terça-feira, 24 de julho de 2012


Nova Modalidade de Pessoa Jurídica: EIRELI

A Lei que regulamenta a EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada - foi criada em 11 de julho de 2011, gerando efeitos em 09 de janeiro de 2012.


Por que isso?


Pois é, antes da EIRELI, apenas a Sociedade Limitada limitava a responsabilidade de cada sócio no valor das suas quotas. Vale lembrar que a Empresa Individual não possui personalidade jurídica. Possui CNPJ por uma questão cadastral, já que antes da lei 12.441 a legislação não incluía o empresário individual como pessoa jurídica. A falta de personalidade jurídica do empresário individual significa dizer que este responde pela empresa inclusive com o seu patrimônio pessoal, não existindo separação entre a pessoa do empresário individual e a empresa.

Ao optar pela modalidade de empresário individual, o empreendedor tem de aceitar que seu patrimônio pessoal não será separado do patrimônio da empresa e as dívidas da empresa poderão recair sobre seu patrimônio pessoal. Em termos jurídicos, diz-se que não há limitação da responsabilidade pelas dívidas da empresa.


A limitação de responsabilidade cria uma barreira entre as dívidas pessoais e da empresa. O empresário individual, porém, não possui esta garantia, de modo que, até o advento da Lei nº12. 441, para gozar desta proteção precisaria arranjar um sócio e constituir uma sociedade.



Regras para a Constituição de uma EIRELI:
- A razão social deve ser acrescida da palavra EIRELI;
- O Capital Social Integralizado deverá ser de no mínimo 100 (cem) vezes o valor do salário-mínimo vigente no país;
- A pessoa natural só poderá ter uma empresa dessa modalidade.

Dentre as vantagens da criação de uma EIRELI estão:
- Não precisar de sócio;
- Poder contar com uma tributação menos onerosa, beneficiando-se com o regime da microempresa e do simples nacional (caso preencha os requisitos necessários);
- Distinção entre o patrimônio da pessoa física e da empresa.


Para maiores informações entre em contato conosco!

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Trabalho formal em casa é possível! Saiba as vantagens e desvantagens no programa: Encontro com Fátima Bernardes

Trabalho formal em casa é possível! Saiba as vantagens e desvantagens

Esse tipo de emprego já é realidade para 12 milhões de brasileiros

Trabalhar em um emprego formal, com carteira assinada, sem sair de casa é o sonho de muita gente. E isso já é realidade para 12 milhões de brasileiros. São os teletrabalhadores. Eles resolvem tudo longe do escritório.
A Maria Fernanda Ferreira é um exemplo de que esse tipo de trabalho pode dar muito certo. Ela é funcionária de um banco e só precisa ir à sede duas vezes por semana. "Eu tenho certeza que de casa eu rendo muito mais, a minha produtividade é muito maior”, afirmou. E a funcionária listou os motivos: o tempo que perde de deslocamento, duas horas para ir e duas para voltar; a economia financeira com transporte e almoço.
Mas o teletrabalho também tem desvantagens. É preciso muita disciplina para conseguir desempenhar as funções da melhor forma possível. “É muita tentação de sair do escritório e ver televisão, deitar ali no sofá. Mas você tem que ser o mais profissional possível, e não perder o apoio da empresa, você não pode trair a confiança”, afirmou Fernanda
No Japão também tem muita gente trabalhando em casa por tradição e porque as distâncias são muito longas, como contou o correspondente Roberto Kovalick, que também trabalha em casa.

Assista essa matéria completa em: http://tvg.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/O-Programa/noticia/2012/07/trabalho-formal-em-casa-e-possivel-saiba-vantagens-e-desvantagens.html

 

quarta-feira, 27 de junho de 2012


Planejando uma Sociedade

A escolha de um sócio se planejada de maneira adequada pode ajudar um empreendimento a dar certo. Já uma tentativa de parceria errada pode trazer prejuízos e, muitas vezes, rompimentos de laços familiares e de amizade. Isso sem falar no tempo perdido!

