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quarta-feira, 24 de maio de 2017

9 passos para finalmente fazer um plano para seu futuro negócio

Fazer um modelo de negócios é o primeiro passo para quem quer abrir sua própria empresa. O mais utilizado atualmente é o criado pelo suíço Alex Osterwalder, publicado no livro “Business Model Generation”, em 2008.
O objetivo da ferramenta é descrever tudo o que é relevante para um negócio em nove áreas dentro de um quadro, chamado de Canvas. A ideia é que o empreendedor possa ter uma visão holística do negócio para testar sua viabilidade.
“O modelo de negócios é parte integrante do plano de negócios, esse sim bem mais detalhado. Ele ajuda o empreendedor a organizar suas ideias”, diz David Kallás, professor de estratégia do Insper.
“As pessoas ficam muito focadas na questão da inovação, em ter uma ideia brilhante que ninguém jamais teve. Esse não deve ser o foco. Às vezes, a solução de um problema é algo simples. Você pode abrir uma padaria, que não tem nada de inovador, mas o negócio pode ser um sucesso porque simplesmente não tem outra padaria naquela região”, explica o professor.
Segundo Caroline Caracas, coach de empreendedorismo e negócios e sócia-diretora da Marketing Minds e do Programa Empreenda-se, o modelo de negócios não elimina a necessidade de a empresa ter um plano de negócios em um segundo momento, mas ajuda a ver se o empreendedor está indo no caminho certo.
“O mais importante do modelo de negócios é a flexibilidade. Ele pode ser alterado a qualquer momento. Nele, a pessoa não precisa fazer contas. É uma mera exposição de qual é a sua proposta principal, qual é o seu público, como você vai oferecer o serviço, de qual forma virá sua receita e com o que você terá gastos, tudo posto em uma planilha de forma clara”, afirma.

Veja abaixo quais são os nove passos que você deve seguir para montar o seu modelo de negócios perfeito.

1 — Proposta de Valor
A primeira coisa a fazer é pensar na proposta de valor, ou seja, o que você está oferecendo e como aquilo se destaca da concorrência. O diferencial é o que mais agrega valor ao seu negócio.
“Eu sempre cito o exemplo de uma empreendedora que calçava 33/34 e tinha dificuldade de encontrar sapatos lindos de festa com essa numeração. Então, ela decidiu criar um e-commerce para esse nicho. É um diferencial, uma proposta de valor”, explica Caroline.

2 — Segmento de clientes
Em seguida, é hora de pensar em quem são os seus clientes. Olhando para o exemplo citado por Caroline acima, os clientes seriam pessoas que calçam 33/34 e têm dificuldade de encontrar sapatos de festas com essa numeração.
Neste campo, é possível explicitar se o seu público tem um perfil específico, se costuma ter um comportamento comum ou até mesmo onde essas pessoas estão localizadas.

3 — Canais de distribuição
Definido o público, a próxima etapa envolve pensar na forma em que a empresa vai entrar em contato com o segmento de clientes escolhido. Geralmente isso envolve ações de marketing ou de logística.
“Isso vai variar de acordo com o perfil dos clientes. No caso da empreendedora dos calçados 33/34, ela definiu que o canal seria o e-commerce. Claro, faz todo sentido uma vez que o público é restrito, é nichado. Logo, a melhor solução é oferecer uma plataforma de grande abrangência como a internet”, diz Caroline.
Em outros casos, porém, pode ser mais vantajoso oferecer um serviço presencial, uma loja física, por exemplo (como em uma pizzaria ou restaurante, dependendo da proposta de valor dos negócios).

4 — Relacionamento com clientes
O passo seguinte é entender qual será ou quais serão os tipos de relação que a empresa vai estabelecer com os clientes para conquistá-los e mantê-los.
A ideia aqui é pensar nas estratégias que serão utilizadas para a aquisição do cliente, a retenção do cliente e para impulsionar as vendas.
Um exemplo é quando uma empresa oferece a possibilidade de você testar um produto por um determinado período de maneira gratuita.

