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terça-feira, 15 de agosto de 2017

4 dicas para transformar o feedback dos seus clientes em receita

De acordo com um estudo recente da BrightLocal, 88% dos consumidores confiam em recomendações e análises de usuários on-line no mesmo nível de uma opinião pessoal. O feedback dos clientes possui um grande poder não apenas na interação com a empresa, mas também como uma forma de gerar renda. Afinal, é a partir dos comentários positivos e negativos sobre seu empreendimento que podemos ter insights e direcionamentos para aprimorar os processos de atendimento e atuação no mercado que, consequentemente, se converterão em novas receitas.

Por isso, é mais importante do que nunca os negócios estarem prontos para coletar essas informações sobre seus produtos e serviços aproveitando todos os canais de interação. Pensando nisso, a OnYou, empresa especializadas em auditoria da experiência do cliente do país, listou quatro dicas para trabalhar esses dados de forma rápida e eficiente a fim de transformar o seu empreendimento hoje mesmo:

Como solicitar as informações de seus clientes?

É preciso ir além da opinião da experiência do cliente com o produto ou serviço. Esse feedback é fundamental no pós-venda, assim como todos os pontos de contato do consumidor com a marca, para saber o que se passa na cabeça das pessoas que compram o que a sua organização tem a oferecer. O crescimento da receita por meio dessas informações envolve também testar hipóteses sobre quais públicos ou variações do mesmo perfil de personas podem ser atraídas pelo seu negócio.

Busque a clareza em primeiro lugar
Um questionário de satisfação de clientes pode ser implementado de acordo com os objetivos de sua empresa. É preciso fazer perguntas específicas, de forma clara, mas é igualmente importante não tornar o feedback em um transtorno ao usuário. Fazer com que seus próprios funcionários sejam atenciosos em perguntar especificamente sobre processos de seu negócio é uma saída, por exemplo: "Como estava o prato?"; "Você foi bem atendido?"; "Tem algo mais que você gostaria?".
Monitoramento e acompanhamento dos feedbacks
Canais de comunicação já controlados pela companhia, como atendimento presencial, serviço ao consumidor e on-line podem ser explorados como uma plataforma confiável para feedback. Mas é preciso que haja um indicador que apresente de forma objetiva qual é o impacto dos comentários no valor do cliente (Customer Equity) e se o investimento feito pela organização no marketing e no atendimento são sustentáveis em relação à sua receita.
Fazendo os comentários trabalharem a seu favor
O retorno dos consumidores sobre seu empreendimento deve acontecer de maneira ágil e entregar a solução mais adequada à cada situação. Ao responder uma reclamação, é importante lembrar de que o atendimento deve ser realizado de forma satisfatória independentemente do perfil do usuário. É essencial filtrar as respostas mais relevantes para o futuro da empresa e obter a opinião não apenas de uma base de clientes fidelizada, como também daqueles que já realizaram.

Extraído do Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-dicas-para-transformar-o-feedback-dos-seus-clientes-em-receita/120669/

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

3 passos para saber se você tomou a melhor decisão nos negócios

A vida é tomar decisões. Decidir que horas acordar, qual roupa usar, o que comer e assim por diante. São tantas, que algumas delas acabam sendo tomadas até mesmo intuitivamente. A vida do empreendedor (e do gestor) não é diferente. Diariamente, decisões devem ser tomadas, em assuntos que podem envolver escolha de fornecedores, precificação, descontos e investimentos, entre outros.

Algumas decisões são fáceis e podem ser normatizadas de forma repetitiva, transformando-se em políticas. Já outras, principalmente relacionada a questões estratégicas, são únicas e dizem respeito a situações cujos detalhes nunca se repetirão com exatidão.

Na maioria dos casos da vida real, as opções de decisão são muitas e não há uma solução ótima única aos problemas. Portanto, por mais óbvio que possa parecer, é muito difícil saber se a decisão tomada foi a melhor possível. Afinal de contas, por melhor que tenha sido, sempre há a possibilidade de não ter sido tomada alguma outra decisão melhor ainda.

Apesar disso, seguem alguns critérios que costumam indicar boas decisões.

A decisão envolveu um processo analítico
Decisões são normalmente relacionadas a resolução de problemas. Quanto melhor a análise do problema (mesmo que informal), maior a probabilidade que uma boa decisão seja tomada.

