quarta-feira, 8 de abril de 2015

Sonhar é tudo?

Eis um verbo que mexe com as pessoas e sempre chama atenção. É um tanto agradável, quando paramos a mente e começamos a pensar nas possibilidades, em tudo aquilo que buscamos. Afinal, sonhar não tem idade, gênero, sexo, religião. É simplesmente algo que todos fazemos. 
Porém é muito comum nos debruçarmos nesse mundo mágico de coisas incríveis, que supostamente estão próximas a nós e sentirmos aquela sensação agradável, que com um certo esforço conseguiremos alcançar.
Algumas pessoas, quando saem do êxtase desse pensamento, para analisarem como fazê-lo e torná-lo realidade, já desistem. Afinal, notam que sonhar é apenas uma parte do processo. Muitas, no entanto, resolvem ir um pouco mais longe e dizem: “eu devo tentar”. Nobre engano para o cérebro. Afinal, quem tenta, apenas já está se permitindo fazer algo com a grande chance de dar errado.

O que fazer, então?

Em primeiro lugar, desejar. Você precisa despertar no seu cérebro aquela vontade grande de querer algo, de que você almeja tanto para não ficar apenas parado ou desistir. Não existe o primeiro passo se você não quer a ponto de começar a caminhada.
Logo após esse desejo intenso, vem o segundo critério: disponibilizar-se. Seja a evoluir, aos relacionamentos, novos aprendizados e habilidades. Você precisa estar aberto ao novo que vai acontecer, se permitir e abrir sua mente para essa frente que busca alcançar e serão necessárias mudanças.
Em terceiro lugar, colocar energia. Só assim você realmente estará andando em direção ao seu sonho. Você precisa de combustível para aquela ideia inicial tão agradável que pensou, desejou e disponibilizou-se a.
Você pode pensar agora: “Mas eu tenho sonhos grandes e são muitos.” Isso é muito bom. Porém não fique só pensando que eles são tudo e suficientes, e não aceite a ideia de tentar.
Afinal, como eu sempre digo, “um sonho será apenas um sonho enquanto você não quiser o suficiente e começar a se mover em direção a ele”.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/sonhar-e-tudo/86234/

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Como manter a salvo as informações da empresa?

