Mostrando postagens com marcador Empresas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Empresas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

7 passos para seu negócio ter seguidores no Instagram (e vendas)

O Instagram não é mais apenas uma rede social para postar fotos produzidas ou relatar seu dia a dia por meio dos stories.
Além de ter 45 milhões de brasileiros ativos por mês, a plataforma conta com 15 milhões de perfis de empresas, que viram no Instagram um bom canal para divulgar seu negócio e gerar vendas. Por isso, a rede está investindo na educação de empreendedores quanto aos recursos da rede social.
Durante o Instamarket, evento organizado pela própria rede para promover o uso da rede social por pequenas e médias empresas, houve uma série de workshops (lotados) com as principais dicas para seu empreendimento usar o Instagram da forma mais eficiente.
Yasmin Medeiros, do time de marketing do Instagram, deu alguns conselhos que vão desde como montar um perfil realmente profissional até como usar o stories para conseguir mais seguidores (e vendas).
“O diferencial do Instagram é ser uma plataforma democrática. As empresas pequenas e médias competem no mesmo espaço que as grandes”, afirma. “O jeito de vender e comprar mudou.”
A plataforma consegue atingir todo o funil de vendas de um empreendimento, segundo a especialista do Instagram. “Você consegue fazer a divulgação, a geração da demanda, a aquisição do seu público, a compra e, por fim, a fidelização do seu cliente.” Saiba mais: Por que o funil de vendas é importante para o seu negócio

Ficou interessado? Confira, a seguir, o passo a passo para seu negócio bombar no Instagram:

1 — Crie uma página profissional para sua empresa

Criar um perfil profissional no Instagram é o primeiro passo para que sua empresa obtenha sucesso na rede social: usando um perfil pessoal para divulgar seus produtos, você perde a chance de aproveitar diversos recursos que a plataforma tem a oferecer aos empreendimentos.
“Essa é uma migração que a gente recomenda muito para quem tem um negócio e quer fazer ele dar certo”, afirma Medeiros. Por meio da mudança, é possível ver dados mais aprofundados e realizar anúncios segmentados na rede social, por exemplo.
Tal migração pode ser feita no próprio aplicativo do Instagram, mas é preciso já ter uma página de empresa no Facebook (veja o passo a passo aqui).

2 — Meça interações dos seus clientes

Pelo Instagram, é possível medir todas as interações que envolvem a página do seu negócio. Isso é feito pela plataforma Instagram for Business, que apresenta diversas métricas e insights aos empreendedores.
É possível ver, por exemplo, a idade e o gênero dos seus seguidores. Medeiros dá um exemplo prático da importância de tais dados: suponha que você tenha uma loja de produtos infantis e seu público-alvo são pessoas na faixa dos 30 anos de idade que têm ou pensam em ter filhos. Se você perceber pelas métricas que está atingindo um público de 13 a 15 anos de idade, por exemplo, significa que você precisa ajustar sua atuação na rede social.
Da mesma forma, um dado como região dos seus seguidores também é fundamental. Se sua loja de doces atende apenas a cidade de Recife, enquanto a maioria dos seguidores está em São Paulo, também será necessário rever sua estratégia de mídia.

3 — Otimize seu conteúdo para atingir os objetivos

Suas postagens devem ser pensadas de acordo com seu público-alvo e com as metas de cada nova foto. Mesmo assim, algumas dicas valem para qualquer empreendedor que queira oferecer um bom conteúdo pelo Instagram.
A primeira regra, elenca Medeiros, é prezar pela simplicidade. Tente não deixar a imagem poluída, valorizando o seu negócio e não os filtros da plataforma: o foco deve estar no produto, então guie o olhar do seu usuário para ele. Seja criativo e abuse de recursos que o Instagram disponibiliza, como boomerang, hyperlapse e layout.
Também é possível trabalhar a imagem com outros elementos discretos e harmoniosos – por exemplo, um abajur ou um criado-mudo. Por fim, seja coerente: no perfil do seu negócio, não intercale posts de produtos com posts sobre política. Mantenha uma paleta de cores e um modelo de texto similares ao longo das postagens.

4 — Entregue uma experiência visual encantadora

O Instagram é, no fim das contas, uma plataforma visual. Por isso, investir na conquista do seu cliente pelos olhos é uma regra fundamental para fazer sua empresa bombar na rede social.
Segundo Medeiros, o Instagram sempre tenta oferecer novos recursos visuais, do feed de posts estáticos aos stories e vídeos. Por isso, diversifique os formatos de acordo com as qualidades da sua empresa.
Para uma loja de sapatos que tem várias cores de um mesmo modelo, por exemplo, é possível agrupar todas as imagens no mesmo post – um modelo chamado de “carrossel”. Assim, você estimula o engajamento do seu usuário, que irá passar o dedo para ver as outras cores, sem poluir o feed da rede social.

