quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
5 dicas para PMEs planejarem o orçamento em 2015
De acordo com a consultoria Nibo, um aspecto importante para o sucesso é aderir aos softwares de gestão
Para não iniciar o ano no vermelho e garantir o bom desempenho financeiro de pequenas e médias empresas, a consultoria Nibo, especializada no desenvolvimento de plataformas de gestão financeira às PMEs e integração contábil para contadores, listou cinco dicas para ajudar no planejamento orçamentário de 2015. Segundo os especialistas da consultoria, o desafio maior das empresas é avaliar as contas.
Confira abaixo a lista com dicas para uma administração saudável em 2015, segundo o Nibo:
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
7 coisas que os grandes empreendedores não fazem
Vemos milhares de mandamentos diariamente ensinando sobre o que os empreendedores fazem. Aqui vai o que eles não fazem.
Nos dias de hoje, qualquer pessoa com um computador e um blog se acha empreendedor.
Aqui está uma dura verdade sobre isso: chamar a si mesmo de CEO não torna você um CEO. E, ter um pequeno exército de seguidores no Twitter não faz de você um líder.
Não queremos dilacerar suas esperanças e sonhos, mas a verdade é que grande parte das coisas que você está fazendo não vai levá-lo a ser um grande líder ou empreendedor.
Ninguém quer ouvir isso, mas é verdade. E quanto mais cedo você percebe que não será o novo Mark Zuckerberg, melhor.
Assim, enquanto não há uma forma, regra, ou receita para te transformar em um verdadeiro empreendedor, existem algumas coisas que você pode aprender e que os empreendedores de sucesso têm em comum.
Isso pode surpreender você, mas o que os diferencia não é um rol de atributos.São suas ações. O que os tornam únicos é o que eles fazem e, principalmente o que eles não fazem.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
5 dicas para quem sair da academia e empreender
O Brasil forma por ano 12 mil doutores, mas apenas 8,4% dos grupos de pesquisa do CNPq têm algum tipo de relacionamento com o setor privado, segundo informações do próprio Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ou seja, a grande maioria de doutores permanecem na academia, dando aulas ou desenvolvendo novos estudos.
Os projetos de pesquisa iniciados em universidades têm grande potencial para serem apresentados para o mercado brasileiro como forma de inovação. Para que isso aconteça, é necessário que os especialistas tenham a vontade e o conhecimento para empreender. Sim, estamos falando em abrir uma empresa, desenvolver soluções de interesse para o mercado e gerar empregos qualificados.
Independente da área, os doutores já formados possuem o bem mais importante para iniciar uma empresa: conhecimento. Com o desenvolvimento de serviços, produtos ou tecnologias inovadoras capazes de surpreender o mercado, o reconhecimento virá naturalmente. Mas para aqueles que ainda se sentem inseguros e, muitas vezes, não sabem por onde começar, sugerimos cinco dicas para empreender e sair da academia:
1 – Procure um ambiente propício à inovação para se estabelecer
O primeiro passo após tomar a decisão de sair da academia para empreender é procurar um local para se estabelecer. Pesquise locais onde há mão de obra qualificada para sua empresa, estados com políticas que proporcionem acesso a fundos de financiamento e analise ainda as regiões onde acontecem os eventos mais relevantes do segmento. Verificar as cidades que possuem infraestrutura de instalação também é outra prática importante nesse momento. Para quem vem de uma formação puramente científica também é importante procurar incubadoras e aceleradoras que poderão prover o empreendedor com informações e conexões que geralmente não são facilmente adquiridas na vida acadêmica.
2 – Conheça sua concorrência – e seus possíveis parceiros
Ao iniciar os trabalhos em um determinado segmento, naturalmente sua empresa irá descobrir os concorrentes e se posicionar no mercado. Conheça as outras empresas do ramo pode gerar novas ideias e contribuir para o planejamento de estratégias. Mas nem toda concorrência deve ser vista de forma ruim: empresas que atuam no mesmo segmento e não oferecem exatamente o mesmo produto podem ser parceiras e trabalhar em conjunto, inclusive no desenvolvimento de novos serviços.