Um movimento de grandes proporções já está alterando como as companhias administram suas informações. As organizações querem gerenciar tudo: aplicativos, dados, redes de trabalho, armazenamento e servidores. Mas a tecnologia móvel e de nuvem, impulsionada por tendências como "traga seu próprio dispositivo" (BYOD na sigla em inglês) e software como serviço (SaaS), ampliou muito o acesso às informações corporativas.
Relatos de ataques cibernéticos realizados por hackers externos geram manchetes, mas ao focar apenas nesse aspecto do problema, corremos o risco de ignorar riscos ainda maiores, como o erro humano e atividades maliciosas que ocorrem dentro das companhias. Os usuários querem acessar suas informações de qualquer lugar, a partir de qualquer dispositivo e a qualquer momento. Essa expectativa criou problemas adicionais de segurança.
Ao iniciar sessões com credenciais válidas, o modelo de acesso tradicional praticamente abria "a porta do cofre", criando um passe livre para acessar qualquer informação corporativa. O resultado era uma série de vazamentos de dados e ataques de alta repercussão.
O relatório sobre vazamentos publicado pela Verizon em 2014 revelou que o índice de detecção de fraudes está caindo e muitos ataques foram descobertos pelas autoridades ou terceiros e não pelas próprias empresas. Em 2014, foram necessárias várias semanas para descobrir a grande maioria (88%) dos ataques cibernéticos. O extravio de informações, seja em função de erro humano ou atividade maliciosa, pode ocorrer em poucos minutos. Obviamente, é necessário um novo modelo.
Recriando o acesso
Para enfrentar esses desafios de segurança com sucesso, é preciso um modelo simplificado que pode ser aplicado a qualquer pedido de acesso ou decisão de realizar uma transação. As cinco perguntas a seguir são fundamentais para a construção desse novo modelo:
Quem está pedindo acesso?
O que essa pessoa está acessando?
Em que momento o acesso está acontecendo?
Em que lugar do mundo essa pessoa se encontra?
Por que essa pessoa precisa de acesso?
Vamos avaliar esses elementos para ver como a análise contextual e a modelagem de comportamento podem promover a detecção mais eficaz de fraudes e autorizar acesso de maneira específica e apropriada.
Estabelecendo identidades e critérios de acesso
O conceito de identidade está evoluindo rapidamente. Isso não é apenas uma questão de informações do usuário, ID e senha, ou autenticação de dois fatores. A única solução para estabelecer o contexto e avaliar a necessidade de medidas de seguranças adicionais é de analisar quem é a pessoa e o que pretende fazer.
É possível iniciar uma sessão e acessar informações públicas usando uma conta do Gmail ou Facebook. Queremos que o acesso a esse tipo de informação seja simples e conveniente, por que o risco é baixo e esse sistema é mais prático para pessoas que precisam dessas informações para seu trabalho. Mas, ao pedir acesso a dados mais sensíveis, precisamos de um mecanismo de defesa que exige uma autenticação mais rigorosa de sua identidade.
A modelagem de comportamento pode ser usada para ativar uma bandeira vermelha quando o usuário se comporta de maneira incomum. Por que o usuário está iniciando uma sessão às 3h30 da madrugada? Está usando um dispositivo que não foi registrado junto ao departamento de TI? Está iniciando uma sessão dentro do país? Está tentando acessar um projeto em que não esteja diretamente envolvido?
Tudo que foge do habitual é uma anomalia e requer uma explicação e maior atenção.
Círculos concêntricos de segurança
O grau de dificuldade de acesso deve refletir a sensibilidade da informação requisitada. Quando o risco é maior, as etapas de identificação devem ser mais frequentes e a validação mais rigorosa.
Os modelos de confiança devem ser revisados e verificados constantemente. É necessário decidir se isso seria possível analisando a identidade de um funcionário usando dados biométricos ou reconhecimento facial com uma webcam. É possível limitar a realização de algumas transações a máquinas e redes de trabalho confiáveis. É preciso usar a encriptação e um sistema de proteção transacional para verificar, registrar e realizar auditorias de maneira defensiva.
O fator mais importante é a proporcionalidade: não queremos exigir múltiplos fatores de autenticação de funcionários de menor escalão toda vez que tentam acessar informações públicas.
Automatizando o sistema
A maioria das organizações já está compilando um conjunto sofisticado de informações sobre seus funcionários. Mas, elas não estão analisando essas informações. Para ser eficiente, qualquer sistema deve ser automatizado e capaz de usar essas informações para criar um modelo detalhado, cruzando essas informações em tempo real com o comportamento atual do funcionário e seu histórico de acesso.
Além disso, o sistema deve ser preditivo e capaz de extrapolar alterações necessárias das políticas de acesso, atualizar dispositivos de acordo com os eventos registrados no calendário do funcionário ou autorizar acesso a partir de uma localização específica baseado em confirmações de passagens aéreas. Ao comparar e interpretar essas informações, seria possível agir antes que seja tarde demais. É a diferença entre fechar a porta para evitar o roubo de informações e realizar uma análise minuciosa quando já é tarde demais.
Sobre a Citrix:
A Citrix (NASDAQ: CTXS) lidera a transição para espaços de trabalho definidos por software, reunindo virtualização, gestão de mobilidade, redes e soluções SaaS para melhorar a forma de trabalhar das empresas e pessoas. As soluções da Citrix criam uma plataforma para a mobilidade empresarial com espaços de trabalho seguros e móveis, oferecendo acesso instantâneo a aplicativos, desktops, dados e comunicações através de qualquer dispositivo ou rede e a nuvem. Com receitas anuais de US$ 3,14 bilhões em 2014, as soluções da Citrix são usadas em mais de 330 mil organizações e por mais de 100 milhões de usuários globais. Para saber mais, visite www.citrix.com.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Como um empreendedor escolhe seus sócios

