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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

3 passos para saber se você tomou a melhor decisão nos negócios

A vida é tomar decisões. Decidir que horas acordar, qual roupa usar, o que comer e assim por diante. São tantas, que algumas delas acabam sendo tomadas até mesmo intuitivamente. A vida do empreendedor (e do gestor) não é diferente. Diariamente, decisões devem ser tomadas, em assuntos que podem envolver escolha de fornecedores, precificação, descontos e investimentos, entre outros.

Algumas decisões são fáceis e podem ser normatizadas de forma repetitiva, transformando-se em políticas. Já outras, principalmente relacionada a questões estratégicas, são únicas e dizem respeito a situações cujos detalhes nunca se repetirão com exatidão.

Na maioria dos casos da vida real, as opções de decisão são muitas e não há uma solução ótima única aos problemas. Portanto, por mais óbvio que possa parecer, é muito difícil saber se a decisão tomada foi a melhor possível. Afinal de contas, por melhor que tenha sido, sempre há a possibilidade de não ter sido tomada alguma outra decisão melhor ainda.

Apesar disso, seguem alguns critérios que costumam indicar boas decisões.

A decisão envolveu um processo analítico
Decisões são normalmente relacionadas a resolução de problemas. Quanto melhor a análise do problema (mesmo que informal), maior a probabilidade que uma boa decisão seja tomada.

Uma boa análise envolve a busca das causas reais do problema. Uma vez detectadas as causas, é possível estabelecer as alternativas e ponderar vantagens, desvantagens e riscos de cada uma delas e, finalmente, decidir sobre o que fazer. Portanto, reflita se suas decisões estão sendo tomadas com base nas causas reais ou somente nos efeitos dos problemas.

A decisão respeitou os valores do empreendedor e da empresa
No calor do dia a dia, e face a pressões de diversos lados, decisões tomadas podem ser contrárias aos valores do empreendedor e da empresa. Valores são princípios, padrões ou qualidades que são crenças centrais e convicções da organização. Estabelecem as prioridades morais e éticas, que servem como guia para todas as atividades.

Um teste simples para avaliar se as decisões tomadas respeitaram os valores é perguntar a si mesmo se você poderia contar com tranquilidade sobre a decisão tomada para os funcionários da empresa ou para os seus filhos e familiares. Se a resposta é sim, provavelmente a decisão respeitou os seus valores.

A decisão considerou os potenciais impactos e riscos para os resultados
Decisões envolvem previsões e é impossível prever o futuro, ainda mais em momentos de incertezas como passa o Brasil. É de se esperar que retornos elevados estejam associados a riscos maiores. Portanto, boas decisões são as que consideram conscientemente uma boa relação risco x retorno.



Extraído de Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/3-passos-para-saber-se-voce-tomou-a-melhor-decisao-nos-negocios/



quarta-feira, 24 de maio de 2017

9 passos para finalmente fazer um plano para seu futuro negócio

Fazer um modelo de negócios é o primeiro passo para quem quer abrir sua própria empresa. O mais utilizado atualmente é o criado pelo suíço Alex Osterwalder, publicado no livro “Business Model Generation”, em 2008.
O objetivo da ferramenta é descrever tudo o que é relevante para um negócio em nove áreas dentro de um quadro, chamado de Canvas. A ideia é que o empreendedor possa ter uma visão holística do negócio para testar sua viabilidade.
“O modelo de negócios é parte integrante do plano de negócios, esse sim bem mais detalhado. Ele ajuda o empreendedor a organizar suas ideias”, diz David Kallás, professor de estratégia do Insper.
“As pessoas ficam muito focadas na questão da inovação, em ter uma ideia brilhante que ninguém jamais teve. Esse não deve ser o foco. Às vezes, a solução de um problema é algo simples. Você pode abrir uma padaria, que não tem nada de inovador, mas o negócio pode ser um sucesso porque simplesmente não tem outra padaria naquela região”, explica o professor.
Segundo Caroline Caracas, coach de empreendedorismo e negócios e sócia-diretora da Marketing Minds e do Programa Empreenda-se, o modelo de negócios não elimina a necessidade de a empresa ter um plano de negócios em um segundo momento, mas ajuda a ver se o empreendedor está indo no caminho certo.
“O mais importante do modelo de negócios é a flexibilidade. Ele pode ser alterado a qualquer momento. Nele, a pessoa não precisa fazer contas. É uma mera exposição de qual é a sua proposta principal, qual é o seu público, como você vai oferecer o serviço, de qual forma virá sua receita e com o que você terá gastos, tudo posto em uma planilha de forma clara”, afirma.

Veja abaixo quais são os nove passos que você deve seguir para montar o seu modelo de negócios perfeito.

1 — Proposta de Valor
A primeira coisa a fazer é pensar na proposta de valor, ou seja, o que você está oferecendo e como aquilo se destaca da concorrência. O diferencial é o que mais agrega valor ao seu negócio.
“Eu sempre cito o exemplo de uma empreendedora que calçava 33/34 e tinha dificuldade de encontrar sapatos lindos de festa com essa numeração. Então, ela decidiu criar um e-commerce para esse nicho. É um diferencial, uma proposta de valor”, explica Caroline.

2 — Segmento de clientes
Em seguida, é hora de pensar em quem são os seus clientes. Olhando para o exemplo citado por Caroline acima, os clientes seriam pessoas que calçam 33/34 e têm dificuldade de encontrar sapatos de festas com essa numeração.
Neste campo, é possível explicitar se o seu público tem um perfil específico, se costuma ter um comportamento comum ou até mesmo onde essas pessoas estão localizadas.