Para dividir os riscos e as tarefas, ter um sócio é realmente muito benéfico. Além de compartilhar as ideias antes de tomar as decisões e dividir os custos.

Como no começo tudo são flores, a forma mais correta de evitar problemas futuros é o estabelecimento das metas empresariais, a função que cada sócio ocupará na empresa e também como se dará a dissolução da sociedade caso um dos sócios decida se retirar da empresa.

Seguem algumas dicas:

1 – Atenção na escolha do sócio. Com parentes exige mais inteligência emocional para não misturar as relações profissionais com as afetivas.

2 – Ao optar por uma sociedade, tenha em mente que não só os lucros serão divididos, mas também as tarefas. É necessário que cada sócio tenha certa autonomia em sua área de atuação, embora deva consultar o (s) outro(s) sobre qual a decisão mais acertada. Atenção: Muitas reuniões cansam e desgastam principalmente se acabam por nada resolver! Opte por reuniões práticas e não passe para outro ponto sem que o anterior não esteja devidamente resolvido.

3 – A divisão de tarefas deve ser feita de acordo com o know-how de cada sócio. Assim, as habilidades de cada sócio são potencializadas gerando resultados mais expressivos para a empresa.  Muito cuidado: Esse ponto deve ficar muito explicado para evitar que uns trabalhem mais que os outros e gere insatisfação.

4 – No início, normalmente a empresa enfrenta dificuldades para arcar com seus custos. Todos os sócios devem estar cientes e preparados para essa situação.

5 – Discutam sobre a retirada mensal de um pró-labore e o seu valor.

6 – No Contrato Social deixe bem claro sobre a preferência de compra de cotas da empresa, no caso de retirada de algum sócio, bem como quais serão os procedimentos adotados em caso de falecimento de um dos sócios.

7 – Por fim, vale a máxima: “O Combinado não sai caro!” A transparência em qualquer relação evita desgastes desnecessários.

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segunda-feira, 21 de maio de 2012


Carlos Gonçalves: “O escritório virtual é o modelo de futuro”
INTERMAIL
18/05/12, 07:55
OJE

No âmbito da conferência "Mercado de Escritórios - Sustentabilidade, Gestão de Espaços e Tecnologias de Informação", Carlos Gonçalves, diretor-geral do Avila Business Centers, explica ao OJE como o escritório virtual é o novo paradigma e de que forma a sustentabilidade é uma aliada das empresas.

Qual a relação entre sustentabilidade e escritórios virtuais?
O escritório virtual é um verdadeiro exemplo de modelo de trabalho orientado para a sustentabilidade e claramente um modelo de futuro do mercado, a par de outras soluções, como o coworking, por exemplo. Como contraponto ao escritório tradicional, em que os colaboradores têm praticamente a obrigatoriedade de se apresentarem no mesmo, o que obriga a deslocações diárias, no caso do escritório virtual, o trabalho é realizado à distância, eliminando, à partida, estas deslocações diárias, podendo o trabalho ser realizado em qualquer lugar e a qualquer hora. Empresas como a Oracle poupam, por ano, cerca de 300 milhões de dólares (236 milhões de euros) em despesas com o imobiliário, refletindo-se naturalmente em poupanças a nível energético. Nesta empresa tecnológica, 50% dos trabalhadores estão em regime de teletrabalho, poupando recursos energéticos e de combustível, tornando este modelo bastante sustentável e também atrativo para os colaboradores. Trata-se de um novo paradigma e a conferência "Mercado de Escritórios - Sustentabilidade, Gestão de Espaços e Tecnologias de Informação" pretende apresentar alguns casos de estudo neste domínio, não deixando de analisar o mercado de escritórios tradicional, a eficiência energética, as plataformas colaborativas e o cloud computing. Em Portugal, estamos a acompanhar as tendências que se verificam tanto nos EUA como no resto da Europa.

