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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Como se planejar para abrir um negócio

Antes de abrir as portas de seu negócio, o empreendedor deve se planejar para ter mais chances de sucesso. Abaixo, cinco dicas vitais para não errar na jornada empreendedora.

Analise seu patrimônio financeiro
Some o valor que tem guardado com o que será ganho do fundo de garantia, do seguro-desemprego e de férias vencidas. Faça uma revisão rigorosa de gastos e adapte-se a um novo padrão de vida. O ideal é ter uma reserva para investir no negócio e, ao mesmo tempo, bancar despesas pessoais por pelo menos 12 meses sem salário.

Faça bom uso do seu networking
Deixe o orgulho de lado e não tenha medo de pedir ajuda a amigos e pessoas do seu raio de influência. Tente encontrar um mentor: alguém reconhecido no mercado, com experiência na sua área de atuação, que possa dar conselhos e abrir as portas usando sua rede de relacionamentos.

Estude gestão e finanças
Gerenciar uma empresa sozinho depende de conhecimentos em diversas dimensões — financeira, de marketing, de processos e de vendas. Identifique as áreas em que você tem menos aptidão e procure cursos rápidos sobre elas. Há uma variada oferta de material online (muitos deles gratuitos) de instituições como Endeavor, Sebrae e Coursera.

Elabore um plano de negócios
Pesquise quem é seu público-alvo ideal, quem são seus concorrentes e, o mais importante, qual será a sua proposta única de valor. A internet está aí para isso. Coloque no papel também algumas projeções financeiras. O material servirá como guia para os primeiros meses. Não é para ser um trabalho demorado — alguns sistemas, como o Business Model Canvas, facilitam esse trabalho. Caso não consiga fazer isso sozinho, procure instituições como o Sebrae.

Coloque um protótipo para funcionar

Cuidado para não levar meses planejando um produto completo e só no final descobrir que os clientes não gostaram. Construa um Produto Mínimo Viável (MVP), versão simplificada do que pretende lançar. Ofereça de graça a um grupo de clientes em potencial, em troca de feedbacks. O custo da evolução por etapas é menor do que o de uma pesquisa de mercado longa e tradicional.


Extraído de Revista PEGN: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/12/como-se-planejar-para-abrir-um-negocio.html


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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

7 passos para seu negócio ter seguidores no Instagram (e vendas)

O Instagram não é mais apenas uma rede social para postar fotos produzidas ou relatar seu dia a dia por meio dos stories.
Além de ter 45 milhões de brasileiros ativos por mês, a plataforma conta com 15 milhões de perfis de empresas, que viram no Instagram um bom canal para divulgar seu negócio e gerar vendas. Por isso, a rede está investindo na educação de empreendedores quanto aos recursos da rede social.
Durante o Instamarket, evento organizado pela própria rede para promover o uso da rede social por pequenas e médias empresas, houve uma série de workshops (lotados) com as principais dicas para seu empreendimento usar o Instagram da forma mais eficiente.
Yasmin Medeiros, do time de marketing do Instagram, deu alguns conselhos que vão desde como montar um perfil realmente profissional até como usar o stories para conseguir mais seguidores (e vendas).
“O diferencial do Instagram é ser uma plataforma democrática. As empresas pequenas e médias competem no mesmo espaço que as grandes”, afirma. “O jeito de vender e comprar mudou.”
A plataforma consegue atingir todo o funil de vendas de um empreendimento, segundo a especialista do Instagram. “Você consegue fazer a divulgação, a geração da demanda, a aquisição do seu público, a compra e, por fim, a fidelização do seu cliente.” Saiba mais: Por que o funil de vendas é importante para o seu negócio

Ficou interessado? Confira, a seguir, o passo a passo para seu negócio bombar no Instagram:

1 — Crie uma página profissional para sua empresa

Criar um perfil profissional no Instagram é o primeiro passo para que sua empresa obtenha sucesso na rede social: usando um perfil pessoal para divulgar seus produtos, você perde a chance de aproveitar diversos recursos que a plataforma tem a oferecer aos empreendimentos.
“Essa é uma migração que a gente recomenda muito para quem tem um negócio e quer fazer ele dar certo”, afirma Medeiros. Por meio da mudança, é possível ver dados mais aprofundados e realizar anúncios segmentados na rede social, por exemplo.
Tal migração pode ser feita no próprio aplicativo do Instagram, mas é preciso já ter uma página de empresa no Facebook (veja o passo a passo aqui).

2 — Meça interações dos seus clientes

Pelo Instagram, é possível medir todas as interações que envolvem a página do seu negócio. Isso é feito pela plataforma Instagram for Business, que apresenta diversas métricas e insights aos empreendedores.
É possível ver, por exemplo, a idade e o gênero dos seus seguidores. Medeiros dá um exemplo prático da importância de tais dados: suponha que você tenha uma loja de produtos infantis e seu público-alvo são pessoas na faixa dos 30 anos de idade que têm ou pensam em ter filhos. Se você perceber pelas métricas que está atingindo um público de 13 a 15 anos de idade, por exemplo, significa que você precisa ajustar sua atuação na rede social.
Da mesma forma, um dado como região dos seus seguidores também é fundamental. Se sua loja de doces atende apenas a cidade de Recife, enquanto a maioria dos seguidores está em São Paulo, também será necessário rever sua estratégia de mídia.

3 — Otimize seu conteúdo para atingir os objetivos

Suas postagens devem ser pensadas de acordo com seu público-alvo e com as metas de cada nova foto. Mesmo assim, algumas dicas valem para qualquer empreendedor que queira oferecer um bom conteúdo pelo Instagram.
A primeira regra, elenca Medeiros, é prezar pela simplicidade. Tente não deixar a imagem poluída, valorizando o seu negócio e não os filtros da plataforma: o foco deve estar no produto, então guie o olhar do seu usuário para ele. Seja criativo e abuse de recursos que o Instagram disponibiliza, como boomerang, hyperlapse e layout.
Também é possível trabalhar a imagem com outros elementos discretos e harmoniosos – por exemplo, um abajur ou um criado-mudo. Por fim, seja coerente: no perfil do seu negócio, não intercale posts de produtos com posts sobre política. Mantenha uma paleta de cores e um modelo de texto similares ao longo das postagens.