3 — Canais de distribuição
Definido o público, a próxima etapa envolve pensar na forma em que a empresa vai entrar em contato com o segmento de clientes escolhido. Geralmente isso envolve ações de marketing ou de logística.
“Isso vai variar de acordo com o perfil dos clientes. No caso da empreendedora dos calçados 33/34, ela definiu que o canal seria o e-commerce. Claro, faz todo sentido uma vez que o público é restrito, é nichado. Logo, a melhor solução é oferecer uma plataforma de grande abrangência como a internet”, diz Caroline.
Em outros casos, porém, pode ser mais vantajoso oferecer um serviço presencial, uma loja física, por exemplo (como em uma pizzaria ou restaurante, dependendo da proposta de valor dos negócios).

4 — Relacionamento com clientes
O passo seguinte é entender qual será ou quais serão os tipos de relação que a empresa vai estabelecer com os clientes para conquistá-los e mantê-los.
A ideia aqui é pensar nas estratégias que serão utilizadas para a aquisição do cliente, a retenção do cliente e para impulsionar as vendas.
Um exemplo é quando uma empresa oferece a possibilidade de você testar um produto por um determinado período de maneira gratuita.

5 — Atividades principais
“O que a gente chama de atividade chave é algo inerente ao modelo de negócios. Sem aquilo, a empresa não gera receita”, diz Caroline.
Basicamente são as ações essenciais que devem ser realizadas para a empresa funcionar corretamente.
No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, entre as atividades principais dela está a disponibilização de uma plataforma de venda pela internet.

6 — Recursos principais
Neste campo você precisa colocar os principais ativos e recursos intelectuais, físicos ou humanos que a empresa vai precisar para funcionar.
“Se uma das atividades principais de uma empresa é marketing digital, ela terá de ter o recurso humano de alguém com experiência em marketing digital para gerir essa área, por exemplo”, diz Caroline.

7 — Parcerias
Em seguida, é hora de pensar nas parcerias, ou seja, em quais empresas ou organizações poderão dar apoio ou facilitar o funcionamento da empresa.
“Me lembro do caso de um empreendedor que tinha os Correios como um parceiro de sua empresa, pois os produtos vendidos seriam entregues através desse canal. Ao fazer o modelo de negócios, ele percebeu que não poderia ficar refém dos Correios, pois se eles entrassem em greve, o negócio iria falir”, explica a coach.  “Foi quando ele pensou em um plano B, C, D…”

8 — Fontes de Receita
O passo seguinte já entra na reta final do modelo de negócios. Com a total visão de qual o seu diferencial, qual o seu público e como você vai entregar o serviço/produto, chegou a hora de pensar em como o processo todo vai gerar receitas.
No caso da Netflix, por exemplo, entra nessa área a questão das assinaturas. No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, seriam as vendas pela internet.

9 — Estrutura de custos
O campo final que deve ser preenchido em um modelo de negócios é a estrutura de custos. Nela, será preciso descrever os custos totais da empresa decorrentes da operação do modelo de negócio em questão.

“É importante lembrar que é uma descrição, e não uma planilha numérica”, afirma a coach de empreendedorismo. Ou seja, se a pessoa tem um e-commerce, na estrutura de custos deve constar os gastos com entrega de produtos.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/9-passos-para-fazer-um-modelo-de-negocios/

quarta-feira, 17 de maio de 2017

3 dicas de Marketing de Philip Kotler para Pequenos Negócios

Ter uma boa estratégia de marketing é um dos pilares de atuação mais importantes dentro de uma empresa, seja ela um pequeno negócio ou startup ou uma grande multinacional.
O americano Philip Kotler, 85, considerado um dos mais relevantes gurus do marketing no mundo, em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, falou sobre as perguntas que um empreendedor deve saber responder para desenvolver um bom plano de marketing.
Qual a necessidade do cliente que você pretende atender? Por que o cliente deve acreditar que o seu produto atende essa necessidade melhor que a concorrência? Você já definiu quais tipos específicos de pessoas podem ter mais interesse em sua oferta? Os clientes verão um valor em seu produto maior que o preço que você cobra por ele? Você sabe qual tipo de mídia você deve usar para alcançar o público de forma eficiente e eficaz?

Para ajudar a responder essas perguntas, Kotler ofereceu três dicas para ajudar o empreendedor a construir uma boa estratégia de marketing.

1. Segmentação de marketing
“O marketing de antigamente focava nas massas. Era muito caro fazer um comercial de 30 segundos para a TV. Você precisa fazer uma segmentação de marketing e identificar o público que teria o maior interesse em sua oferta”, diz Kotler.
A ideia é que, antes de começar um negócio, o empreendedor saiba em quem ele deve investir em termos de marketing. Não importa o alcance de uma ação se ela alcançar as pessoas erradas. O trabalho deve ser direcionado para onde tem a maior chance de dar retorno.

2. Colete dados
“O novo modelo de marketing envolve construir uma base de dados com informações confiáveis de perfil do seu público. Isso vai permitir que você escolha as ferramentas de marketing correta nas redes sociais”, afirma Kotler.
Não adianta você apenas achar que conhece o seu cliente. O empreendedor deve se munir de dados que ofereçam uma base para a escolha desse público-alvo. Diversas ferramentas podem auxiliar diferentes negócios a conhecer mais detalhadamente a sua clientela e ajudar na definição de planos de ação.

3. Construa uma “jornada até a compra final”
Todas essas informações devem ser utilizadas para construir um caminho para o cliente. “Cada passo do cliente deve ser um ‘momento da verdade’ e deve encorajá-lo a dar o passo seguinte. Durante essa jornada, a empresa deve fornecer conteúdo que interesse o cliente. Esse conteúdo deve ser diferente de uma mensagem de vendas. Seria como um amigo dizendo para outro sobre algo interessante para ler”, diz o professor da Universidade Northwestern, de Chicago (EUA).