5 — Use e abuse dos stories

Na mesma linha de diversificação, uma outra dica é incorporar os stories – espécie de “histórias” visuais efêmeras no Instagram – à estratégia de comunicação do seu negócio.
De acordo com a própria rede social, no último mês um terço dos stories mais visualizados foram de empresas, contrariando a noção de que os usuários não veem publicidade no Instagram. Ao todo, metade das empresas presentes na rede social já fazem stories.
Os empreendedores podem usar os stories de cinco maneiras, elenca Medeiros. A primeira forma é anunciar estoques limitados, promoções e vendas sazonais; a segunda é lançar concursos e solicitar respostas dos seus usuários; depois, criar conteúdos explicativos ou tutoriais do seu produto; a quarta forma é publicar prévias de novas coleções e atrair a curiosidade de novos usuários; e, por fim, postar bastidores e detalhes exclusivos do processo produtivo e incentivar a humanização da sua empresa.

6 — Faça anúncios na rede social

Muitos empreendedores desistem de fazer anúncios porque não querem gastar muito com marketing. Porém, fazer uso da chance de anunciar no Instagram pode ser a diferença entre ter um razoável e um excelente resultado. E não é preciso investir rios de dinheiro para tal.
Medeiros ressalta que o grande diferencial de anunciar pela rede social é que você só investe quanto realmente pode gastar. “Imagine se eu tivesse que colocar um anúncio em uma revista. Sairia muito mais caro”, exemplifica.
O Instagram já conta com dois milhões de anunciantes ativos, segundo dados da rede referentes ao mês de setembro de 2017. O Brasil é um dos países que mais contribuiu para o número, composto principalmente de pequenas e médias empresas.
Se você já mudou o perfil da sua empresa para uma página profissional e já analisou as métricas relativas a ela, é hora de fazer bom proveito das informações conquistadas. Nos anúncios, é possível segmentar as publicidades por gênero, idade e região atendida, por exemplo.
Depois, é possível posicionar seu anúncio (onde ele irá aparecer no feed dos seus usuários atingidos) e escolher a data e tempo de exposição. Além de, é claro, seu orçamento.
Para saber em detalhes o passo a passo para anunciar na plataforma, visite a página de anúncios do Facebook e do Instagram.

7 — Sempre se aprimore por meio de novos cursos


Por fim, toda empresa que quer bombar no Instagram precisa atualizar-se quanto às mudanças na plataforma. Por isso, Facebook e o Instagram disponibilizam um portal de cursos. Os conteúdos são gratuitos e muitos cursos disponibilizam certificados.




Extraído de Exame.com: https://exame.abril.com.br/pme/7-passos-para-seu-negocio-ter-seguidores-no-instagram-e-vendas/


Acesse www.talentus4escritoriovirtual.com.br e conheça o mais moderno e econômico escritório compartilhado do mercado!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

10 apps gratuitos e essenciais para todo empreendedor iniciante

Quer abrir ou já é dono do seu próprio negócio? Confira, então, quais ferramentas são indispensáveis para seu dia a dia. O melhor: sem pesar no bolso.

Se você quer abrir um negócio próprio, provavelmente já conhece o poder que as ferramentas online proporcionam: já deve ter pesquisado como abrir uma página empresarial no Facebook, como anunciar no Instagram, como impulsionar vendas pelo WhatsApp e como reforçar sua marca pelo LinkedIn.
Porém, o mundo das aplicações virtuais vai muito além das redes sociais. Confira alguns apps que podem ajudá-lo em atividades muito específicas da vida empreendedora, que você provavelmente enfrentará: agendar encontros de networking, construir um site otimizado para buscas e acompanhar obrigações fiscais e tributárias, para dar alguns exemplos. O melhor: nenhuma dessas ferramentas pesa no seu bolso.
Veja, a seguir, dez aplicativos totalmente gratuitos (ou com versões gratuitas) que são essenciais para todo empreendedor iniciante:

1 – Aussi
O Aussi é um aplicativo voltado para empreendedores iniciantes: por meio dele, donos de pequenos negócios se conectam de forma gratuita e podem solucionar dúvidas entre si.
É possível falar com quem entende de vendas, finanças, marketing, legalização, planejamento e sustentabilidade para empresas, por exemplo. Cada resposta pode receber avaliações de outros usuários. Por fim, há uma área exclusiva para conteúdos, com vídeos de empreendedores contando o segredo do seu sucesso.
O Aussi é gratuito e está disponível na versão para Android e para iOS.

2 – Coffee Match
O The Coffee Match é o aplicativo ideal para os empreendedores que têm dificuldade em combinar encontros de networking – seja para apresentar um novo projeto a investidores ou procurar novos funcionários, sócios e parceiros para sua empresa.
Mas claro que empreendedores iniciantes não possuem orçamento para alugar escritórios ou espaços de coworking. Por isso, as cafeterias são cada vez mais um ponto de encontro para futuros negócios inovadores. Ao sugerir conexões valiosas baseadas em habilidades afins, a plataforma incentiva o encontro real em cafeterias parceiras, que oferecem um café de cortesia.
O The Coffee Match está disponível para iOS.

3 – Evernote
O Evernote quer ser o aplicativo ideal para “gerenciar tudo na vida”: é possível escrever e armazenar notas de diversos assuntos, em formatos como texto, áudio e foto. É possível acessá-la em diversos dispositivos e compartilhar com quem desejar.
O Evernote possui os planos Basic (gratuito), Plus (40 reais por ano), Premium (80 reais por ano) e Business (24 reais por usuário e por mês). Há a versão para desktop, para Android e para iOS.