5 — Atividades principais
“O que a gente chama de atividade chave é algo inerente ao modelo de negócios. Sem aquilo, a empresa não gera receita”, diz Caroline.
Basicamente são as ações essenciais que devem ser realizadas para a empresa funcionar corretamente.
No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, entre as atividades principais dela está a disponibilização de uma plataforma de venda pela internet.

6 — Recursos principais
Neste campo você precisa colocar os principais ativos e recursos intelectuais, físicos ou humanos que a empresa vai precisar para funcionar.
“Se uma das atividades principais de uma empresa é marketing digital, ela terá de ter o recurso humano de alguém com experiência em marketing digital para gerir essa área, por exemplo”, diz Caroline.

7 — Parcerias
Em seguida, é hora de pensar nas parcerias, ou seja, em quais empresas ou organizações poderão dar apoio ou facilitar o funcionamento da empresa.
“Me lembro do caso de um empreendedor que tinha os Correios como um parceiro de sua empresa, pois os produtos vendidos seriam entregues através desse canal. Ao fazer o modelo de negócios, ele percebeu que não poderia ficar refém dos Correios, pois se eles entrassem em greve, o negócio iria falir”, explica a coach.  “Foi quando ele pensou em um plano B, C, D…”

8 — Fontes de Receita
O passo seguinte já entra na reta final do modelo de negócios. Com a total visão de qual o seu diferencial, qual o seu público e como você vai entregar o serviço/produto, chegou a hora de pensar em como o processo todo vai gerar receitas.
No caso da Netflix, por exemplo, entra nessa área a questão das assinaturas. No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, seriam as vendas pela internet.

9 — Estrutura de custos
O campo final que deve ser preenchido em um modelo de negócios é a estrutura de custos. Nela, será preciso descrever os custos totais da empresa decorrentes da operação do modelo de negócio em questão.

“É importante lembrar que é uma descrição, e não uma planilha numérica”, afirma a coach de empreendedorismo. Ou seja, se a pessoa tem um e-commerce, na estrutura de custos deve constar os gastos com entrega de produtos.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/9-passos-para-fazer-um-modelo-de-negocios/

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

3 estratégias práticas para falarem bem do seu negócio

Aquele velho ditado “falem mal, mas falem de mim”, definitivamente, não é mais válido nos dias atuais, em que reputação é tudo e ajuda muito a vender e a ampliar os negócios. Mas como fazer as pessoas conhecerem a sua empresa e ainda falarem bem?
Este tema precisa estar na pauta permanente de todas as companhias. Uma prova disso é que toda grande empresa investe muito na construção da sua reputação, no seu posicionamento e no relacionamento com todos os stakeholders, ou seja, com os seu público de interesse: clientes, colaboradores, possíveis clientes, fornecedores, parceiros, formadores de opinião e também com a comunidade.
Essa construção de imagem positiva é permanente e não acontece do dia para a noite, mas preparamos três passos simples para que você possa estruturar o seu plano de ação hoje mesmo:
1- Cotidiano: No seu dia a dia, em todos os momentos, seja verdadeiro, honesto, positivo e transparente! Ninguém vai falar bem do seu negócio se ouvir reclamações de clientes ou funcionários nas redes sociais. E, acredite, se houver motivo, eles falarão tudo nesses canais.
2- Plano de ação: Liste os seus principais públicos e crie um plano rápido de ações semanais. Talvez possa começar com clientes, funcionários e com a comunidade.
3- Avaliação: Periodicamente, avalie os resultados, ouça a conversa das pessoas, agradeça, responda cordialmente e aprenda com esses retornos.
Como sabemos que o seu cotidiano é bem agitado e que não sobra muito tempo, para facilitar, reunimos as três principais ações para começar um relacionamento positivo com os seus públicos e levá-los a falar bem do seu negócio:
1- Para os colaboradores: se não der para falar pessoalmente, você pode ter um grupo fechado no Facebook, por exemplo, para elogiar as atitudes positivas, contar novidades antes de lançá-las, mandar mensagens de motivação e até compartilhar curiosidades da história da empresa. Hoje também há redes sociais corporativas, com ferramentas específicas para essas interações!
2- Para os clientes: invista em técnicas de encantamento e no bom atendimento, inclusive nas redes sociais. Vale a pena monitorar o que estão falando da sua marca e entrar nessa conversa. Se alguém está com uma imagem negativa sobre a sua marca, descubra o que ocorreu e tente reverter o caso. Muitas vezes uma mensagem gentil, um telefonema e até um convite para conhecer a empresa ao vivo podem mudar a percepção.
Outra ideia é prestigiar quem está falando bem, com ações de valorização. Convide os seus clientes para curtir a página e participar de promoções. Você pode fazer ações rápidas e com investimento mínimo nas redes sociais, para ampliar o seu relacionamento com as pessoas e levá-las a falar bem do seu negócio.
3- Comunidade digital: dê algo de valor para esse público, por meio das redes sociais. É uma das estratégias mais fortes para que falem bem da sua marca e também para atrair mais pessoas para a sua página. Pode ser um vídeo ou e-book ensinando a usar melhor o seu produto ou serviço, para aumentar a vida útil e evitar a manutenção, por exemplo.
Pense no seu negócio e nos problemas que ele resolve e tente levar essas soluções e dicas, gratuitamente, para o maior número possível de pessoas. Talvez você já tenha ouvido falar sobre marketing de conteúdo ou no inbound marketing, que estão muito comentados no meio digital atualmente. O fundamento dessa estratégia é exatamente dar conteúdo de valor às pessoas, para ampliar a base de interessados, criar conexão e relacionamento com essas pessoas, gerar confiança e comentários positivos, além, claro, de atrair mais vendas.
E não se esqueça que ter uma página bem cuidada, com posts todos os dias, nas principais redes sociais, é vital para qualquer negócio.
O importante é começar agora, de onde você está! Não espere o amanhã. Desafie-se a fazer três ações por semana com esse objetivo, para os seus públicos, por mais simples que sejam.
O importante é fazer, não parar, e não esquecer de responder aos comentários das pessoas. Aproveite para medir o que funciona melhor e investir mais nesse caminho.

Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/3-estrategias-praticas-para-falarem-bem-do-seu-negocio

quarta-feira, 13 de julho de 2016

7 dicas básicas de marketing para empresas novatas

Tão importante quanto o produto ou serviço que a sua empresa colocará no mercado ou o preço e as pessoas que estão no alvo das vendas é a divulgação, por meio do marketing. Nessa hora, é fundamental um check list, para definir as principais estratégias, os canais que serão ativados e também as mensagens trabalhadas.
Confira, a seguir, as dicas de marketing que selecionamos para alavancar a sua empresa que está chegando ao mercado!
1) Invista no enxoval básico do marketing: site + redes sociais + cartão de visitas + assinatura de e-mail. Com esse quarteto fantástico a sua marca estará nos principais pontos de contato dos clientes.
2) Fortaleça a sua identidade visual e o posicionamento: não adianta apresentar a marca de forma diferente o tempo todo. Faça as aplicações de maneira que reforcem a sua identidade visual e o posicionamento (como a sua empresa faz a diferença e transforma a vida das pessoas).
3) Construa autoridade: procure distribuir informações que comprovem a sua especialização na área. Você pode divulgar, por exemplo, estudos de casos de sucesso, em que a sua empresa fez toda a diferença e trouxe resultados muito positivos aos clientes. Essa divulgação pode ser no site, nas redes sociais, em campanhas de e-mail marketing, informativos e até na imprensa.
4) Resolva os problemas dos seus clientes: nas suas ações de marketing, não pense primeiro em promover a sua empresa. O mais importante é conhecer bem o perfil do seu cliente e saber que problemas ele tem e que você pode resolver da melhor maneira. Construa as suas mensagens e iniciativas com esse foco, para ganhar a atenção e a confiança da audiência.
5) Entregue conteúdos de valor. Use o seu marketing para construir relacionamento, dando algo de valor aos clientes, de forma despretensiosa, sem cobrar algo em troca e sem vender o tempo todo. Você pode postar, por exemplo, vídeos simples dando dicas para usar melhor o produto ou para manter a vida útil dele, fazer um check list que ajude a prevenir problemas, contar novas formas de uso que o mercado estrangeiro já está testando, adiantar tendências e pesquisas e até falar de curiosidades da fabricação, por exemplo.
6) Dê prioridade às mídias digitais. Independentemente do tipo de produto ou serviço que sua empresa forneça, use e abuse da internet e das redes sociais para ampliar os resultados do marketing e das vendas. É no mundo online que estão os seus clientes. E é nesse universo que você poderá distribuir as suas ofertas em escala.
7) Fidelize colaboradores, vendedores e clientes. Eles são a razão de ser de todas as empresas e os embaixadores das marcas.

Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-dicas-basicas-de-marketing-para-empresas-novatas

quarta-feira, 1 de junho de 2016

4 passos para fazer um plano de marketing para sua empresa


O marketing é mais que um braço do departamento de vendas – é uma ferramenta estratégica utilizada para direcionar as ações de promoção, dar visibilidade e fortalecer a marca, melhorando os resultados do negócio.

Um plano de marketing nada mais é que um documento onde será estruturado o planejamento de todas essas ações – que devem estar pautadas em informações sobre o perfil do cliente e dos concorrentes, momento do mercado de atuação, orçamento, metas e objetivos – que podem ser o aumento das vendas, ampliação de carteira e fidelização de clientes, aumento do conhecimento da marca, lançamento de um novo produto, etc.

Confira o passo a passo de como fazer um plano de marketing para o seu negócio.

Planejamento

O primeiro passo é definir os objetivos e as metas que se deseja alcançar. Essa definição deve estar alinhada com o momento do mercado do produto e/ou serviço que será promovido. Nessa hora é importante fazer uma análise honesta do segmento, listar os pontos fortes e fracos do seu negócio, e definir o real montante disponível para investimento. Não adianta criar metas no escuro ou muito ousadas, baseadas apenas no otimismo. Além da frustração, ficará impossível avaliar com clareza quais ações funcionaram e trouxeram melhores resultados.

Também não é recomendado prever um recurso que é incerto, que pode ou não estar disponível – isso pode comprometer a sustentabilidade das ações. O planejamento sempre poderá ser revisto e, se houver mais dinheiro, é possível incorporá-lo sem prejudicar a saúde financeira do plano inicial.

Definição do público e conhecimento dos clientes

É preciso saber para quem se vai falar quando se envia uma mensagem. Conhecer seus clientes, saber suas preferências, hábitos de consumo e estilo de vida é imprescindível para construir uma mensagem assertiva e atraente. Não se esqueça que as demandas dos seus clientes podem mudar de tempos em tempos, por isso é preciso sempre rever se seu serviço e/ou produto está realmente atendendo às expectativas do seu público – isso permite corrigir rotas e incorporar ações que de fato atendam às necessidades do seu cliente.

Uma boa forma de conhecê-lo é criando personas – um cliente fictício que vai ajudá-lo a identificar com mais clareza as demandas do comprador e restringir a noção de público-alvo para algo mais segmentado. Você vai utilizar as informações de que dispõe sobre seu público para criar essa figura, que terá um nome, idade, objetivos de carreira, demandas e hábitos de compra bem definidos, representando o seu cliente padrão.

Conhecimento e análise da concorrência
Saiba quem são os outros players do seu segmento. Faça a eles as mesmas perguntas que você faz ao seu negócio – quais são seus diferenciais, pontos fortes e fracos, colocação no mercado, estratégias para chegar ao cliente? Observe e aprenda com os erros deles e conheça seus acertos. Essas informações vão ajudá-lo a buscar formas de tornar sua empresa mais competitiva.

Definição de cronograma
Coloque prazos para a execução das ações. Todo o seu planejamento deverá estar amarrado com uma visão clara do que vem primeiro e o que será feito em seguida. O cronograma é ferramenta indispensável, inclusive, para a mensuração de resultados – ele permite documentar quando a ação foi feita, por quanto tempo, quantas pessoas foram atingidas, quanto foi gasto – informações valiosas para avaliar os retornos e se os recursos foram aplicados de forma eficiente.

Esses são os principais pontos que você precisa saber para fazer um plano de marketing.



