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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

7 passos para seu negócio ter seguidores no Instagram (e vendas)

O Instagram não é mais apenas uma rede social para postar fotos produzidas ou relatar seu dia a dia por meio dos stories.
Além de ter 45 milhões de brasileiros ativos por mês, a plataforma conta com 15 milhões de perfis de empresas, que viram no Instagram um bom canal para divulgar seu negócio e gerar vendas. Por isso, a rede está investindo na educação de empreendedores quanto aos recursos da rede social.
Durante o Instamarket, evento organizado pela própria rede para promover o uso da rede social por pequenas e médias empresas, houve uma série de workshops (lotados) com as principais dicas para seu empreendimento usar o Instagram da forma mais eficiente.
Yasmin Medeiros, do time de marketing do Instagram, deu alguns conselhos que vão desde como montar um perfil realmente profissional até como usar o stories para conseguir mais seguidores (e vendas).
“O diferencial do Instagram é ser uma plataforma democrática. As empresas pequenas e médias competem no mesmo espaço que as grandes”, afirma. “O jeito de vender e comprar mudou.”
A plataforma consegue atingir todo o funil de vendas de um empreendimento, segundo a especialista do Instagram. “Você consegue fazer a divulgação, a geração da demanda, a aquisição do seu público, a compra e, por fim, a fidelização do seu cliente.” Saiba mais: Por que o funil de vendas é importante para o seu negócio

Ficou interessado? Confira, a seguir, o passo a passo para seu negócio bombar no Instagram:

1 — Crie uma página profissional para sua empresa

Criar um perfil profissional no Instagram é o primeiro passo para que sua empresa obtenha sucesso na rede social: usando um perfil pessoal para divulgar seus produtos, você perde a chance de aproveitar diversos recursos que a plataforma tem a oferecer aos empreendimentos.
“Essa é uma migração que a gente recomenda muito para quem tem um negócio e quer fazer ele dar certo”, afirma Medeiros. Por meio da mudança, é possível ver dados mais aprofundados e realizar anúncios segmentados na rede social, por exemplo.
Tal migração pode ser feita no próprio aplicativo do Instagram, mas é preciso já ter uma página de empresa no Facebook (veja o passo a passo aqui).

2 — Meça interações dos seus clientes

Pelo Instagram, é possível medir todas as interações que envolvem a página do seu negócio. Isso é feito pela plataforma Instagram for Business, que apresenta diversas métricas e insights aos empreendedores.
É possível ver, por exemplo, a idade e o gênero dos seus seguidores. Medeiros dá um exemplo prático da importância de tais dados: suponha que você tenha uma loja de produtos infantis e seu público-alvo são pessoas na faixa dos 30 anos de idade que têm ou pensam em ter filhos. Se você perceber pelas métricas que está atingindo um público de 13 a 15 anos de idade, por exemplo, significa que você precisa ajustar sua atuação na rede social.
Da mesma forma, um dado como região dos seus seguidores também é fundamental. Se sua loja de doces atende apenas a cidade de Recife, enquanto a maioria dos seguidores está em São Paulo, também será necessário rever sua estratégia de mídia.

3 — Otimize seu conteúdo para atingir os objetivos

Suas postagens devem ser pensadas de acordo com seu público-alvo e com as metas de cada nova foto. Mesmo assim, algumas dicas valem para qualquer empreendedor que queira oferecer um bom conteúdo pelo Instagram.
A primeira regra, elenca Medeiros, é prezar pela simplicidade. Tente não deixar a imagem poluída, valorizando o seu negócio e não os filtros da plataforma: o foco deve estar no produto, então guie o olhar do seu usuário para ele. Seja criativo e abuse de recursos que o Instagram disponibiliza, como boomerang, hyperlapse e layout.
Também é possível trabalhar a imagem com outros elementos discretos e harmoniosos – por exemplo, um abajur ou um criado-mudo. Por fim, seja coerente: no perfil do seu negócio, não intercale posts de produtos com posts sobre política. Mantenha uma paleta de cores e um modelo de texto similares ao longo das postagens.

4 — Entregue uma experiência visual encantadora

O Instagram é, no fim das contas, uma plataforma visual. Por isso, investir na conquista do seu cliente pelos olhos é uma regra fundamental para fazer sua empresa bombar na rede social.
Segundo Medeiros, o Instagram sempre tenta oferecer novos recursos visuais, do feed de posts estáticos aos stories e vídeos. Por isso, diversifique os formatos de acordo com as qualidades da sua empresa.
Para uma loja de sapatos que tem várias cores de um mesmo modelo, por exemplo, é possível agrupar todas as imagens no mesmo post – um modelo chamado de “carrossel”. Assim, você estimula o engajamento do seu usuário, que irá passar o dedo para ver as outras cores, sem poluir o feed da rede social.