4 – Google meu Negócio
A área Google Meu Negócio foi criada em 2014, com o objetivo de oferecer recursos gratuitos e simples para empresas gerenciarem sua presença e suas relações por meio dos serviços do Google.
A novidade mais recente, por exemplo, é um recurso que cria o site da sua empresa em até dez minutos. Até o momento, mais de 150 mil sites brasileiros já usam a aplicação.
É possível acessar o Google Meu Negócio pelo desktop ou por aplicativos para Android e para iOS.

5 – Hi App
O Hi App é o aplicativo perfeito para os empreendedores que sempre se esquecem de levar cartões de visita (ou se preocupam com o meio ambiente): a ferramenta permite que você tenha seu primeiro cartão de visita 100% digital.
Por meio do Hi App, o empreendedor pode criar, editar e compartilhar seu cartão. Além disso, dá para criar pastas e separar os cartões de seus contatos por eventos, por exemplo.
O aplicativo possui uma versão gratuita e outra paga, voltada para empresas maiores. Nesta, o dono de negócio pode criar cartões e customizar para diversos funcionários, reduzindo o custo com reimpressões e ajudando a reduzir o desperdício de papel. Quando os membros acessam o app, já encontram seu cartão pronto.
O Hi App está disponível para Android e para iOS.

6 – Primer
Criado pelo Google, o Primer é um aplicativo gratuito com lições de negócios e marketing digital express.
A versão 3.0 do aplicativo traz 127 aulas em português (60 a mais que em 2016) distribuídas em quatro grandes temas: Negócios, Métricas, Marketing e Conteúdo. O material pode ser acessado offline, sem necessidade de gastar o plano de dados, e foi pensado para ser estudado de maneira prática e rápida (as aulas têm, em média, cinco minutos de duração).
O Primer pode ser acessado por Android e por iOS.

7 – Qipu
Lançado pelo Sebrae e pelo Buscapé, o Qipu é uma ferramenta que ajuda a controlar as obrigações das microempresas, mandando alertas sobre contribuições fiscais, sobre a arrecadação do microempreendedor ou sobre os benefícios a que ele tem direito. Perfil empreendedor: Saiba com a Tray se você tem as características necessárias.
O aplicativo, por exemplo, tem lembretes inteligentes para os que perdem a data de pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional); tem um sistema de controle financeiro, que vincula as receitas e gastos com a declaração anual; e permite registrar e emitir notas fiscais e recibos pelo celular.
O aplicativo é gratuito e está disponível para desktop, Android e iOS.

8 – Slack
O Slack é um aplicativo para trocar mensagens em grupo (pense em um WhatsApp mais profissional). Ele é cheio de ferramentas: é possível criar grupos públicos e privados; enviar arquivos de serviços como Google Drive e Dropbox; e realizar integrações com serviços como Twitter e Asana para agrupar notificações, por exemplo.
O Slack possui três planos: o gratuito, o Standard (6,67 dólares por usuário e por mês) e o Plus (12,50 dólares por usuário e por mês). Há a versão para desktop, Android, iOS e Windows Phone.

9 – Trello
O Trello é um visualizador de listas descolado. Por meio de cartões, é possível dividir áreas de um projeto e acompanhar o progresso de cada um dos setores, por exemplo.
A ideia é se livrar de post-its, planilhas e softwares complicados. A ferramenta se baseia em um método de produtividade chamado “kanban”, que utiliza cartões para indicar fluxos de produção.
Há tanto um plano gratuito quanto dois planos pagos: o Business Class (10 dólares por mês e por usuário) e o Enterprise (até 20,83 dólares por mês e por usuário). Ele possui aplicações para desktop, Android e iOS.

10 – Workplace
O Workplace é a plataforma do Facebook para empresas, com mais de 30 mil usuários no mundo todo. A ferramenta oferece diversos recursos para empresas serem mais conectadas e produtivas, sendo uma central de comando para o que acontece na sua empresa.
No último ano, por exemplo, foram criados mais de um milhão de grupos para ajudar as equipes a trabalhar melhor juntas. Outras funções da plataforma são chats e vídeos ao vivo.
A aplicação possui uma versão gratuita, chamada Standard, e uma versão paga com mais recursos.
O Workplace by Facebook está disponível para desktop, Android e iOS.