Em relação aos centros de escritórios existentes no País - ainda há um grande trabalho a fazer para atingir a sustentabilidade, de que forma terá de ser feito?Há claramente muito ainda a fazer nos centros de escritórios ditos "tradicionais". Hoje deverá haver a preocupação de ter um espaço bem dividido, com zonas comuns e com iluminação e climatização adequados à dimensão e que respondem às necessidades de conforto dos clientes, tanto os que usufruem do espaço físico como os que utilizam o escritório virtual e de coworking. Deverá existir a preocupação de utilizar iluminação LED, ter um excelente isolamento térmico, o que está inerente ao conceito de sustentabilidade, para além de sistemas inteligentes de consumo energético, com vista a maximizar a sustentabilidade dos espaços. Muitas empresas estão a incentivar a utilização de veículos não-motorizados, como o caso de bicicletas. Por exemplo, os clientes de coworking deslocam-se habitualmente de bicicleta até ao escritório.

A longo prazo, os edifícios de escritórios mais antigos e menos sustentáveis, apesar das rendas mais baixas, tornam-se mais dispendiosos? Que oportunidades irão gerar os velhos edifícios?Sim, é uma realidade. Temos o nosso caso particular: há uns anos, tivemos de transitar para instalações modernas, pois a reabilitação das instalações antigas pressupunha um investimento por parte dos senhorios que não se concretizou, provocando custos acrescidos a cada ano que passava. Este é um caso que acontece recorrentemente em espaços de escritórios tradicionais e que faz com que as empresas gastem muito dinheiro a nível energético, sobretudo devido ao fraco isolamento térmico de que esses escritórios padecem, o que leva sempre a enormes gastos a nível de climatização. Atualmente, os centros de escritórios já estão sensibilizados para as vantagens da eficiência energética e da sustentabilidade, investindo nas mais recentes tecnologias neste campo, o que se reflete naturalmente no preço final e real da utilização de um escritório físico ou virtual, revelando-se na opção mais correta na altura de escolher o escritório.

A sustentabilidade é uma preocupação de quem procura escritórios no mercado português ou o preço é o último argumento?Ambos são importantes e o preço também está diretamente relacionado com a sustentabilidade. Como referimos acima, é a fatura final que conta e não o aluguer por metro quadrado. Tudo tem impacto nas contas do aluguer, como a luz, a climatização, o condomínio, etc. Na conferência, iremos abordar as vantagens de as empresas utilizarem o modelo de centros de escritórios, nomeadamente na vertente de serviço chave-na-mão, onde todas estas variantes estão incluídas, para além do apoio de secretariado e atendimento telefónico, pelo que o cliente sabe exatamente o que vai pagar, não tendo surpresas inesperadas, como acontece nos centros tradicionais. No contexto atual, o cliente continua a valorizar o preço acima de tudo, mas é um pacote completo que ele pretende. Se existir um pacote de aluguer que reúna as duas vertentes - sustentabilidade e preço -, de certo vai captar a sua atenção. Acima de tudo, o cliente procura uma relação preço/benefício equilibrada.


Mercado em debateA segunda edição da "Your Office Anywhere" é subordinada ao tema "Mercado de Escritórios - Sustentabilidade, Gestão de Espaços e Tecnologias de Informação". Organizada pela empresa de aluguer de espaços físicos de trabalho chave-na-mão e escritórios virtuais Avila Business Centers, em parceria com o OJE, tem lugar no dia 25 de maio, no Auditório da Microsoft, Parque das Nações, em Lisboa.
O atual contexto de recessão exige uma nova abordagem ao mercado de escritórios. Por um lado, há uma contração na procura de novos espaços, por outro, há novos desafios, como a sustentabilidade, a tecnologia e os novos modelos de gestão de espaços de trabalho. Como tem reagido o mercado português? Quais as oportunidades para 2012 no mercado de escritórios? Quais as estratégias que estão a ser adotadas na escolha e conceção do espaço de trabalho? Quais as oportunidades na reabilitação de edifícios e das tecnologias de informação? Os desafios do arrendamento e da reabilitação urbana, a sustentabilidade dos edifícios (eficiência energética e racionalização de espaços), o escritório virtual como solução para a internacionalização das empresas portuguesas, cloud computing e o acesso ao escritório "any time, anywhere", entre outros modelos que representam o escritório do futuro, são algumas das questões que vão estar em debate, fomentado por um painel de especialistas em consultoria imobiliária, arquitetura, centros de negócios e tecnologias de informação ou eficiência energética.