5 — Use e abuse dos stories

Na mesma linha de diversificação, uma outra dica é incorporar os stories – espécie de “histórias” visuais efêmeras no Instagram – à estratégia de comunicação do seu negócio.
De acordo com a própria rede social, no último mês um terço dos stories mais visualizados foram de empresas, contrariando a noção de que os usuários não veem publicidade no Instagram. Ao todo, metade das empresas presentes na rede social já fazem stories.
Os empreendedores podem usar os stories de cinco maneiras, elenca Medeiros. A primeira forma é anunciar estoques limitados, promoções e vendas sazonais; a segunda é lançar concursos e solicitar respostas dos seus usuários; depois, criar conteúdos explicativos ou tutoriais do seu produto; a quarta forma é publicar prévias de novas coleções e atrair a curiosidade de novos usuários; e, por fim, postar bastidores e detalhes exclusivos do processo produtivo e incentivar a humanização da sua empresa.

6 — Faça anúncios na rede social

Muitos empreendedores desistem de fazer anúncios porque não querem gastar muito com marketing. Porém, fazer uso da chance de anunciar no Instagram pode ser a diferença entre ter um razoável e um excelente resultado. E não é preciso investir rios de dinheiro para tal.
Medeiros ressalta que o grande diferencial de anunciar pela rede social é que você só investe quanto realmente pode gastar. “Imagine se eu tivesse que colocar um anúncio em uma revista. Sairia muito mais caro”, exemplifica.
O Instagram já conta com dois milhões de anunciantes ativos, segundo dados da rede referentes ao mês de setembro de 2017. O Brasil é um dos países que mais contribuiu para o número, composto principalmente de pequenas e médias empresas.
Se você já mudou o perfil da sua empresa para uma página profissional e já analisou as métricas relativas a ela, é hora de fazer bom proveito das informações conquistadas. Nos anúncios, é possível segmentar as publicidades por gênero, idade e região atendida, por exemplo.
Depois, é possível posicionar seu anúncio (onde ele irá aparecer no feed dos seus usuários atingidos) e escolher a data e tempo de exposição. Além de, é claro, seu orçamento.
Para saber em detalhes o passo a passo para anunciar na plataforma, visite a página de anúncios do Facebook e do Instagram.

7 — Sempre se aprimore por meio de novos cursos


Por fim, toda empresa que quer bombar no Instagram precisa atualizar-se quanto às mudanças na plataforma. Por isso, Facebook e o Instagram disponibilizam um portal de cursos. Os conteúdos são gratuitos e muitos cursos disponibilizam certificados.




Extraído de Exame.com: https://exame.abril.com.br/pme/7-passos-para-seu-negocio-ter-seguidores-no-instagram-e-vendas/


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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

7 passos para finalmente abrir um negócio em 2017

O ano de 2017 traz novos ventos econômicos. Com isso, muita gente que até imaginava virar empreendedora, mas tinha receio de enfrentar anos de recessão, resolveu tomar coragem e adicionar o negócio próprio na lista de promessas.
“Há um consenso dos economistas de que a economia vai fazer um movimento contrário neste novo ano: a descida do crescimento se tornará uma subida, ainda que seja algo lento e gradual. É uma época que vai ser diferente, porque as expectativas também são diferentes”, analisa Gilbeto Braga, professor de finanças do Ibmec/RJ.
Com isso, alguns setores podem começar a crescer neste semestre e, principalmente, no próximo. “É uma boa época para procurar negócios e pesquisar o segmento certo, o lugar certo e o momento de abertura certo”, completa Luis Henrique Stockler, da consultoria ba}STOCKLER.
Além disso, Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, prevê que algumas medidas podem ser aprovadas neste ano para melhorar o ambiente empreendedor.
A principal delas é a redução do tempo de abertura de empresas que se encaixam no programa Simples Nacional: esse período passaria de 102 para 5 dias. “Em Brasília, já conseguimos estabelecer um padrão de países desenvolvidos, que é um prazo de 2 dias para a abertura de negócios. Agora, o próximo alvo é a cidade de São Paulo.”
Ficou animado com as perspectivas de 2017 e quer, finalmente, abrir seu primeiro negócio próprio? Confira, a seguir, alguns passos essenciais para isso:

1. Pesquise bem o que você irá fazer
O primeiro passo de um negócio é, claro, ter uma ideia. Porém, apenas uma ideia não forma um negócio de sucesso: é preciso verificar se ela condiz com a realidade.
Por isso, um dos primeiros passos para empreender é realizar uma boa pesquisa de mercado. “Pesquise quem é seu público-alvo ideal, quem são seus concorrentes e, principalmente, qual será a sua proposta única de valor, o seu diferencial”, aconselha Stockler.

