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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

5 dicas de liderança de empreendedores de sucesso para começar bem 2018

2017 está chegando ao fim e os últimos dias do mês de dezembro já estão aí. Esse é o momento ideal para fazer uma retrospectiva dos maiores destaques do mundo do empreendedorismo e coletar muita inspiração para começar 2018 com o pé direito. O site Inc. separou algumas das melhores lições de negócios ditas por grandes executivos ao longo da história. Confira:

1. Steve Jobs: contrate pessoas inteligentes. Depois deixa que elas lhe digam o que fazer

Jobs não apenas disse o conselho para servir de inspiração a outros empresários como usou ele para si mesmo, durante o processo de contratação na Apple. “Não faz sentido contratar pessoas inteligentes e dizê-las o que fazer. Nós contratamos pessoas inteligentes para que elas nos possam dizer o que fazer”, afirmou o ex-CEO da Apple.

2. Jeff Weiner: Aproveite 3 coisas que normalmente nós tomamos como sempre certo: saúde, amor e tempo

Em um pequeno tweet, o CEO do LinkedIn, Jeff Weiner, relatou como é importante dar atenção à saúde, ao amor e tempo para si mesmo. Esses três princípios moldaram o sucesso de Weiner tanto em sua carreira executiva quanto pessoal.

3. Bill Gates, Richard Branson e Warren Buffett concordam: Comunicação é fundamental

Os três bilionários são unânimes no que tange à relevância da habilidade de comunicação para o sucesso de um empreendedor. Pesquisas corroboram a mesma ideia: 85% do sucesso financeiro de empresárias é resultado da capacidade de se comunicar efetivamente, tanto em fala quanto audição.

4. Chip Bergh: o antídoto para um ambiente de trabalho tóxico é a transparência

Em entrevista para a New York Times, o chefe executivo da Levi Strauss & Co., Chip Bergh, a transparência é o segredo que impede que o escritório se torne um ambiente ruim e negativo. “Ser extremamente transparente cria confiança. Eu não sou grande fã de corporações em que as pessoas falam mal uma das outras pelas costas. [...] Você precisa ser muito claro sobre como quer operar e, caso não consiga, deve buscar outra equipe”.

5. Jack Ma: a única habilidade que importa na era das máquinas é exclusiva dos humanos

Enquanto ainda se discute se a inteligência emocional é mais relevante do que o QI no que diz respeito ao sucesso no mercado de trabalho, o bilionário Jack Ma, presidente do conselho de administração do Grupo Alibaba, explica que a resposta não é nenhuma das duas. “Se você quer ser respeitado, você precisa ter o quociente de amor, algo que as máquinas nunca terão”, disse o líder chinês. Segundo ele, não importa o quão inteligente as máquinas se tornem, os maiores problemas mundiais não serão resolvidos por elas, mas sim por seres humanos com habilidades de compaixão, compreensão e amor.


Extraído de Revista PEGN: http://revistapegn.globo.com/Negocios/noticia/2017/12/5-dicas-de-lideranca-de-empreendedores-de-sucesso-para-comecar-bem-2018.html


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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Michael Gibbs ensina 10 dicas perfeitas para fechar um bom negócio

Preparar-se para uma reunião de negócios não é tarefa simples para ambas as partes. A forma de se expressar, o jeito de agir e outras formas que podem deixar o momento mais fluído e natural são adquiridas com experiência – e claro, com dicas de quem entende bem dessas situações.


Em uma palestra em São Paulo, durante o evento Master Class, da HSM, o norte-americano Michael Gibbs – especialista em negociação, consultor de empresas como Google e Apple e também CEO um projeto de negociações de empresas do Vale do Silício -- contou suas estratégias na hora de fechar acordos. Confira as principais sugestões de Gibbs que você pode praticar e usar para suas próximas reuniões de negócios:



1 - Esteja preparado tanto para o sucesso quanto para o fracasso

Estar preparado para o fracasso não significa aceitá-lo. Essa sugestão de Gibbs, na verdade, quer dizer que você deve manter a expectativa de que sua ideia irá ser aceita e de que tudo irá encaminhar como você planejou, mas, mesmo assim, você deve estar pronto para executar outras tentativas caso não funcione de primeira. Por isso, tenha um plano B, um C e até o D, se for necessário.


2 - Colete informações

O que você sabe em relação à pessoa com quem deseja selar um acordo? Gibbs chama essa estratégia de ‘princípio da afinidade’. Ou seja, antes de chegar até a reunião, tente conhecer a vida do outro e encontrar conexões que talvez vocês tenham em comum. Aprenda sobre seu parceiro. Às vezes, ele estudou na mesma faculdade que você, seus filhos vão à mesma escola ou vocês já viajaram para o mesmo local. Mas tome cuidado para não parecer que você pesquisou toda a vida da outra pessoa. Isso pode ser esquisito.


3 - Quebre o gelo

Todo mundo gosta de se sentir importante, e isso não é diferente para a pessoa com quem você quer fechar um negócio. Gibbs aconselha que é necessário afirmar, durante a reunião, o quão satisfeito você está de estar ali e como está interessado em ouvir o que o outro tem a dizer. As reuniões de negócio criam uma boa oportunidade para contar a sua história – sobre quem você é, o que faz, o que ama fazer – e deixar o outro contar a história dele. “Mostre que se importa com seu futuro parceiro. Isso cria um vínculo entre você e a outra pessoa, ainda que seja temporário”, diz o consultor.


4 - “Não entendi, você poderia explicar, por favor’?

Outra situação que faz com que as pessoas se sintam importantes é quando elas são colocadas na posição de especialistas. Você não precisa se esforçar para parecer ser a pessoa mais inteligente da sala, pelo contrário, deixe o outro explicar certos pontos também.


5 - Deixe o ego de lado

Adote um discurso que mostre seus defeitos ao invés de falar apenas de seus pontos positivos. Gibbs explica que há quatro motivos para adotar uma postura de impotência realçando suas próprias falhas: liderar com franqueza desconcerta seus interlocutores; liderar com limitações faz você parecer inteligente; realçar seus próprios pontos fracos torna você mais confiável, honesto e modesto e; ser franco faz com que seus interlocutores construam uma opinião mais favorável sobre seus argumentos e aquilo que você defende.