Dizem que montar uma empresa com um sócio é como um casamento, e isso é verdade. A escolha de um sócio é algo crucial para o sucesso de um empreendimento. Se os parceiros no negócio não estiverem com um mesmo objetivo e estratégia em mente, os conflitos internos acabam enfraquecendo completamente a empresa.
Os passos para a escolha dependem muito do tipo de sócio, se seria apenas um investidor, se atuaria na empresa, ou seja, dependem do objetivo e do papel dele no empreendimento. As expectativas de todos devem estar muito bem alinhadas, para que não haja qualquer tipo de frustração.
Um ponto crucial é o diálogo. Ele deve ser uma pessoa razoável e que consiga manter um diálogo coerente, que consiga ouvir, dar sua opinião e aceitar a vontade da maioria. Deve haver também afinidade no estilo de gestão, pois se as personalidades forem muito diferentes, a tomada de decisão pode acabar deixando a empresa confusa, e o certo e o errado mudam de acordo com o sócio que está falando.
Busque alguém que de fato traga para a empresa os recursos necessários, que pode ser dinheiro, conhecimento, contatos, entre outros.
É extremamente importante que fique claro para todos as regras do relacionamento, e para isso é necessário que os sócios elaborem juntos um acordo de acionistas, definindo com clareza as regras. Este acordo deve ser debatido antes mesmo da sociedade, para garantir que todas as dúvidas estejam devidamente esclarecidas e documentadas.
Um acordo de acionistas deve descrever as regras para a entrada de novos sócios, saída dos sócios atuais, sucessão familiar, regras para retirada de lucro, processo de resolução de impasses, entre muitos outros.
O importante é que esse processo seja feito com muita atenção, e buscando esclarecer de fato todas as dúvidas e situações com potencial de conflito. Ao final todos devem estar cientes do que foi acordado e dispostos a seguir o combinado.
Todos os sócios devem seguir princípios de uma boa governança corporativa e realmente honrar com o acordo de acionistas. Todos devem acatar as decisões que não lhe competem, debater discordâncias na hora certa e com respeito, cumprir com suas obrigações e buscar sempre os melhores interesses para a empresa, e não apenas seus interesses pessoais.
O sócio perfeito não existe. O que deve ser buscado é o relacionamento perfeito entre bons sócios trabalhando claramente por um objetivo comum.

Fonte: http://www.contabeis.com.br/noticias/22312/como-um-empreendedor-escolhe-seus-socios/

quarta-feira, 18 de março de 2015

30 franquias que procuram empreendedores no Nordeste

 Praia da Boa Viagem, em Recife
O Nordeste é responsável por 2% de tudo que as franquias faturam no Brasil. Ainda é pouco, mas o crescimento é constante.
De 2012 para 2013, o faturamento das unidades na região cresceu 7,7%, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). “O Nordeste tem crescido em um ritmo além do nacional por dois fatores: primeiro porque o PIB tem demonstrado um ritmo de crescimento um pouco maior e também porque ainda existe uma lacuna para o setor de franchising na região”, diz Leonardo Lamartine, diretor da regional da ABF Nordeste.
Os estados nordestinos concentram 7,8% das franqueadoras e 2,5% das unidades. Os três estados mais fortes para franquias na região são Bahia, Pernambuco e Ceará. Os setores com mais franquias na região são esportes, saúde, beleza e lazer, alimentação e educação.
EXAME.com consultou centenas de redes de franquias para elaborar a lista a seguir com marcas que têm planos de expansão desenhados para o Nordeste.

quarta-feira, 11 de março de 2015

4 dicas essenciais para lidar com a concorrência

Saber lidar com a concorrência, em qualquer que seja a situação, é essencial e pode trazer muitas vantagens