4 — Entregue uma experiência visual encantadora

O Instagram é, no fim das contas, uma plataforma visual. Por isso, investir na conquista do seu cliente pelos olhos é uma regra fundamental para fazer sua empresa bombar na rede social.
Segundo Medeiros, o Instagram sempre tenta oferecer novos recursos visuais, do feed de posts estáticos aos stories e vídeos. Por isso, diversifique os formatos de acordo com as qualidades da sua empresa.
Para uma loja de sapatos que tem várias cores de um mesmo modelo, por exemplo, é possível agrupar todas as imagens no mesmo post – um modelo chamado de “carrossel”. Assim, você estimula o engajamento do seu usuário, que irá passar o dedo para ver as outras cores, sem poluir o feed da rede social.

5 — Use e abuse dos stories

Na mesma linha de diversificação, uma outra dica é incorporar os stories – espécie de “histórias” visuais efêmeras no Instagram – à estratégia de comunicação do seu negócio.
De acordo com a própria rede social, no último mês um terço dos stories mais visualizados foram de empresas, contrariando a noção de que os usuários não veem publicidade no Instagram. Ao todo, metade das empresas presentes na rede social já fazem stories.
Os empreendedores podem usar os stories de cinco maneiras, elenca Medeiros. A primeira forma é anunciar estoques limitados, promoções e vendas sazonais; a segunda é lançar concursos e solicitar respostas dos seus usuários; depois, criar conteúdos explicativos ou tutoriais do seu produto; a quarta forma é publicar prévias de novas coleções e atrair a curiosidade de novos usuários; e, por fim, postar bastidores e detalhes exclusivos do processo produtivo e incentivar a humanização da sua empresa.

6 — Faça anúncios na rede social

Muitos empreendedores desistem de fazer anúncios porque não querem gastar muito com marketing. Porém, fazer uso da chance de anunciar no Instagram pode ser a diferença entre ter um razoável e um excelente resultado. E não é preciso investir rios de dinheiro para tal.
Medeiros ressalta que o grande diferencial de anunciar pela rede social é que você só investe quanto realmente pode gastar. “Imagine se eu tivesse que colocar um anúncio em uma revista. Sairia muito mais caro”, exemplifica.
O Instagram já conta com dois milhões de anunciantes ativos, segundo dados da rede referentes ao mês de setembro de 2017. O Brasil é um dos países que mais contribuiu para o número, composto principalmente de pequenas e médias empresas.
Se você já mudou o perfil da sua empresa para uma página profissional e já analisou as métricas relativas a ela, é hora de fazer bom proveito das informações conquistadas. Nos anúncios, é possível segmentar as publicidades por gênero, idade e região atendida, por exemplo.
Depois, é possível posicionar seu anúncio (onde ele irá aparecer no feed dos seus usuários atingidos) e escolher a data e tempo de exposição. Além de, é claro, seu orçamento.
Para saber em detalhes o passo a passo para anunciar na plataforma, visite a página de anúncios do Facebook e do Instagram.

7 — Sempre se aprimore por meio de novos cursos


Por fim, toda empresa que quer bombar no Instagram precisa atualizar-se quanto às mudanças na plataforma. Por isso, Facebook e o Instagram disponibilizam um portal de cursos. Os conteúdos são gratuitos e muitos cursos disponibilizam certificados.




Extraído de Exame.com: https://exame.abril.com.br/pme/7-passos-para-seu-negocio-ter-seguidores-no-instagram-e-vendas/


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terça-feira, 21 de novembro de 2017

7 dicas para inovar em seu negócio

Além da concorrência tradicional que está cada vez mais acirrada com a oferta de produtos e serviços em todos os mercados e setores, é preciso se preparar para sermos competitivos em uma era em que jovens empreendedores com DNA de inovação e startups enxutas estão mudando completamente a forma de como fazemos negócios e consumimos produtos e serviços. Confira três dicas dadas pelo consultor em inovação corporativa Marcio Kogut para quem quer inovar em seu negócio.
1. Comece inovando na gestão de TI da sua empresa
Exatamente! Não existe iniciar um processo de inovação na sua empresa se o CTO (Chief Technology Officer) não estiver tecnologicamente atualizado, acompanhando as transformações digitais e focado em buscar inovação. Durante mais de 15 anos prestando consultoria a diversas empresas, escutei desculpas sem fundamentos ditas por alguns profissionais para os executivos que acabavam criando uma sensação de pânico e medo abortando qualquer tipo de mudança, melhoria ou possível inovação. A maioria dos CEOs não tem conhecimento profundo em tecnologias e por isso é obrigada acreditar na palavra do diretor de TI. Um dos exemplos que posso citar é a questão da computação em nuvem (cloud computing)
2. Reveja toda sua tecnologia interna
Eu tenho absoluta certeza que 90% da tecnologia da maioria das empresas estão completamente ultrapassadas e custando infinitamente mais caras do que as tecnologias mais modernas de hoje. Desde links de internet, servidores de e-mails, equipamentos, softwares de gestão e de produtividade. Todos os equipamentos, softwares e a inteligência que você precisa para o seu negócio já existem melhores e mais baratos do que você usa atualmente através de SaaS (software as a service).
3. Busque inovação fora ou crie uma equipe com autonomia
Para conseguir avançar com um processo de inovação dentro da sua empresa é necessário criar um time novo, pequeno (1 a 4 pessoas) com autonomia e sem vínculos de amizades internas. Conecte esse time a uma empresa de inovação corporativa para mapear as dores, definir estratégias e objetivos além de condicioná-los a pensar e agir com a mentalidade de empreendedores e startups.
4. Promova encontros com empreendedores e seus startups
Os empreendedores e startups têm vontade e, principalmente, a disponibilidade para entregar uma solução rápida e resolver um problema de forma simples apenas com a expectativa de que, se conseguirem, a empresa poderá ser um cliente anjo.
5. Planeje menos, execute mais
Criar processos de inovação em empresas levam tempo e, muitas vezes, fracassam pela burocracia e cultura de certa forma engessada. Independente de planejamento, não será nada fácil e rápido criar uma cultura de inovação para mudar completamente a realidade do seu negócio, por isso, não perca tempo e dinheiro planejando demais e inicie de forma simples e rápida.
6. Pense grande e comece pequeno
Os inovadores bem-sucedidos "pensam grande" considerando a gama completa de futuros possíveis. Eles facilitam a inovação ao ousar buscar "pensamentos assassinos" para novos produtos e serviços que podem reescrever as regras e o negócio de uma companhia. Em contraste, os inovadores fracassados tendem a "pensar pequeno". Eles assumem a postura de que a mudança radical não será necessária e que nada irá afetar o modelo do seu negócio no futuro.
7. Não tenha medo de mudar completamente seu negócio
Uma prova de que esse tipo de decisão pode ser necessária e terá que ser encarada com coragem é a história da Kodak. Em 1975 um grupo de engenheiros da empresa desenvolveu a primeira câmera digital do mundo que pesava quase 5 quilos e fazia fotos apenas em preto e branco. As previsões estimavam que a câmera digital poderia se tornar viável num horizonte de 20 anos, mas os executivos preferiram manter a estrutura e negócio atual de vender filmes do que romper com a realidade e olhar para o futuro. Como se sabe, alguns anos depois a concorrência fez o negócio ruir.