Extraído e adaptado de Exame.com: 
https://exame.abril.com.br/pme/10-apps-gratuitos-e-essenciais-para-todo-empreendedor-iniciante/


Acesse www.talentus4escritoriovirtual.com.br e conheça o mais moderno e econômico escritório compartilhado do mercado!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

7 dicas para inovar em seu negócio

Além da concorrência tradicional que está cada vez mais acirrada com a oferta de produtos e serviços em todos os mercados e setores, é preciso se preparar para sermos competitivos em uma era em que jovens empreendedores com DNA de inovação e startups enxutas estão mudando completamente a forma de como fazemos negócios e consumimos produtos e serviços. Confira três dicas dadas pelo consultor em inovação corporativa Marcio Kogut para quem quer inovar em seu negócio.
1. Comece inovando na gestão de TI da sua empresa
Exatamente! Não existe iniciar um processo de inovação na sua empresa se o CTO (Chief Technology Officer) não estiver tecnologicamente atualizado, acompanhando as transformações digitais e focado em buscar inovação. Durante mais de 15 anos prestando consultoria a diversas empresas, escutei desculpas sem fundamentos ditas por alguns profissionais para os executivos que acabavam criando uma sensação de pânico e medo abortando qualquer tipo de mudança, melhoria ou possível inovação. A maioria dos CEOs não tem conhecimento profundo em tecnologias e por isso é obrigada acreditar na palavra do diretor de TI. Um dos exemplos que posso citar é a questão da computação em nuvem (cloud computing)
2. Reveja toda sua tecnologia interna
Eu tenho absoluta certeza que 90% da tecnologia da maioria das empresas estão completamente ultrapassadas e custando infinitamente mais caras do que as tecnologias mais modernas de hoje. Desde links de internet, servidores de e-mails, equipamentos, softwares de gestão e de produtividade. Todos os equipamentos, softwares e a inteligência que você precisa para o seu negócio já existem melhores e mais baratos do que você usa atualmente através de SaaS (software as a service).
3. Busque inovação fora ou crie uma equipe com autonomia
Para conseguir avançar com um processo de inovação dentro da sua empresa é necessário criar um time novo, pequeno (1 a 4 pessoas) com autonomia e sem vínculos de amizades internas. Conecte esse time a uma empresa de inovação corporativa para mapear as dores, definir estratégias e objetivos além de condicioná-los a pensar e agir com a mentalidade de empreendedores e startups.
4. Promova encontros com empreendedores e seus startups
Os empreendedores e startups têm vontade e, principalmente, a disponibilidade para entregar uma solução rápida e resolver um problema de forma simples apenas com a expectativa de que, se conseguirem, a empresa poderá ser um cliente anjo.
5. Planeje menos, execute mais
Criar processos de inovação em empresas levam tempo e, muitas vezes, fracassam pela burocracia e cultura de certa forma engessada. Independente de planejamento, não será nada fácil e rápido criar uma cultura de inovação para mudar completamente a realidade do seu negócio, por isso, não perca tempo e dinheiro planejando demais e inicie de forma simples e rápida.
6. Pense grande e comece pequeno
Os inovadores bem-sucedidos "pensam grande" considerando a gama completa de futuros possíveis. Eles facilitam a inovação ao ousar buscar "pensamentos assassinos" para novos produtos e serviços que podem reescrever as regras e o negócio de uma companhia. Em contraste, os inovadores fracassados tendem a "pensar pequeno". Eles assumem a postura de que a mudança radical não será necessária e que nada irá afetar o modelo do seu negócio no futuro.
7. Não tenha medo de mudar completamente seu negócio
Uma prova de que esse tipo de decisão pode ser necessária e terá que ser encarada com coragem é a história da Kodak. Em 1975 um grupo de engenheiros da empresa desenvolveu a primeira câmera digital do mundo que pesava quase 5 quilos e fazia fotos apenas em preto e branco. As previsões estimavam que a câmera digital poderia se tornar viável num horizonte de 20 anos, mas os executivos preferiram manter a estrutura e negócio atual de vender filmes do que romper com a realidade e olhar para o futuro. Como se sabe, alguns anos depois a concorrência fez o negócio ruir.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/7-dicas-para-inovar-em-seu-negocio/121853/


Acesse www.talentus4escritoriovirtual.com.br e conheça o mais moderno e econômico escritório compartilhado do mercado!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

4 dicas para transformar o feedback dos seus clientes em receita

De acordo com um estudo recente da BrightLocal, 88% dos consumidores confiam em recomendações e análises de usuários on-line no mesmo nível de uma opinião pessoal. O feedback dos clientes possui um grande poder não apenas na interação com a empresa, mas também como uma forma de gerar renda. Afinal, é a partir dos comentários positivos e negativos sobre seu empreendimento que podemos ter insights e direcionamentos para aprimorar os processos de atendimento e atuação no mercado que, consequentemente, se converterão em novas receitas.

Por isso, é mais importante do que nunca os negócios estarem prontos para coletar essas informações sobre seus produtos e serviços aproveitando todos os canais de interação. Pensando nisso, a OnYou, empresa especializadas em auditoria da experiência do cliente do país, listou quatro dicas para trabalhar esses dados de forma rápida e eficiente a fim de transformar o seu empreendimento hoje mesmo:

Como solicitar as informações de seus clientes?

É preciso ir além da opinião da experiência do cliente com o produto ou serviço. Esse feedback é fundamental no pós-venda, assim como todos os pontos de contato do consumidor com a marca, para saber o que se passa na cabeça das pessoas que compram o que a sua organização tem a oferecer. O crescimento da receita por meio dessas informações envolve também testar hipóteses sobre quais públicos ou variações do mesmo perfil de personas podem ser atraídas pelo seu negócio.