6 - Esqueça o que você quer: pense no que o outro precisa

“Esteja pronto para dar ao outro algo de valor para receber algo em troca”. É claro que durante um acordo cada parte quer maximizar seu ganho, mas é mais importante criar uma estratégia em que todos garantam algum benefício. Para que todos saiam ganhando, cada um deve ceder algum valor ou objetivo pessoal. “A melhor solução para todos é aceitar a opção menos desejada. É melhor cada um perder um pouco ao invés de maximizar nossos ganhos individuais”, afirma Gibbs.


7 - Seja claro

É fundamental que você seja explícito ao informar quais são seus objetivos. Conte à outra parte quais são seus próximos passos e os detalhes das suas ideias. Não deixe espaço para complicações ou mal entendidos.


8 - Analise a outra parte

Preste atenção em o que seu interlocutor precisa e tente lhe oferecer o que ele está pedindo.


9 -  Estude

A melhor forma de saber se sua ideia é aplicável e útil é testá-la. Antes de chegar ao seu cliente para negociar, estude de seu método de fato soluciona o problema que você propõe resolver. Tenha exemplos para apresentar no momento da reunião.


10 - Tenha paciência

A negociação não é um evento, mas um processo. Ela irá acontecer conforme o passar do tempo e após muitas discussões.


Extraído de Revista PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/08/michael-gibbs-ensina-10-dicas-perfeitas-para-fechar-um-bom-negocio.html



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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Cinco dicas fundamentais que você precisa saber ao empreender

Empreender, de uma forma ou de outra, está na alma dos brasileiros. E é no momento de maior dificuldade que esse espírito aflora. De acordo com um levantamento realizado pela Serasa Experian, de 955 mil novos negócios instalados no país entre janeiro e maio deste ano, 79% são formado por microempreendedores individuais, conhecido também como MEIs. De acordo com especialistas, isso acontece em razão do ainda frágil mercado de trabalho.

Mas a tarefa de iniciar o próprio negócio nem sempre é algo fácil e pode apresentar diversas dificuldades que precisam ser superadas. "O empreendedor precisa superar barreiras diariamente. Algumas das barreiras muitas vezes são tão grandes que chegam a parecer intransponíveis", avalia Luan Gabellini, empreendedor e sócio-fundador da Betalabs, empresa especializada em plataforma de gestão para o comércio eletrônico.

Para superar essa corrida de obstáculos, listamos abaixo algumas dicas de especialistas do que, de acordo com eles, é preciso saber ao empreender. Veja:

Gerencie bem os recursos

Dinheiro é tudo. Todo empreendedor já ouviu essa frase. E por mais óbvio que seja, é uma verdade que está presente mais do que nunca na vida de quem decide criar um negócio. "É preciso estar atento no controle financeiro, cortar quaisquer gorduras e domar o que estiver drenando o dinheiro", afirma José Alves Braga Neto, empreendedor e sócio-fundador da Nerd2.me, plataforma especializada em suporte técnico em informática. "Às vezes, pelas dificuldades do mercado ou mesmo da economia como um todo, é difícil conseguir aumentar a capacidade de entrada de dinheiro novo", aconselha.

Conduza bem o seu time

Em toda empreitada, um grande desafio sempre foi montar e conduzir o time, mesmo que reduzido, para o objetivo traçado. Por isso tenha em mente que é preciso ter pessoas que estejam bem alinhadas com o objetivo do negócio, afirma Walter Sabini Junior, empreendedor com mais de 20 anos de experiência e sócio-fundador da FX Retail Analytics. "Conseguir engajar o time para que tenham fé na liderança e a sigam é fundamental para que qualquer projeto saia do papel e se torne uma empresa", afirma.

Mude a mentalidade para a de "dono"

O desafio de sair de uma mentalidade de empregado para o de dono do negócio é muito comum entre novos empreendedores. É preciso superar essa dificuldade e entender que a partir do momento que você cria um negócio, a responsabilidade é completamente outra, avalia Gabriela Freitas, sócia-fundadora da Proxymedia, especializada em marketing digital de performance. “Não há faculdade, curso ou experiência corporativa que te ensine como empreender. Só a experiência de passar por isso te mostra os desafios diários que você vai enfrentar", conta ela.

Saiba como fidelizar seus clientes

O público que consome o produto ou serviço do seu negócio é parte fundamental do sucesso da empreitada. Por isso é importante saber como fazer para que ele seja fiel à sua empresa, conta Célio Antunes, empreendedor com mais de 30 anos de história e fundador do Grupo Educacional Impacta. "O maior desafio é conquistar e fidelizar clientes. É necessário se reinventar e inovar todo dia, porque senão sua empresa perece. Você precisa se antecipar aos desejos do cliente", conta ele.

Acredite na ideia do seu negócio

Constituir um negócio exige mais do que uma boa ideia, capacitação e análises de mercado. É preciso, acima de tudo, convicção que a empreitada é de fato um bom negócio e que pode dar frutos para o que ele se propõe. "Alguns aprendizados fundamentais na trajetória de um empreendedor são acreditar em si mesmo e direcionar suas ações de acordo com a sua intuição", aconselha Leonardo Santos, cofundador e CEO da Semantix, startup especializada em soluções de Big Data. "É indispensável nunca deixar de buscar conhecimento e estudar constantemente", complementa.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/cinco-dicas-fundamentais-que-voce-precisa-saber-ao-empreender/121343/

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

4 dicas para transformar o feedback dos seus clientes em receita

De acordo com um estudo recente da BrightLocal, 88% dos consumidores confiam em recomendações e análises de usuários on-line no mesmo nível de uma opinião pessoal. O feedback dos clientes possui um grande poder não apenas na interação com a empresa, mas também como uma forma de gerar renda. Afinal, é a partir dos comentários positivos e negativos sobre seu empreendimento que podemos ter insights e direcionamentos para aprimorar os processos de atendimento e atuação no mercado que, consequentemente, se converterão em novas receitas.