A estratégia deve consistir em levar o cliente pela mão por um caminho de conteúdos que, no final, o estimulem a comprar o seu produto ou serviço. Essa tática passa pelos perfis em redes sociais, o site da empresa, o tipo de informação que ela transmite por essas mídias e como ela pode interessar o público-alvo.


Extraído do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2017/05/3-dicas-de-marketing-de-philip-kotler-para-pequenos-negocios.html

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Por que o empreendedor precisa se transformar enquanto a empresa cresce

Para fazer a empresa prosperar, o empreendedor precisa saber para onde quer ir e o que precisa mudar — nele e no negócio — para chegar lá.

Se você é empreendedor, já deve ter ouvido muitas vezes que sonhar grande dá o mesmo trabalho do que sonhar pequeno. É verdade. Tudo começa com a visão do empreendedor. Mas como transformar o sonho em realidade? Como construir uma empresa que mantenha um ritmo de crescimento e inovação por muitos anos? Muitas vezes, a aflição dos empreendedores está justamente nos momentos em que eles sentem a necessidade de levar a empresa a um novo patamar.

Há um imenso esforço para começar um negócio e deixá-lo redondo, mas, aos poucos, surge a necessidade de desbravar novos mercados, inovar nos produtos ou conquistar clientes maiores. O empreendedor começa a pensar se está pronto para dar um passo maior. Preciso de ajuda para crescer? Quais recursos preciso mobilizar? Qual será o meu papel nessa transição? Minhas funções na empresa precisam mudar? Certamente, ele precisará de fôlego para fazer sua empresa subir mais alguns degraus. Mas com um bom plano e uma dose de ousadia, dá para chegar lá.

Reconheça em qual fase você está
Segundo Cassio Casseb, ex-presidente do Banco do Brasil e hoje consultor e conselheiro de empresas, a primeira coisa que o empreendedor precisa saber é em qual degrau do desenvolvimento sua empresa está. Algumas pessoas confundem o que realmente têm nas mãos, enxergando na verdade o que gostariam de ter.

Primeiro, o empreendedor tem uma ideia. Depois, ele monta um negócio. Aí, há um terceiro momento em que ele tem uma empresa. É quando ele cria estruturas, monta processos. Finalmente, pode virar uma empresa aberta. Em cada uma dessas fases, as demandas são diferentes — e elas precisam estar bem resolvidas para que o empreendedor alcance o nível seguinte.

Um livro chamado Growing Pains divide as companhias em quatro estágios. Algumas companhias que dão muito certo nos primeiros estágios acabam sucumbindo ao não enfrentar corretamente os desafios do estágio seguinte. Por exemplo, inicialmente, para ser bem-sucedida a empresa precisa definir qual demanda do mercado quer resolver, desenvolver um produto ou um serviço útil e estar organizada para funcionar no dia a dia. No segundo estágio, ela precisa se preparar para adquirir recursos e desenvolver sistemas mais complexos.
A Apple, que nasceu em uma garagem para se tornar uma das empresas mais valiosas do mundo, conseguiu superar a dor de crescimento em cada estágio.

Um empreendedor para cada momento
Além dos desafios que mudam para a empresa como um todo, muda a rotina do empreendedor. A pessoa que monta uma startup, inicialmente, faz de tudo um pouco: é a equipe de TI, vendas, RH e financeiro ao mesmo tempo. Um outro livro, Grow to Greatness, fala sobre a evolução do empreendedor. Conforme sua empresa muda de patamar, ele precisa aprender a delegar, a confiar, a motivar e a ouvir.

Quem começa como executor passa a ser gestor, depois líder e, finalmente, mentor. O especialista se torna um generalista, depois um estrategista e, finalmente, condutor da cultura. O empreendedor precisa estar atento para desapegar de algumas funções e assumir novos papeis conforme o tempo passa e as necessidades do negócio mudam.

O papel do advisor
Um conselheiro pode ser interessante para acompanhar o empreendedor em uma fase de crescimento porque, como uma pessoa experiente, já viveu situações parecidas. Ele ajuda a enxergar o que é causa e o que é consequência e ajuda a buscar os melhores caminhos. Além disso, pode abrir portas para novos clientes e novos mercados. O empreendedor só não pode esperar que ele dê palpite sobre tudo, afinal deve ser chamado por entender de uma área ou de uma situação específica. Para encontrar um conselheiro, acione sua rede de contatos ou, se você já tem uma pessoa em mente, vá atrás dela. É importante que o empreendedor e o advisor tenham afinidade para construir uma relação interessante.

Crescimento não se faz só com dinheiro
Quando o empreendedor quer dar um novo salto, é muito comum que ele comece a pensar em como captar dinheiro para crescer. Ele logo pensa nos fundos de private equity com quem possa negociar. A questão é que dinheiro não é a solução para tudo. Pode ser que o fator escasso na empresa seja outro.

Casseb afirma que teve contato com muitos empreendedores que, para crescer, planejam redefinir seu público-alvo, alterar seu produto, mudar o canal de distribuição ou melhorar a qualidade dos funcionários. “Nem todas essas iniciativas exigem um alto investimento financeiro. Se o fator escasso da sua empresa é mercado, por exemplo, provavelmente você precisa mexer no seu produto ou questionar seu canal de vendas”, diz.

É POSSÍVEL USAR OS RECURSOS JÁ EXISTENTES E DIRECIONÁ-LOS PARA UMA NOVA ESTRATÉGIA.

