Estamos vivenciando uma crise financeira, por isso, a minha sugestão é cuidar especialmente com a capacidade de investimentos, buscando ter capital adicional para ter fôlego e prevenir-se de problemas inesperados”.
O especialista também sugere focar na eficiência de custos para tornar o negócio viável, mesmo em momentos de crise, e que os empreendedores foquem na execução, definindo o plano anual, concentrando-se a executá-lo com excelência e disciplina. “Busque sempre se diferenciar a partir de uma proposta de valor que resolva problemas reais, ou seja, inove, inove e inove”, diz o empresário.
7. Novas ideias
Para o diretor de produtos e sócio-fundador da Alura, Paulo Silveira, tanto o mercado convencional quanto o digital sofreram com a retração de 2016. “Tecnologia e educação são dois mercados onde a crise costuma atingir por último, e este ano vimos isso acontecer”, diz. Para o empresário, a dica para o próximo ano é focar em um budget factível, evitando a possibilidade de sangrar a empresa por muito tempo. “Faça testes rápidos e baratos, pivotando caso não dê certo. Agora se faz ainda mais essencial essa matemática”, explica.
Além disso, Silveira aconselha a não faltar implementações de ideias novas. “Nós, da Alura, devemos lançar dois novos produtos no decorrer do ano. É necessário aproveitar a chamada crise para se posicionar em novos mercados, na esperança de que, quando houver a melhora, já estaremos bem posicionado”, explica.

Extraído site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/dicas-para-empreender-em-2017/115640/

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

7 passos para seguir depois de fazer um Plano de Negócios

Montar um bom plano de negócios é o primeiro passo para qualquer empreendedor. Com todas as ideias no documento, é hora de ver os planos saírem do papel. Mas, por onde começar?

De acordo com David Kállas, professor de estratégia do Insper, o plano de negócios bem elaborado é crucial para dar início à jornada no mundo do empreendedorismo. "É por meio dele que o empreendedor poderá captar investidores, sócios e parceiros. O plano é uma ferramenta de atração."

A elaboração do plano de negócios pode também trazer segurança para o futuro empreendedor. "É como se fosse a planta de uma casa. Além dela, há outros muitos detalhes a serem pensados em uma construção, mas com a planta eles são desenvolvidos com mais tranquilidade", afirma Vitor dos Santos, analista de negócios do Sebrae.

Apesar da grande importância do plano inicial, as próximas etapas de um negócio demandam tanta atenção quanto a elaboração do modelo.

Confira dicas para seguir um caminho organizado até firmar sua empresa.

1. Faça um plano de ações
Enumere as etapas de execução da forma que achar melhor. É possível até fazer um checklist convencional. Isso ajudará o empreendedor a não perder o controle. "O plano de ações evita que algo seja esquecido e ajuda a mensurar as etapas" afirma dos Santos.

2. Estabeleça um período de prototipagem
Fazer testes vai ajudar o futuro empreendedor a avaliar se há espaço para a sua ideia no mercado. Segundo Santos, o trabalho vem antes de qualquer empresa. Vale apostar em testes de produtos e com clientes para descobrir a forma como o público quer consumir.

3. Converse sobre suas ideias
Ouvir e trocar experiências com pessoas que já estiveram onde você está ajudará a colocar as ideias em prática. Na visão de David Kállas, nada é tão eficiente quanto conversar com alguém que entenda do assunto. "As pessoas precisam abandonar esse medo de dividir suas ideias. Se você não se sente seguro para falar sobre elas, é melhor revê-las."

4. Procure um contador ou advogado
Esses profissionais auxiliarão com as questões de contrato e no processo de abertura formal da empresa. A obtenção de um CNPJ é passo essencial para colocar um negócio em vigor. Santos afirma que não há um momento exato para que a formalização judicial seja feita. "Essa etapa pode vir no início ou no final do processo, depende do porte do negócio."

5. Pense na infraestrutura e no quadro de funcionários
Dedique um tempo para estudar o espaço físico de seu negócio, seja em um home office, um centro de co-working ou um escritório. O processo de seleção de funcionários também é um fator importante. "Selecionar colaboradores é uma das coisas mais importantes que um gestor faz. É importante trabalhar com pessoas engajadas no novo negócio para fazê-lo funcionar."

6. Vá atrás de clientes
Atrair a clientela é o grande desafio de todo negócio que está começando. O empreendedor precisa estar disposto a circular por aí. Isso fortalece outros aspectos importantes do negócio como o relacionamento com as pessoas e o networking.

7. Se necessário, faça ajustes

O empreendedor deve saber que sempre há surpresas. Em alguns casos, será necessário olhar novamente para o planejamento e fazer pequenos ajustes e adequações. Eventuais alterações no plano de negócios não devem ser motivo de medo ou desistência.


Matéria extraída do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/08/7-passos-para-seguir-depois-de-fazer-um-plano-de-negocios.html

quarta-feira, 25 de maio de 2016

5 conselhos para quem quer transformar uma ideia em negócio

Escrevemos este artigo para você que está pensando em empreender, tem uma ideia, mas ainda não tem um plano de negócios, e acha que talvez seja cedo para ter. Esta primeira fase é uma oportunidade para testar sua ideia e torná-la mais inovadora. Um tempo inicial investido no design de seu futuro negócio, que pode ter impacto positivo no desenvolvimento, ou até dar uma direção completamente diferente da imaginada inicialmente.
Mas, o que dá para fazer nesta fase? De forma bem simples e resumida, você deve entender melhor seus futuros clientes e parceiros, e verificar se seus produtos ou serviços atraem e despertam desejo como você imaginava que deveriam.
Seguem algumas dicas:
1 - Busque compreender melhor o ecossistema onde seu futuro negócio estará inserido, mapeie as diversas partes interessadas, ou stakeholders. Eles podem ser potenciais clientes no futuro, fornecedores, formadores de opinião, pesquisadores, investidores e até familiares e amigos. Selecione alguns para um bate papo, ou até uma entrevista mais estruturada.
2 - Mergulhe no mundo de seus potenciais usuários ou clientes, para obter conhecimentos de primeira mão, sobre as necessidades mais prementes para o desenvolvimento dos seus produtos ou serviços.
3 - Leia e estude o mercado. O que já tem disponível? Sua solução é inovadora e vai oferecer algo diferente do que as pessoas já conhecem e utilizam? Pergunte bastante e ouça todas as respostas, elas podem te ajudar a melhorar ou até mesmo repensar a sua ideia.
4 - Você seria seu próprio cliente? Sua visão crítica sobre a sua própria ideia também é importante. Considere os seus valores e princípios, não desista perante o primeiro ‘não’ que ouvir, e não desanime diante das críticas. Use tudo a seu favor, e continue desenvolvendo a ideia.
5 - Prototipe cedo. Há vários métodos de prototipagem que podem ser bastante úteis em fases bem iniciais do negócio. Novas ideias precisam de muita prototipagem e trabalho antes que estejam prontas para o lançamento, portanto nada melhor que começar cedo. Nesta etapa, aproveite os erros para melhorar, coletar mais informações e novas percepções, para testar com futuros usuários, ajustando e amadurecendo ainda mais a sua ideia.
Este trabalho inicial pode ser fonte de motivação para levar a sua idéia adiante. Com diversos stakeholders colaborando com seu negócio desde cedo, é muito mais provável que eles estarão motivados com a sua efetiva implementação. E o plano de negócios? Bem, quando chegar a hora de fazê-lo, você estará mais consciente e irá prepará-lo de forma muito mais eficiente!

Matéria extraída do site Exame: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-conselhos-para-quem-quer-transformar-uma-ideia-em-negocio