Matéria extraída do Blog Sage: http://blog.sage.com.br/aprenda-como-fazer-um-plano-de-marketing-para-seu-negocio/

quarta-feira, 13 de abril de 2016

4 passos para conquistar seus primeiros clientes

Conquistar clientes é um dos principais desafios de uma empresa iniciante. Afinal, não basta ter um bom produto ou serviço, é preciso que as pessoas conheçam as opções que você oferece e se sintam motivadas a comprá-las para atestar sua qualidade.
Usar sua rede de contatos, apostar em marketing digital, criar a melhor experiência e saber como valorizar seus diferenciais estão entre os passos essenciais para fortalecer sua marca, conquistar os primeiros clientes e fazer seu negócio decolar. Confira como fazer:

Use sua rede de contatos
Sua rede de contatos pode ser uma aliada valiosa na hora de conquistar clientes. Comece divulgando seu negócio para quem você conhece. Ressalte os diferenciais do seu produto e mostre tudo aquilo que você tem para o mercado. A partir desse primeiro contato com sua network direta, é possível que você conheça outras pessoas que possam estar interessadas em seu produto ou serviço.
Uma tática interessante é pedir para seus contatos apresentarem de três a cinco consumidores em potencial. Se um deles se reverter em cliente já será um bom começo.

Use o marketing digital a seu favor
A maioria dos empreendedores sabe que precisa promover seu negócio para conquistar os primeiros clientes. No entanto, esbarram em um obstáculo: verba reduzida. Se esse for o seu caso, em vez de investir em campanhas de marketing tradicionais, use o poder do digital a seu favor. Crie um perfil em redes sociais, como Facebook, Twitter e LinkedIn, e interaja com potenciais clientes por esses canais. Crie também um site que mostre tudo o que sua empresa tem a oferecer.
O marketing digital é bom, bonito e barato, no entanto, para ser eficaz, é importante investir na criação de um conteúdo de qualidade, que seja realmente relevante para seu público-alvo.

Crie a melhor experiência para seus clientes
Em um mercado cada vez mais competitivo, ter um bom produto ou serviço não basta. É preciso se certificar de que seu negócio oferece a melhor experiência que seus clientes podem ter. Assim, eles não só voltam a comprar com você como indicam sua empresa para sua rede de contatos. Para isso, aposte em um atendimento ágil e eficaz não só na hora da venda, como também no pós-venda.
Ofereça diversas formas de pagamento e estude conveniências que você pode oferecer para tornar a experiência de compra ainda mais agradável e prazerosa para o cliente.

Valorize seus diferenciais
O que seu produto ou serviço tem de diferente? O que sua empresa oferece que a torna melhor do que a concorrência? Para saber as respostas para essas perguntas, é importante estudar seus produtos e serviços a fundo, conhecer cada especificação e detalhe sobre eles. Assim, você estará apto a responder qualquer pergunta dos clientes e saberá exatamente que atributos valorizar na hora da venda — e também da divulgação da sua empresa.


Com essas estratégias efetivas e simples, conquistar seus primeiros clientes será uma questão de tempo. Coloque em prática já!


Matéria retirada do Blog Sage: http://blog.sage.com.br/4-passos-para-conquistar-seus-primeiros-clientes/

quinta-feira, 5 de março de 2015

Os 9 profissionais mais procurados no início de 2015



O ano de 2015 começou com um cenário nada animador para a economia. Com a expectativa de baixo crescimento do PIB, que vai afetar investimentos e resultados das organizações, cortes e demissões já entraram no radar de muitos profissionais. Em meio a isso, os profissionais que ocupam posições estratégicas serão os mais procurados para otimizar os recursos e melhorar a produtividade. É o que aponta um levantamento da Page Personnel, empresa de recrutamento do PageGroup, divulgado recentemente.

De acordo com a pesquisa, as posições que são consideradas estratégicas para as empresas devem ter um incremento médio de 30% nos três primeiros meses de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior. “Como reflexo do momento do econômico do país, o mercado de trabalho também passa por ajustes no quadro organizacional buscando ganhos de produtividade e, com isso, posições ligadas à questão da eficiência operacional têm maior procura neste momento”, diz Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Veja quais são os nove cargos mais procurados neste início de ano.