Por isso, é mais importante do que nunca os negócios estarem prontos para coletar essas informações sobre seus produtos e serviços aproveitando todos os canais de interação. Pensando nisso, a OnYou, empresa especializadas em auditoria da experiência do cliente do país, listou quatro dicas para trabalhar esses dados de forma rápida e eficiente a fim de transformar o seu empreendimento hoje mesmo:

Como solicitar as informações de seus clientes?

É preciso ir além da opinião da experiência do cliente com o produto ou serviço. Esse feedback é fundamental no pós-venda, assim como todos os pontos de contato do consumidor com a marca, para saber o que se passa na cabeça das pessoas que compram o que a sua organização tem a oferecer. O crescimento da receita por meio dessas informações envolve também testar hipóteses sobre quais públicos ou variações do mesmo perfil de personas podem ser atraídas pelo seu negócio.

Busque a clareza em primeiro lugar
Um questionário de satisfação de clientes pode ser implementado de acordo com os objetivos de sua empresa. É preciso fazer perguntas específicas, de forma clara, mas é igualmente importante não tornar o feedback em um transtorno ao usuário. Fazer com que seus próprios funcionários sejam atenciosos em perguntar especificamente sobre processos de seu negócio é uma saída, por exemplo: "Como estava o prato?"; "Você foi bem atendido?"; "Tem algo mais que você gostaria?".
Monitoramento e acompanhamento dos feedbacks
Canais de comunicação já controlados pela companhia, como atendimento presencial, serviço ao consumidor e on-line podem ser explorados como uma plataforma confiável para feedback. Mas é preciso que haja um indicador que apresente de forma objetiva qual é o impacto dos comentários no valor do cliente (Customer Equity) e se o investimento feito pela organização no marketing e no atendimento são sustentáveis em relação à sua receita.
Fazendo os comentários trabalharem a seu favor
O retorno dos consumidores sobre seu empreendimento deve acontecer de maneira ágil e entregar a solução mais adequada à cada situação. Ao responder uma reclamação, é importante lembrar de que o atendimento deve ser realizado de forma satisfatória independentemente do perfil do usuário. É essencial filtrar as respostas mais relevantes para o futuro da empresa e obter a opinião não apenas de uma base de clientes fidelizada, como também daqueles que já realizaram.

Extraído do Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-dicas-para-transformar-o-feedback-dos-seus-clientes-em-receita/120669/

quarta-feira, 24 de maio de 2017

9 passos para finalmente fazer um plano para seu futuro negócio

Fazer um modelo de negócios é o primeiro passo para quem quer abrir sua própria empresa. O mais utilizado atualmente é o criado pelo suíço Alex Osterwalder, publicado no livro “Business Model Generation”, em 2008.
O objetivo da ferramenta é descrever tudo o que é relevante para um negócio em nove áreas dentro de um quadro, chamado de Canvas. A ideia é que o empreendedor possa ter uma visão holística do negócio para testar sua viabilidade.
“O modelo de negócios é parte integrante do plano de negócios, esse sim bem mais detalhado. Ele ajuda o empreendedor a organizar suas ideias”, diz David Kallás, professor de estratégia do Insper.
“As pessoas ficam muito focadas na questão da inovação, em ter uma ideia brilhante que ninguém jamais teve. Esse não deve ser o foco. Às vezes, a solução de um problema é algo simples. Você pode abrir uma padaria, que não tem nada de inovador, mas o negócio pode ser um sucesso porque simplesmente não tem outra padaria naquela região”, explica o professor.
Segundo Caroline Caracas, coach de empreendedorismo e negócios e sócia-diretora da Marketing Minds e do Programa Empreenda-se, o modelo de negócios não elimina a necessidade de a empresa ter um plano de negócios em um segundo momento, mas ajuda a ver se o empreendedor está indo no caminho certo.
“O mais importante do modelo de negócios é a flexibilidade. Ele pode ser alterado a qualquer momento. Nele, a pessoa não precisa fazer contas. É uma mera exposição de qual é a sua proposta principal, qual é o seu público, como você vai oferecer o serviço, de qual forma virá sua receita e com o que você terá gastos, tudo posto em uma planilha de forma clara”, afirma.

Veja abaixo quais são os nove passos que você deve seguir para montar o seu modelo de negócios perfeito.

1 — Proposta de Valor
A primeira coisa a fazer é pensar na proposta de valor, ou seja, o que você está oferecendo e como aquilo se destaca da concorrência. O diferencial é o que mais agrega valor ao seu negócio.
“Eu sempre cito o exemplo de uma empreendedora que calçava 33/34 e tinha dificuldade de encontrar sapatos lindos de festa com essa numeração. Então, ela decidiu criar um e-commerce para esse nicho. É um diferencial, uma proposta de valor”, explica Caroline.

2 — Segmento de clientes
Em seguida, é hora de pensar em quem são os seus clientes. Olhando para o exemplo citado por Caroline acima, os clientes seriam pessoas que calçam 33/34 e têm dificuldade de encontrar sapatos de festas com essa numeração.
Neste campo, é possível explicitar se o seu público tem um perfil específico, se costuma ter um comportamento comum ou até mesmo onde essas pessoas estão localizadas.

3 — Canais de distribuição
Definido o público, a próxima etapa envolve pensar na forma em que a empresa vai entrar em contato com o segmento de clientes escolhido. Geralmente isso envolve ações de marketing ou de logística.
“Isso vai variar de acordo com o perfil dos clientes. No caso da empreendedora dos calçados 33/34, ela definiu que o canal seria o e-commerce. Claro, faz todo sentido uma vez que o público é restrito, é nichado. Logo, a melhor solução é oferecer uma plataforma de grande abrangência como a internet”, diz Caroline.
Em outros casos, porém, pode ser mais vantajoso oferecer um serviço presencial, uma loja física, por exemplo (como em uma pizzaria ou restaurante, dependendo da proposta de valor dos negócios).

4 — Relacionamento com clientes
O passo seguinte é entender qual será ou quais serão os tipos de relação que a empresa vai estabelecer com os clientes para conquistá-los e mantê-los.
A ideia aqui é pensar nas estratégias que serão utilizadas para a aquisição do cliente, a retenção do cliente e para impulsionar as vendas.
Um exemplo é quando uma empresa oferece a possibilidade de você testar um produto por um determinado período de maneira gratuita.