Uma boa análise envolve a busca das causas reais do problema. Uma vez detectadas as causas, é possível estabelecer as alternativas e ponderar vantagens, desvantagens e riscos de cada uma delas e, finalmente, decidir sobre o que fazer. Portanto, reflita se suas decisões estão sendo tomadas com base nas causas reais ou somente nos efeitos dos problemas.

A decisão respeitou os valores do empreendedor e da empresa
No calor do dia a dia, e face a pressões de diversos lados, decisões tomadas podem ser contrárias aos valores do empreendedor e da empresa. Valores são princípios, padrões ou qualidades que são crenças centrais e convicções da organização. Estabelecem as prioridades morais e éticas, que servem como guia para todas as atividades.

Um teste simples para avaliar se as decisões tomadas respeitaram os valores é perguntar a si mesmo se você poderia contar com tranquilidade sobre a decisão tomada para os funcionários da empresa ou para os seus filhos e familiares. Se a resposta é sim, provavelmente a decisão respeitou os seus valores.

A decisão considerou os potenciais impactos e riscos para os resultados
Decisões envolvem previsões e é impossível prever o futuro, ainda mais em momentos de incertezas como passa o Brasil. É de se esperar que retornos elevados estejam associados a riscos maiores. Portanto, boas decisões são as que consideram conscientemente uma boa relação risco x retorno.



Extraído de Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/3-passos-para-saber-se-voce-tomou-a-melhor-decisao-nos-negocios/



quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Cinco formas para cuidar do planejamento financeiro da sua empresa em 2017


O cenário macroeconômico do País ainda permanece instável e a perspectiva é que o Brasil ainda não passe a ter crescimento vigoroso, acima de 1%, de acordo com a mediana das projeções do mercado financeiro, apurado pelo boletim Focus do Banco Central. Por isso é importante que empresários de pequeno e médio porte façam o planejamento financeiro, de modo a evitar riscos para a saúde da empresa.

De acordo com especialistas em finanças, é importante que os gestores de empresas se atenham a alguns fatores, como o gerenciamento do fluxo de caixa, a necessidade da tomada de crédito e os cuidados com a questão fiscal e tributária. Listamos abaixo cinco dicas que esses especialistas consideram fundamentais para ter cuidado no planejamento financeiro para 2017. Veja:

1. Observe com atenção o fluxo de caixa da sua empresa
Em momentos de crise econômica, é natural que haja queda na receita. Nesse aspecto, é importante que o empresário reduza custos e despesas, principalmente os considerados não essenciais. A avaliação é de Fabrício Costa, diretor de novos negócios da Equals, empresa especializada em gestão financeira e conciliação de vendas. "Uma coisa é certa, aumentar as receitas da empresa em momento de queda na economia costuma ser um grande desafio. Por isso é mais adequado para a maioria das empresas reduzir custos e despesas", avalia o especialista. Além disso, é importante nunca tirar os olhos do fluxo de caixa. Ele sempre será o termômetro que definirá a saúde financeira da empresa, complementa Costa.

2. Antecipe possíveis momentos para tomada de crédito
Muitas vezes uma empresa necessita de recursos financeiros, seja para expandir suas operações como também para lidar com possíveis retrações de recursos. Por isso, é importante que o empresário se antecipe, buscando as melhores forma de obter crédito, avalia o financista Dan Cohen, sócio-fundador da plataforma de intermediação de crédito F(x). "Existem ferramentas no mercado que colocam o empresário em contato com bancos e fundos que desejam conceder crédito. Assim, ele tem rapidamente acesso a um número maior de financiadores e pode negociar condições melhores", avalia Cohen.

3. Gerencie as notas fiscais emitidas
A utilização das Notas Fiscais Eletrônicas (NFe) é uma realidade nas empresas. O armazenamento por um período de cinco anos após a data de emissão de cada documento é uma obrigatoriedade fiscal. Por isso, é importante que o empresário tenha total controle da gestão de modo a evitar autuações por parte dos órgãos fiscalizadores, avalia Alison Flores, sócio-fundador da NFe Cloud, especializada na gestão desse tipo de documento. "À medida que a atividade de uma empresa cresce, a emissão de notas fiscais aumenta, exigindo uma maior organização destes documentos. Os setores financeiros e comerciais de uma companhia precisam ter acesso a todas as transações, e o armazenamento digital deixa todas as NFes disponíveis para consultas sempre que preciso", afirma o especialista.