3 – Gere impacto para a sociedade
Mesmo que o seu segmento seja do tipo B2B – “Business to Business” ou “de Empresa para Empresa” – é importante que o seu produto final tenha um impacto para a sociedade. Isto é um fator preponderante para atrair a atenção de investidores. Se você, por exemplo, for desenvolver alguma tecnologia de gestão para a saúde, não pense somente nos lucros das clínicas e hospitais ou no trabalho dos médicos. É fundamental considerar também quais aspectos precisam ser melhorados na visão do paciente e procurar investir nesse segmento para oferecer uma solução completa ao mercado.
4 – Encontre um segmento e posicione-se como referência
Grande parte dos pesquisadores que decidem empreender irá colocar em prática o projeto que já desenvolvia dentro da academia. É importante que essa nova empresa tenha um foco específico e não tente atender todo o público de um segmento, é possível atender apenas uma parte do todo. O ideal nesse momento é posicionar como referência de um determinado assunto. Procure investir em ações de assessoria de imprensa e inbound marketing, que podem contribuir para o reconhecimento da empresa também por outros setores da indústria.
5 – Continue estudando
Quando o mercado recebe profissionais com currículo acadêmico altamente especializado, espera-se o desenvolvimento de produtos de alta qualidade. Mas é importante se preocupar em estar constantemente atualizado sobre as inovações e, para isso, continuar estudando é a melhor opção. Incentivar e oferecer apoio para que sua equipe também continue estudando, seja com mestrado, doutorado ou especializações, são valores fundamentais para as startups que desejam crescer, criar um bom ambiente de trabalho e reter talentos cada vez mais qualificados.
*Artigo por Marcos Oliveira de Carvalho, diretor-presidente da Neoprospecta
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
8 dicas para implantar uma política de diversidade em sua empresa
"As empresas precisam ter e mente que diversidade se manifesta na pluralidade de identidades"
O princípio básico de cidadania visa assegurar a cada um, condições de pleno desenvolvimento de seus talentos e potencialidades, considerando a busca por oportunidades iguais e respeito à dignidade de todas as pessoas. E dentro de uma corporação quem deve assegurar esses valores e ser o grande educador e incentivador dessas práticas é a área de Recursos Humanos.
No entanto, a discussão sobre minorias não ocorre dentro das empresas brasileiras. Um exemplo disso são os dados apresentados em uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), sobre a difusão do respeito à população LGBT. De acordo com o estudo, 60% dos entrevistados acham que suas empresas não difundem o respeito à população LGBT. Já 30% dizem que o assunto é tratado no âmbito corporativo, porém, não abertamente. E apenas 10% dos entrevistados disseram que suas empresas possuem ações efetivas com esse foco.
Mesmo com esse dado preocupante, as empresas precisam ter e mente que diversidade se manifesta na pluralidade de identidades. Para Jorgete Lemos, diretora de diversidade da ABRH-Nacional, as empresas brasileiras ainda não falam sobre as minorias. Sabendo da urgência e importância deste assunto, a ABRH Nacional elaborou, com base em seu Manual de Práticas Corporativas de Diversidade, 8 ações para mudar o cenário atual de falta de inclusão dentro das empresas.
Segundo Jorgete, uma boa maneira de começar a mudança é tornar o RH mais estratégico e baseado nas tendências de sustentabilidade (ambiental, social e econômico) aplicadas à diversidade humana.
No entanto, a discussão sobre minorias não ocorre dentro das empresas brasileiras. Um exemplo disso são os dados apresentados em uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), sobre a difusão do respeito à população LGBT. De acordo com o estudo, 60% dos entrevistados acham que suas empresas não difundem o respeito à população LGBT. Já 30% dizem que o assunto é tratado no âmbito corporativo, porém, não abertamente. E apenas 10% dos entrevistados disseram que suas empresas possuem ações efetivas com esse foco.
Mesmo com esse dado preocupante, as empresas precisam ter e mente que diversidade se manifesta na pluralidade de identidades. Para Jorgete Lemos, diretora de diversidade da ABRH-Nacional, as empresas brasileiras ainda não falam sobre as minorias. Sabendo da urgência e importância deste assunto, a ABRH Nacional elaborou, com base em seu Manual de Práticas Corporativas de Diversidade, 8 ações para mudar o cenário atual de falta de inclusão dentro das empresas.
Segundo Jorgete, uma boa maneira de começar a mudança é tornar o RH mais estratégico e baseado nas tendências de sustentabilidade (ambiental, social e econômico) aplicadas à diversidade humana.