5 — Atividades principais
“O que a gente chama de atividade chave é algo inerente ao modelo de negócios. Sem aquilo, a empresa não gera receita”, diz Caroline.
Basicamente são as ações essenciais que devem ser realizadas para a empresa funcionar corretamente.
No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, entre as atividades principais dela está a disponibilização de uma plataforma de venda pela internet.

6 — Recursos principais
Neste campo você precisa colocar os principais ativos e recursos intelectuais, físicos ou humanos que a empresa vai precisar para funcionar.
“Se uma das atividades principais de uma empresa é marketing digital, ela terá de ter o recurso humano de alguém com experiência em marketing digital para gerir essa área, por exemplo”, diz Caroline.

7 — Parcerias
Em seguida, é hora de pensar nas parcerias, ou seja, em quais empresas ou organizações poderão dar apoio ou facilitar o funcionamento da empresa.
“Me lembro do caso de um empreendedor que tinha os Correios como um parceiro de sua empresa, pois os produtos vendidos seriam entregues através desse canal. Ao fazer o modelo de negócios, ele percebeu que não poderia ficar refém dos Correios, pois se eles entrassem em greve, o negócio iria falir”, explica a coach.  “Foi quando ele pensou em um plano B, C, D…”

8 — Fontes de Receita
O passo seguinte já entra na reta final do modelo de negócios. Com a total visão de qual o seu diferencial, qual o seu público e como você vai entregar o serviço/produto, chegou a hora de pensar em como o processo todo vai gerar receitas.
No caso da Netflix, por exemplo, entra nessa área a questão das assinaturas. No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, seriam as vendas pela internet.

9 — Estrutura de custos
O campo final que deve ser preenchido em um modelo de negócios é a estrutura de custos. Nela, será preciso descrever os custos totais da empresa decorrentes da operação do modelo de negócio em questão.

“É importante lembrar que é uma descrição, e não uma planilha numérica”, afirma a coach de empreendedorismo. Ou seja, se a pessoa tem um e-commerce, na estrutura de custos deve constar os gastos com entrega de produtos.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/9-passos-para-fazer-um-modelo-de-negocios/

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

7 dicas para colocar o blog da sua empresa no ar hoje mesmo

Em tempos de internet, redes sociais, Google e vendas online, ter um blog é essencial para todas as empresas, de qualquer segmento. Isso mesmo, para todos os negócios!

O blog é uma poderosa ferramenta de relacionamento com o público-alvo da sua marca e também para ajudar a melhorar a posição orgânica da sua empresa nos mecanismos de busca da internet, sem pagar anúncios.

Confira as principais dicas que preparamos para você colocar no ar o blog da sua empresa hoje mesmo e para alimentá-lo de forma fácil:

1)     Agregue o blog ao site da sua empresa ou aposte numa ferramenta gratuita para isso, como o WordPress, por exemplo.

2)     Defina a periodicidade das postagens, para se comprometer e criar cultura com o seu público. Uma boa dica é publicar um texto novo a cada quinzena ou semanalmente, por exemplo.

3)     Faça uma planejamento prévio dos temas. É importante entregar conteúdo e valor aos seus clientes. Então, aposte em assuntos que respondam às principais dúvidas deles, que tragam dicas, que antecipem tendências e que contem casos de sucesso.

4)     Não caia na armadilha de só preparar conteúdos que promovam o seu produto, serviço ou marca. A ideia aqui é prestar serviço com informações relevantes e de interesse do seu público-alvo. Então, fale do seu segmento, mas não fique vendendo o tempo todo.

5)     Entre as fontes para buscar informações para esses textos podem estar as áreas de vendas e de relacionamento com o cliente da sua empresa, pois elas  ajudarão a identificar as principais dúvidas do cliente, que você responderá no texto.

Há blogs de sucesso no mercado com textos construídos a partir das perguntas mais frequentes dos clientes. Outra dica é ver o que a concorrência no Brasil e no exterior está publicando, para se inspirar.

6)     Para turbinar ainda mais os resultados do seu blog, tente incluir no texto, se fizer sentido, as palavras mais procuradas no Google, pois isso ajuda na conversão e melhora o rankeamento nesse mecanismo de busca. É só escrever a palavra no espaço de buscas e ver quantas vezes o termo é procurado. Além disso, seu título deve ter entre 10 e 70 caracteres.

7)     Você também pode divulgar os temas nas suas redes sociais e no boletim online da sua empresa, com link para que a pessoa possa ler o conteúdo completo no blog, trazendo mais audiência para o site do seu negócio.

Comece hoje mesmo a colocar o seu blog em prática e confira os resultados! Aproveite para acompanhar os temas com mais audiência para ajustar o seu planejamento a cada mês e conseguir mais conversão e ainda mais sucesso!



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/7-dicas-para-colocar-o-blog-da-sua-empresa-no-ar-hoje-mesmo/

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

10 dicas para começar um negócio sem ter nenhuma experiência

O empreendedorismo é, cada vez mais, visto como uma opção de carreira para os brasileiros. Porém, futuros donos de negócio esbarram em uma questão complicada: como criar um empreendimento sem ter tido nenhuma experiência anterior na área de gestão de negócios?
Essa foi uma das perguntas feitas na rede social Quora. Em resposta, diversos empreendedores experientes deram a sua visão sobre o assunto, enumerando alguns primeiros passos para quem quer empreender.

1 — Descubra o que realmente o motiva a empreender
O primeiro passo para criar um negócio de sucesso é ter muito claro qual o seu propósito com a criação dele. É comum que futuros empreendedores optem por esse estilo de vida porque querem mais liberdade de decisões e mais tempo livre, por exemplo.
“Sempre pode haver algo a mais na sua vida, mas é você quem tem de decidir o que é ‘mais’ para você. Do que você sente falta? O que o faria feliz?”, indaga a empreendedora Rachael Thompson. “Sua rota para o sucesso não será parecida com a de ninguém. As pessoas costumam olhar para outros em busca de inspiração, mas ficam imitando o que essas pessoas fizeram no lugar de descobrir o que funciona melhor para elas próprias.”
Como exemplo, ela cita o sucesso de Steve Jobs: mesmo que as estratégias do criador da Apple tenham levado o negócio ao sucesso, seu modelo de gestão pode entrar em confronto com a ética de trabalho, os valores pessoais e a personalidade de muitos outros empreendedores.