Busque a clareza em primeiro lugar
Um questionário de satisfação de clientes pode ser implementado de acordo com os objetivos de sua empresa. É preciso fazer perguntas específicas, de forma clara, mas é igualmente importante não tornar o feedback em um transtorno ao usuário. Fazer com que seus próprios funcionários sejam atenciosos em perguntar especificamente sobre processos de seu negócio é uma saída, por exemplo: "Como estava o prato?"; "Você foi bem atendido?"; "Tem algo mais que você gostaria?".
Monitoramento e acompanhamento dos feedbacks
Canais de comunicação já controlados pela companhia, como atendimento presencial, serviço ao consumidor e on-line podem ser explorados como uma plataforma confiável para feedback. Mas é preciso que haja um indicador que apresente de forma objetiva qual é o impacto dos comentários no valor do cliente (Customer Equity) e se o investimento feito pela organização no marketing e no atendimento são sustentáveis em relação à sua receita.
Fazendo os comentários trabalharem a seu favor
O retorno dos consumidores sobre seu empreendimento deve acontecer de maneira ágil e entregar a solução mais adequada à cada situação. Ao responder uma reclamação, é importante lembrar de que o atendimento deve ser realizado de forma satisfatória independentemente do perfil do usuário. É essencial filtrar as respostas mais relevantes para o futuro da empresa e obter a opinião não apenas de uma base de clientes fidelizada, como também daqueles que já realizaram.

Extraído do Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-dicas-para-transformar-o-feedback-dos-seus-clientes-em-receita/120669/

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

3 passos para saber se você tomou a melhor decisão nos negócios

A vida é tomar decisões. Decidir que horas acordar, qual roupa usar, o que comer e assim por diante. São tantas, que algumas delas acabam sendo tomadas até mesmo intuitivamente. A vida do empreendedor (e do gestor) não é diferente. Diariamente, decisões devem ser tomadas, em assuntos que podem envolver escolha de fornecedores, precificação, descontos e investimentos, entre outros.

Algumas decisões são fáceis e podem ser normatizadas de forma repetitiva, transformando-se em políticas. Já outras, principalmente relacionada a questões estratégicas, são únicas e dizem respeito a situações cujos detalhes nunca se repetirão com exatidão.

Na maioria dos casos da vida real, as opções de decisão são muitas e não há uma solução ótima única aos problemas. Portanto, por mais óbvio que possa parecer, é muito difícil saber se a decisão tomada foi a melhor possível. Afinal de contas, por melhor que tenha sido, sempre há a possibilidade de não ter sido tomada alguma outra decisão melhor ainda.

Apesar disso, seguem alguns critérios que costumam indicar boas decisões.

A decisão envolveu um processo analítico
Decisões são normalmente relacionadas a resolução de problemas. Quanto melhor a análise do problema (mesmo que informal), maior a probabilidade que uma boa decisão seja tomada.

Uma boa análise envolve a busca das causas reais do problema. Uma vez detectadas as causas, é possível estabelecer as alternativas e ponderar vantagens, desvantagens e riscos de cada uma delas e, finalmente, decidir sobre o que fazer. Portanto, reflita se suas decisões estão sendo tomadas com base nas causas reais ou somente nos efeitos dos problemas.

A decisão respeitou os valores do empreendedor e da empresa
No calor do dia a dia, e face a pressões de diversos lados, decisões tomadas podem ser contrárias aos valores do empreendedor e da empresa. Valores são princípios, padrões ou qualidades que são crenças centrais e convicções da organização. Estabelecem as prioridades morais e éticas, que servem como guia para todas as atividades.

Um teste simples para avaliar se as decisões tomadas respeitaram os valores é perguntar a si mesmo se você poderia contar com tranquilidade sobre a decisão tomada para os funcionários da empresa ou para os seus filhos e familiares. Se a resposta é sim, provavelmente a decisão respeitou os seus valores.

A decisão considerou os potenciais impactos e riscos para os resultados
Decisões envolvem previsões e é impossível prever o futuro, ainda mais em momentos de incertezas como passa o Brasil. É de se esperar que retornos elevados estejam associados a riscos maiores. Portanto, boas decisões são as que consideram conscientemente uma boa relação risco x retorno.



Extraído de Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/3-passos-para-saber-se-voce-tomou-a-melhor-decisao-nos-negocios/



quinta-feira, 13 de julho de 2017

Como saber se minha ideia de negócio realmente vai ter sucesso?

Não é possível saber se a sua ideia de negócio será um sucesso, mas é possível ter uma ideia…

É natural que muitas pessoas que pensam em abrir um negócio almejem ter sucesso com a sua empreitada. Também é comum que boa parte delas resuma sucesso ao retorno financeiro esperado.

Por outro lado, muitos empreendedores, mesmo tendo sucesso financeiro, frustram-se quando descobrem que isso não é medido puramente pelo dinheiro que gera.

“As empresas precisam ter lucro como objetivo, do contrário, elas morrem. Mas se uma empresa é orientada apenas para ter lucro, também morrerá, porque não terá mais nenhum motivo para existir…” – costumava dizer Henry Ford.

Por isso, antes de pensar se sua ideia de negócio vai ser um sucesso, é preciso entender, verdadeiramente, qual é a sua definição de sucesso nos negócios.