Extraído do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/7-dicas-para-inovar-em-seu-negocio/121853/


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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

10 lições de empreendedorismo de Steve Jobs

Em qualquer lista dos maiores empreendedores de todos os tempos, lá estará Steven Paul Jobs. Para o mundo: Steve Jobs. E para as pessoas mais próximas, simplesmente Steve. Assim como qualquer grande físico ou arquiteto precisa estudar os maiores físicos ou arquitetos da história, empreendedores poderiam adotar a mesma linha. O próprio Jobs fazia isso. Era fascinado por Thomas Edison, da GE, Henry Ford, da Ford, e Edwin Land, da Polaroid, por exemplo. Com Edison, aprendeu o papel da inovação para o desenvolvimento de uma empresa; com Ford, sobre como levar inovações para as massas; e, com Land, sobre como ficar atento para que a inovação não seja a causa mortis da empresa.
Mesmo os que conhecem muito pouco sobre Jobs ficam impressionados com a sua capacidade de se expressar por meio de frases de impacto. A seguir, reuni dez lições que qualquer empreendedor pode utilizar no seu dia a dia e no seu negócio.
1. “Todas as coisas que estão ao seu redor e que você chama de vida foram criadas por pessoas que não eram mais espertas que você.” Não entenda mal. No contexto em que foi dita, essa frase quer dizer que qualquer pessoa pode criar algo, já que sempre haverá pessoas que não sabem que podem ou não querem fazer aquilo. A imensa maioria dos empreendedores não eram prêmios Nobel do mundo, dos seus países, sequer da sua turma. Mas foram lá e fizeram.
2. “Alô... É o Bill Hewlett da Hewlett-Packard?” Sim. “Estou montando um frequencímetro para um trabalho escolar e precisava de algumas peças...” Jobs tinha 12 anos quando ligou para Bill Hewlett, cofundador da HP e um dos empresários mais importantes dos Estados Unidos naquele momento. Ele não só conseguiu as peças como arrumou um estágio de férias e se tornou amigo de Bill e seu sócio Dave Packard. Peça e receberá!
3. “Quando tinha 17 anos, li uma frase que dizia algo como: ‘Se viver cada dia como se fosse o último, um dia estará certo’. Isso me impressionou muito e, nos últimos 33 anos, me olho no espelho todas as manhãs e me pergunto: se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de ter feito o que farei hoje? Se a resposta é 'não' por muitos dias seguidos, eu sei que preciso mudar algo.”Se existe algo que me irrita são pessoas que reclamam do seu trabalho pois não se orgulham do que fazem. O que foi dito por Jobs deveria estar impresso no espelho do nosso banheiro para ser lido todas as manhãs.
4. “Um grande marceneiro não vai utilizar madeira vagabunda para o fundo de um armário, mesmo que ninguém veja.” Um grande produto, serviço, empresa ou mesmo pessoa está nos detalhes. Não dá para ser excelente na aparência e sofrível nos detalhes. Cedo ou tarde, ficará claro que aquilo é ruim ou, pior, é medíocre. E tudo o que é medíocre é esquecível e, consequentemente, é invisível. Se for fazer, faça muito bem-feito.
5. “Os botões do Mac OS são tão bem-feitos que você vai querer lambê-los.” Se você tem um equipamento Apple, sabe o que Jobs queria dizer com essa frase. Mais do que bonito, tudo é belo e harmônico. E a beleza não está apenas na aparência, mas em como o produto é percebido. As primeiras caixas do iPod deveriam dar a mesma sensação de estar abrindo uma caixa de joias, daí um pequeno vácuo que se forma para induzir que a caixa seja aberta em câmera lenta. O excelente também deve ser belo!
6. “Criatividade é só conectar coisas. Quando se pergunta a pessoas criativas como fizeram aquilo, elas se sentem um pouco culpadas, pois não fizeram aquilo, só vislumbraram algo novo a partir da combinação de experiências que já tinham vivenciado.” Essa frase resume a genialidade reconhecida em Steve Jobs.
7. “Picasso tinha um ditado que afirmava que artistas bons copiam, e grandes artistas roubam. E nós nunca sentimos vergonha de roubar grandes ideias. Tudo se resume a tentar se expor às melhores coisas que os seres humanos fizeram e, depois, tentar trazer essas coisas para o que você está fazendo.” Se a frase anterior resume, essa explica de onde vinha a genialidade de Jobs.
8. “Seu tempo é limitado, assim, não o perca tentando viver a vida de outra pessoa. Não seja ludibriado por crenças daquilo que é viver de acordo com o que outras pessoas pensam. Não permita que o barulho das opiniões alheias cale a sua voz. E o mais importante, tenha a coragem de seguir o seu coração e a sua intuição.” Uma lição para todos os que querem ser o próximo Steve Jobs. Não precisamos de um novo Steve Jobs.
9. “Continue com fome. Continue ingênuo.” Talvez seja a lição mais difícil de ser aplicada pelos empreendedores. Continue querendo aprender coisas novas, mas aberto às novidades. Achar que já sabemos tudo não é ingenuidade, é ignorância.
10. “Ser o homem mais rico do cemitério não é importante para mim. Ir para a cama todas as noites dizendo que fizemos algo extraordinário... isso é o que importa para mim.” Foi a última lição de Jobs e a que o colocou na lista dos maiores empreendedores de todos os tempos.