Ele usa como exemplo a situação vivida pelo Brasil nas décadas de 1980 e 1990. O país tentava mostrar aos investidores estrangeiros que não era pior do que o México ou a Argentina. Era difícil e todo mundo dizia que faltava dinheiro no país. Mas o que faltava não era dinheiro: era um projeto ou um bom operador. Todas as vezes em que o Brasil teve um projeto bom com um bom operador, o dinheiro apareceu.

O mapa da mina
Quando o empreendedor começa a visualizar uma mudança de degrau, ele precisa traçar um plano de ação muito claro. Assim, fica mais fácil visualizar quais são realmente os fatores escassos. Uma vez que as tarefas tangíveis para atingir o objetivo estiverem estabelecidas e quando elas puderem ser mensuradas, é preciso delegar donos e datas para cada uma delas. Mudanças de patamar são momentos saudáveis e podem ser prazerosos. O empreendedor precisa encarar de forma positiva, mas ao mesmo tempo entender todos os detalhes antes de tomar qualquer decisão.

Existe momento certo?
Não existe uma receita de bolo para saber qual é o momento certo para pensar no crescimento da empresa. Casseb usa a metáfora de um incêndio. Quando o fogo se espalha, o certo é apontar a mangueira para a base do fogo e não para a fumaça ou para as labaredas. Mas se a sua calça estiver pegando fogo, é melhor apontar a mangueira temporariamente para o esse foco isolado. Crescimento de empresa é mais ou menos isso. Quando o empreendedor está trabalhando para sobreviver, não há muito como pensar nos grandes planos. Há momentos em que a prioridade é sobreviver, mas há momentos em que ele precisa se permitir olhar para onde está indo.

O que acontece é que muitas empresas param na primeira etapa. Se aparecer um problema em alguma área da sua empresa, depois de apagar o incêndio, verifique se há alguma mudança importante a ser feita para evitar que aconteça de novo. Quando os problemas param de se repetir, o empreendedor ganha fôlego para pensar estrategicamente em seu próximo passo. Empreender é como uma corrida de obstáculos.

SE VOCÊ EMPILHAR TODOS OS DESAFIOS A MONTANHA FICA INTRANSPONÍVEL, MAS SE VOCÊ PRIORIZAR, VIRA UMA CORRIDA COM BARREIRAS.

Ousadia X Cautela
“Em minha experiência profissional, vi mais empresas quebrando quando iam bem do que quando iam mal”, afirma Casseb. Isso porque, na empolgação, elas acabam dando um passo maior que a perna. Ou, como queria Bart Simpson, saltam o Grand Canyon de skate. A ambição e a confiança são ótimas qualidades dos empreendedores. Mas se exagerarem, podem perder o foco. É preciso entender qual passo é possível dar. As pessoas conservadoras demais podem não crescer, e as audaciosas demais podem quebrar. No meio desses extremos, há várias possibilidades.

Casseb atendeu certa vez um empresário que queria um diagnóstico. Sua empresa era melhor que as concorrentes e ninguém prestava o serviço tão bem quanto ela. Já tinham se passado 20 anos e o negócio continuava pequeno. Depois de dois dias na empresa, revelou sua conclusão: faltava coragem. O dono da empresa tinha medo de ficar sem trabalho e acabava cobrando menos do que poderia para os clientes, o que lhe dava uma margem baixíssima. Quando vinha uma segunda proposta, ele ficava com receio de não prestar o serviço corretamente para mais de um cliente ao mesmo tempo. A recomendação foi que ele confiasse mais em si mesmo e nas pessoas que havia treinado. Sua mentalidade mudou e ele começou a ousar mais. No primeiro ano, a empresa cresceu 40% e a margem cresceu 80%.

Mude ou morra
Nem sempre o que levou a empresa a um patamar é o mesmo serviço ou produto que vai levá-la ao próximo. Quanto espaço seu produto tem para crescer? O que dá para aproveitar do seu conhecimento em outros projetos? O empreendedor deve sempre buscar enxergar sua área de atuação como um todo. Imagine-se pegando um helicóptero e olhando o mercado de cima. Onde estão as grandes tendências? No mundo de hoje, se a empresa perder a ambição, morre. Se você quer uma empresa perene, tem que estar fora de zona de conforto o tempo todo, olhando para o futuro sempre.

Na década de 1980, a maior fábrica de régua de cálculo do mundo chamava Aristo. A régua de cálculo era usada para fazer contas complexas, extremamente útil na engenharia. A Aristo gastava dinheiro em pesquisas para sofisticar a régua de cálculo. Acontece que definiu errado. Ela não tinha que estar olhando para a régua de cálculo, e sim para o cálculo. Quando inventaram as calculadoras mais sofisticadas, a empresa quebrou em três anos.

Pessoa física X pessoa jurídica
Claro que o que vale para a empresa nem sempre vale para a pessoa física. A escala de valores do ser humano muda e nem sempre o empreendedor está mais disposto a arriscar tanto, a se expor e a fazer grandes mudanças. Os propósitos na vida do empreendedor podem, em algum momento, não estar mais alinhados com a dedicação que a empresa exige dele.


A BUSCA DA ORGANIZAÇÃO É PELO CRESCIMENTO E AUMENTO DO LUCRO, MAS NEM SEMPRE ESSE OBJETIVO TEM A VER COM O DO DONO: AO CONTRÁRIO DOS NEGÓCIOS, ELE PODE SER MENOS FELIZ SENDO MAIS RICO. É PRECISO SER SINCERO CONSIGO MESMO SOBRE A REAL DISPOSIÇÃO PARA TOCAR E NUTRIR UM NEGÓCIO.