A pesquisadora Betina Silvestri entrevistou centenas de empresários e empreendedores para entender como definiam sucesso e o resultado foi a sua tese de doutorado que explica que o sucesso pode ter, pelo menos, 67 definições, incluindo, sim, o sucesso financeiro, mas também aspectos associados à realização pessoal, impactos positivos na sociedade, aprendizagem contínua, reconhecimento público, estabilidade e segurança, entre outras combinações.

Depois de encontrar a sua definição verdadeira e sincera de sucesso nos negócios, é preciso pensar em quatro aspectos básicos:

1 — Sua ideia representa, de fato, uma grande oportunidade de negócios?

O primeiro aspecto diz respeito à inovação ou diferenciação da sua ideia em relação ao que já existe e é percebido pelo seu público-alvo.

Em geral, empreendedores de primeira viagem sofrem do Complexo de Narciso e sempre acreditam que possuem a melhor e mais inovadora ideia de negócio do mundo, mas quem determina isso são as pessoas que compõem o seu mercado.

Para entender se sua ideia é diferenciada ou inovadora, é preciso tangibilizá-la de alguma forma, seja por meio de protótipos, flyers, infográficos ou qualquer outro recurso que o potencial cliente consiga visualizar ou mesmo experimentar o negócio que pretende criar. E, daí, concluir que o que pretende criar é inovador ou, pelo menos, diferenciado.

2 — O mercado que você pretende atingir possui um tamanho adequado?

O segundo aspecto está associado ao tamanho de mercado adequado, o que tem impacto direto na rentabilidade da empresa.

Para entender o tamanho de mercado é preciso ter uma compreensão de dois conceitos sábio para qualquer empreendedor: Miopia de Marketing e Jobs to be done. Você deve entender que não está no mercado do produto em si, mas no do seu benefício. Assim, se perceber que um dos principais concorrentes da CacauShow é O Boticário, entendeu o que é Miopia de Marketing.

Já o conceito Jobs to be done defende que o cliente não compra apenas o benefício, mas compra algumas tarefas específicas (jobs) que aquele produto ou serviço entrega.


Dessa forma, um dos jobs que o cliente compra da CacauShow é uma opção de presente que surpreenda o presenteado. Se você entender que está no mercado do benefício e de jobs específicos, pode ter uma melhor compreensão do real tamanho e demanda de mercado.



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/saiba-se-sua-ideia-de-negocio-realmente-vai-ter-sucesso-ou-nao/

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Aumente sua produtividade com a "regra dos 10 minutos"

Na vida de um empreendedor, que normalmente conta com poucos recursos e tem muitas tarefas para resolver, ser produtivo é fundamental. Mas as mídias sociais, os aplicativos de mensagens e tudo que a internet tem a oferecer podem atrapalhar o empreendedor. A produtividade baixa, por sua vez, pode levar à procrastinação – o pensamento que “é melhor fazer amanhã o que não pôde ser feito hoje”. E assim o trabalho vai se acumulando.

No entanto, uma técnica com duração de apenas 10 minutos pode ajudar o empreendedor a fazer mais em menos tempo. O “truque” é uma criação da psicoterapeuta americana Amy Morin. Ela é a autora do livro “13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem”.

Um dos ensinamentos do livro, lançado em mais de 20 países, é que as pessoas precisam se manter estimuladas para prosseguir em suas tarefas. Por sua vez, uma das formas de mantê-las engajadas é mostrar que elas estão cumprindo pequenas metas a cada etapa de seu trabalho.

Amy concluiu que uma boa forma de evitar a procrastinação é a chamada “regra dos 10 minutos”. A técnica funciona assim: diga a si mesmo, no decorrer da tarefa, que você vai focar totalmente no trabalho em questão por 10 minutos. Depois desse período, você pode decidir continuar trabalhando ou fazer qualquer outra coisa.

De acordo com a psicoterapeuta, 90% das pessoas continua trabalhando após os primeiros 10 minutos. “Elas percebem o quanto avançaram na realização da tarefa em um tempo tão curto e se sentem confiantes o suficiente para terminar o trabalho o mais rapidamente possível”, diz Amy.

A especialista afirma que o medo de falhar na realização da tarefa atrapalha a produtividade e leva à procrastinação. Com a “regra dos 10 minutos”, entretanto, o medo e a preguiça perdem força.


Amy recomenda que, a qualquer momento em que você esteja relutante a executar uma tarefa, trabalhe nela por 10 minutos ininterruptamente. “É muito possível que vontade de procrastinar saia de você. Vale a pena tentar”, diz a psicoterapeuta.