Marcelo Nakagawa é professor de empreendedorismo do Insper, membro do conselho da Artemísia Negócios Sociais e da Anjos do Brasil, mentor da Endeavor e autor de diversos livros de empreendedorismo e inovação.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Marcelo-Nakagawa/noticia/2013/07/10-licoes-de-empreendedorismo-de-steve-jobs.html

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

5 dicas essenciais para definir o público-alvo do seu negócio

Como definir o público-alvo dos meus produtos?

O trinômio produto ou serviço, vendas e cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Vendemos alguma coisa a alguém. Para que isso aconteça, este alguém precisa se interessar pelo que você tem a vender. Seu público-alvo é o conjunto de pessoas com maiores chances de interesse pelo que você tem a oferecer.

O seu público-alvo possui uma série de características relevantes o suficiente para que indiquem a maior ou menor chance de que potenciais clientes que pertençam a esse grupo queiram comprar o seu produto ou serviço. As características de seu público-alvo são de duas naturezas principais: Demográficas e comportamentais.

Enquanto a primeira indica, por exemplo, quem são, onde moram, idade, estado civil, se têm filhos, com o que trabalham, quanto ganham; a segunda descreve como vivem e o que fazem estas pessoas, por exemplo, o que compram, quanto gastam, entre outras características.

Dependendo do tipo de negócio ou do produto que você vende, algumas características podem ser mais relevantes ou não para indicar determinados comportamentos que impactam ou não na compra ou no interesse de seu público-alvo pela sua oferta.

No fim do dia, o que você precisa buscar é o comportamento de compra de seu público-alvo e quais os fatores – características – que o leva ou poderiam levá-lo ao seu negócio, ao seu produto ou ao seu serviço. O desafio é a captação destas informações e o uso com inteligência.

As redes sociais despejam segundo a segundo toneladas de informações sobre o comportamento do cliente, seus hábitos, como se deslocam e para onde, o quanto gastam e com o quê. A boa notícia é que a maior parte das redes sociais oferecem ferramentas interessantes para você se aproveitar desta informação – big data –  sem gastar muito dinheiro. Algumas voltadas para pessoas (B2C – business to consumer) outras para empresas (B2B – business to business).

Fala-se muito da inteligência artificial e do seu uso para, a partir das informações adquiridas, inferir ações a tomar. É uma questão de tempo para que este tipo de ferramenta se torne acessível. E você certamente não precisará esperar muito para que esteja em suas mãos.

Algumas sugestões simples poderão ajudá-lo neste trabalho, mesmo enquanto os benefícios da tecnologia ainda não estão todos disponíveis:

1. Busque informações: conhecer o mercado onde você vai atuar ou onde atua é importantíssimo. Reúna o máximo de informações sobre a demografia. Mas foque-se naquilo que tem relação com a sua estratégia, produto ou serviço. Não perca tempo com informações de menor relevância;

2. Segmente seu mercado: procure criar subgrupos dentro de seu mercado que possam ter comportamentos de compra semelhantes e trabalhe de acordo com estes segmentos. Com foco e ofertas assertivas suas chances de sucesso aumentam;

3. Crie ofertas assertivas: monte suas ofertas para que atendam aos requerimentos dos segmentos que identificou. Você pode até pensar em algumas necessidades ainda não identificadas pelo seu público, mas cuidado, procure atendê-lo no que ele precisa antes de inovar na oferta;

4.  Cuidado com o seu gosto pessoal: o que é bom para você não necessariamente é bom para o seu cliente. Não trabalhe suas ofertas baseado no que você acha, mas sim de acordo com o que você aprendeu dos segmentos e comportamentos de seus possíveis clientes, a menos é claro, que esteja trabalhando com segmentos cujos perfis sejam iguais ao seu.

5. Comunique, comunique, comunique: identifique os canais de comunicação mais adequados com os segmentos identificados e procure falar com eles utilizando a linguagem e a forma particular de cada um deles. O uso correto da abordagem e da linguagem vai tornar sua comunicação mais assertiva e despertar mais vontade do seu público de conhecê-lo melhor.


A definição do público-alvo não lhe garante o sucesso, mas certamente a falta vai levar você ao fracasso. Dê total atenção a esse passo.


Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/5-dicas-essenciais-para-definir-o-publico-alvo-do-seu-negocio/

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Conheça formas de se capacitar para abrir um negócio

Os empreendedores nascem prontos para empreender ou podem se desenvolver? É evidente que a experiência ganha com o passar dos anos nos ajuda a moldar nossa forma de agir e de gerenciar nossos negócios.

Teoricamente não precisamos de um diploma ou de certificação para montarmos um negócio. Basta querer empreender. Alguns empreendedores inclusive não acreditam em capacitação e às vezes têm até preconceitos.

Mark Zuckerberg, Bill Gates, Steve Jobs, Silvio Santos e Samuel Klein são exemplos de empresários muito bem sucedidos que conseguiram vencer sem ter um diploma de faculdade. Estes são os famosos bem sucedidos, mas inúmeros outros sem estudo tentaram, não conseguiram sucesso e quebraram.