2 — Pratique mais a análise e menos o impulso
Não comece um negócio apenas porque não aguenta mais os percalços que vêm com o trabalho em empresas – e sim porque a vida de empreendedor é a que atende seus objetivos, e você está disposto a passar dificuldades para obtê-los.
Muito provavelmente, você encontrará pontos negativos também ao empreender, avisa a empreendedora Debbie Widjaja. Por isso, agir por impulso e desistir de ser funcionário só porque ser dono de um negócio aparenta ser mais relaxante é uma ilusão que logo sumirá.
“Você ainda encontrará situações que gostaria de evitar: membros do seu time que são irritantes, clientes arrogantes e regulações estúpidas”, enumera.
Da mesma forma, não pratique o impulso na área financeira: abandonar a vida de funcionário sem ter feito uma reserva. “Você consegue sobreviver sem uma renda fixa pelos próximos dois ou três anos? A partir do momento em que você contrata pessoas, você é parcialmente responsável pela vida delas e das famílias delas. Se seu negócio falir amanhã, quais vidas serão impactadas?”, indaga Widjaja.

3 — Tenha uma ideia – e veja se ela realmente funciona
Para muitos empreendedores, um empreendimento começa a partir de uma ideia. Porém, muito além de usar seu tempo para pensar em um negócio inovador, o futuro empreendedor precisa validar a sua ideia: ou seja, conferir que seu produto ou serviço pode realmente funcionar.
O empreendedor Rahul Mehra lista algumas das características de uma boa ideia de negócio – você pode checar se a sua ideia cumpre tais requisitos enquanto estiver tanto na fase de ideação quanto na fase de testes.
“Uma ideia deve ser algo pelo qual você é apaixonado; algo que ainda não foi explorado (se você quiser grandes riscos e alta recompensa); algo que foi bem experimentado por alguém (se você quiser ter poucos riscos e ganhar menos); algo que resolve um problema enfrentado pela sociedade; e algo que satisfaz uma necessidade.”

4 — Prepare um plano de negócios excepcional
Elaborar um bom plano de negócios é essencial para qualquer empresa de sucesso – especialmente se você não possui experiência real em empreendimentos e não sabe computar direito todas as necessidades de recursos que eles exigem.
“Essencialmente, é uma planta do seu futuro negócio: como ele se parece e o que ele irá requerer. Muitos negócios não possuem um plano de negócios, e essa é uma falha fundamental, que precisa ser evitada a todo custo”, afirma a empreendedora Alexandra Isenegger.

5 — Pesquise mais sobre o mercado em que você quer atuar
“Provavelmente, a coisa mais importante a ser feita antes de começar seu próprio negócio é fazer sua lição de casa”, sentencia a empreendedora Alexandra Isenegger. Alguns pontos de estudo são a real demanda do seu produto ou serviço, o contexto econômico do setor e a força dos seus competidores.
“Você está entrando em um monopólio, um oligopólio ou um mercado perfeitamente competitivo? Quais são as forças e fraquezas deles? Melhor ainda: quais são as forças e fraquezas do seu próprio produto? Há alguma característica única da sua ideia de negócio que justifique a venda? Todas essas questões pedem um estudo extenso de marketing. Assim, você terá certeza de que possui uma ideia com um potencial lucrativo.”

6 — Acumule experiências no ramo desejado
Alguns empreendedores no Quora defendem que o empreendedor ganhe alguma experiência no ramo do seu futuro negócio, já que não possui um histórico em gestão de empresas em geral.
Ou seja: se você quiser abrir uma loja de roupas, por exemplo, seria indicado trabalhar como vendedor ou gerente de um comércio da área.
“Sim, parece uma distração ou um caminho paralelo, mas vá buscar essa experiência. Aprenda como o negócio opera. Suje as mãos trabalhando para alguém e observando como o dono atua, para aprender lições sem ter de pagar por isso”, aconselha o empreendedor Aaron Weber.

7 — Pergunte, sempre
Uma das qualidades mais importantes que você deve ter, como um futuro dono de negócio, é a vontade de perguntar para outras pessoas aquilo que você desconhece, afirma o empreendedor Pedro Mouta.
Essa atitude tem a ver com outra qualidade dos empreendedores: a humildade. “Ser humilde, um bom ouvinte e estar disposto a aprender é o que diferencia aqueles que não chegam a lugar algum daqueles que obtêm resultados.”

8 — Construa relacionamentos
O hábito de perguntar se relaciona com outro conselho dado pelo empreendedor Pedro Mouta: estabelecer relacionamentos poderosos e genuínos com as pessoas.
“A habilidade de se conectar e mostrar verdadeira empatia será um fator crítico de sucesso quando você não souber como resolver algum problema. Nessa hora, você pode se lembrar de alguém que é especialista no tema e certamente poderá ajudá-lo.”

9 — Aprenda a viver em um orçamento apertado desde já
Algo que será muito útil na sua futura vida empreendedora é acostumar-se com um padrão de vida mais modesto – afinal, negócios costumam demorar para dar retorno e você nunca sabe quando será preciso apertar o orçamento para que a empresa sobreviva.
“Ensine-se hoje a viver com a menor quantidade de dinheiro possível”, recomenda o empreendedor Nathan Kaemingk. “Não há nada pior, pela minha experiência pessoal, do que ter de decidir entre investir no seu negócio e pagar contas pessoais.”

10 — Esqueça a ideia de que fracassar é o fim
Há uma grande diferença entre fracassar e ser um fracasso, diz o empreendedor Nathan Kaemingk. Não importa nem se seu negócio for à falência: a real derrota ocorre quando você para de tentar e para de aprender com seus erros.
“Esqueça tudo que você aprendeu na escola que sugere que não saber ou dar a resposta errada de alguma forma o faz ser um fracassado”, sentencia o empreendedor. “A única maneira de conseguir experiência é tentar. Então, tente e lembre-se: o fracasso é um grande professor, e não o fim da jornada.”



Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br//pme/noticias/10-dicas-para-comecar-um-negocio-sem-ter-nenhuma-experiencia/lista

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Dicas para escolher um bom nome para sua empresa

A decisão por empreender traz muitas dúvidas: o que vender? Para quem? Com que preço? Mas, entre os primeiros dilemas há um que ganha disparadamente: a escolha do nome ou da marca para a empresa. Afinal, que caminho seguir?
A resposta para essa questão não é exata. Mas podemos dar algumas dicas para acertar na primeira escolha fundamental da sua empresa. Se avaliamos as marcas mais valiosas do mundo, como Apple e Google, por exemplo, é possível perceber que não dizem muita informação, mas trazem algo em comum: a simplicidade, tanto no uso de uma palavra única, fácil de falar e escrever, como na identidade visual.
Claro que você pode escolher o seu sobrenome ou fazer uma homenagem a algum parente, mas isso fará sentido apenas para a sua família e não para o mercado e os clientes que você deseja conquistar. Então, liste nomes que transmitam o que você busca comercializar! Claro que se falarmos de consultoria, advocacia e outros serviços prestados por profissionais autônomos, vale usar o nome e sobrenome, sim, pois são negócios ancorados na reputação e conhecimento dos sócios. Nesse caso, a marca é você.
Além de pensar em simplicidade, outra dica é avaliar os planos de crescimento. Deseja vender fora do Brasil também? Então, vale a pena desenvolver sugestões de nomes e marcas que consigam ser lidos, entendidos e falados em outros países.
Ao listar os nomes que mais agradam, faça uma rápida pesquisa para ver se já não são usados em outros negócios, nomes de cidades, nichos diferentes do mercado etc. Busque ser exclusivo!
Depois de escolhido o nome, pense em uma frase que diga o que a sua empresa faz e nos seus diferenciais. Esse posicionamento pode e deve ser usado juntamente com a marca, para reforçar os atributos da empresa.
Tudo isso resolvido chega a hora de desenvolver a identidade visual, com uma logomarca também simples, que possa ser usada com o nome em qualquer tipo de superfície (como fachadas, placas, embalagens, e-mail marketing etc.), independentemente da cor, e que possa ser aplicada verticalmente e na horizontal (lembre-se que o topo do seu site e as páginas no YouTube e Facebook pedem tamanhos diferentes e a sua marca precisa funcionar nessas vitrines).
Em todos os casos, escolhido o nome e desenhada a marca, registre tudo no INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial – para que, de fato, a marca seja de sua propriedade e outras empresas não possam usar.
Mais que a escolha da marca, o importante é como você vai construí-la. Cuide do nome da sua empresa como um dos maiores ativos que você tem. Aplique a marca corretamente, para garantir que os clientes irão percebê-la sempre da melhor forma, faça campanhas, invista em papelaria, site, páginas nas redes sociais, embalagens e no que mais puder para divulgar a sua marca e boas vendas! 

Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/dicas-para-escolher-um-bom-nome-para-sua-empresa

quarta-feira, 22 de junho de 2016

5 maneiras para empresas reduzirem tributos

A crise está afetando grande parte das empresas e nessa hora a palavra de ordem é redução de custos. Contudo, uma forma de deixar os gastos menores que poucas empresas aplicam corretamente é o planejamento tributário. Sendo que estudos apontam que as empresas pagam até 34% de tributos sobre o lucro, mas todo empresário sabe que esses valores se mostram muito maiores se forem consideradas outras questões como encargos trabalhistas, taxas e outras obrigatoriedade.
Assim, se uma empresa pretende sobreviver à crise, é fundamental buscar reduções de acordo com as frequentes alterações tributárias às quais se deve adaptar no país, administrando melhor seus tributos, obtendo maior lucratividade no seu negócio. Segundo o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos, “com a alta tributação no Brasil, além de terem de enfrentar empresas que vivem na informalidade, várias empresas quebram com elevadas dívidas fiscais. Assim, é salutar dizer que é legal a elisão fiscal”.
Existem várias formas de redução desses valores, assim, o especialista da Confirp listou algumas:
1. Planejamento tributário - São três os principais tipos de tributação: Simples Nacional, Presumido ou Real. O diretor da Confirp explica que “a opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará no próximo ano fiscal pode ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros”. Importante ressaltar que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento tributário já que existem várias variáveis.
“De forma simplificada, num planejamento tributário se faz a análise e aplicação de um conjunto de ações, referentes aos negócios, atos jurídicos ou situações materiais que representam numa carga tributária menor e, portanto, resultado econômico maior, normalmente aplicada por pessoa jurídica, visando reduzir a carga tributária”, explica Domingos.
2. Recuperações tributárias - Dentro do complexo sistema tributário brasileiro, muitas vezes ocorrem cobranças de formas indevidas, levando a uma elevação considerável da carga tributária, assim, a empresa deve estar atenta aos créditos que tem direito, e isso dependerá muito de sua área de atuação. Dentre os impostos que podem ser recuperados estão pagamentos referentes ao PIS/Pasep, Cofins, IPI e ICMS, dentre outros, que contribuirão para a redução do montante dos tributos. Outra questão que se deve levar em conta é a compensação dos tributos recolhidos indevidamente.
Deve-se contratar empresas de consultoria jurídica e tributária para levantar possíveis créditos, que não foram considerados na apuração mensal por falta de norma infralegal. Isso porque os créditos podem ser questionados no âmbito administrativos pelo fisco, devendo ser considerados todos os riscos antes de qualquer decisão. Deve-se tomar cuidado com muitas empresas que oferecem esse tipo de serviço apenas com o interesse de ter comissão imediata sobre redução ou compensação de tributos propostos. Ficando o empresário com todo o risco da operação.
3. Incentivos fiscais - As empresas podem utilizar ferramentas que incentivo fiscal, que são instrumentos que visam o desenvolvimento econômico de determinada região ou certo setor de atividade. Para isso, ocorre a ação de redução da receita pública de natureza compulsória ou a supressão de sua exigibilidade.
São várias as formas que as empresas podem utilizar essa forma de incentivo, indo desde apoio a ações de terceiros, como esporte e cultura, até mesmo leis que visam crescimento regionais e reduzem consideravelmente os valores a serem pagos, contudo, também é necessário nesses casos a preocupação de um acompanhamento de especialista.
4. Enquadramento correto na Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE - A maioria das empresas não se atenta, mas desde sua criação já estão comprometidas com um erro primordial que é o fato de seus cadastros nos entes governamentais não reflitam suas reais atividades, um dos erros que leva a empresa a ter sérios riscos fiscais é o CNAE inadequado, e o pior, só perceberão esse erro quando começam a aparecer os problemas. Mas, mas que isso, escolher o CNAE representará na carga tributária a pagar.
Outra questão muito importante é que quando uma empresa estiver no CNAE errado, as chances dos impostos estarem errados, com alíquotas divergentes, são muito grandes, e em caso de constatação disso em uma fiscalização, o resultado poderá ser pesadas multas.
5. Redução do FAP - O FAP é um índice aplicado sobre a Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho, e representa uma boa parcela dos gastos trabalhistas das empresas, podendo variar dependendo do número de ocorrências e ramo de atividade.
Contudo, o que muitos empresários não sabem é que os valores podem ser minimizados, sendo possível entrar com recursos administrativos para revisão da cobrança desses valores pelo Governo e garantir uma diminuição de custos, além de aproveitar para planejar-se para o futuro, com essa despesa a menos.

Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-maneiras-para-empresas-reduzirem-tributos/111411/


quarta-feira, 8 de junho de 2016

7 comportamentos de pessoas de sucesso

Muitas pessoas se sentem inspiradas por pessoas de sucesso. Gostam de observar suas atitudes e seu comportamento. O empreendedor serial Matthew Toren, cofundador do YoungEntrepreneur.com escreveu um artigo para a revista Entrepreneur sobre os comportamentos que levam ao sucesso.

Antes de tudo, é importante pensar que o sucesso não é questão de sorte, mas o resultado da combinação de foco, determinação, otimismo e muito trabalho. Mudar a mentalidade pode não ser simples no começo, mas o saldo final será recompensador. Veja abaixo os comportamentos sugeridos por Toren.

Faça as coisas acontecerem em vez de ficar esperando
Pessoas bem-sucedidas não lidam bem com as preguiçosas. Elas percebem que esperar seus sonhos se tornarem realidade apenas leva à perda de tempo. Em vez de reclamar das situações inesperadas, esses indivíduos descobrem formas de superar os desafios. As pessoas de sucesso não se prendem a desculpas. Em vez disso, se esforçam para que suas ideias se tornem realidade.

O foco deve estar na trajetória e não no destino final
A jornada para o sucesso tem muitas lições de vida pelo caminho, com acertos e erros. Com uma atitude correta, é possível aprender com os erros. Os bem-sucedidos não têm seu foco apenas no pote de ouro ao final do arco-íris, mas se concentram no arco-íris em si. Isso torna a trajetória muito mais recompensadora.

Desafie o status quo
Negócios comum não vão mudar o mundo. Há uma razão para que pessoas como Elon Musk e Bill Gates sejam tão bem-sucedidas: elas são inovadoras. Todos os dias, muitas startups desafiam a normas aos fazer algo impensável. Há negócios levando cuidados avançados com a saúde para dentro das casas das pessoas. Outros estão construindo robôs para ajudar em tarefas do dia a dia. Mas isso não significa que tudo está pronto. É preciso ter sempre um diferencial.

Aprenda sempre
O sucesso tem uma parada brusca quando alguém pensa que já aprendeu tudo. Não importa o conhecimento que você tem. Alguém sempre vai saber algo que você ainda não sabe – e as pessoas de sucesso pensam assim. Quem quer ser bem-sucedido gosta de aprender sempre, sem se dar por satisfeito com o conhecimento que já tem.

Tenha foco no que é possível e não no impossível
As pessoas de sucesso não parar nos desafios que surgem pelo caminho porque elas trabalham em busca de objetivos. Em vez disso, elas costumam adotar uma filosofia de que o céu é o limite. A cada desafio, esses indivíduos reorganizam seus planos para alcançar seus objetivos. As mudanças no trajeto podem ser bem-vindas para abrir novas portas. Os problemas só se tornam obstáculos quando você dá a eles essa importância.

Cerque-se de pessoas inteligentes e comprometidas
“Se você quer ser rico, esteja próximo dos ricos. Se quer ser engraçado, encontre pessoas divertidas. Se quer ser pobre, junte-se aos pobres.” Não se sabe o autor desse conselho, mas há um sentimento verdadeiro nele. As pessoas com as quais você passa mais tempo vão ajudar a formar seus comportamentos e sua forma de pensar.
Se há um objetivo que você quer atingir ou alguém em quem você quer se espelhar para se tornar uma pessoa melhor, você deveria buscar qualidades semelhantes em amigos, colegas de trabalho e familiares. Pessoas bem-sucedidas constroem uma rede de pessoas positivas, inteligentes e comprometidas. Essa rede não só ajuda a formar um pensamento e dar exemplos de comportamento, mas também é um bom lugar para fazer brainstorms e receber ajuda.

Não desista nunca

O sucesso mais impressionante é mais difícil de alcançar. Mas as pessoas bem-sucedidas são capazes de perceber seus tombos como problemas temporários. Erros e falhas são oportunidades para aprender e começar de novo e não para desistir. Para as equipes, os erros significam que seus esforços estão sendo legítimos e dinâmicos. Paixão e determinação são atitudes frequentes de quem realmente almeja o sucesso.

Matéria extraída do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/06/7-comportamentos-de-pessoas-de-sucesso.html

quarta-feira, 2 de março de 2016

6 dicas fáceis para inovar seu produto ou serviço

Quando ouvimos a palavra “inovação” logo associamos com a criação de algo novo. Mas, no mundo dos negócios, inovar é a síntese da atitude empreendedora. Porém, alguns empreendedores ainda possuem dificuldades neste quesito. Por isso, o SEBRAE preparou uma lista com seis maneiras para inovar.