Extraído do site Endeavor: https://endeavor.org.br/como-crescer-junto-empresa/

quarta-feira, 27 de julho de 2016

7 dicas de gestão de pessoas para micro e pequenas empresas

Ser empreendedor requer grandes esforços e dedicação. Além de cuidar do negócio, das finanças, também está sob sua responsabilidade a contratação e organização da força de trabalho. Devido à alta rotatividade e à falta de expertise na área de RH, um dos desafios das micro e pequenas empresas é estar atento à retenção e ao desenvolvimento de seus funcionários.

Atrair, selecionar, preservar a integridade física e emocional e criar um bom ambiente deve fazer parte do dia a dia de toda a companhia. Francisco Teixeira Neto, especialista da Fundação Nacional da Qualidade, comenta: “Cuidar bem dessas questões pode impactar na oferta de produtos e serviços mais competitivos e atrativos para o mercado, mesmo para empresas com poucas pessoas”. 

Teixeira também comenta que o sucesso das organizações está muito ligado às pessoas que integram a empresa e “a gestão feita de forma eficiente possibilita que isso ocorra”. Confira algumas dicas para que as micro e pequenas empresas busquem a excelência na área de gestão de pessoas e que nem sempre são praticadas no dia a dia.

1. Contrate a pessoa certa
Contar com pessoas dispostas ou disponíveis para ocupar o cargo nem sempre resolve o problema. Em novas contratações, é preciso avaliar se a pessoa possui o perfil adequado para a vaga. Ou seja, o candidato precisa ter as competências para a função, além de se identificar com o negócio e os valores da companhia.

2. Avalie as competências de seu colaborador
A competência tem como base conhecimento, habilidade e atitude. O conhecimento e a habilidade podem ser desenvolvidos com capacitação e treinamentos. No entanto, possuir a atitude desejada nem sempre está explícito no colaborador e precisa ser investigado mais profundamente.

3. Ofereça benefícios e atrativos
Não é apenas o salário que mantém motivado um funcionário. Naturalmente, salários compatíveis com o mercado para a função são desejáveis, mas uma empresa pode compensar eventuais diferenças com benefícios ou outros atrativos que nem sempre implicam custos adicionais. Por exemplo: flexibilidade de horário, trabalho a distância, participação do processo decisório etc.

4. Integre sua equipe 
Assegure que os funcionários que atuarão diretamente com o novo colaborador tenham oportunidade de participar do processo seletivo. Afinal, para um bom trabalho em equipe, é importante que existam afinidades, para que o clima organizacional não fique prejudicado com a contratação de uma pessoa que não se alinhe ao grupo.

5. Trabalhe o feedback
Prepare, de forma atrativa, seus colaboradores para a cultura de dar e receber feedback. Tal atitude impacta positivamente no desempenho da organização, pois evita desperdícios de tempo lidando com intrigas e mal-entendidos.

6. Promova o job rotation 
O “rodízio de funções” estimula os colaboradores a vivenciarem o trabalho feito por outros colegas, além de promover a visão sistêmica, a sinergia, a empatia e a melhoria de processos.

7. Capacite e desenvolva as pessoas
Muitas vezes, a capacitação e o desenvolvimento da equipe podem ser feitos “dentro de casa”. Isso não substitui ou exclui a realização externa, mas pode ser uma opção quando há escassez de recursos, bem como uma forma de estimular as pessoas a descobrirem ou desenvolverem novas competências.


Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/7-dicas-de-gestao-de-pessoas-para-micro-e-pequenas-empresas/112056/

quarta-feira, 18 de maio de 2016

10 dicas para vender mais nas redes sociais, mesmo sem verba

Uma regra de ouro para o empreendedor é ter foco, em todas as áreas. E, por acaso, vender mais e tornar a sua marca mais conhecida seria um dos focos da sua empresa? Acredito que muitos responderam sim para essa pergunta, pois alavancar vendas é uma das metas prioritárias de qualquer negócio, não é verdade?
Mas como vender mais se não há dinheiro suficiente para investir em divulgação em mídias como rádio, outdoor e outros meios de comunicação?
Vai aqui uma boa notícia: hoje isso só depende de você! Isso mesmo! Claro que não vamos aqui comparar os resultados de alcance e conversão que uma boa campanha permite em sites, revistas, outdoor e outras mídias de grande impacto. Mas, você, sozinho mesmo, pode começar hoje mesmo a aumentar as suas vendas na internet.
Em algumas redes sociais, como Facebook e Instagram, por exemplo, é possível divulgar produtos e serviços com muito resultado, pois você pode atingir centenas, milhares e até milhões de pessoas.
Quer entrar nesse jogo? Então anote aí dez dicas para vendar mais nas redes sociais:
1. Descubra o seu público e o que interessa a ele
É muito importante saber a idade média, sexo, preferências, região em que vive e comportamento dos seus clientes.
2. Defina a sua meta
Quer divulgar um novo serviço? Aumentar as vendas de determinada linha? Promover combos e promoções?
3. Conheça a concorrência e outras páginas de interesse
Uma boa fonte de inspiração para a sua empresa, de temas, linguagem e horários de postagens, pode ser as páginas de concorrentes que estejam alcançando sucesso nas redes sociais e até de marcas de outros produtos e serviços, mas que também falem com o seu público.
4. Monte um planejamento real
Comece fazendo um cronograma semanal, com um post diário, por exemplo. Na segunda-feira poderá focar no produto, na terça-feira falar sobre comportamento, na quarta-feira contar uma curiosidade da produção, na quinta-feira trazer uma dica de uso etc. Depois, faça o planejamento mensal.
5. Tenha ritmo e periodicidade
É muito importante ter constância, postar sempre. Mostre que a sua empresa se preocupa com a página, melhore as mensagens e, com o tempo, vá aumentando as postagens.
6. Crie conexão/relacionamento com o seu público
As redes sociais são um ambiente de conversa. Então, não adianta falar sozinho. Responda os questionamentos dos usuários, crie ações para trazer mais o público para a página, compartilhe a história positiva de algum cliente com a sua marca etc.
7. Melhore os seus resultados 
Não vale só postar se você não souber os resultados do que está fazendo. Por isso, é fundamental medir o desempenho das suas publicações. Conheça os horários de pico na sua página e os posts que tiverem mais sucesso. Ajuste o seu planejamento com base nesse resultado.
8. Desenvolva ações criativas
Chame o seu público para participar e compartilhar o conteúdo com mais pessoas. O engajamento vale ouro, literalmente, nas redes sociais. Pense em concursos culturais, por exemplo, para atrair mais pessoas!
9. Invista em campanhas
Se conseguir alguma verba extra, invista em impulsionar posts estratégicos e em campanhas para aumentar o seu público.
10. Amplie as suas redes
Avalie ampliar as suas ações para mais redes sociais, atingindo ainda mais audiência. Uma dica é ver como promover a sua marca no YouTube, no LinkedIn e no Snapchat, por exemplo.
Agora, ninguém mais tem desculpa para não vender, mesmo sem verba! É só ser um pouquinho mais produtivo no seu dia a dia e separar algumas horas por semana para impulsionar os seus negócios na internet. Boas vendas!