Dados do Sebrae indicam que 23% das micro e pequenas empresas fundadas fecham em até dois anos. Já o IBGE afirma que até 60% das empresas fundadas há 5 anos pararam suas operações. Os principais motivos para a quebra são a falta de capacitação, experiência, clientes e capital de giro.

Ninguém tem todas as competências já desenvolvidas, nem mesmo adquiriu todo o conhecimento necessário para empreender. Não basta ter ideia, intuição, dinheiro, garra, paixão, experiência ou boa vontade. É necessário técnica. Mas por que capacitar-se para abrir seu negócio? Quais os benefícios?

Capacitação é essencial para o empreendedor pois o ajuda a cortar caminhos no desenvolvimento da empresa, melhorando suas percepções, ajudando a prevenir riscos e principalmente no desenvolvimento de uma metodologia de gestão organizada e não apenas intuitiva.

Há outros fatores positivos como a aceleração do desenvolvimento da empresa, melhorando o entendimento do negócio e ajudando na disseminação das melhores práticas de gestão. Além disto, a inserção do empreendedor num ambiente de estudos o estimula à troca de informações, aumentando seu networking e inclusive gerando negócios.

Diversas opções

O empreendedor não precisa necessariamente passar por um programa formal de estudos, apesar de que um curso bem organizado possa trazer grandes benefícios. Porém, hoje há inúmeras formas de capacitação disponíveis para nos ajudar a empreender.

Atualmente a disponibilidade de informações para capacitação na internet é enorme. O problema é que há muitas informações e cursos de baixa qualidade. Como a internet é um canal aberto, todos podem dar suas opiniões e de alguma forma vender ou dar dicas. Contudo, muitos não têm expertise nem credibilidade para isso.

Sendo assim, apesar da abundância de possibilidades, procure capacitar-se com cursos, informações, textos e vídeos de pessoas ou escolas que têm notoriedade, seja esta, acadêmica ou prática. Leia e ouça os experts, pessoas bem sucedidas e preparadas e que são referência em suas áreas.

Nem sempre cursos ou informações grátis são bons. Geralmente são insuficientes, porém não quer dizer que tudo que é grátis é desprezível. Há diversos cursos e vídeos no Youtube, Coursera, Veduca e EdX que são de ótima qualidade e podem ajudar muito os empreendedores. Aproveite para assistir vídeos no TED com depoimentos de empresários, além de ouvir áudios pragmáticos no Podcast.

Uma boa dica para buscar capacitação empresarial é no site da Endeavor. Há diversas informações, vídeos e cursos de ótimo nível desenvolvidos por profissionais, professores e empreendedores realmente bem sucedidos.

Antes de começar o processo de capacitação, procure entender o que precisa estudar. Não gaste tempo nem dinheiro simplesmente para carimbar seu currículo com um curso, somente porque a instituição tem uma marca importante.

Seja pragmático e busque o que realmente precisa. Empreendedor de alta performance não tem tempo a perder, assim, tenha foco e estude o que precisa para agir. Tente adequar sua demanda para desenvolvimento com a disponibilidade de tempo e dinheiro que tem para investir.

Há inúmeros cursos disponíveis no mercado para capacitação, desde os mais simples que podemos fazer à distância como os do Sebrae, até os mais completos como os cursos de MBA para empreendedores das grandes escolas de negócios do mundo. Uma boa dica de um curso de curta duração de alto nível para empreendedores é o Business Dynamics do Insper.

Capacitação deve ser um processo contínuo de desenvolvimento. Exige paciência, disciplina e dedicação. Às vezes, o empreendedor acha que não precisa pois não tem atenção ou foco. Diz que não gosta de estudar porque nunca se dedicou, mas depois que começa acaba gostando, pois certamente obteve resultado. É como começar a correr. Vai doer, cansar, mas de repente está correndo 10 quilômetros por dia e se entusiasma a correr uma maratona. Basta começar, não desistir e buscar orientação.

Não há como garantir que educação ou capacitação mudarão os rumos da sua empresa, mas certamente melhorarão sua forma de pensar, planejar, agir e administrar. Invista sempre no seu desenvolvimento, o retorno é rápido e de alta rentabilidade.



Ricardo Mollo é empreendedor, professor de finanças do Insper e PhD candidate na University of London.


Extraído de Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/conheca-formas-de-se-capacitar-para-abrir-um-negocio/

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Como saber se minha ideia de negócio realmente vai ter sucesso?

Não é possível saber se a sua ideia de negócio será um sucesso, mas é possível ter uma ideia…

É natural que muitas pessoas que pensam em abrir um negócio almejem ter sucesso com a sua empreitada. Também é comum que boa parte delas resuma sucesso ao retorno financeiro esperado.

Por outro lado, muitos empreendedores, mesmo tendo sucesso financeiro, frustram-se quando descobrem que isso não é medido puramente pelo dinheiro que gera.

“As empresas precisam ter lucro como objetivo, do contrário, elas morrem. Mas se uma empresa é orientada apenas para ter lucro, também morrerá, porque não terá mais nenhum motivo para existir…” – costumava dizer Henry Ford.

Por isso, antes de pensar se sua ideia de negócio vai ser um sucesso, é preciso entender, verdadeiramente, qual é a sua definição de sucesso nos negócios.

A pesquisadora Betina Silvestri entrevistou centenas de empresários e empreendedores para entender como definiam sucesso e o resultado foi a sua tese de doutorado que explica que o sucesso pode ter, pelo menos, 67 definições, incluindo, sim, o sucesso financeiro, mas também aspectos associados à realização pessoal, impactos positivos na sociedade, aprendizagem contínua, reconhecimento público, estabilidade e segurança, entre outras combinações.

Depois de encontrar a sua definição verdadeira e sincera de sucesso nos negócios, é preciso pensar em quatro aspectos básicos:

1 — Sua ideia representa, de fato, uma grande oportunidade de negócios?

O primeiro aspecto diz respeito à inovação ou diferenciação da sua ideia em relação ao que já existe e é percebido pelo seu público-alvo.