Fonte : OJE - O Jornal Econômico.

segunda-feira, 7 de maio de 2012


15 dicas para fazer seu negócio home-based funcionar
Veja como montar um ambiente profissional e funcional para a sua empresa
Por Mauro Silveira
Esta reportagem é um extra da matéria “Minha casa, minha empresa”, publicada na edição impressa de Pequenas Empresas & Grandes Negócios (ed. 278 - março/2012). 




1.   Antes de abrir um negócio em casa, avalie se você tem os requisitos necessários para esse tipo de empreendimento. Abrir uma empresa em casa requer disciplina, planejamento, iniciativa, independência profissional, persistência e disposição para enfrentar horas de solidão.

2. Na hora de escolher o melhor cômodo para instalar o escritório, prefira um que esteja o mais separado possível da agitação da casa – de preferência, com uma entrada independente.

3. Se você tem funcionários trabalhando em casa, torna-se ainda mais importante ter uma entrada independente para sua equipe. É a maneira mais adequada para preservar a privacidade e a segurança da família.

4. Concentre suas atividades num único espaço, não invadindo os demais cômodos da casa. Prepare esse local (quarto, edícula, garagem) para sediar o novo negócio, usando os mesmos tipos de móveis e equipamentos que adotaria num ponto comercial.

5. O planejamento do escritório pode e deve incluir a adoção de tratamento acústico nas paredes, para que sons de atividades domésticas (como crianças, televisão e aparelhos de som) não interfiram em seus telefonemas.

6. Ao montar seu 
home-office, lembre-se de como você gosta de trabalhar normalmente. Como deve ser a mesa ideal? Você costuma guardar seus arquivos em papel, no hard-drive ou na sua maleta? Gosta de ter post-its colados no monitor ou prefere lembretes eletrônicos? Tudo isso deve ser levado em conta no seu planejamento. 

7. Preste atenção nas posições da sua cadeira, da sua mesa, da tela de computador e do teclado. Siga as regras da ergonomia, para não ter problemas de saúde no futuro. Invista em cadeiras ajustáveis, com apoio para braços.

8. Não use seu endereço residencial para cartões de visitas e correspondências comerciais. Melhor ter uma caixa postal ou usar os serviços de um Escritório Virtual.




9. Atenda ao telefone de maneira profissional. Parece óbvio, mas o fato de estar em casa faz com que alguns empreendedores respondam apenas “Alô”, em vez de usar o nome da empresa.

10. Não misture a conta corrente pessoal com a de sua empresa. Controle as finanças com rigor. 

11. Estabeleça horários para o começo e o fim do expediente – e também para o almoço. Para isso, use como base os horários em que seus clientes e fornecedores trabalham, e não as suas preferências pessoais. Não adianta começar a trabalhar às seis da manhã se os seus clientes costumam fazer reuniões no final da tarde, por exemplo. 

12. Organize e administre o seu tempo com parcimônia. Cumpra prazos e compromissos com o cliente. Não é porque você está numa garagem que não precisa ser pontual, ter bom preço e produtos de qualidade.

13. Cuide da aparência. Vista-se todos os dias como se fosse ao escritório ou como se tivesse uma reunião marcada com investidores. A aparência contribui para transmitir uma imagem de seriedade e profissionalismo para clientes, fornecedores e empregados. 


14. Fale com alguém fora do escritório pelo menos uma vez por dia. Passar o dia inteiro em silêncio, comunicando-se apenas por e-mail ou torpedos, pode provocar estresse. Planeje almoços, vá a palestras e seminários, visite clientes e fornecedores com frequência. 