2. Elabore um plano de negócios e faça o teste
Agora que você já pesquisou as condições do seu futuro mercado de atuação, é preciso estruturar sua empresa de forma mais detalhada.
Como? Fazendo um bom plano de negócio, colocando aspectos como atividade principal, proposta de valor, público-alvo, parcerias estratégicas, fontes de receita e estrutura de custos.
Sobre dimensionar o capital necessário, um aviso: sempre se prepare para talvez gastar mais do que você estima. “Não dá para pensar em tudo que pode acontecer com uma empresa: imprevistos ocorrem. Por isso, se seu capital estimado for de 100 mil reais, guarde 150 mil reais, por exemplo.”
Se você não sabe como estruturar um plano de negócios, há diversas metodologias que facilitam o trabalho. Uma das mais conhecidas é o Business Canvas Model, por exemplo. Também há sites e instituições que ajudam nesse planejamento, como o Sebrae.
“O plano de negócios é importante porque diminui a margem de erro no início na operação. Mesmo que você precise de um profissional para isso, é um investimento que se paga no futuro”, completa Braga, do Ibmec.
Vale lembrar que o plano de negócios também inclui a construção de um Mínimo Produto Viável (MVP): uma versão simplificada do que você irá oferecer, que deve ser testada entre seus clientes potenciais. Se a resposta deles for positiva, é hora de realmente investir o capital projetado.

3. Avalie pontos comerciais
Um dos poucos lados bons em uma crise econômica é que quem abrir um negócio encontra melhores condições de negociação com seus fornecedores, diante da falta de demanda. É o caso, por exemplo, dos pontos comerciais para aluguel.
Por isso, se seu negócio precisa de uma sede física para operar, é uma boa hora para pesquisar. “Há muitos imóveis comerciais com descontos ou com multas anteriores perdoadas, e isso significa uma redução significativa no seu investimento inicial”, ressalta Braga, do Ibmec.

4. Procure estudar mais sobre gestão e mentalidade empreendedora
Outro passo muito importante para abrir sua própria empresa é abandonar a mentalidade de funcionário: ou seja, pensar apenas no seu setor de atuação.
Ao estudar conceitos de gestão, que costumam ser mais amplos e abranger diversos setores, você começará a pensar mais como um empreendedor – unindo sua habilidade inovadora a uma visão estratégica da empresa. “Sem essa mentalidade, o negócio não vira. É como dirigir: quem não sabe acelerar direito, capota na primeira curva”, ressalta Afif, do Sebrae.
Assim como no plano de negócios, é possível aprender mais sobre administração empresarial por meio de materiais gratuitos e online.

5. Arranje um mentor
Caso você seja um empreendedor de primeira viagem, tudo isso pode parecer uma tarefa muito complicada.
Por isso, pode ser uma boa ideia arranjar um consultor ou mentor de negócios – seja de maneira formal ou simplesmente pedindo conselhos a quem já passou por essa experiência.
“É sempre bom o iniciante ter um consultor sênior: alguém que tem uma visão que esse empreendedor de primeira viagem, por falta de experiência, não tem”, defende Afif.
Esse mentor poderá ajudá-lo tanto na etapa de concepção do plano de negócios quanto no futuro, quando sua empresa passar por problemas mais específicos – além de contribuir para a formação do seu networking no mundo empreendedor.

6. Faça um calendário de atividades
Você já tem uma ideia, um bom plano de negócios, um teste com seu público-alvo, um ponto comercial e até um mentor para ajudá-lo com suas futuras dúvidas. Agora, é hora de realmente partir para a ação: crie um calendário de atividades e faça sua empresa acontecer.
Para não perder os detalhes de cada uma das tarefas e se enrolar no planejamento, Stockler recomenda usar uma metodologia chamada “5WH2”. Derivada do inglês, a sigla elenca sete perguntar que você deve responder sobre cada atividade que fizer: o quê (“what”), por quê (“why”), quando (“when”), onde (“where”), quem (“who”), como (“how”) e quanto (“how much”).