Matéria retirada do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2017/03/aumente-sua-produtividade-com-regra-dos-10-minutos.html

9 maneiras de conseguir dinheiro para o seu negócio

Dinheiro é essencial para quem quer abrir seu próprio negócio. De nada adianta ter uma ideia brilhante se não houver o capital mínimo necessário para tornar a operação uma realidade.
“Quando você se torna um empreendedor, é como se tivesse decidido fazer o Caminho de Santiago de Compostela. O pé vai doer no meio do caminho, vai fazer bolha, você não vai chegar rápido no seu destino e possivelmente vai precisar de ajuda”, compara Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper.
Na maioria das vezes, os empreendedores não têm todo o dinheiro que precisam para tirar uma ideia do papel. Por isso, é muito importante fazer um planejamento antes de colocar a mão na massa. Só assim você vai saber quanto realmente o negócio vai demandar.
“É claro que o capital próprio para quem está começando parece ser a opção mais ‘barata’, mas é preciso considerar vários fatores. Ele pode vir acompanhado de ‘expertise’, de conhecimento sobre um mercado que você acabou de entrar e ainda está perdido”, diz Virginia Prestes, professora de finanças da Faculdade de Administração da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).
EXAME.com conversou com especialistas e listou abaixo nove opções para quem está pensando em abrir o próprio negócio, mas não tem todo o dinheiro necessário para tirar os planos do papel.

Friends, family and fools
Apesar da nomenclatura em inglês, o modelo de financiamento “3Fs” é bastante conhecido e adotado por novos empreendedores no Brasil e no mundo. É o clássico pedir dinheiro emprestado para parentes ou amigos.
“Aquele tio rico que você mantém um bom relacionamento, o incentivo que os pais querem te dar para conseguir andar com as próprias pernas ou até mesmo aquele velho amigo que não se importaria de te ajudar a tocar seu projeto pessoal”, diz Sérgio Luis Seloti Jr, professor de Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Mesmo sendo uma alternativa relativamente acessível para algumas pessoas, Prestes, da FAAP, faz um alerta: “tudo precisa ser bem combinado e formalizado. Mesmo sendo uma pessoa de confiança, misturar negócios com parentes e amigos nem sempre funciona.”

Crowdfunding
O crowdfunding é um financiamento coletivo, geralmente feito através da internet e bancado por pessoas físicas que se interessam pelo projeto e gostariam de vê-lo funcionando. Como não há limite de participantes, as contribuições começam em um valor bastante acessível, o que aumenta o potencial de participação e sucesso da campanha.
“Quando as pessoas apoiam um crowdfunding, elas normalmente recebem algo em troca. É uma forma de a empresa originada com a campanha agradecer pelo apoio financeiro que foi dado. Pode ser em forma de produtos ou serviços”, explica Seloti Jr, do Mackenzie.

Equity crowdfunding
Já o equity crowdfunding é bem parecido com o crowdfunding comum, a diferença é que, em vez de receber um produto ou serviço como recompensa pelo “apoio financeiro”, os participantes recebem uma parcela da futura companhia como recompensa. Ou seja, é como se eles estivessem comprando uma parte da empresa.
“A vantagem é que você não só vai ver o projeto sair do papel como você também será dono de uma pequena parte dele. Outra vantagem é que o seu prejuízo fica restrito ao aporte inicial”, diz Seloti Jr.

Empréstimo bancário
Esta é a opção mais clássica e talvez a primeira que vem à cabeça de muitos novos empreendedores. Mas não se engane: ela geralmente é a mais cara.
Bancos de fomento como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e bancos públicos como o Banco do Brasil, além de instituições privadas como o Santander, Itaú e Bradesco, costumam ter linhas destinadas a pequenas e médias empresas recém-nascidas.
“Os juros cobrados pelos bancos para as pequenas e médias empresas costumam ser muito altos, já que elas não conseguem oferecer garantias muito altas para as instituições financeiras em troca do dinheiro”, explica Prestes, da FAAP.

Incubadora
Se a sua ideia de negócio for uma startup, mas ela ainda está prematura e precisa ser lapidada antes de receber um aporte financeiro, é possível fazer isso dentro de uma incubadora. As incubadoras são ligadas a instituições de ensino e universidades que apoiam os empreendedores novatos.
“As incubadoras vão oferecer a estrutura e conhecimento mínimos necessários para os primeiros passos da nova empresa. Isso representa uma ajuda importante para quem está começando a entrar no mundo do empreendedorismo e ainda não está habituado a ele”, diz Prestes.

Aceleradora
As aceleradoras são uma espécie de evolução das incubadoras. Elas escolhem startups com grande potencial de crescimento e oferecem apoio financeiro, estrutura, consultoria e treinamento em troca de uma participação no capital da nova empresa. Há no Brasil uma série de aceleradoras, como a Oxigênio, da Porto Seguro.
“Ser escolhido por uma aceleradora muda a vida de qualquer startup, sem dúvida. O problema é que o processo de seleção é muito concorrido. Geralmente, são muitas empresas para poucas vagas e o novo empreendedor não pode ficar limitado a isso”, afirma Prestes, da FAAP.