Em geral, empreendedores de primeira viagem sofrem do Complexo de Narciso e sempre acreditam que possuem a melhor e mais inovadora ideia de negócio do mundo, mas quem determina isso são as pessoas que compõem o seu mercado.

Para entender se sua ideia é diferenciada ou inovadora, é preciso tangibilizá-la de alguma forma, seja por meio de protótipos, flyers, infográficos ou qualquer outro recurso que o potencial cliente consiga visualizar ou mesmo experimentar o negócio que pretende criar. E, daí, concluir que o que pretende criar é inovador ou, pelo menos, diferenciado.

2 — O mercado que você pretende atingir possui um tamanho adequado?

O segundo aspecto está associado ao tamanho de mercado adequado, o que tem impacto direto na rentabilidade da empresa.

Para entender o tamanho de mercado é preciso ter uma compreensão de dois conceitos sábio para qualquer empreendedor: Miopia de Marketing e Jobs to be done. Você deve entender que não está no mercado do produto em si, mas no do seu benefício. Assim, se perceber que um dos principais concorrentes da CacauShow é O Boticário, entendeu o que é Miopia de Marketing.

Já o conceito Jobs to be done defende que o cliente não compra apenas o benefício, mas compra algumas tarefas específicas (jobs) que aquele produto ou serviço entrega.


Dessa forma, um dos jobs que o cliente compra da CacauShow é uma opção de presente que surpreenda o presenteado. Se você entender que está no mercado do benefício e de jobs específicos, pode ter uma melhor compreensão do real tamanho e demanda de mercado.



Extraído do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/saiba-se-sua-ideia-de-negocio-realmente-vai-ter-sucesso-ou-nao/

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Três peças-chave para um negócio familiar de sucesso


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mais de 90% das empresas constituídas no Brasil são familiares. Mas, muitas delas não estão preparadas para sucessão, um problema revelado através de números. De cada 100 empresas familiares abertas e ativas, apenas 30 sobrevivem à primeira sucessão e cinco chegam à terceira geração. Como evitar o fracasso? A coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini, revela que existem três peças fundamentais no processo de sucessão familiar:

1 - Sucedido: provavelmente, essa é a pessoa que construiu um patrimônio superando muitas dificuldades, com muito suor e esforço. Dirige a empresa ao seu modo e com as condições que tem. Em alguns casos, sem estudo e sem preparação técnica, aplicando aquilo que aprendeu de forma mais orgânica. Ou, ainda, com o pai. Então é essencial que o sucedido consiga confiar em seu sucessor, entenda a importância de profissionalizar o negócio e tenha um plano para o depois. Ou seja, o que irá fazer quando “passar o bastão”. Também é importante que ele se sinta parte do processo como um todo e esteja ciente que ninguém fará igual e que “diferente” não quer dizer ruim. E esse resultado pode até ser melhor!

2 - Sucessor: muitas vezes, é um filho único. Em outros casos, o mais velho de alguns irmãos. E, ainda em outros, o filho que terá de disputar com outros que nem são da família. É importante que essa pessoa tenha experiências além das fronteiras do patrimônio familiar e que tenha competências técnicas que sustentem sua gestão. O sucessor precisa honrar e respeitar o passado, levando adiante o que há de bom. É fundamental que entenda a importância de se preparar para transmitir confiança ao sucedido, traçando um plano de desenvolvimento contínuo para si, para sua equipe e para o patrimônio. Tem que se sentir desafiado e, ao mesmo tempo seguro e preparado o suficiente para o desafio. Uma dica importante é ter objetivos pessoais e profissionais alinhados com a empresa que irá assumir.

3 – Empresa: é o maior patrimônio. E o que quer que seja feito, deve ser para garantir o melhor para a empresa, e não para alguém. Muitas vezes, é a fonte de renda e sobrevivência de inúmeras famílias. Carrega consigo a história da família que a fundou, das pessoas que nela trabalharam e trabalham, e do mercado que movimenta e participa. É essencial que se tenha um líder/gestor suficientemente preparado, incluindo uma equipe competente e alinhada estrategicamente. Um plano estratégico de gestão, administrativo e financeiro que seja claro, conciso e seguro. Preserve o que funciona e se encaixa em novos contextos e tendências. Tenha espaço para inovação, expansão e dispositivos adaptados a novos contextos de mercado e tecnologia e torne a missão, visão e valores devidamente conhecidos e vividos por cada colaborador.
Muito mais do que os imprescindíveis e essenciais aspectos jurídicos, administrativos e financeiros, o processo de sucessão é um conjunto de técnicas e comportamentos necessários para a perenidade de um negócio. Essa tríade – sucessor, sucedido e empresa – precisa estar em perfeita sintonia. Afinal, um depende do outro. E para os três é essencial um plano estratégico concreto, aplicável e que dê resultados. Afinal, são as pessoas que movem as organizações.




Matéria retirada do site Administradores: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/tres-pecas-chave-para-um-negocio-familiar-de-sucesso/118838/

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Matriz de Gestão de Risco: analise os pontos críticos do seu produto ou serviço

Saiba o que é, como funciona e quando aplicar a Matriz de Gestão de Riscos, uma ferramenta que pode economizar tempo e recursos.

Quantas empresas você conhece que, mesmo tendo criado um negócio que resolve problemas interessantes, não atende a uma necessidade do cliente? Muitos empreendedores gastam fortunas com desenvolvedores, mesmo sem entender bem a tecnologia, lançam o produto no mercado sem estabelecer alguma parceria para viabilizá-lo, e esperam colher bons resultados em pouco tempo. Como já sabemos, na maioria dos casos, isso não acontece.

Os empreendedores acabam alocando tempo e dinheiro de maneira inadequada ao lançarem um novo produto ou serviço. Muitos nem ao menos fazem uma análise dos riscos que existem no processo de desenvolvimento de um produto e quais seriam as melhores ações para mitigá-los e aumentar as chances de sucesso. Essa análise prévia ajuda o empreendedor a gastar menos dinheiro e aproveitar melhor o seu tempo!