15. Para quem trabalha em um escritório, é normal criar pequenas distrações ao longo do dia – um almoço em um restaurante gostoso, uma compra no final do expediente – para aliviar a tensão. O fato de trabalhar em casa não significa que você deve trabalhar oito horas por dia sem interrupção. Faça pausas curtas para algumas atividades relaxantes, como regar as plantas ou ler o jornal do dia. Mas resista à tentação de esticar esses intervalos, o que pode interferir na produtividade



Conte sua experiência no nosso blog: http://talentus4oescritoriovirtual.blogspot.com.br/


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quinta-feira, 3 de maio de 2012


A grandeza do negócio não depende do seu tamanho.


O Empreendedorismo está se consolidando como um dos pilares da educação de vanguarda no país. Hoje, são as escolas que privilegiam a capacidade inovadora e o protagonismo dos seus alunos, ao mesmo tempo que demonstram os resultados exponenciais do trabalho em equipe. O empreendedorismo também é um dos motores que propulsionam a carreira de qualquer profissional bem-sucedido no Brasil. Basta analisar a trajetória de um profissional de sucesso para identificar nele comportamentos empreendedores.
Isso é o que vemos na crescente, mas ainda limitada, base de exemplos que aparecem na mídia, nos prêmios e nas entidades que apoiam o empreendedorismo. Como é de se esperar, pois estamos falando de exceções, para cada grande exemplo temos dezenas, centenas ou milhares de casos medíocres. Não no sentido ofensivo, mas na condições de serem médios. Temos funcionários médios, alunos médios, empresas médias, com produtos e serviços médios. Entre um grande restaurante e outro, quantos medíocres você conheceu? Mude restaurante por outro produto ou serviço trivial, e algo parecido com "muitos" continuará sendo a resposta. Do mesmo modo, o número de empresários médios prevalece. Estão em todos os lugares.
A trajetória do empresário médio começa quando ele ou ela tem vergonha das suas origens. Acredita que as limitações de recursos impedem a oferta de um grande produto ou serviço. Ser uma empresa de "fundo de quintal" é depreciativo no Brasil. Uma empresa confiável precisa ter "sede própria", como era comum escrever nas fachadas no início do século passado. Mas, se esse empresário pensasse grande, veria que "fundo de quintal" poderia ser equivalente ao que é a garagem nos Estados Unidos. E lá isso quer dizer Amazon, Apple, Disney, Google, HP, Harley Davidson, Mattel, apenas para citar alguns negócios que nasceram em garagens, Não tem fundo de quintal ou garagem na sua casa? Tudo bem. Pense no seu quarto. Nos estados Unidos, isso remete à Dell e aos cartões Hallmark, que nasceram em pequenos quartos. Sua empresa pode ser a sala de estar, como ocorreu com o eBay e o Linkedin, ou mesmo a cozinha, local da casa que foi fundamental para empresas como Nike, Powerbar e Mrs. Fields.
No Brasil, ser "fundo de quintal" não impediu Anna e David Kopenhagem de produzirem marzipãs e a seguir chocolates de alta qualidade. Mais de 80 anos depois, a excelência dos produtos que saíam da cozinha de Anna ainda é valorizada. A ausência de sede própria também não impediu Giovanni Ceratti de produzir embutidos de primeira linha e vendê-los na frente de sua casa.
Ser grande, nessas situações, é estar comprometido em oferecer uma grande experiência de consumo, mesmo que isso custe um pouco mais, seja um pouco mais trabalhoso e um pouco mais complexo. Nas palavras de Steve Jobs, seria não utilizar madeira de segunda no forro de um armário, mesmo que ninguém o veja. Se mantiverem essa crença, as empresas tendem a crescer e a se tornar grandes no decorrer do tempo. Mas não os empreendedores. Eles já eram grandes quando não enxergavam limites em seus fundos de quintais. 

(Texto escrito por Marcelo Nakagawa. Texto extraído da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios Edição Março de 2012 página 58. Marcelo Nakagawa é professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Indicação de Literatura: Inovação em Modelos de Negócios.
Autores: Alexander Osterwalder e Yves Pig.
Editora: Alta Books.
Tema: A partir de casos reais, oferece ferramentas simples e testadas para implementar modelos inovadores de negócios. O livro, que já tem comunidades de fãs e aplicativo para iPhone, chegou ao Brasil em 2011.