4. Estude a possibilidade de antecipar recebíveis
Seja para investir no seu negócio ou para cobrir alguma despesa extra no caixa, as empresas veem na antecipação de recebíveis uma forma de conseguir crédito para saldar as contas. A antecipação nada mais é do que transformar as vendas parceladas no cartão de crédito em dinheiro vivo, por meio do banco ou de uma adquirente para necessidades emergenciais, avalia Fabrício Costa, da Equals. "Como qualquer outra linha de crédito, se não for bem pensada pode virar um grande problema para o empresário no futuro. Por isso, é imprescindível montar um planejamento financeiro, com uma projeção de fluxos de caixa, caso a antecipação se mostre a melhor opção", aconselha o especialista.

5. Alongue o prazo das linhas de crédito
Muitos empresários brasileiros ainda acreditam que empréstimo se refinancia e por isso não se importam em tomar linhas de curtíssimo prazo. Isso acaba sendo uma gigantesca armadilha em períodos de crise, em que os bancos naturalmente diminuem suas carteiras de crédito, afirma Dan Cohen, da F(x). Além disso, o especialista aconselha privilegiar garantias não-operacionais ao negociar o crédito. "É muito mais fácil conseguir crédito com garantias não-operacionais, ou seja, que não fazem parte do próprio negócio da empresa, do que aquelas diretamente ligadas à atividade", complementa.




Matéria extraída do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cinco-formas-para-cuidar-do-planejamento-financeiro-da-sua-empresa-em-2017/115623/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A excelência no atendimento como vantagem competitiva

Uma pesquisa feita pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios revelou que 61% dos clientes afirmam que ser bem atendido é um fator mais relevante do que o preço.
De fato, isto se comprova em nosso cotidiano. Quantas vezes entramos numa loja dispostos a comprar e pelo mal atendimento decidimos por não comprar? E o contrário também ocorre, pois às vezes entramos apenas para olhar, mas graças a um atendimento encantador, decidimos levar algum produto ou serviço que foi tão bem exposto pelo atendente vendedor.
Parece simples, mas isto dá verdadeiramente um ótimo resultado e pude comprovar frente às câmeras. Fui convidado para participar de um programa de TV para analisar o atendimento de algumas lojas no centro de São Paulo. Me lembro de 2 cenas que foram ao ar sobre este tema. Estava ao lado do repórter quando ele perguntou a um ambulante sobre as vendas e ele, sentado na cadeira, disse que estava muito ruim, que os clientes tinham sumido. Quando ele disse isso, um cliente se aproximou e o repórter, então, sugeriu que o ambulante fosse lá atender, mas ele respondeu: “Atendo sentado daqui mesmo”. E, de forma passiva, com a mão segurando o rosto, indagou ao cliente: “Está precisando de alguma coisa?”. A resposta do cliente foi: “Não, só estou dando uma olhadinha”. E foi embora.
E veja que curioso, demos alguns passos e, na mesma calçada, há poucos metros deste primeiro, fomos surpreendidos pelo segundo ambulante que já nos recebeu em pé olhando nos olhos, com um largo sorriso no rosto dizendo: “Que bom que vocês vieram”. O repórter repetiu a pergunta feita anteriormente, sobre como estavam as vendas. O segundo ambulante respondeu: “Melhor impossível, as vendas estão ótimas, melhor ano da minha banca”.
Aí vem o mais espetacular. O repórter olhou para a banca do primeiro ambulante, comparou com a do segundo e perguntou: “Mas se o senhor está na mesma calçada, vende basicamente os mesmos produtos no mesmo preço que o seu vizinho, como pode estar indo tão bem e o rapaz da banca do lado estar tão desanimado?”. Ele respondeu: “Os clientes querem carinho, atenção. Recebo todas as pessoas com alegria e otimismo”. E emendou com chave de ouro: “Eu tenho como missão de vida, independentemente do cliente comprar algo ou não, deixá-lo ir embora melhor do que quando ele chegou até mim”.
Este caso foi mais um onde ficou claro que o atendimento foi o diferencial decisivo do segundo, um empreendedor de verdade, perante o primeiro. Isso evidencia claramente a importância de treinarmos continuamente a equipe e identificarmos qual colaborador atende com excelência e, a partir daí, não medir esforços para reter este profissional de alta performance.
Vale lembrar, ainda, que um colaborador que atende bem e outro funcionário que atende mal geram o mesmo custo contábil na folha de pagamento da empresa no final do mês. Desta forma, é fundamental identificar também quem não pratica um atendimento de qualidade e jogar abertamente com ele sobre a necessidade da melhoria, treinar e dar as oportunidades antes de dispensá-lo. Mas é preciso deixar claro que o mercado está cada vez mais competitivo e que não há espaço para amadores ou funcionários descontentes que destratam consumidores ou potenciais compradores.
Quer aumentar as vendas, conquistar novos consumidores e fidelizar seus clientes? Torne a excelência no atendimento uma grande vantagem competitiva da sua organização!

Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-excelencia-no-atendimento-como-vantagem-competitiva/114062/

quarta-feira, 27 de julho de 2016

7 dicas de gestão de pessoas para micro e pequenas empresas

Ser empreendedor requer grandes esforços e dedicação. Além de cuidar do negócio, das finanças, também está sob sua responsabilidade a contratação e organização da força de trabalho. Devido à alta rotatividade e à falta de expertise na área de RH, um dos desafios das micro e pequenas empresas é estar atento à retenção e ao desenvolvimento de seus funcionários.

Atrair, selecionar, preservar a integridade física e emocional e criar um bom ambiente deve fazer parte do dia a dia de toda a companhia. Francisco Teixeira Neto, especialista da Fundação Nacional da Qualidade, comenta: “Cuidar bem dessas questões pode impactar na oferta de produtos e serviços mais competitivos e atrativos para o mercado, mesmo para empresas com poucas pessoas”. 

Teixeira também comenta que o sucesso das organizações está muito ligado às pessoas que integram a empresa e “a gestão feita de forma eficiente possibilita que isso ocorra”. Confira algumas dicas para que as micro e pequenas empresas busquem a excelência na área de gestão de pessoas e que nem sempre são praticadas no dia a dia.

1. Contrate a pessoa certa
Contar com pessoas dispostas ou disponíveis para ocupar o cargo nem sempre resolve o problema. Em novas contratações, é preciso avaliar se a pessoa possui o perfil adequado para a vaga. Ou seja, o candidato precisa ter as competências para a função, além de se identificar com o negócio e os valores da companhia.

2. Avalie as competências de seu colaborador
A competência tem como base conhecimento, habilidade e atitude. O conhecimento e a habilidade podem ser desenvolvidos com capacitação e treinamentos. No entanto, possuir a atitude desejada nem sempre está explícito no colaborador e precisa ser investigado mais profundamente.

3. Ofereça benefícios e atrativos
Não é apenas o salário que mantém motivado um funcionário. Naturalmente, salários compatíveis com o mercado para a função são desejáveis, mas uma empresa pode compensar eventuais diferenças com benefícios ou outros atrativos que nem sempre implicam custos adicionais. Por exemplo: flexibilidade de horário, trabalho a distância, participação do processo decisório etc.

4. Integre sua equipe 
Assegure que os funcionários que atuarão diretamente com o novo colaborador tenham oportunidade de participar do processo seletivo. Afinal, para um bom trabalho em equipe, é importante que existam afinidades, para que o clima organizacional não fique prejudicado com a contratação de uma pessoa que não se alinhe ao grupo.

5. Trabalhe o feedback
Prepare, de forma atrativa, seus colaboradores para a cultura de dar e receber feedback. Tal atitude impacta positivamente no desempenho da organização, pois evita desperdícios de tempo lidando com intrigas e mal-entendidos.

6. Promova o job rotation 
O “rodízio de funções” estimula os colaboradores a vivenciarem o trabalho feito por outros colegas, além de promover a visão sistêmica, a sinergia, a empatia e a melhoria de processos.

7. Capacite e desenvolva as pessoas
Muitas vezes, a capacitação e o desenvolvimento da equipe podem ser feitos “dentro de casa”. Isso não substitui ou exclui a realização externa, mas pode ser uma opção quando há escassez de recursos, bem como uma forma de estimular as pessoas a descobrirem ou desenvolverem novas competências.


Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/7-dicas-de-gestao-de-pessoas-para-micro-e-pequenas-empresas/112056/