Pensando nisso, foi criada a Matriz de Gestão de risco, uma ferramenta que, quando bem aplicada, pode auxiliar a mapear e diluir os riscos no lançamento de um novo produto ou serviço, melhorando significativamente a gestão de seus projetos, aumentando a velocidade da entrada do produto no mercado, além de possíveis reduções de despesas em inovações. A ferramenta também é útil para investidores, porque acaba sendo uma outra maneira de analisar novas empresas.

Como usar

A Matriz de Gestão de Risco pode ser aplicada em inúmeras situações e para qualquer tipo de empresa, desde a pequena, que nem saiu do papel ainda, até o grande negócio. Basicamente, a ferramenta analisa 3 pontos de risco: usuário, mercado e técnico. Para cada um desses pontos, você responderá duas perguntas, atribuindo uma nota que vai de 1 a 5, de acordo com o quanto concorda com as afirmações que estarão dispostas no quadro.

Depois de finalizar as 3 etapas, a ferramenta calcula automaticamente quanto do seu capital está em risco no lançamento desse produto ou serviço. Com essa primeira análise, você já conseguirá visualizar alguns pontos que podem ser melhorados ou mais bem estudados, mas eles ainda são apenas uma amostra dos fatores que impactam um projeto.

Por isso, para ajudá-lo a ter uma visão mais aprofundada, na segunda aba da planilha você encontrará a Matriz de Gestão de Risco, com outros pontos que influenciam na concepção, desenvolvimento e lançamento de um novo produto ou serviço. Nessa mesma aba você terá acesso a um vídeo que explica a importância de cada parte da Matriz e as suas implicações dentro de um projeto. Além disso, você também terá acesso a estudos feitos com empresas reais que aplicaram a ferramenta em seu negócio.



Quer saber mais? CLIQUE AQUI e baixe a ferramenta!



Matéria extraída do site Endeavor Brasil: https://endeavor.org.br/matriz-de-gestao-de-risco-inovar-nao-precisa-ser-sinonimo-de-correr-risco/

quarta-feira, 17 de maio de 2017

3 dicas de Marketing de Philip Kotler para Pequenos Negócios

Ter uma boa estratégia de marketing é um dos pilares de atuação mais importantes dentro de uma empresa, seja ela um pequeno negócio ou startup ou uma grande multinacional.
O americano Philip Kotler, 85, considerado um dos mais relevantes gurus do marketing no mundo, em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, falou sobre as perguntas que um empreendedor deve saber responder para desenvolver um bom plano de marketing.
Qual a necessidade do cliente que você pretende atender? Por que o cliente deve acreditar que o seu produto atende essa necessidade melhor que a concorrência? Você já definiu quais tipos específicos de pessoas podem ter mais interesse em sua oferta? Os clientes verão um valor em seu produto maior que o preço que você cobra por ele? Você sabe qual tipo de mídia você deve usar para alcançar o público de forma eficiente e eficaz?

Para ajudar a responder essas perguntas, Kotler ofereceu três dicas para ajudar o empreendedor a construir uma boa estratégia de marketing.

1. Segmentação de marketing
“O marketing de antigamente focava nas massas. Era muito caro fazer um comercial de 30 segundos para a TV. Você precisa fazer uma segmentação de marketing e identificar o público que teria o maior interesse em sua oferta”, diz Kotler.
A ideia é que, antes de começar um negócio, o empreendedor saiba em quem ele deve investir em termos de marketing. Não importa o alcance de uma ação se ela alcançar as pessoas erradas. O trabalho deve ser direcionado para onde tem a maior chance de dar retorno.

2. Colete dados
“O novo modelo de marketing envolve construir uma base de dados com informações confiáveis de perfil do seu público. Isso vai permitir que você escolha as ferramentas de marketing correta nas redes sociais”, afirma Kotler.
Não adianta você apenas achar que conhece o seu cliente. O empreendedor deve se munir de dados que ofereçam uma base para a escolha desse público-alvo. Diversas ferramentas podem auxiliar diferentes negócios a conhecer mais detalhadamente a sua clientela e ajudar na definição de planos de ação.

3. Construa uma “jornada até a compra final”
Todas essas informações devem ser utilizadas para construir um caminho para o cliente. “Cada passo do cliente deve ser um ‘momento da verdade’ e deve encorajá-lo a dar o passo seguinte. Durante essa jornada, a empresa deve fornecer conteúdo que interesse o cliente. Esse conteúdo deve ser diferente de uma mensagem de vendas. Seria como um amigo dizendo para outro sobre algo interessante para ler”, diz o professor da Universidade Northwestern, de Chicago (EUA).

A estratégia deve consistir em levar o cliente pela mão por um caminho de conteúdos que, no final, o estimulem a comprar o seu produto ou serviço. Essa tática passa pelos perfis em redes sociais, o site da empresa, o tipo de informação que ela transmite por essas mídias e como ela pode interessar o público-alvo.


Extraído do site PEGN: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2017/05/3-dicas-de-marketing-de-philip-kotler-para-pequenos-negocios.html