Matéria extraída do site Exame: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/10-dicas-para-vender-mais-nas-redes-sociais-mesmo-sem-verba

quarta-feira, 30 de março de 2016

5 dicas para o sucesso de um empreendedor

Começar um negócio é uma opção que proporciona diversas vantagens, tais como: flexibilidade de horário e poder de gerenciamento de agenda, maior possibilidade de escolha de clientes e alinhar os trabalhos às necessidades de ganhos. Fato é que muitos brasileiros estão optando por esse caminho.
Em contrapartida, existem as dificuldades relacionadas a essa opção, principalmente, na área administrativa, por ser o empreendedor, na maioria das vezes, especializado no seu ramo de atuação, não possuindo capacitação em áreas administrativas como formação de preços, custos, fluxo de caixa e gerenciamento.
Como se aprimorar dentro dessa realidade? Veja algumas orientações sobre o tema:
Reduza custos – Um grande erro que observo são profissionais que iniciam os negócios e fazem pesados investimentos com aluguel, montagem de escritório, esse é um erro. Nessa hora o caminho deve ser buscar espaços que possibilitem o melhor atendimento, mas que eliminem os custos altos de atendimento, telefonia, condomínio e manutenção.
Dependendo do ramo de atividade, um espaço de coworking ou escritório virtual pode ser o caminho inicial, pois geralmente, pagando um único valor se terá todo o suporte necessário nesse campo. Com o crescimento do negócio, se poderá analisar outras opções, mas o custo sempre terá que ser uma prioridade.
Conquiste uma carteira de clientes – A conquista de cliente é um passo fundamental, mas como fazer isso? Hoje existem muitos caminhos, podendo desenvolver ações publicitárias e de marketing online. Se preocupe com os resultados das ações, vejo muitos profissionais gastando muito dinheiro em ações que não atingem o seu público. Um dos caminhos mais certeiros que vejo para quem está iniciando um projeto é buscar conhecer pessoas e parceiros que possam impulsionar os negócios. Por isso, é importante estar no espaço certo e não se isolar em um quartinho esperando o cliente chegar. Nesta hora é preciso ser visto, para fazer negócios.
Busque capacitação administrativa – Como dito, grande maioria dos profissionais esbarram na falta de capacitação administrativa, assim, o melhor caminho é a capacitação. Hoje, com o advento da internet, há a possibilidade de ter acesso fácil às informações, assim, abuse desse meio. Todavia, também é fundamental que o profissional vá atrás de cursos, palestras e treinamentos sobre o tema. A troca de vivência e um aprendizado personalizado com certeza fará toda diferença nessa hora, lembrando que, por mais que hajam padrões administrativos, cada caso deve ser tratado isoladamente.
Profissionalize o atendimento – Conquistar um cliente é um longo caminho, mas, por incrível que pareça, vejo muitos profissionais conseguem jogar tudo fora por causa de um atendimento inadequado, por isso, não se esqueça que seu chefe é seu cliente, e ofereça para ele o seu melhor. Se não tiver verba para uma atendente, busque um escritório de coworking ou virtual, onde as recepcionistas fazem essa função para os locatários, podendo até personalizar o atendimento e anotar os recados. Lembrando que não se deve deixar o cliente esperando, as respostas devem sempre ser muito rápidas e faça reuniões constantes.
Busque aprimoramento profissional – Já falamos da área administrativa, mas, para muitos profissionais liberais existe o erro comum da soberba, isto é, acreditar que já domina como ninguém sua área de atuação e que não necessita de atualizações. Vivemos um momento no qual o conhecimento se desenvolve muito rapidamente, conceitos de um ano atrás já podem estar totalmente desatualizados, assim, por mais que confie no seu tino profissional, esteja sempre atento e troque experiência com parceiros do mesmo ramo ou de área análogas, isso com certeza trará grandes resultados para o negócio.

Matéria adaptada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/5-dicas-para-o-sucesso-de-um-empreendedor/109439/


quarta-feira, 2 de março de 2016

6 dicas fáceis para inovar seu produto ou serviço

Quando ouvimos a palavra “inovação” logo associamos com a criação de algo novo. Mas, no mundo dos negócios, inovar é a síntese da atitude empreendedora. Porém, alguns empreendedores ainda possuem dificuldades neste quesito. Por isso, o SEBRAE preparou uma lista com seis maneiras para inovar.