1. Desenvolver Políticas de RH inclusivas
O RH deve desenvolver conhecimento, habilidades e atitudes a partir da alta direção, para que eles possam estar sensíveis às questões da diversidade, assegurando o respeito pela pessoa e um ambiente inclusivo.
2. Engajamento
Use a diversidade para provocar o engajamento. “Pessoas que se veem valorizadas, se engajam com mais facilidade. Se entregam mais por uma causa comum”, completa a diretora da ABRH.
3. Treinamento e Desenvolvimento da força de trabalho
O RH deve buscar novas fontes de recrutamento e seleção, além de novas formas de retenção de talentos. Esses profissionais devem estar afinados com a política de diversidade da empresa.
4. Monitoramento
Também é atribuição do RH monitorar o ambiente para saber se as políticas e práticas estão sendo cumpridas. Esse procedimento faz parte do monitoramento do clima organizacional.
5. Política para fornecedores
Escolha fornecedores e parceiros de negócios que adotem políticas semelhantes as da sua empresa;
6. Engajamento da comunidade externa
Reconhecer atividades, patrocinar iniciativas e abrir o processo seletivo. Além disso, provocar sinergia com a comunicação.
7. Acesso ao topo
Desenvolvimento e ocupação de posições estratégicas. As demandas, por muitas vezes, estão centralizadas na mão da alta gerencia, e é preciso valorizar a média gerencia transferindo essa responsabilidade a eles também.
8. Pesquisa de opinião
Realize pesquisas internas e externas para recolher dados pessoais, percepção de clima e outros aspectos que impactam o trabalho.
“A missão mais importante que um RH pode deixar para uma organização é o legado. São esses valores que se perpetuarão na empresa, pessoas e próximas gerações. Por isso, é preciso ter o conceito da diversidade bem definido e trabalhado internamente nas empresas. Nós somos todos diferentes, mas com direitos iguais. E só se valoriza a diversidade quando a diferença é reconhecida”, finaliza Jorgete.
“A missão mais importante que um RH pode deixar para uma organização é o legado. São esses valores que se perpetuarão na empresa, pessoas e próximas gerações. Por isso, é preciso ter o conceito da diversidade bem definido e trabalhado internamente nas empresas. Nós somos todos diferentes, mas com direitos iguais. E só se valoriza a diversidade quando a diferença é reconhecida”, finaliza Jorgete.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
4 dicas para melhorar a imagem (e valor) da empresa
Escolher nichos estratégicos e buscar diferenciação diante da concorrência são algumas
Criar atrativos únicos dentro do setor de atuação é uma forma de valorizar o negócio e gerar crescimento
É natural, de tempos em tempos, os empreendedores realizarem um check-up na organização para verificar alguns aspectos-chave e o que pode ser aperfeiçoado. Alguns profissionais buscam, além desta breve análise, uma consultoria externa para medir qual, de fato, é o valor de mercado da companhia e como a empresa pode potencializar este montante.
Batista Gigliotti, master franqueado para o Brasil da Sunbelt Business Brokers, empresa mundial de intermediação de negócios , elenca quatro dicas para potencializar o valor de mercado da empresa, independente do empreendedor pensar em comercializá-la:
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Os piores erros dos empreendedores na hora de delegar
Os empresários ainda têm medo de delegar e os erros podem prejudicar o desenvolvimento do negócio
Quando uma pequena empresa começa a crescer é hora do empreendedor aprender a delegar, dividir tarefas com a equipe e até contratar novos funcionários. É neste momento que muitos empresários erram e impedem que o negócio se desenvolva.
Principalmente quando começam sozinhos, os empreendedores tendem a centralizar todas as tarefas da empresa e têm grande dificuldade em confiar as atividades a outras pessoas da equipe. Para Sonia Helena dos Santos, professora do MBA Executivo da FAAP, planejar a estrutura do negócio desde o começo é importante. “A maioria das pequenas e médias empresas não organiza sua estrutura a partir de um modelo de gestão que já esteja validado. Essa é a razão principal de muitos não conseguirem resultados através das pessoas”, opina.
Outro problema comum está relacionado ao perfil do empresário. Para Alexandre Rangel, sócio-fundador da Alliance Coaching, quando o empreendedor é muito técnico ele tende a ignorar a importância de conhecer gestão. “A primeira causa da dificuldade de delegar é ele não compreender muito bem o papel gerencial, ele sabe executar muito bem, mas não compreende quando tem que trabalhar com uma equipe”, diz.
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