quarta-feira, 3 de maio de 2017

5 segredos de empresas que fazem sucesso nas redes sociais

Você já deve ter passado por posts de marcas como Giraffas, Nubank e Pontofrio. Essas empresas parecem estar em todos os lugares da internet, por conta de sua boa presença nas redes sociais.
Os segredos para conseguir aparecer tanto quanto elas são mais simples do que se costuma imaginar: podem ser feitos por qualquer negócio, incluindo o seu.
“É super importante para qualquer empreendedor, independente do porte, aproveitar as redes sociais. Ele tem a chance de aparecer em pé de igualdade com empresas maiores – e, assim, vende mais”, explica Monica Lobenschuss, fundadora da Social Lounge.
As pessoas buscam, o tempo todo, soluções para seus problemas em buscadores, como o Google, e em redes sociais. Quando veem que sua empresa pode ajudar, elas verificam se você tem uma boa presença digital, como um perfil no Facebook ou no Instagram. E confiam mais em quem possui uma visão multicanais, explica a especialista em marketing digital Ana Tex.
“Vale apostar nessa presença diversa, desde que cada rede faça sentido para seu negócio. Para negócios de gastronomia, por exemplo, estar em um site como o TripAdvisor e em um app como o iFood é importante.”
Falando em adaptação, um alerta antes de sair copiando as táticas das marcas mais conhecidas: a melhor estratégia varia muito com seu público-alvo e seu mercado de atuação.
“Conheça seus consumidores e só então crie táticas que falem exatamente com esse público. O primeiro passo é sempre uma análise profunda do seu público”, diz Nils Kauwertz, CEO e fundador da Wunder, que oferece cursos online de marketing digital.
Mas, afinal, quais são esses segredos das marcas que se tornaram famosas nas redes? Confira algumas táticas dessas empresas que você pode pensar em aplicar, hoje mesmo, no seu empreendimento:


1 – Atender um a um, de forma humanizada

Um dos segredos para se dar bem nas redes sociais – e, de forma geral, no marketing digital – é promover um atendimento humanizado. “As pessoas não querem respostas padronizadas e robóticas de uma organização, e sim querem falar com uma pessoa”, explica Kauwertz.
Um exemplo de sucesso, segundo o especialista, é o Nubank. “É uma startup que entrou em um mercado com a concorrência de grandes bancos, e eles conseguiram alcançar a popularidade com seu público-alvo, que são os jovens. A estratégia de atendimento online foi um sucesso e já há 4 milhões de pessoas na fila para conseguir um cartão deles.”
Além de responder comentários e solicitações de maneira coloquial, com emoticons, gifs e memes, o Nubank também ficou conhecido por suas ações pontuais. Lobenschuss, da Social Lounge, lembra o caso em que a startup atendeu uma cliente que alegou que seu cachorro havia comido o cartão de crédito. Em troca, o Nubank enviou uma carta escrita à mão, um novo cartão e um presente para o cão – e a ação foi divulgada Facebook afora.
“É um exemplo de comunicação um a um em grande escala, que nós pregamos como um fundamento do marketing digital. É uma reprodução daquele hábito de o empreendedor conversar com o cliente no balcão da loja, perguntando como anda a família, essas coisas.”
A especialista Ana Tex, porém, faz um alerta para possíveis armadilhas dentro dessa estratégia. Por exemplo, ser informal a ponto de incomodar seu público-alvo. “Não crie um grupo com várias pessoas desconhecidas só para mandar propaganda da sua empresa, por exemplo. Essa falha em atendimento queima a imagem da sua marca.“

2 – Ficar de olho em possíveis virais (e surfar na onda deles)

Para conseguir mais fãs e visibilidade, também é uma boa tática aproveitar assuntos que estejam em alta nas redes e participar dessa conversa – por exemplo, fazendo um post inesperado.
“A Giraffas fez isso. Em 2015, eles aproveitaram uma tentativa de paz entre o Burger King e o McDonald’s e entraram no meio da conversa. Em um dia, a publicação deles alcançou 44 mil curtidas e 5 mil comentários”, exemplifica Kauwertz, da Wunder. Outro exemplo, bem mais recente, foi a resposta à propaganda do Bob’s que envolvia a personalidade Preta Gil.
“Eles falam de temas que já são relevantes e valorizados pelas pessoas, e com isso conseguem audiência e promovem a marca, com melhor posicionamento e menor investimento”, completa Lobenschuss, da Social Lounge.

3 – Educar, entreter e inspirar com seu conteúdo

Na hora de produzir os posts, lembre-se: seu conteúdo deve ter como objetivo mover seu público-alvo de alguma forma. Ana Tex ressalta três pilares: educação, entretenimento e inspiração. “As empresas de sucesso possuem esses três aspectos em seus posts”, explica.
Se você tem uma loja de móveis, por exemplo, pode incluir conteúdos sobre como decorar bem sua casa e postar fotos de cômodos inspiradores.
E qual marca é um exemplo nisso? “A Magazine Luiza, por exemplo, trabalha bem o quesito inspiração: a presença da própria Luiza Trajano nas redes sociais inspira muitas empreendedoras, indo além da simples presença da marca na internet”, explica.

4 – Ter um equilíbrio entre conteúdo e autopromoção

Mesmo com esse foco em posts com conteúdo agregado, seu negócio ainda é um negócio: uma hora, você terá de falar dos seus produtos ou serviços. Então, como alcançar o equilíbrio?
Kauwertz, da Wunder, diz que a fórmula mais usada é 80% de posts de valor agregado para o público-alvo e 20% de posts de autopromoção do empreendimento.
“Um exemplo que fez isso bem no Brasil é o Pontofrio, no Facebook e principalmente no Twitter. Eles misturam muito bem promoções da loja com assuntos do momento”, explica. “O resultado? Em 2012, por exemplo, eles realizaram 20 milhões de reais em vendas através dos seus perfis em redes sociais.”

5 – Conectar-se com os influenciados da sua área de atuação

Por fim, um outro segredo de marcas que fazem sucesso nas redes é firmar relacionamento com influenciadores digitais: pessoas comuns que geram conteúdo na internet e se tornam conhecidas em uma comunidade específica.
“Há marcas que sabem usar a força desses influenciadores e, com isso, alcançam o sucesso. Há vários casos de consumidores que veem um produto sendo usado por um influenciador digital e querem comprá-lo – mas a marca não possui presença nas redes e não se prontifica a atendê-los. Muitos empreendimentos ainda não enxergaram esse potencial”, diz Ana Tex.
A especialista cita como exemplo a marca de produtos de beleza capilar Pantene: no Instagram, o negócio se associou tanto a celebridades específicas da internet quanto mais gerais, como a atriz Marina Ruy Barbosa, para divulgar seus produtos.


Matéria retirada do site Exame.com: http://exame.abril.com.br/pme/5-segredos-de-empresas-que-fazem-sucesso-nas-redes-sociais/