Quando você encontra seu concorrente em um evento do segmento ou em uma situação inusitada do dia a dia, qual é sua reação? Vira as costas e sai correndo? Cumprimenta com um sorriso amarelo e diz que está com pressa? Se a resposta foi positiva para alguma dessas reações, chegou a hora de mudar sua postura! Saber lidar com a concorrência, em qualquer que seja a situação, é essencial e pode, inclusive, trazer muitas vantagens. Quer saber como e por quê? Então acompanhe:
Faça benchmarking
O benchmarking nada mais é do que enxergar seu concorrente como uma fonte de dados e informações importantes para seu próprio negócio. O que ele faz de melhor? E no que ele falha? Ao detectar os pontos fortes e fracos do seu competidor, você acaba construindo um diferencial competitivo, destacando-se no mercado e ganhando a liderança.
O benchmarking é visto, muitas vezes, como uma cópia das ações do concorrente, mas, na verdade, vai muito além disso, permitindo que se compreenda as razões pelas quais seu concorrente faz o que faz, tirando insights importantes para que você possa superá-lo e inovar. É uma estratégia de melhoria constante, e, portanto, deve ser levada a sério, lembrando-se de sempre manter a ética.
Mapeie oportunidades
Essa dica pode vir a causar um certo desconforto, mas, confie, é válida: o que você acha de ser cliente do seu concorrente? Parece absurdo? Mas não é! Para compreender melhor o funcionamento do negócio da competição, nada melhor do que utilizar seus serviços ou adquirir seus produtos.
Como consumidor, você consegue verificar com maior precisão o que pode ser melhorado e quais são as falhas de competência do concorrente para, assim, desenvolver uma estratégia de inovação para seu próprio negócio, solucionando esses erros e ganhando em vantagem competitiva. Em vez de bater de frente com sua concorrência, aprenda com ela e se torne mais hábil em sanar as necessidades do seu público-alvo!
Inspire-se com boas atuações
Cases de sucesso não servem para dar inveja, mas, sim, para que se possa aprender com a experiência de outra empresa e implementar melhorias em seu próprio negócio. Para cada case de sucesso com o qual você tiver contato, registre as lições aprendidas, reflita sobre elas e verifique como elas podem contribuir para que seu negócio melhore.
Seja único
Não queira ser uma cópia do seu concorrente! Isso não vai torná-lo mais atrativo para o mercado. Diferentemente disso, busque se destacar por suas qualidades únicas, evidenciando o que você oferece de melhor para seus clientes.
Se for preciso, foque em um nicho de mercado mais específico, que precise de um atendimento diferenciado. Lembre-se, afinal, que nem sempre ser o maior significa ser o melhor. Avalie friamente, portanto, seu posicionamento perante o mercado e foque naquilo que você faz com excelência.
Quanto mais diferenciais seu negócio tiver, mais argumentos para conquistar clientes também terá e mais poeira sua concorrência vai comer. Sendo assim, vá em frente e mostre quem é sua empresa e a que ela veio. A concorrência é uma fonte de inspiração, de geração de insights e de obtenção de informações valiosas, portanto, deixe de lado as picuinhas e aproveite ao máximo tudo o que ela pode lhe oferecer de útil!
E então, pronto para mostrar a seus concorrentes o poder da sua empresa com um largo sorriso no rosto e um firme aperto de mão?

quinta-feira, 5 de março de 2015

Os 9 profissionais mais procurados no início de 2015



O ano de 2015 começou com um cenário nada animador para a economia. Com a expectativa de baixo crescimento do PIB, que vai afetar investimentos e resultados das organizações, cortes e demissões já entraram no radar de muitos profissionais. Em meio a isso, os profissionais que ocupam posições estratégicas serão os mais procurados para otimizar os recursos e melhorar a produtividade. É o que aponta um levantamento da Page Personnel, empresa de recrutamento do PageGroup, divulgado recentemente.

De acordo com a pesquisa, as posições que são consideradas estratégicas para as empresas devem ter um incremento médio de 30% nos três primeiros meses de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior. “Como reflexo do momento do econômico do país, o mercado de trabalho também passa por ajustes no quadro organizacional buscando ganhos de produtividade e, com isso, posições ligadas à questão da eficiência operacional têm maior procura neste momento”, diz Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Veja quais são os nove cargos mais procurados neste início de ano.



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Empreendedor tem que ter atitude

Sonhar nos alimenta, traz um sopro vital de entusiasmo, mas são as ações e a objetividade que nos ajudam a sair do lugar



O ano mal começou e as notícias da área econômica estão aí, se encarregando de acabar com a nossa euforia das férias e nos lançar à realidade. Pelo visto, 2015 vai exigir muita disciplina e talento administrativo de nós, empresários, dos empreendedores e dos profissionais liberais. Por outro lado, a palavra "crise" sempre rondou o vocabulário e as manchetes no Brasil. Mesmo assim, com oscilações de mercado e fases de maior ou de menor estabilidade econômica, muitos empreendedores conseguiram superar os desafios e construir negócios sólidos.
Atitude faz toda diferença. Sonhar nos alimenta, traz um sopro vital de entusiasmo, mas são as ações e a objetividade que nos ajudam a sair do lugar. É quando decidimos ir além das previsões negativas - e levantar todos os dias com o propósito de fazer o melhor - que conseguimos mudar o placar do jogo a nosso favor.