Primeiramente, ao analisar o mercado, percebe-se que este muda todos os dias. Está cada vez mais competitivo e com uma clientela mais exigente.  Por isso, a busca pelo conhecimento deve se tornar algo frequente na vida de um empreendedor e o diferencial pode definir se o negócio irá sobreviver.
Alguns empresários comentem o erro em pensar que, para inovar, basta apenas ter uma ideia. Mas, existem outros fatores que definem e interferem na inovação como o processo que será necessário para executar a ideia, os meios utilizados e o público- alvo são alguns exemplos.

Seis maneiras de inovar:

1. Tenha em mente que o termo inovação não deve ser interpretado somente como inovação tecnológica; então, busque expandir seus horizontes, estude o seu negócio e se faça perguntas: Como melhorar a minha empresa?

2. Analise o mercado; veja de quais produtos ele carece e o que é necessário introduzir nele;

3. Desenvolva e adote novos métodos de produção; isto é busque sair da “mesmice”;

4. Identifique novos mercados para os quais possa direcionar seus produtos; é um passo importante para expandir o negócio;

5. Crie novas formas de organização que outras empresas ainda não tenham imaginado e que possam gerar vantagem em termos de eficiência ou de qualidade superior em relação aos concorrentes;

6. Estude seus clientes; oferecer um atendimento personalizado ao perfil de cada um é uma forma de inovar;

Segundo o diretor técnico do Sebrae ES, Benildo Denadai, inovar é importante até mesmo para a sobrevivência dos negócios. “Os empreendedores, quando são inovadores e visionários, conseguem combinar novas ideias e conhecimentos, assim, encontrar soluções para resolver algum problema presente na sociedade, atender a demanda do mercado, criar chances de expandir a clientela e atrair novos públicos, junto a possibilidade de ser destaque e lucrar mais”, ponderou o diretor.


Matéria adaptada do site PEGN: 
http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/02/6-dicas-faceis-para-inovar-seu-produto-ou-servico.html


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

HOME OFFICE: TRABALHE EM CASA TENDO SUCESSO FINANCEIRO

Home Office tem lá suas vantagens. Vamos lá, quem não gostaria de trabalhar em casa, ter horários flexíveis e, ainda, ganhar dinheiro? Acredito que esse seja o desejo de muitas pessoas que, atualmente, passam mais horas no trabalho do que em casa. Se você quer mudar este cenário e investir em um negócio que te dê retorno financeiro e te permita passar mais tempo em sua residência, que tal apostar em franquias Home Based – que não precisam de um lugar fixo de trabalho?

Algumas destas franquias pedem baixo investimento e oferecem diversos benefícios, principalmente para os empreendedores que estão começando. A facilidade de não ter um ponto comercial fixo é uma grande vantagem para os iniciantes, que não precisam disponibilizar capital para alugar ou comprar um estabelecimento comercial. Outro proveito, é que o próprio franqueado pode colocar a mão na massa e desenvolver o trabalho sem contratar funcionários. A franquia móvel traz diversos benefícios, o principal dentre eles é o fato de o empreendedor atuar Home Office e ainda receber todo o suporte e expertise de uma marca já conceituada no mercado.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Entenda como os empresários de sucesso conseguem obter êxito nos seus negócios

Você sonha em abrir o seu próprio negócio, mas não sabe se já está preparado ou por onde começar?
Assim como você, eu, Jader Souza, também já passei por esses mesmos questionamentos e, ainda, fui mais além pensando: E, se por acaso, a empresa não der certo? Será que devo largar meu emprego com ganho certo para arriscar um negócio?
Hoje, com quase 20 anos de trabalho, formação em gestão e tendo treinado mais de 50 mil pessoas, posso garantir que não existe fórmula mágica para o sucesso. O caminho é longo e exige determinação, foco e persistência, mas é compensador ao realizar o que sonhamos: Ser um empreendedor de sucesso.
Mas, o que posso garantir é que, assim como eu consegui chegar até aqui, você também é capaz. Todos nós podemos ser um empresário de sucesso e orgulhar todos os nossos amigos e familiares.
Portanto, com a finalidade de ajudar você a realizar o sonho de ser um empreendedor de sucesso, a Talentus 4: Escritório Virtual realizará, no dia 25 de Setembro de 2014, a abertura do Ciclo de Palestras: Empreendendo Negócios, Alcançando Resultado e Realizando Sonhos. O objetivo deste ciclo de palestras é contribuir com a capacitação e formação de pessoas que sonham em empreender seus próprios negócios e conseguir o sucesso almejado.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS

Um rapaz recém-chegado da Bavária, região ao sul da Alemanha, havia investido todas as suas economias em tecidos para barracas. O problema era chegara tarde demais. Os primeiros vendedores já tinham suprido a necessidade dos mineiros. Para complicar, o tecido era extremamente resistente e, portanto, ninguém precisava recomprá-lo.
Recostado a seu balcão, ele matutava sobre o assunto quando foi interrompido por um homem com a picareta na mão:
- O senhor tem calças aí?
- Calças?
- É... As minhas rasgaram. Preciso de outras. Mas bem resistentes.
O jovem reparou na vestimenta do mineiro: um macacão em frangalhos, com o tecido puído e bolsos estourados cheios de remendos. Olhou em volta e viu que esta era a realidade de praticamente todos os garimpeiros. Imagine como aquilo devia preocupa-los: os homens costumavam guardar as pepitas de ouro nos próprios bolsos.
De repente, o bávaro teve um estalo. Pediu ao sujeito para voltar mais tarde porque ele teria a tal calça resistente. Em seguida, pôs o rolo de lona debaixo do braço e foi procurar um alfaiate:
- Você pode fazer uma calça com este tecido?
- Com lona? É muito grossa. Quem vai querer uma calça tão desconfortável, áspera e quente?

O mundo inteiro. Esta é a história da criação do jeans, a mais universal roupa já criada pelo homem. As calças e macacões criados por Levi Strauss em 1873 rapidamente se tornaram populares entre os mineiros, depois conquistaram as cidades americanas e, finalmente, todo o planeta.