Primeiramente, ao analisar o mercado, percebe-se que este muda todos os dias. Está cada vez mais competitivo e com uma clientela mais exigente.  Por isso, a busca pelo conhecimento deve se tornar algo frequente na vida de um empreendedor e o diferencial pode definir se o negócio irá sobreviver.
Alguns empresários comentem o erro em pensar que, para inovar, basta apenas ter uma ideia. Mas, existem outros fatores que definem e interferem na inovação como o processo que será necessário para executar a ideia, os meios utilizados e o público- alvo são alguns exemplos.

Seis maneiras de inovar:

1. Tenha em mente que o termo inovação não deve ser interpretado somente como inovação tecnológica; então, busque expandir seus horizontes, estude o seu negócio e se faça perguntas: Como melhorar a minha empresa?

2. Analise o mercado; veja de quais produtos ele carece e o que é necessário introduzir nele;

3. Desenvolva e adote novos métodos de produção; isto é busque sair da “mesmice”;

4. Identifique novos mercados para os quais possa direcionar seus produtos; é um passo importante para expandir o negócio;

5. Crie novas formas de organização que outras empresas ainda não tenham imaginado e que possam gerar vantagem em termos de eficiência ou de qualidade superior em relação aos concorrentes;

6. Estude seus clientes; oferecer um atendimento personalizado ao perfil de cada um é uma forma de inovar;

Segundo o diretor técnico do Sebrae ES, Benildo Denadai, inovar é importante até mesmo para a sobrevivência dos negócios. “Os empreendedores, quando são inovadores e visionários, conseguem combinar novas ideias e conhecimentos, assim, encontrar soluções para resolver algum problema presente na sociedade, atender a demanda do mercado, criar chances de expandir a clientela e atrair novos públicos, junto a possibilidade de ser destaque e lucrar mais”, ponderou o diretor.


Matéria adaptada do site PEGN: 
http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/02/6-dicas-faceis-para-inovar-seu-produto-ou-servico.html


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Como abrir bons negócios

Olá, pessoal. Meu nome é Jader Souza e este texto é para você que deseja abrir um negócio próprio. Nas próximas linhas, nós vamos dar dicas valiosas para você que sonha empreender um negócio.

A primeira grande dica para você que quer ter uma empresa, para você que almeja ter um negócio próprio é: faça aquilo que gosta. A palavra “vocação” vem do latim vocare que quer dizer “chamado”. Portanto, o primeiro ingrediente de alguém que quer ter sucesso naquilo que faz, naquilo que empreende, é exatamente ter a vocação. É ser inclinado, é ter a vontade de fazer algo. Você, certamente, não vai ter sucesso no seu negócio se você não amar, se você não estiver apaixonado verdadeiramente pelo que vai fazer ou pelo que está fazendo. A primeira dica, então, em síntese, para você que quer ter êxito no seu negócio é:
ame aquilo que você faz.
Isso é tão importante que eu já conheci várias pessoas extremamente capacitadas que fracassaram em seus negócios, exatamente, porque elas estavam buscando o dinheiro. Elas estavam buscando, primeiramente, o vil metal. Não tenha esse mesmo erro. Não cometa esse mesmo erro que essas pessoas cometeram. A primeira coisa é: goste do que faz.
Consequentemente, o dinheiro vai vir. A questão financeira vai vir com muito sucesso, com muita abundância.

A segunda grande dica que eu sempre dou nas minhas palestras e nos meus cursos é: analise o que é que o mercado está precisando. De nada adianta você abrir um negócio onde tem muita gente que já está atuando no mercado. Fazendo assim, você não vai ter sucesso porque vai remar num oceano vermelho, num oceano de muita concorrência.
Mesmo que você abra um negócio em que várias pessoas já estejam trabalhando, já estejam atuando nesse mercado, procure uma abordagem diferente. Por exemplo, eu tenho uma amiga que a mãe e a família sempre se dedicaram a salão de beleza. No entanto, a gente sabe que em cada esquina existe um salão de beleza. O que foi que ela fez? Qual foi a grande sacada dela? A grande sacada foi abrir um salão de beleza direcionado ao público infantil. Então, ela hoje possui um salão de beleza super rentável, mas direcionado ao público infantil. Então, a segunda grande dica é: procure aquilo que o mercado ainda não está saturado. Essa é a segunda grande dica pra você que quer ter sucesso no seu negócio.

A terceira grande dica deste texto é: tire a sua ideia da cabeça e coloque no papel. É sempre interessante um homem ou uma mulher, um empreendedor com grandes ideias. Mas é importante que você possa tirar a sua ideia da cabeça e colocar no papel. É relevante que você possa materializar sua ideia, colocando-a no papel. E o que é colocar no papel? É nada mais, nada menos que construir um plano de negócio. É no momento em que você visualiza a sua ideia (aquela ideia que você pensa que vai “arrebentar a boca do balão”) e a coloca no papel, é neste momento que você vai enxergar a sua ideia na sua amplitude. É nesse momento que você vai enxergar as forças da sua ideia, as fraquezas da sua ideia; as ameaças da sua ideia e as oportunidades da sua ideia.

Então, colocar a ideia no papel é criar aquilo que nós chamamos de plano de negócio. É também chamado de planejamento estratégico. Não existe diferença marcante entre plano de negócio e planejamento estratégico.
Normalmente, o plano de negócio é utilizado para aquelas empresas que estão sendo fundadas, que estão sendo criadas. O planejamento estratégico, por sua vez, é utilizado para aquelas empresas que já existem no mercado. Mas independente do nome que você queira atribuir:

plano de negócios ou planejamento estratégico – o importante é que você possa colocar esse plano de negócio no papel; tirar da sua cabeça, escrever e colocar no papel.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

10 LIVROS QUE TODO EMPREENDEDOR DEVE LER EM 2014

- "28 Mentes Que Mudaram o Mundo"   


O autor descreve como empresários como Steve Jobs, Warren Buffet, Sam Walton, Jeff Bezos e Bill Gates criaram os seus negócios. Além disso, mostra o impacto dessas empresas no mercado.