7. Estabeleça uma presença digital
Uma dessas atividades, diz Braga, é a elaboração de uma presença digital – mesmo se sua empresa ainda nem abriu as portas.
“É uma tarefa de custo baixo, mas que agrega muito valor à empresa. Você já ganha um ponto de diferenciação em relação aos seus concorrentes se tiver uma boa presença e os consumidores conseguirem saber mais sobre seu negócio”, ressalta o docente do Ibmec. “Além de divulgar seu produto ou serviço, sua marca também começa a ser lembrada pelas pessoas, incluindo seu público-alvo.”



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/7-passos-para-finalmente-abrir-um-negocio-em-2017/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A excelência no atendimento como vantagem competitiva

Uma pesquisa feita pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios revelou que 61% dos clientes afirmam que ser bem atendido é um fator mais relevante do que o preço.
De fato, isto se comprova em nosso cotidiano. Quantas vezes entramos numa loja dispostos a comprar e pelo mal atendimento decidimos por não comprar? E o contrário também ocorre, pois às vezes entramos apenas para olhar, mas graças a um atendimento encantador, decidimos levar algum produto ou serviço que foi tão bem exposto pelo atendente vendedor.
Parece simples, mas isto dá verdadeiramente um ótimo resultado e pude comprovar frente às câmeras. Fui convidado para participar de um programa de TV para analisar o atendimento de algumas lojas no centro de São Paulo. Me lembro de 2 cenas que foram ao ar sobre este tema. Estava ao lado do repórter quando ele perguntou a um ambulante sobre as vendas e ele, sentado na cadeira, disse que estava muito ruim, que os clientes tinham sumido. Quando ele disse isso, um cliente se aproximou e o repórter, então, sugeriu que o ambulante fosse lá atender, mas ele respondeu: “Atendo sentado daqui mesmo”. E, de forma passiva, com a mão segurando o rosto, indagou ao cliente: “Está precisando de alguma coisa?”. A resposta do cliente foi: “Não, só estou dando uma olhadinha”. E foi embora.
E veja que curioso, demos alguns passos e, na mesma calçada, há poucos metros deste primeiro, fomos surpreendidos pelo segundo ambulante que já nos recebeu em pé olhando nos olhos, com um largo sorriso no rosto dizendo: “Que bom que vocês vieram”. O repórter repetiu a pergunta feita anteriormente, sobre como estavam as vendas. O segundo ambulante respondeu: “Melhor impossível, as vendas estão ótimas, melhor ano da minha banca”.
Aí vem o mais espetacular. O repórter olhou para a banca do primeiro ambulante, comparou com a do segundo e perguntou: “Mas se o senhor está na mesma calçada, vende basicamente os mesmos produtos no mesmo preço que o seu vizinho, como pode estar indo tão bem e o rapaz da banca do lado estar tão desanimado?”. Ele respondeu: “Os clientes querem carinho, atenção. Recebo todas as pessoas com alegria e otimismo”. E emendou com chave de ouro: “Eu tenho como missão de vida, independentemente do cliente comprar algo ou não, deixá-lo ir embora melhor do que quando ele chegou até mim”.
Este caso foi mais um onde ficou claro que o atendimento foi o diferencial decisivo do segundo, um empreendedor de verdade, perante o primeiro. Isso evidencia claramente a importância de treinarmos continuamente a equipe e identificarmos qual colaborador atende com excelência e, a partir daí, não medir esforços para reter este profissional de alta performance.
Vale lembrar, ainda, que um colaborador que atende bem e outro funcionário que atende mal geram o mesmo custo contábil na folha de pagamento da empresa no final do mês. Desta forma, é fundamental identificar também quem não pratica um atendimento de qualidade e jogar abertamente com ele sobre a necessidade da melhoria, treinar e dar as oportunidades antes de dispensá-lo. Mas é preciso deixar claro que o mercado está cada vez mais competitivo e que não há espaço para amadores ou funcionários descontentes que destratam consumidores ou potenciais compradores.
Quer aumentar as vendas, conquistar novos consumidores e fidelizar seus clientes? Torne a excelência no atendimento uma grande vantagem competitiva da sua organização!

Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-excelencia-no-atendimento-como-vantagem-competitiva/114062/