Investidor-anjo
Se você não pretende misturar negócios e família ou acha muito arriscado partir para o crowdfunding, uma alternativa é encontrar um ou mais investidores-anjo. Eles são pessoas físicas que usam seu capital para investir em novas empresas que tenham alto potencial de crescimento, como as startups.
“Algumas organizações como a Anjos do Brasil são especializadas em conectar empreendedores com investidores-anjo. Vale a pena o novo empresário se informar sobre os eventos voltados para este tipo de público se ele estiver procurando alguém que acredite no produto dele e esteja interessado em emprestar seu capital para o projeto”, diz Rocha, do Insper.
Prestes, da FAAP, lembra que muitos investidores-anjo ao emprestarem dinheiro para as novas empresas deixam em aberto a possibilidade de transformar essa dívida em uma futura participação no negócio. “A remuneração do empréstimo acaba ficando em segundo plano”, afirma. Então, quem não está a fim de ter sócios em algum momento deve prestar bastante atenção nesta cláusula na hora de assinar o contrato.
O lado bom é que muitos desses investidores já emprestaram seus recursos para outras empresas ou são sócios de várias delas, o que pode agregar know-how ao novo projeto, aumentando suas chances de prosperar.

Capital semente
A lógica do capital semente é a mesma do investidor-anjo. A diferença é que o investidor-anjo é uma pessoa física, enquanto o capital semente vem de uma pessoa jurídica, através de um fundo de investimento, por exemplo.
“Neste caso, as empresas que o capital semente foca estão ainda em estágio inicial, mas em um segundo degrau. Elas já possuem uma estrutura, clientes, produtos definidos etc. Não são mais uma idéia ou plano no papel. Só que ainda dependem de recursos de terceiros para se estabelecerem no mercado”, diz Seloti Jr, do Mackenzie.

Venture capital
Diferente dos investidores-anjo e do capital semente, o venture capital é um modelo de financiamento para PMEs (pequenas e médias empresas) que já deixaram a fase inicial para trás, mas ainda necessitam de recursos para conseguir atingir seu potencial máximo.

“São fundos de venture capital que estão no portfólio de diversas gestoras. Tanto os fundos procuram as empresas, quanto as próprias companhias que estão precisando de financiamento podem procurar esses fundos”, afirma Prestes, da FAAP.


Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/9-maneiras-de-conseguir-dinheiro-para-o-seu-negocio/

Três peças-chave para um negócio familiar de sucesso


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mais de 90% das empresas constituídas no Brasil são familiares. Mas, muitas delas não estão preparadas para sucessão, um problema revelado através de números. De cada 100 empresas familiares abertas e ativas, apenas 30 sobrevivem à primeira sucessão e cinco chegam à terceira geração. Como evitar o fracasso? A coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini, revela que existem três peças fundamentais no processo de sucessão familiar:

1 - Sucedido: provavelmente, essa é a pessoa que construiu um patrimônio superando muitas dificuldades, com muito suor e esforço. Dirige a empresa ao seu modo e com as condições que tem. Em alguns casos, sem estudo e sem preparação técnica, aplicando aquilo que aprendeu de forma mais orgânica. Ou, ainda, com o pai. Então é essencial que o sucedido consiga confiar em seu sucessor, entenda a importância de profissionalizar o negócio e tenha um plano para o depois. Ou seja, o que irá fazer quando “passar o bastão”. Também é importante que ele se sinta parte do processo como um todo e esteja ciente que ninguém fará igual e que “diferente” não quer dizer ruim. E esse resultado pode até ser melhor!

2 - Sucessor: muitas vezes, é um filho único. Em outros casos, o mais velho de alguns irmãos. E, ainda em outros, o filho que terá de disputar com outros que nem são da família. É importante que essa pessoa tenha experiências além das fronteiras do patrimônio familiar e que tenha competências técnicas que sustentem sua gestão. O sucessor precisa honrar e respeitar o passado, levando adiante o que há de bom. É fundamental que entenda a importância de se preparar para transmitir confiança ao sucedido, traçando um plano de desenvolvimento contínuo para si, para sua equipe e para o patrimônio. Tem que se sentir desafiado e, ao mesmo tempo seguro e preparado o suficiente para o desafio. Uma dica importante é ter objetivos pessoais e profissionais alinhados com a empresa que irá assumir.

3 – Empresa: é o maior patrimônio. E o que quer que seja feito, deve ser para garantir o melhor para a empresa, e não para alguém. Muitas vezes, é a fonte de renda e sobrevivência de inúmeras famílias. Carrega consigo a história da família que a fundou, das pessoas que nela trabalharam e trabalham, e do mercado que movimenta e participa. É essencial que se tenha um líder/gestor suficientemente preparado, incluindo uma equipe competente e alinhada estrategicamente. Um plano estratégico de gestão, administrativo e financeiro que seja claro, conciso e seguro. Preserve o que funciona e se encaixa em novos contextos e tendências. Tenha espaço para inovação, expansão e dispositivos adaptados a novos contextos de mercado e tecnologia e torne a missão, visão e valores devidamente conhecidos e vividos por cada colaborador.
Muito mais do que os imprescindíveis e essenciais aspectos jurídicos, administrativos e financeiros, o processo de sucessão é um conjunto de técnicas e comportamentos necessários para a perenidade de um negócio. Essa tríade – sucessor, sucedido e empresa – precisa estar em perfeita sintonia. Afinal, um depende do outro. E para os três é essencial um plano estratégico concreto, aplicável e que dê resultados. Afinal, são as pessoas que movem as organizações.




Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/tres-pecas-chave-para-um-negocio-familiar-de-sucesso/118838/