"As 50 Melhores Ideias de Negócios Dos Últimos 50 Anos"

Muitos dos produtos que usamos hoje foram criados com uma ideia originalmente diferente. Nesse livro, o autor descreve como algumas invenções foram criadas e qual era o contexto da época.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Dicas de 6 empreendedores para começar um negócio em 2014



Ele já teve uma choperia que vendia comida por quilo, costelaria, restaurante de kebab, lanchonete que vendia tostex e até um restaurante especializado em cuscuz. Essas experiências tão diferentes fazem parte do currículo do empresário Robinson Shiba, presidente do grupo Trendfoods, dono das marcas China in Box e Gendai, faria tudo de novo.

Porém, de forma diferente. "Hoje, colocaria um sócio local, que conheça os hábitos e cultura da região, para cuidar de cada negócio. Os públicos eram muito distintos". Foco, conta, é essencial para empreender. "Eu e meus sócios achávamos que sabíamos de tudo, mas nosso negócio era mesmo comida japonesa e chinesa, e estamos longe de saber tudo sobre o tema", brinca.




Robinson Shiba, presidente da rede China in Box e Gendai:  

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Negócio em Casa é Realidade Para Milhões de Brasileiros




Por conta do crescimento da demanda no período que antecede ao Natal, é preciso que o empresário estabeleça critérios de gestão para controlar possíveis conflitos na utilização do espaço de trabalho e moradia, o que pode acarretar em diminuição da produtividade. “O trabalho em casa abre uma série de possibilidades para os donos de pequenos negócios, como atuar com certa flexibilidade de horário e reduzir gastos que teria, por exemplo, com a manutenção de um escritório. Mas vale ficar atento à capacidade produtiva e aos prazos de entrega, principalmente no final de ano, quando há crescimento forte das demandas para atender o cliente de forma satisfatória”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Como saber se uma rede de franquias é séria


Normalmente, as pessoas buscam abrir um negócio próprio através do sistema de franchising para ter mais segurança através da utilização de marcas reconhecidas no mercado, e ainda, da experiência e conhecimento detidos pelo franqueador, que já testou o negócio.
Mesmo assim, o candidato deve ficar atento, afinal, a operação de uma franquia também traz riscos e não configura sucesso de negócio.
Em razão disso, e por não haver uma fórmula para saber se uma rede de franquias é séria ou não, existem algumas medidas que podem ser adotadas e que auxiliam o candidato no momento da escolha de uma rede:

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

6 Dicas Para Sua Empresa Sobreviver ao Primeiro Ano.



 Erros no planejamento, projeções que não se concretizam e falta de capital de giro são algumas razões que levam uma pequena empresa à falência. “O primeiro ano de uma PME é um momento bastante crítico. Se sobreviver a essa fase inicial, as chances do negócio dar certo aumentam”, afirma Bento Costa, coordenador do CBA Gestão de Negócios do Ibmec/DF.
Para Alessandro Saade, professor da BSP- Business School São Paulo, a principal recomendação para os pequenos empresários é errar logo. “Enquanto ele é pequeno e está começando, ele pode errar e corrigir rápido”, explica.
No universo das startups, criar um novo negócio de forma rápida, com baixos custos e tendo como base a opinião dos clientes é um conjunto de práticas conhecido como lean startup (ou startup enxuta, em tradução literal). “Dependendo do segmento, se envolver tecnologia, a alteração pode ser feita de maneira muito rápida”, resume Fabiano Akiyoshi Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP. Veja as principais recomendações dos especialistas para os empreendedores.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Entrevista Coaching para Empreender - Vídeo I



Durante esta entrevista, você poderá aprender sobre o processo de coaching e como esta poderosa ferramenta pode contribuir para a concretização do sonho de ter o seu próprio negócio ou ajudá-lo a ter ainda mais sucesso no seu empreendimento.

A entrevista será dividida em três vídeos os quais serão exibidos no site da Talentus 4: Escritório Virtual (http://talentus4escritoriovirtual.com.br/?p=videos)|  nas seguintes datas de postagem:
• 01/11/2013 - Vídeo I: Conceito de Coaching voltado para empreendedores.
• 08/11/2013 - Vídeo II: Como descobrir qual negócio abrir.
• 15/11/2013 - Vídeo III: Case de Sucesso do processo de Coaching para o Empreendedor

Neste primeiro vídeo, você entenderá o conceito de coaching e ferramentas do processo que lhe ajudarão a estabelecer suas metas para abrir seu negócio.
O material deste vídeo já está disponível no site da Talentus 4: Escritório Virtual (http://talentus4escritoriovirtual.com.br/?p=downloads) . Os demais materiais estarão disponíveis na mesma data de postagem de cada vídeo.


Caso tenha interesse, você poderá indicar este vídeo para alguém do seu ciclo de amizade.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Feira do Empreendedor Bahia Terá Capacitações Gratuitas


A  Feira do Empreendedor Bahia começou nesta terça-feira, dia 22 de outubro, e segue até o sábado, dia 26, no Centro de Convenções, em Salvador, das 13h30 às 22h.
Ao todo, serão oferecidas 23 mil vagas em 315 eventos, sendo que metade deles será gratuito e a outra metade terá os custos de R$ 10, R$ 20 e R$ 40. 
Confira aqui a programação de hoje.